quarta-feira, 24 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Projecto de Promoção e Educação para a Saúde
Mafalda Magalhães
Tissiana Magalhães
Jorge Gonçalves
Jessica Teixeira
Fabiana Palavras

A Coordenadora do PES
Ana Rocha
terça-feira, 9 de junho de 2009
SpringDay Magazine destaca artigo de aluna da escola
Marta Silva, aluna do 11ºH, acaba de ser felicitada, através do Ministério da Educação, pelo seu artigo "Novas Perspectivas da Música Portuguesa" em destaque na Spring Day Magazine, uma publicação da União Europeia.Ver o artigo publicado na Spring Day Magazine:
http://magazinefactory.edu.fi/magazines/SpringDay2009/index.php?str=40&artCat=0&artID=23
Parabéns, Marta!!!
sexta-feira, 5 de junho de 2009
"É Preciso Imaginar Sísifo Feliz" - Camus
Quando pensamos em Sísifo, são costumárias as ideias de sofrimento infindável e esforço heróico para enfrentar um dia-a-dia que não oferece hipótese de alteração ou repouso. No entanto, há que ver a situação de outra perspectiva: na rotina de Sísifo, tal como na nossa, o espírito humano é suficiente para lhe encontrar um sentido. Tal como nós vemos um propósito claro numa rotina -fazendo as mesmas coisas, vendo as mesmas pessoas, procedendo cada dia da mesma forma -também Sísifo tomou como o seu propósito fazer rolar a pedra até ao cimo do penhasco, tendo talvez encontrado nessa tarefa o seu objectivo de vida. Conhece cada pequeno passo do caminho e encontra alegria em pequenas vitórias com pouco significado.
E podemos ainda pensar: possivelmente ainda resiste nele a esperança de que um dia a pedra fique parada no cimo do penhasco, o que pede a pergunta - o que faria Sísifo se isso acontecesse? Como enfrentaria essa perda súbita daquilo a que atribuíra o sentido da sua existência?
Na minha opinião, voltaria a empurrar a pedra colina abaixo. Porque por herói trágico que seja, Sísifo tem o mesmo medo que muitos de nós - enfrentar uma vida sem sentido.
Marta dos Santos Silva
nº 15, 11º H
quinta-feira, 4 de junho de 2009
A Literatura e a Ciência
Prémios - Concurso "Palavras para esta imagem"
3ºCiclo
Liliana Rodrigues Fernandes Pereira ,nº 15, 7ºA
Ensino Secundário
José Carlos Garcia Fernandes,nº 10, 11ºH
Daniela Marisa Medeiros da Cunha Chaves, nº5,11ºI
Os prémios deverão ser levantados no Conselho Executivo.
A Organização ( Sala de Estudo) expressa o seu agradecimento aos outros participantes.
Encontro - Psicologia Aplicada
Neste encontro participaram os psicólogos clínicos Dr. António Martinho e Dra. Ana Simões que abordaram temas como a sexologia forense, a problemática do suicídio e a relação alcoolismo/depressão. Por sua vez, o Dr. António Andrade esclareceu o seu papel de orientador vocacional.
Já no final, alguns alunos das turmas indicadas apresentaram dois momentos musicais e a dramatização “PsicoArte”.
