sábado, 30 de janeiro de 2010
Frescos de Memória - António Fortuna
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
ARTE e MATEMÁTICA
Criatividade, beleza, universalidade, simetria, dinamismo são qualidades que frequentemente usamos quando nos referimos quer à Arte quer à Matemática. Beleza e rigor são comuns a ambas. A Matemática tem um notável potencial de revelação de estruturas e padrões que nos permitem compreender o mundo que nos rodeia. Desenvolve a capacidade de sonhar! Permite imaginar mundos diferentes, e dá também a possibilidade de comunicar esses sonhos de forma clara e não ambígua. E é justamente esta capacidade de enriquecer o imaginário, de forma estruturada, que tem atraído
de novo muitos criadores de Arte e tem influenciado até correntes artísticas. Como a história demonstra, a Matemática evolui muitas vezes por motivações de ordem estética. Como dizia Aristóteles "Os filósofos que afirmam que a Matemática não tem nada a ver com a Estética estão seguramente errados. A Beleza é de facto o objecto principal do raciocínio e das demonstrações matemáticas", e Hardy afirmava que "O matemático, tal como o pintor ou o poeta, é um criador de padrões. Um pintor faz padrões com formas e cores, um poeta com palavras e o matemático com ideias. Todos os padrões devem ser belos. As ideias, tal como as cores, as palavras ou os sons, devem ajustar-se de forma perfeita e harmoniosa.”António Teixeira
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
FRESCOS DA MEMÓRIA - ANTÓNIO FORTUNA

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Concurso “A árvore de Natal da Poesia" - Entrega de prémios
Nas duas sessões alguns dos participantes, professores, alunos/formandos, elementos da comunidade, leram textos poéticos nomeadamente de A. M. Pires Cabral, Rui Pires Cabral, António Fortuna e Paulo Reis Mourão, ligados à escola como ex-alunos, ou como professores. Foi ainda lembrado o escritor António Cabral.
Na última sessão esteve presente o autor António Fortuna que, juntamente com o público, deu voz a alguns dos seus textos poéticos.
A encerrar, a formanda Eva Silveira cantou de improviso, com voz melodiosa, o texto da aluna que obteve uma Menção Especial.
Palestra sobre arbitragem no futebol



Rosa Canelas
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Ajuda ao Haiti
AMI
Contribua para esta missão através do NIB: 0007 001 500 400 000 00672
IBAN: PT 50 0007 001 500 400 000 00672
Multibanco:Pagamento de Serviços
Entidade 20909
Referência 909 909 909
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
2ª eliminatória das XXVIII Olimpíadas Portuguesas de Matemática.
Estiveram presente alunos das escolas da cidade de Vila Real, que foram apurados na 1ª eliminatória realizada em Novembro. Parabéns aos alunos participantes e ficamos à espera que sejam apurados para a Final Nacional a realizar em Évora no mês de Março.
António Teixeira
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Atenção ! Guilhotina !

