O resultado do Torneio de Damas, realizado no dia 25 de Março de 2010, integrado na Semana Camiliana e organizado pela Mediateca, foi o seguinte:
1º - Filipe Correia (10ºE)
2º-Paulo Gomes (10ºE)
3º-Nuno Brás (11ºI)
4º- Daniela Lemos (10ºA)
5º- José Cunha (10ºB)
6º- Tiago Relvas(10ºB)
terça-feira, 13 de abril de 2010
Bárbara Fontes representa o Distrito de Vila Real nas XV Olímpíadas do Ambiente
Bábabara Fontes, aluna da turma B, do 10 ºano, irá representar o Distrito de Vila Real nas XV Olimpíadas do Ambiente, a realizar no Faial, Açores, de 6 a 9 de Maio.
Como vencedora das duas eliminatórias" Ambiente à Prova", Bárbara Fontes obteve o passaporte para a sua presença nos Açores. Desde já, os nossos parabéns à Bárbara!
Como vencedora das duas eliminatórias" Ambiente à Prova", Bárbara Fontes obteve o passaporte para a sua presença nos Açores. Desde já, os nossos parabéns à Bárbara!
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
PARE, ESCUTE E OLHE
Assim, é de enorme utilidade e pertinência, a leitura de O Documentário ou a Desforra de Lumiére, quinto capítulo de O Ecrã Global, a mais recente obra de Gilles Lipovetsky
/Jean Serroy publicada em Portugal (Edições 70).
Vejamos a sistematização aí desenvolvida e confrontemo-la com a obra de Pelicano. Em primeiro lugar, Pare, Escute e Olhe participa da característica da ausência da tradicional “voz off que marcava uma autoridade”, e em certo sentido, “implicava um antigo estilo académico e pedagógico”. Ora, assinalam os ensaístas franceses, “assim recupera-se e prolonga-se o caminho dos grandes criadores do cinema do real que, interrogando a realidade por todos os meios – imagem, som, montagem – nunca confundiam a representação do mundo com uma aula de geografia”.
Um segundo aspecto que me parece comum a muito do género documental que hoje podemos ver nas salas de cinema e que está presente, igualmente, neste filme vencedor no doc Lisboa 2010 é o tom intimista. Neste documentário, esse tom é-nos dado, sobretudo, pelo bloco de apontamentos do autor, registo sensível de prosa poética, destinado a tocar, evidentemente, a emoção do espectador. À função de coordenação/encaixe/coerência da estrutura narrativa – apontamentos curtos, enxutos, directos, em vez da académica voz off – a solução encontrada tem, ainda, a vantagem de se aproximar, de se abeirar do espectador num sussurro enleante.
Em terceiro lugar, a diluição da fronteira realidade/ficção. A pura descrição, anódina, incolor, inodora, objectiva, fria, desaparece. Gostava aqui de dar como exemplo a corrosiva cena de uma habitante, idosa, de uma aldeia transmontana, prejudicada pela ausência do funcionamento da Linha do Tua – cujas sucessivas vagas de encerramento, reatamento, suspensão, reconstrução são verdadeira montanha…russa-transmontana – que estabelecendo diálogo telefónico com vista a obter, junto de alguém amigo, a medicação de que carece, vê surgir, no ecrã, do outro lado da linha, um governante – a ironia, refinada ali, de alguém que o autor denuncia ter esquecido/ignorado/desprezado uma região e seus habitantes ter atendido o telefone e, deste modo, ligado a uma anónima desesperada, lá no inifinito transmontano, temendo pela saúde…Para Lipovetsky/Serroy, “durante muito tempo, o documentário, tal como figurava na primeira parte das sessões de cinema, com uma reportagem sobre a pesca da sardinha ou sobre as danças folclóricas do Tirol (…) limitou-se ao que poderíamos chamar o seu grau zero: o da reportagem, o da descoberta neutra, anónima, ingénua, sem subjectividade, não reivindicando nenhum ponto de vista, a não ser o de quem sabe e que mostra a quem não sabe. Em relação a esta forma primitiva do género, aquilo que os grandes documentaristas introduziram, ao longo de toda a sua história, foi a noção do olhar. Um documentário torna-se, portanto, um olho acrescentado à câmara, uma escolha de ângulo e enquadramento, uma ciência