Como eco desta iniciativa dos professores e alunos de Psicologia, transcrevemos a mensagem do psicólogo convidado António Martinho enviada por e-mail: “gostava de lhe dizer que os seus alunos são espectaculares. Há muitos anos que faço palestras pelas escolas secundárias do país e nunca tive uma plateia como a vossa. Eu até estava, como vos referi, com algum receio relativamente às imagens da apresentação da sexologia forense
Desfile
Os trabalhos foram desenvolvidos ao longo do ano lectivo 2008/2009, no âmbito das disciplinas de Desenho A, OFA e Área de Projecto.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Riddles
He uses a uniform
He protects people
He has a gun
He arrests criminals
Francisca, nº 7, 9ºB
He uses a white uniform
He makes delicious bread
He works in a bakery
Filipa, nº 6, 9º B
She uses a white uniform
She takes care of sick people
She works in a hospital
Leandra, nº 11, 9º B
She travels a lot
She needs to speak many foreign languages
She should be beautiful and nice
Ana Margarida, nº1, 9ºB
He lives and works in the fields
He takes care of animals
He plants vegetables or fruit
He sells his products to the market
Rafael, nº20, 9ºB
He works with animals
He works in an animal hospital
He controls the quality of meat
UTAD has a very good course for this profession
Martim Monteiro, nº17, 9º B
He works with the justice
He defends people in court
He must have a law course
He is well paid
Tiago Grilo, nº 25, 9ºB
He uses a hammer
He works with iron
He makes metallic tools
Guilherme, nº 11, 9ºB
It’s a manual work
It is done in the street
It isn’t well paid
It isn’t an appealing job
Pedro Alves, nº18, 9ºB
He works in the sea
He works in boats
He has a hard work
João Teixeira, 9º C
With it we can write
Write and never erase
Write anywhere
Write in every place
Ana Queirós, 9º C
I usually cure patients
Therefore I studied a lot,
I also administrate meals
When people are ill and they cough
Pedro Baptista, 9º C
I arrest thieves
And with a whistle and a gun
I keep the city safe
Serve and protect it’s my duty
André Machado, 9º C
He dresses in red
To save is his desire
With a helmet and a hose
He can put out any fire
Guilherme Sousa, 9º C
Normally I play with the sun
And we have a lot of fun
I lay down in the clouds
Where I feel small
‘Cause I can see you all
From the highest point of the sky
Bárbara Vasconcelos, 9º C
What is the thing that was born big and dies little?
Beatriz, 9ºC
terça-feira, 2 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Pavilhão da Água
domingo, 31 de maio de 2009
Exposição "Flora de Brincadeiras" em Penafiel
Na sua peregrinação pelo país, já percorreu os seguintes espaços: Escola Sec. Camilo Castelo Branco - Vila Real; Centro de Informação e Interpretação do Parque Natural do Alvão, em Vila Real e Mondim de Basto; Museu do Brinquedo de Seia, Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, Centro Cultural de Vila Nova de Foz Côa; Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira; Biblioteca Carmen Miranda - Marco de Canaveses; Escola EB23 de Alpendorada; Quercus - Quinta da Gruta - Maia; Biblioteca Municipal de Vila Pouca de Aguiar.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Intercâmbio
No âmbito do intercâmbio entre a nossa escola e o Agrupamento de Escolas da Sequeira, no dia 22 de Maio, os alunos do 8.º B, acompanhados pelos professores José Brandão e Marília Martins, viajaram até à Guarda. À chegada a esta cidade Beirã encontravam-se os alunos do 7.º B e os professores António Peneda e Lídia Costa. No período da manhã, os alunos visitaram a casa de um artesão de Alfaiates. No período da tarde, conheceram o Centro Histórico, visualizaram um filme sobre a Serra da Estrela e passearam pelo Parque Urbano do Rio Diz.Os alunos demonstraram interesse e satisfação pela visita, salientando o excelente ambiente de camaradagem vivido entre todos.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Parlamento dos Jovens 2009 - Básico - Círculo de Vila Real
SESSÃO ESCOLAR
Devo dizer que a campanha foi uma das melhores etapas desta marcante experiência, uma vez que todos se empenharam e se esforçaram por criar um ambiente propício a uma bela campanha. Apesar dos normais conflitos entre as listas e respectivos deputados, houve um espírito que os uniu a todos porque, no fim, íamos representar a Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco e mais tarde todo o distrito de Vila Real.
Uma vez realizadas as tão esperadas eleições, chegou finalmente o esperado dia D – o do debate. O nervosismo insistia em fazer com que toda a gente andasse de um lado para o outro a gastar os belos dos sapatinhos engraxados. Após uma hora num renhido e intenso debate tivemos 3 deputados finalistas e 3 medidas vencedoras que, acompanhadas de uma bela fundamentação nos iriam representar na Sessão Distrital. E como o senhor porta-voz da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco disse “já que o número 3 é o número da sorte, espero que nos dê sorte na Sessão Distrital”.