Tal como Asterix, também eu tenho medo que o céu me caia em cima, ainda para mais um céu acutilante como este!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Vila Real - de pedra e neve
Esta personagem aveludadamente vestida convida-vos a visitar Vila Real pelos seus olhos de neve e pedra.
domingo, 10 de janeiro de 2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Em destaque
Os autocarros passam um por um, quase ininterruptos, na paragem. Vejo-os ir e partir ao longe mas ainda nenhum me intrigou realmente - os lugares para onde vão são silenciosos e discretos, e eu estou à espera de um que me acene, de um que pestaneje sedutoramente do sinal luminoso que o anuncia.
A noite na cidade, escura e fria, é quebrada por luzes suaves que deslizam umas através das outras. As esquinas despem-se delicadamente diante dos faróis dos automóveis, nas ruas desertas as sombras diminuem e crescem com a nossa aproximação e afastamento.
Passo depressa pelas esquinas como se fugisse do nascer do sol, de mãos bem enterradas nos bolsos e os ombros rígidos contra o frio, as ruas geladas debaixo dos pés, uma após outra após outra. Se seguirmos durante tempo suficiente por uma rua, podemos ir até onde todas as ruas paralelas do mundo se unem num ponto de fuga secreto. É sossegado - os outros que lá chegam também não querem falar com ninguém. É a única razão pela qual alguém andaria tanto tempo em linha recta sem parar para... para ficar.
Não quero ficar no mesmo sítio. Respiro para dentro do cachecol para aquecer os lábios e o pescoço, não quero que o meu sangue pare de correr mas ir para casa está fora de questão. Estou farto desta cidade em que todas as ruas vão dar ao mesmo sítio, e já as percorri a todas muitas vezes, a horas diferentes em diferentes alturas do ano, conheço-lhes bem as manias. Sei onde há pedrinhas manhosas,
passeios tortos, candeeiros de rua esquizofrénicos, onde passam os passadores de droga e onde se passam os artistas de graffiti às quatro da manhã, a pintar as crianças esfomeadas de África numa explosão de rabiscos a preto e branco, sob a luz clandestina dos néons.
Mas à noite, no inverno, quando as ruas são minhas, numa zona obscura de sonho, preenchida apenas por nevoeiro e pela minha silhueta escura, posso fingir que estou a ir para outro sítio. Quando está mesmo frio ando com as luvas mais grossas, com o cachecol até ao nariz e com o gorro até às sobrancelhas, mas não fico em casa, porque ficar em casa seria desperdiçar a oportunidade maravilhosa concedida pelas nuvens, a oportunidade de pensar que vou para outro lugar.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Resultado do concurso"A Árvore de Natal da Poesia", sob o tema "Sentir Natal", promovido pela Mediateca
Sentir Natal
No Natal contam-se histórias.
As do meu pai eram do Menino Jesus.
Hoje, na minha adolescência,
finalmente, fez-se luz.
Com a abertura das prendinhas
a alegria é a primeira a fluir,
enquanto isso,
a neve não pára de cair.
Nesta época natalícia
tudo é tão mágico e tão bom:
rabanadas e aletria.
Hummmm….!
Que delícia, que alegria.
Sentir Natal,
todos o sentem,
aqui, ali e acolá.
Natal é viver em união,
nós, vós e eles
com amor e compaixão.
Diogo Sá, EFA B3
1º prémio ex aequo Ensino Diurno
Que neste dia especial
Haja muitos sorrisos,
Vamos todos fazer por isso
Pois é dia de Natal.
Todos reunidos à mesa
Deliciamo-nos com a refeição,
Família acima de tudo
Brincadeiras e celebração.
Os pais ensinam a tradição
E as crianças escutam com atenção,
Quietos e fascinados
Ouvem seus pais babados.
Na época de Natal
Os pais andam atarefados
Comprando o presente ideal
Para os seus filhos adorados.
As crianças dão as mãos
Esperando o Pai Natal,
Pois são todos irmãos.
E adoram o Natal!
Ana Sofia Nóbrega de Oliveira,nº2,7ºC
1º prémio ex aequo Ensino Diurno
Pai Natal, não!
Nossa Senhora, também não!
Menino Jesus pode ser…
só falta escrever.
Uma boneca eu não quero,
um boneco também não,
talvez carinho e amor
e esperança no coração.
Se muito dinheiro eu pedisse
não iria ter, não!
Mais vale um tostão
e para sempre guardá-lo no coração.
Mas de tanto o guardar
teria de o gastar
numa prenda para a pessoa
que no meu coração estiver em primeiro lugar.
Para o pai ou para a mãe
ou até para os dois
Para vê-los com um sorriso
e com alegria adormecer depois!
Porque a que eu quero pedir
neste Natal: são os meus pais,
Tê-los sempre comigo.
Que me protejam e que para mim
permaneçam sempre como um abrigo!
“ Carta ao Menino Jesus”, Patrícia Peixoto,7º B
Menção especial – Alunos
Ó da casa, nobre gente
escutai e batei palmas:
vai nascer o Deus – Menino,
redentor das nossas almas.
Esta noite é noite cheia,
uma Virgem vai partir.
A véspera de Natal
é a noite preciosa:
nasce o Rei Celestial
do ventre da Gloriosa.
Eu hei-de ir ter ao presépio,
sentar-me num cantinho
para ver o Deus – Menino,
a nascer tão pobrezinho.
S. José e mais Maria
iam ambos de jornada:
S. José andava muito
e Maria ia cansada.
Viram ao longe uma casa
foram lá pedir pousada.
Chamaram pela patroa
e respondeu a criada:
- É um homem e sua mulher
que nos vêm pedir pousada
trazem nos braços um filho
que nasceu de madrugada.
O que tu sentes e o que eu sinto neste dia especial
É o que toda a gente sente num dia de Natal!
Bárbara Santos, nº 4, 8º A
Menção especial – Professores
Pensées de Noël
C’est Noël!
Mais notre banc
Maintenant vide
Vide de nos amours
De nos chagrins,
De nos peines
De nos rires
De notre bonheur.
Notre banc est vide et blanc
Mais il n’est pas Seul
Nos oiseaux des noëls passés
Sont encore là
Et chaque Noël
Ils y retournent
Pour moi, pour toi.
Brízida , décembre 2009









in