do corte e da montagem que representa o mundo, interrogando-o, mostrando o que está por baixo, por vezes demasiado visível e que um olho comum não vê. O seu olhar é, então, assumidamente artístico”. Se Susan Sontag, em Olhando o sofrimento dos outros, coloca a questão ontológica da fotografia, o que é a foto, para que serve, o que esperamos dela – nomeadamente em contraponto com a pintura – Lipovetsky/Serroy investigam a relação documentário-realidade-verdade. A sua abordagem é a da complexidade e é ela que nos importa na densificação do nosso olhar (desde logo, para Pare, Escute e Olhe): “Não nos iludamos: se sempre houve na ficção elementos de real, houve sempre, igualmente, no documentário, elementos de ficção. Evidentemente que não existem dois cinemas heterogéneos, substancialmente diferentes, porque a única categoria operatória verdadeira é, aqui, a da narrativa. Nenhum filme pode escapar à dimensão primeira, irredutível, da escrita. Simplesmente, o documentário tem a especificidade de contar a realidade”.
Quarta lição a apreender da conceptualização de O Ecrã Global subsumível ao caso concreto: os personagens, ainda que reais personagens, já não são aqueles que faziam as delícias dos vendedores de posters – para afixar no quarto lá de casa ou estampar na próxima t-shirt de Verão. Hoje a estrela é-me próxima, banal, igual a mim. “Agora, a estrela está perto de mim, ela já não é o outro intocável e dissemelhante como eram as estrelas quase divinizadas de Hollywood: Jean-Pascal e não Valentino, Loana e não Greta Garbo”. Se atentarmos em Pare, Escute e Olhe, depararemos com um personagem principal – se escaparmos ao colectivo “povo transmontano” como categoria máxima da película, o que se nos afiguraria politicamente correcto, mas não revelaria parte da estratégia fílmica utilizada – de que nem o nome sabemos. Reformado da CP, espontâneo e genuíno, brincalhão, um cromo – bom – do Portugal transmontano. E porquê esta insistência nos personagens iguais a nós, e não já a fixação nos divinos, imortais de outrora? Aqui, a escrita de O Documentário ou a desforra de Lumiére, parece perder uma das mãos e é sobretudo o que a traço grosso já sublinháramos de Lipovetsky em A Era do Vazio (e que a cores berrantes ressurge no recentíssimo A Cultura-Mundo) que ressalta de novo: “a sociedade do indivíduo extremo criou o desejo de nos encontrarmos e de nos reconhecermos nos espectáculos filmados, de ver de uma outra maneira o que somos e o que vivemos”.
Os quinto e sexto elementos que gostaria de relevar estão intimamente ligados. A militância de que o documentário vive e, simultaneamente, a sua pretensão de desmistificação de um dado objecto de que se ocupa. Pare, Escute e Olhe é um filme declaradamente militante. Em favor do abandonado povo transmontano, contra o despovoamento da região, o esquecimento dos mais frágeis (os mais velhos e os mais pobres…algo que tantas vezes vimos acumulado na mesma pessoa; os que não têm automóvel, nomeadamente) pelo poder político, as promessas múltiplas, repetidas e nunca concretizadas, o provincianismo das elites nacionais (os trinta segundos filmados entre José Sócrates e António Mexia são demolidores…para os próprios, com a frase do primeiro ministro “aqui só falta cimento…” e o seu olhar de auto-comprazimento a ilustrarem como nunca o complexo pombalino e o Portugal dos Pequeninos de que fala Miguel Real em A morte de Portugal), os traidores locais…