SESSÃO DISTRITAL
Realizar debates com mais 16 escolas é um meio privilegiado para conhecer e dar a conhecer diferentes ideais. E foi assim que aconteceu dia 9 de Março, no Instituto Português da Juventude. Com a presença do Governador Civil, do Vice-Presidente da Câmara e do Coordenador da Equipa de Apoio às Escolas, na Sessão de Abertura, os 55 deputados e a deputada Paula Barro passaram o dia em debate, com pausa para almoço, de onde saiu um belo projecto que iria representar Vila Real na Sessão Nacional.
No fim, o projecto continha as seguintes medidas, a serem discutidas mais tarde, na Sessão Nacional:
1. Implementação de uma disciplina, de carácter obrigatório para o Ensino Básico, de “Educação para a Saúde e Cidadania” com noventa minutos semanais. Esta disciplina será leccionada por um professor responsável, articulada com um grupo multidisciplinar (nutricionista, psicólogo, médico) nomeadamente para desenvolver acções de divulgação dentro da área da saúde. São eliminadas as disciplinas de Formação Cívica e Área de Projecto.
2. Aumentar os benefícios fiscais relativamente à agricultura biológica de forma a permitir o seu desenvolvimento e poder reduzir-se, deste modo, o preço dos produtos, incentivando o seu consumo; aumentar os impostos sobre os fast-food e limitar, gradualmente, a sua venda nas escolas, de forma a diminuir o seu consumo.
3. Criação de uma semana nacional dedicada à alimentação saudável durante a qual se procederia a um amplo debate e à realização, a nível escolar, de palestras e rastreios.
SESSÃO NACIONAL
Primeiro dia: o das comissões, das visitas guiadas e dos passeios de reconhecimento, dos projectos de recomendação e o das primeiras amizades e “rivalidades”. Os 128 deputados das 64 escolas participantes de todo o país, regiões autónomas e da Escola Portuguesa de Macau, foram divididos em 4 comissões, cada uma dirigida por dois deputados da Assembleia da República: a 1ª comissão foi orientada por Luís Fagundes Duarte (PS) e Ana Drago (BE); a 2ª comissão pelos deputados António Carlos Monteiro (CDS-PP) e Ana Couto/Paulo Barradas (PS); a 3ª comissão teve a presença de João Oliveira (PCP) e de Magda Borges (PSD) e a 4ª comissão foi dirigida por Ribeiro Cristóvão (PSD) e de Francisco Madeira Lopes (PEV). Nestas comissões debateram-se os Projectos de Recomendação sobre
“Alimentação e Saúde”, com entusiasmo, animação e sempre com uma resposta na pontinha da língua. Os deputados portaram-se à altura dos alunos e tiveram um sorriso amigo sempre brilhante nos seus lábios. Enquanto isso os jornalistas passaram a tarde numa visita guiada, com livre-trânsito, a conhecer todos os pontos “à casa”.
Houve tempo para trocar informações, tirar fotografias e até para nos perdermos naqueles corredores imensos cheios de arte. Após 3 horas de esforço, suor e dedicação com debates e votações à mistura saíram 4 projectos de recomendação que fizeram jus ao empenho de toda a gente. Desde deputados juniores, a deputados seniores, a professores e jornalistas era notório um olhar de satisfação e alegria, uma vez que todos estiveram à altura do desafio.
No final digerimos um belo de um lanchezinho seguido de um melodioso concerto dos “Jovens vozes de Lisboa”, na Sala do Senado. Dadas por finalizadas todas as actividades, deu-se um jantar, oferecido pela AR.
A estadia de todos foi assegurada no INATEL de Oeiras, com uma maravilhosa vista para a marinha e para a praia.
PROGRAMA JORNALÍSTICO
Ainda começava o dia a ter uma corzinha própria para o acontecimento, e já os deputados estavam a ocupar os seus lugares na Sala do Senado, onde se iria dar, por fim, a Sessão Plenária. Tudo a postos: os deputados com o os projectos na mão, prontos a serem defendidos, os jornalistas de máquina levantada e os professores com um sorriso babado na cara.