Face á opção manutenção da linha do Tua vs Construção de Barragem, o autor assume claramente o lado da barricada: está a favor da manutenção da linha e contra a construção da barragem. Não poupa argumentos e personagens que os defendam. Não se nega, de modo algum, ao autor, como atrás fica dito, a tomada de posição, a subjectividade do olhar, aliás enriquecedor para o documentário e até para o espaço público (latu senso). A questão está em que sendo o documentário tão contundentemente parcial, obnubilando, em boa verdade, quaisquer tipos de argumentos sérios contrários à tese que esgrime, pode colocar em causa a adesão – como parece ser um dos objectivos do autor – de um público exigente que gostaria, também, de ver superada a prova de um contraditório mais claro. Não para equivaler argumentos, não para igualar minutos na controvérsia (á lá ERC); mas para que uma dada posição, o tal olhar singular – eminentemente político – tivesse um respaldo mais robusto. Não me espantou, confesso, a pergunta de Carlos Vaz Marques, no Pessoal e Transmissível, da TSF, a Jorge Pelicano, por eventuais pontos de contacto entre o seu cinema e o de Michael Moore. A apresentação claramente dicotómica – Linha vs Barragem; quase sem espaço para a terceira via da compatibilização de ambas; o maniqueísmo a partir daí; posições de agentes políticos em curtos excertos, passíveis, pois, de manipulação (de contexto);a omissão da perspectiva contrária á que se propugna, eis, pois, um conjunto de traços que poderiam estabelecer pontes – e, diríamos, fragilidades – entre os referidos autores. E, assim, aquilo a que Lipovetsky chama “prémio de satisfação reflexiva”, quer dizer, aquela sensação com que saímos da sala de cinema, aquele bem-estar de superioridade moral e de inteligência, aptos que estamos a desmontar as maiores ignomínias tecidas por trás do palco (da história, da política…) revela-se, por vezes, manto diáfano de fantasia…e simplismo: “o neodocumentário oferece ao seu público uma satisfação particular: a desmistificação, a denúncia das mentiras, o prazer de sair da caverna das ilusões. Preenche a necessidade do indivíduo contemporâneo de se sentir um sujeito livre, pensante e crítico num sistema que o impele a consumir sem parar (…) O perigo, naturalmente, é o de que esta desmistificação seja ela mesma uma mistificação”.
A partir do filme – que, já agora, convém ver – de Jorge Pelicano, fica ainda a interrogação maior, porquê o sucesso do (género) documentário (?), ou melhor, como o documentário nos explica (?), e a proposta de descodificação de Gilles Lipovetsky: “o crescimento do documentário aparece como uma resposta ao desaparecimento das grandes referências colectivas do bem e do mal, do justo e do injusto, da direita e da esquerda, assim como do desaparecimento das grandes visões para o futuro. Sem o lastro de grelhas macroideológicas a apontar o sentido da História, são as «pequenas» histórias, são todas as realidades micro e macro do mundo humano-social que ganham uma nova dignidade. Mas, órfãs das ideologias heróicas, as nossas democracias tornaram-se, ao mesmo tempo, democracias de desorientação, de insegurança e de decepção. Neste contexto de desestabilização das referências e de vazio ideológico, os factos apresentados pelo documentário substituem os sistemas de interpretação global, agora desprovidos de «realidades» imediatas mas fortes, ancoradas numa certa dimensão de factualidade. Os documentários oferecem pequenas ilhas de terra firme e sólida que tanta falta fazem aos nossos contemporâneos. Os filmes do real, tal como proliferam nos ecrãs, têm uma base comum que os torna facilmente ecuménicos. O que os fundamenta é a ideologia dos direitos do homem, alargada aos direitos da terra – protecção das espécies, preservação dos recursos naturais. Cinema de protecção com o qual toda a gente só pode estar de acordo, ele responde á sagração dos direitos do homem assim como a uma insegurança social e ecológica crescente (…) Quando já não há grandes mitos mobilizadores, resta conhecer melhor o presente para rectificar os seus desvios e excessos; quando já não se acredita nas utopias sociais, resta o refúgio num passado imaginário e idealizado; quando já não se espera revolucionar o mundo actual, este é mostrado e auscultado de perto como sendo a única coisa que nos resta para amar, detestar ou corrigir”.
Que o ciclo de cinema documental que a UTAD nos propõe para o início de Maio contemple já este conjunto de reflexões verdadeiramente contemporâneas (Manuel Maria Carrilho, DN, 08/04/10), para que de Vila Real também possa partir um cinema e um documentário cada vez mais exigentes, adultos, inteligentes e belos. E, porventura, um documentário que contemple um minimalismo e uma complexidade que a um tempo evite e a outro desminta, o peso excessivo em nós e no nosso tempo – e em nosso entender, um tanto desproporcionado - e o simplismo que o filósofo francês lhe atribui.
Pedro Seixas Miranda
domingo, 11 de abril de 2010
Raiz de Brinquedo II


Poderá visitar esta exposição até ao final de Maio, no Centro de Memória de Torre de Moncorvo. Daniel Descomps, num texto sobre o processo criativo, refere o trabalho de João P.V. da Costa :
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quinta-feira, 8 de abril de 2010
Raiz de Brinquedo
No próximo sábado, 10 de Abril, pelas 16.00 horas, será aberta ao público a exposição de brinquedos naturais "Raiz de Brinquedo", de João P.V.Costa, no Centro de Memória de Torre de Moncorvo.
Voe até lá!
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"O Trigo dos Pardais" de Isabel Mateus
A sessão de apresentação do livro O Trigo dos Pardais (contos), de Isabel Mateus, terá lugar no dia 14 de Abril de 2010, pelas 21h30, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira. Apresenta a obra Maria da Assunção Anes Morais.Isabel Mateus colaborou no recente número do Boletim Cultural com "Brincadeiras Proibidas", um conto ligado à temática da emigração.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Solidariedade com o Rio de Janeiro
Foto: Trás-os Montes - Torre de Moncorvo- Abril de 2010Cores de esperança num momento difícil para uma cidade maravilhosa.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
Convite - Partilha de Informação com o Jornal Digital da Escola Secundária Alves Redol
O nosso Jornal, O Alves, tem a missão de fazer chegar à nossa comunidade educativa a informação mais pertinente das actividades que decorrem na nossa escola. Pretendemos também divulgá-las em outros meios e integrar iniciativas e actividades de outras escolas no nosso blogueVimos, assim, convidar-vos, blogue do Jornal “À Procura”, a partilhardes connosco as vossas actividades, que fazemos questão de publicar no nosso blogue www.digitAlves.blogspot.com, . Nós dar-vos-emos novas da nossa escola. Tudo no âmbito do intercâmbio interescolar.
Assim, no vosso blogue divulgais notícias da nossa terra, da nossa gente, bem como outras notícias mediáticas que por aqui vão acontecendo, nós, no nosso blogue, divulgamos notícias da vossa terra.
A partilha de saberes e de culturas permitirá aproximar-nos dentro do país a que todos pertencemos, como forma de alargarmos os nossos horizontes culturais, de travarmos novos conhecimentos e de fazermos novas amizades.
Este ano, “O Alves” terá já a sua 5ª Edição, pelo carnaval, de que fazem parte os seguintes marcadores: A Escola e a Comunidade; Escrever Ciência; Entretenimento e Tempos Livres e Desporto.
Já sabes, visita-nos e partilha connosco as tuas ideias!
Texto
Jornal Digital Alves
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Parcerias
terça-feira, 30 de março de 2010
AVALIAÇÃO - 2º Período
INFORMAÇÃO
Acesso ao Portal GIAE – Avaliação do 2º Período
Informa-se que está disponível o acesso ao GIAE on-line via Internet através do endereço http://www.giae.pt/. Será através deste portal que terão acesso às classificações de cada período, bem como ao registo de faltas, ementas do refeitório, consulta de saldos e extractos, horário de atendimento dos Directores de Turma, entre outras informações.
O acesso ao portal http://www.giae.pt/ exige autenticação do utilizador mediante a introdução do nº de cartão e código de acesso já fornecido pelo Director de Turma aos Encarregados de Educação.