Luzes, câmara, acção. A Sessão iniciou com os lugares na mesa a serem ocupados pelo Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, pela Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues e o Presidente da Mesa, (eleito do círculo eleitoral de Braga), Edgar Costa.
Das sábias palavras da Ministra da Educação, todos recordaremos: “este exercício, de certo, nunca esquecerão”.
No fim do discurso de todos, cada um focando os pontos mais importantes desta experiência, o Presidente Edgar chamou a Vice-Presidente, Maria Conceição Bento (eleita do círculo eleitoral de Coimbra), o 1º Secretário, Nelson Grácio Júnior (escolhido do círculo de Beja) e a 2ª Secretária da mesa, Jéssica Corvo (do círculo eleitoral de Bragança).
À sua frente sentaram-se os verdadeiros, os senhores da palavra, os representantes dos partidos portugueses: Odete Santos do PS, Magda Borges do PSD, Mariana Alverca do BE, Heloísa Apolónia do PEV e João Oliveira do PCP, que responderam às perguntas feitas pelos juniores. Desde medidas para combater a crise até assuntos internos da AR, tudo foi questionado pelos jovens deputados. No final do período de perguntas, os deputados saíram e desejaram boa sorte a todos.
Este deu-se nos claustros da Assembleia da República, onde se discutiram as decisões tomadas durante a Sessão Plenária e as que se iriam tomar, na continuação da mesma. Como não podiam ser esquecidos nem postos de parte, os jornalistas tiveram direito a um programa especial:
No primeiro dia tivemos uma visita guiada pelo Palácio de S. Bento. Esta visita foi bastante interessante e deu-nos a conhecer os “cantos da casa”. Notou-se uma expressão de admiração quando o grupo caminhou pela entrada da Sala das Sessões. Flashes por todo lado, como se fosse uma chuva de estrelas. E na verdade era. É naquela sala que as estrelas do nosso país discutem os mais emblemáticos problemas de Portugal. Alguns jornalistas sentaram-se mais atrás, outros mais à frente a ouvirem o guia e a apreciarem a beleza da sala, incluindo o enorme e maravilhoso quadro de D. Manuel I, que obviamente chamou à atenção de todos à entrada da Sala. Foi-nos explicado cada pormenor da Sala e do Palácio em Geral, aumentado consideravelmente o nosso conhecimento no que se refere a esta “casa de todos nós”.
No segundo dia tivemos a Conferência de Imprensa com o Presidente da Comissão Parlamentar
«Senhor Presidente, uma vez que o país está cada vez mais em recessão, acha que a Educação e a Ciência vão continuar a evoluir, tendo em conta que os fundos monetários que suportam essa evolução podem escassear?». Obtivemos então uma resposta justificada na falta de solidificação de bases, que são o mais importante.
No fim foi-nos desejada Boa Sorte e votos de felicidade para todos!
DESPEDIDAS EM BELÉM
No fim custou somente a despedida, já que o convívio proporcionado por esta iniciativa foi aproveitado ao máximo. A oportunidade de conhecer, comunicar e discutir com pessoas diferentes foi sem dúvida enriquecedora.
Despedimo-nos com um adeus e um boa sorte a todos, apreendemos uns com os outros, e o mais importante foi que estivemos presentes, tornamo-nos jovens mais cultos e partilhamos uma experiência única. Aprendemos como funcionava o parlamento, o processo trabalhoso a que se dedicam os nossos caríssimos deputados.
Ficam as saudades e vêem connosco as lembranças de todas as peripécias, que são agora motivo de conversa por aqui. Tal como na viagem de regresso. Descobrimos que muitos outros jovens partilham as nossas ideias e perspectivas mas que existem outros que tem opiniões diferentes e que a chave está na aceitação, e é a partir das ideias distintas que adquirimos conhecimentos que utilizamos agora no nosso dia-a-dia.