A Directora
Fátima Rodrigues
Acesso ao Portal GIAE – Avaliação do 2º Período
Informa-se que está disponível o acesso ao GIAE on-line via Internet através do endereço http://www.giae.pt/. Será através deste portal que terão acesso às classificações de cada período, bem como ao registo de faltas, ementas do refeitório, consulta de saldos e extractos, horário de atendimento dos Directores de Turma, entre outras informações.
O acesso ao portal http://www.giae.pt/ exige autenticação do utilizador mediante a introdução do nº de cartão e código de acesso já fornecido pelo Director de Turma aos Encarregados de Educação.
A Directora
Fátima Rodrigues
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avaliação
Visita de Estudo a Chaves
Aquae Flaviae
No dia 23 de Fevereiro, os alunos de todas as turmas do 7.º ano e das turmas I e J do 10.º ano participaram na visita de estudo a Chaves, dinamizada pelos professores de História, Hugo Bento, Celestino Silva, Aurora Magalhães e Álvaro Pinto. Esta actividade enquadrou-se nos temas «A Romanização da Península Ibérica» e «A importância estratégica e militar de Chaves no Portugal Medieval».
Apesar das condições atmosféricas não terem sido muito favoráveis, os alunos foram desafiados a descobrir a Chaves romana e a Chaves medieval. Para tal, tiveram de visitar o Museu Monográfico da Região Flaviense, a Torre de Menagem e o Museu Militar aí sediado, a muralha do antigo castelo, a Ponte Romana de Trajano ( do século I d. C.), os Paços do Concelho e as ruas tipicamente medievais do centro da cidade, a Igreja Matriz (também conhecida por Igreja de Sta Maria Maior) e as Caldas/Termas flavienses. Enfim, tanta coisa que Chaves nos pode proporcionar em termos de riqueza patrimonial.
Aos alunos foi lançado o desafio de experimentarem as águas quentes das caldas e conhecerem as suas propriedades e benefícios para a saúde, assim como, em realizarem algumas tarefas didácticas, aplicando assim os conhecimentos adquiridos nas aulas.
É de destacar o clima de companheirismo e boa disposição que se verificou entre alunos, professores organizadores e professores acompanhantes (aos quais se deve um agradecimento particular pela sua ajuda preciosa e dedicação no acompanhamento a um grupo tão numeroso).
No dia 23 de Fevereiro, os alunos de todas as turmas do 7.º ano e das turmas I e J do 10.º ano participaram na visita de estudo a Chaves, dinamizada pelos professores de História, Hugo Bento, Celestino Silva, Aurora Magalhães e Álvaro Pinto. Esta actividade enquadrou-se nos temas «A Romanização da Península Ibérica» e «A importância estratégica e militar de Chaves no Portugal Medieval».
Apesar das condições atmosféricas não terem sido muito favoráveis, os alunos foram desafiados a descobrir a Chaves romana e a Chaves medieval. Para tal, tiveram de visitar o Museu Monográfico da Região Flaviense, a Torre de Menagem e o Museu Militar aí sediado, a muralha do antigo castelo, a Ponte Romana de Trajano ( do século I d. C.), os Paços do Concelho e as ruas tipicamente medievais do centro da cidade, a Igreja Matriz (também conhecida por Igreja de Sta Maria Maior) e as Caldas/Termas flavienses. Enfim, tanta coisa que Chaves nos pode proporcionar em termos de riqueza patrimonial.
Aos alunos foi lançado o desafio de experimentarem as águas quentes das caldas e conhecerem as suas propriedades e benefícios para a saúde, assim como, em realizarem algumas tarefas didácticas, aplicando assim os conhecimentos adquiridos nas aulas.
É de destacar o clima de companheirismo e boa disposição que se verificou entre alunos, professores organizadores e professores acompanhantes (aos quais se deve um agradecimento particular pela sua ajuda preciosa e dedicação no acompanhamento a um grupo tão numeroso).
Jogo cromático na arquitectura tradicional.
Forte presença romana em Chaves.
Texto: Hugo Bento
Fotografia e legendas: João Costa
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Visitas de estudo
sábado, 27 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Concurso de Fotografia
Regulamento
1. ENQUADRAMENTO
O Concurso “UM OLHAR SOBRE CONCELHO” é organizado por uma parceria entre a empresa Fernandes & Luz, Lda. e a Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, através dos grupos disciplinares de Geografia e Economia, aberto à participação de todos os alunos do ensino diurno desta escola.
2. OBJECTIVOS
- Promover a ligação da escola com o tecido empresarial local.
- Sensibilizar os alunos, de forma a desenvolverem capacidades de observação e selecção do meio que os rodeia.
- Incentivar a redescoberta da riqueza paisagística, patrimonial, social, económica e cultural do Concelho de Vila Real, através da imagem fotográfica.
3. CONCORRENTES
O concurso estrutura-se em categorias:
- 1ª Categoria: para os alunos do ensino básico.
- 2ª Categoria: para os alunos do ensino secundário.
Os concorrentes apresentam-se individualmente.
Cada concorrente pode apresentar até dois trabalhos em fotografia.
4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ACESSO
Os participantes deverão apresentar fotografias inéditas com as seguintes especificidades:
- Fotografias, a cor ou a preto e branco, cujas imagens ilustrem aspectos da vida do nosso concelho, nomeadamente paisagísticos, patrimoniais, sociais, económicos e culturais.
– As fotografias deverão ter o formato de 15x20.
No verso de cada fotografia deverá ser constar:
- Identificação do aluno (nome, número e turma)
- Legenda, que exprima o significado da imagem.
- Local e Data, em que foi feito o registo fotográfico.
5. ENTREGA DOS TRABALHOS
Os trabalhos devem ser entregues até ao dia 31 de Maio de 2010 , em envelope fechado, no PBX.
No exterior do envelope deve constar a designação do concurso, “Um olhar sobre o Concelho”, bem como identificação do concorrente (nome, número, turma)
6. JÚRI
As fotografias serão apreciadas por um júri a definir( incluindo profissional na área), o qual deliberará até dia 7 de Junho.
Constituem critérios de apreciação e selecção dos trabalhos apresentados a pertinência da imagem/legenda, bem como a sua criatividade, originalidade e qualidade técnica e artística.
O Júri reserva-se o direito de não atribuir prémios se a falta de qualidade dos trabalhos o justificar e de atribuir prémios ex-aequo.
Do resultado do concurso o Júri lavrará acta fundamentada, que será assinada por todos os seus membros.
Da decisão do Júri não cabe reclamação.
Todas as situações não contempladas no presente regulamento serão decididas, caso a caso, pelo Júri.
7. PRÉMIOS
Será atribuído um prémio ao concorrente melhor classificado, em cada uma das categorias:
- 1ª Categoria (alunos do ensino básico)-Máquina fotográfica no valor de 250 euros.
- 2ª Categoria: (alunos do ensino secundário)- Máquina fotográfica no valor de 500 euros.
A Cerimónia de Entrega de Prémios terá lugar em Junho, em data e local a designar.
Os concorrentes premiados serão avisados através do respectivo Director de Turma, sendo então, informados sobre a hora e o dia de entrega dos prémios.
8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
• Após final do evento e exposição as fotografias não serão devolvidas.
• Todos os concorrentes garantem ser os autores das fotos a concurso e, nessa qualidade, ceder os seus direitos de autor, bem como quaisquer outros direitos eventualmente existentes, para que a empresa Fernandes & Luz, Lda. e a Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco as possam utilizar livremente e para os fins que entender convenientes, sem que lhes possa ser exigida qualquer tipo de contrapartida, a título de remuneração, compensação ou outra, não lhe sendo imputável qualquer tipo de responsabilidade por esse facto.
• Se constatado plágio de qualquer fotografia, o concorrente será imediatamente desclassificado.
• O desrespeito por qualquer das condições previstas neste regulamento implica a exclusão do trabalho em causa.
• Este regulamento estará disponível no site da escola e no blog À Procura.
• No caso de ser solicitado, o concorrente deverá apresentar o respectivo suporte digital ou o negativo.