Esperamos no próximo ano sentar-nos novamente naquelas cadeiras e dar o nosso melhor, mostrando que o nosso país é feito de jovens preocupados que querem acima de tudo dar a sua opinião. Se conseguirmos atingir de novo este patamar, esperamos cruzar-nos com muitos dos amigos que deixamos agora para trás.
Reportagem
Bárbara Fontes
COMANDANTE
Guilherme Sousa
PILOTO
Márcia Rocha
PASSAGEIROS
Professora
Final do Concurso Nacional de Leitura de 2008/2009 - LER +
Andreia Seara, do 12º G, estará presente nesta final, a representar os alunos do Ensino Secundário das escolas do distrito de Vila Real, depois de ter ultrapassado, com sucesso, duas provas de selecção (a nível de Escola e a nível distrital).
Boa sorte, Andreia! Estamos contigo!
Escola, Pais e Alunos: Caminhos Cruzados
Neste debate, os referidos alunos tiveram a oportunidade de apresentar as conclusões parcelares dos trabalhos de investigação – Depressão Pós-Parto e Ataques de Pânico e Medo - que têm vindo a desenvover em Área de Projecto, ao longo deste ano lectivo.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Fórum - Os Jovens, a saúde e a cidadania
quinta-feira, 21 de maio de 2009
U.E. P'RO FUTURO - Teatro na Escola
Hoje, 21 de Maio, pelas 15horas, o grupo de teatro No Mundo da Lua trouxe à nossa escola o projecto U.E. P'RO FUTURO - O Tratado de Lisboa e o Futuro da Europa, seleccionado e financiado pela Comissão Europeia.Texto e imagem : Adelaide Jordão
Como lidar com a esquizofrenia
Esta doença caracteriza-se por uma dissociação das funções psíquicas e pela perda de contacto com o mundo exterior. Afecta todas as pessoas que convivem de perto com o doente, família e amigos, assim como ao próprio.
Os seus primeiros sintomas são a diminuição, ou mesmo ausência, da afectividade, existindo um desligamento do mundo por parte do doente, que se volta para si mesmo.
Algumas destas pessoas, antes de se encontrarem nesta situação, passaram por conflitos, períodos de depressão ou stress, o que leva a perceber que a esquizofrenia foi agravada ou mesmo desenvolvida por esses problemas.
Se quem padece desta patologia estiver sob forte stress, viver num clima de medo ou tiver alterações comportamentais contínuas, tudo aquilo que poder trazer tranquilidade ao doente é sempre bem-vindo. Numa fase aguda da doença, pode ser necessário o internamento. Nestas situações, só depois de o doente ter sido sedado e se encontrar mais calmo é que os profissionais de saúde (psiquiatras, enfermeiros e psicólogos) podem fazer um trabalho mais profundo. O objectivo é fazer um trabalho de relaxamento para que a pessoa comece de novo a deixar de ter medos e pânicos de modo a que saia do seu ensimesmamento.
O doente esquizofrénico não deve ser considerado como um indivíduo isolado, mas inserido num contexto social, cultural e familiar, capaz de o influenciar, condicionando as suas atitudes e valores.
A família é indispensável a uma boa inserção social. Por esta razão, é absolutamente fundamental que esteja informada para que possa compreender a situação, de forma a atenuar a angústia face ao desconhecimento. A capacidade de adaptação e de intervenção da família pode constituir um factor determinante no tratamento.
O doente esquizofrénico depara-se frequentemente com dificuldades a nível laboral, quer pelas suas limitações, quer pela rejeição das entidades empregadoras, quer ainda pelas insuficientes condições de trabalho oferecidas. Apesar dos eventuais obstáculos, é importante que o doente se mantenha activo, se sinta realizado profissionalmente e seguro num local de trabalho que lhe é familiar.
Finalmente, the leat but not the last, a mudança de atitudes da sociedade - rejeição, visão estereotipada e marginalização do doente esquizofrénico -, contribuirá para a construção da sua identidade pessoal e reinserção social.
Ana Correia nº2,
Trabalho realizado no âmbito de Área de Projecto.







Sara
Rita Elias
Rui Costa
Paulo
Nélia
Mikael
Mafalda M.