O Concurso “UM OLHAR SOBRE CONCELHO” é organizado por uma parceria entre a empresa Fernandes & Luz, Lda. e a Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco, através dos grupos disciplinares de Geografia e Economia, aberto à participação de todos os alunos do ensino diurno desta escola.
2. OBJECTIVOS
- Promover a ligação da escola com o tecido empresarial local.
- Sensibilizar os alunos, de forma a desenvolverem capacidades de observação e selecção do meio que os rodeia.
- Incentivar a redescoberta da riqueza paisagística, patrimonial, social, económica e cultural do Concelho de Vila Real, através da imagem fotográfica.
3. CONCORRENTES
O concurso estrutura-se em categorias:
- 1ª Categoria: para os alunos do ensino básico.
- 2ª Categoria: para os alunos do ensino secundário.
Os concorrentes apresentam-se individualmente.
Cada concorrente pode apresentar até dois trabalhos em fotografia.
4. ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ACESSO
Os participantes deverão apresentar fotografias inéditas com as seguintes especificidades:
- Fotografias, a cor ou a preto e branco, cujas imagens ilustrem aspectos da vida do nosso concelho, nomeadamente paisagísticos, patrimoniais, sociais, económicos e culturais.
– As fotografias deverão ter o formato de 15x20.
No verso de cada fotografia deverá ser constar:
- Identificação do aluno (nome, número e turma)
- Legenda, que exprima o significado da imagem.
- Local e Data, em que foi feito o registo fotográfico.
5. ENTREGA DOS TRABALHOS
Os trabalhos devem ser entregues até ao dia 31 de Maio de 2010 , em envelope fechado, no PBX.
No exterior do envelope deve constar a designação do concurso, “Um olhar sobre o Concelho”, bem como identificação do concorrente (nome, número, turma)
6. JÚRI
As fotografias serão apreciadas por um júri a definir( incluindo profissional na área), o qual deliberará até dia 7 de Junho.
Constituem critérios de apreciação e selecção dos trabalhos apresentados a pertinência da imagem/legenda, bem como a sua criatividade, originalidade e qualidade técnica e artística.
O Júri reserva-se o direito de não atribuir prémios se a falta de qualidade dos trabalhos o justificar e de atribuir prémios ex-aequo.
Do resultado do concurso o Júri lavrará acta fundamentada, que será assinada por todos os seus membros.
Da decisão do Júri não cabe reclamação.
Todas as situações não contempladas no presente regulamento serão decididas, caso a caso, pelo Júri.
7. PRÉMIOS
Será atribuído um prémio ao concorrente melhor classificado, em cada uma das categorias:
- 1ª Categoria (alunos do ensino básico)-Máquina fotográfica no valor de 250 euros.
- 2ª Categoria: (alunos do ensino secundário)- Máquina fotográfica no valor de 500 euros.
A Cerimónia de Entrega de Prémios terá lugar em Junho, em data e local a designar.
Os concorrentes premiados serão avisados através do respectivo Director de Turma, sendo então, informados sobre a hora e o dia de entrega dos prémios.
8. CONSIDERAÇÕES FINAIS
• Após final do evento e exposição as fotografias não serão devolvidas.
• Todos os concorrentes garantem ser os autores das fotos a concurso e, nessa qualidade, ceder os seus direitos de autor, bem como quaisquer outros direitos eventualmente existentes, para que a empresa Fernandes & Luz, Lda. e a Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco as possam utilizar livremente e para os fins que entender convenientes, sem que lhes possa ser exigida qualquer tipo de contrapartida, a título de remuneração, compensação ou outra, não lhe sendo imputável qualquer tipo de responsabilidade por esse facto.
• Se constatado plágio de qualquer fotografia, o concorrente será imediatamente desclassificado.
• O desrespeito por qualquer das condições previstas neste regulamento implica a exclusão do trabalho em causa.
• Este regulamento estará disponível no site da escola e no blog À Procura.
• No caso de ser solicitado, o concorrente deverá apresentar o respectivo suporte digital ou o negativo.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
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