Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quarta-feira, 17 de março de 2010

Visitas de estudo em Março

À descoberta do Barroco em Vila Real

Os alunos da turma A do 8.º ano realizaram com o professor de História, Hugo Bento, no dia 9 de Março, a actividade dedicada ao Barroco Vila-realense. Esta actividade foi preparada para que os alunos pudessem aplicar os conhecimentos adquiridos nas aulas, aplicando-os no património histórico regional. Para tal, os alunos, tal qual aventureiros mas munidos de um mapa e de uma ficha-guião, penetraram nas ruelas do Centro de Vila Real e exploraram os monumentos barrocos aí presentes. Claro ! Sempre atentos às explicações do professor ! No final, os alunos manifestaram um enorme agrado por esta iniciativa, não só porque foi uma aula diferente, mas também pelo empenho e companheirismo demonstrado por todos ao longo de toda a actividade. Sem dúvida, a repetir brevemente !



A Região Demarcada do Douro, a 1ª Região demarcada do Mundo

No dia 2 de Março, os professores de História, Hugo Bento, Celestino Silva e Ângelo Ledo, organizaram uma visita de estudo à Régua dirigida aos alunos das turmas A, B e E do 8.º ano. Esta actividade enquadrou-se no tema estudado nas aulas sobre o papel do Marquês de Pombal na dinamização da cultura da vinha em Portugal, nomeadamente através da criação da Companhia Geral da Agricultura e das Vinhas do Alto Douro, em 1756, e da Região Demarcada do Douro, também no mesmo ano.
Guiados pelos professores, os alunos puderam aprender a importância do caminho-de-ferro para o dinamismo económico daquela região e as funções da Real Companhia Velha, da Casa do Douro e do Instituto do Vinho do Douro e Porto. Pelas ruas da Régua, iam também apreciando os famosos rebuçados da Régua e também o grosso leito do rio Douro ou Doiro.
De entre azulejos a vitrais, muita informação foi dirigida aos alunos, os quais tiveram de, depois de tudo visto, realizar uma ficha de observação e avaliar a actividade.
No final, os alunos manifestaram um enorme agrado por esta iniciativa não só porque foi uma tarde diferente mas também pelo companheirismo e boa disposição verificados por todos ao longo de toda a actividade. Sem dúvida, inesquecível! Só faltou navegar de rabelo!



Texto e imagens: Hugo Bento

Feira da Ladra pela Madeira

Os alunos do 10º ano da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica irão promover uma Feira da Ladra, no âmbito da Semana da Solidariedade pela Madeira, a realizar na última semana de aulas do 2º Período.
Solicitam, para o efeito, a participação da comunidade educativa na recolha de artigos (livros, brinquedos, Cd's, dvd's, objectos decorativos, pulseiras, colares, etc.) que, posteriormente, serão postos à venda a preços simbólicos. Os artigos deverão ser entregues no PBX da Escola até ao dia 18 de Março, quinta-feira.
Posteriormente, a receita apurada será depositada na conta nº 00 3600 0099 1058 7824 394, balcões do Montepio da “Cáritas Ajuda a Madeira”.
Informa-se, ainda, que será elaborado e divulgado um relatório dos fundos recolhidos na nossa Escola.

terça-feira, 16 de março de 2010

Abertura da "Camiliana" e Apresentação do B.Cultural

Perante um auditório completo, a Exª Srª Directora da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, Drª Fátima Manuela, fez a abertura da Semana Camiliana, salientando os principais objectivos desta iniciativa. Neste âmbito, foi destacada a publicação de mais um número da revista Cultural da Escola. De seguida, o Dr. Henrique Morgado, coordenador da revista, teceu algumas considerações sobre a capa e o recheio da publicação. Na sequência do preâmbulo anterior, o Dr. Vítor Lousada, de uma forma brilhante, deu a conhecer as diversas matérias que se enquadram nos mais variados estilos e tipologias textuais.
Esta edição conta com a participação de Fátima Manuela Duro Dinis, Direcção da AAALCCB Vila Real, A. Passos Coelho, A. J. P. Silva, Adérito Silveira, Ângelo Sequeira, António Fortuna, Antínio José Teixeira, Arinda Andrés, Delfina Rodrigues, Manuel Linda,Domingas Alhais, Elisabete Simas Coelho, Fátima Barros, Henrique Morgado, Hercília Agarez, Isabel Maria Fidalgo Mateus, João Amado, João Costa, José Luís Pereira Ventura, Leonor Fortuna, Maria Adelaide Jordão Costa, Maria Alexandrina Machado, Maria Assunção Anes Morais, Maria do Rosário Costa, Marta Pires Santos Silva, Paulo J.C. Favas, Paulo Reis Mourão, António Pedro Fortuna, Pedro Seixas Miranda, J. Ribeiro Aires, Sophia Alma, Vítor José Gomes Lousada e Ana Maria Aguiar Macedo.
Resta lembrar que a cerimónia, para além do Porto-de-Honra final, foi ainda adocicada com a interpretação musical de dois alunos da escola que abriram e fecharam os discursos. A todos os presentes, com é habitual, foi oferecido um exemplar da publicação.
Abertura musical.


A curiosidade inicial. O livro sempre cativa.


À direita, Dª Graça Campolargo, autora da capa.

Uma sala recheada.


As palavras de abertura pela Drª Fátima Manuela, Directora da Escola.


Dr. Vítor Lousada, Drª Fátima Manuela e Dr. Henrique Morgado.



Dr. Henrique Morgado na exploração da obra.



Dr. Vítor Lousada na sua prelecção que cativou a assistência.


E a música a fechar as palavras.


Momento de convívio, antes do Porto - de- Honra.


Os aperitivos e beberitivos na Biblioteca.

Texto e Imagens
João Costa

Abertura da Camiliana

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segunda-feira, 15 de março de 2010

Concurso " Food for Fun"

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Ver exemplo de "Papai-a"

Programação da "Camiliana"

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CAMPANHA DE ANGARIAÇÃO DE FUNDOS PARA AJUDAR AS VÍTIMAS DO HAITI

As imagens da tragédia do Haiti emocionaram o mundo. Um povo que já era pobre (vivia em condições desumanas, com cerca de um euro por dia), viu-se de repente sem o pouco que tinha - as suas casas e os seus parcos bens -, tendo ficado totalmente dependente da ajuda externa que, apesar de todos os esforços envidados, não conseguiu evitar atrasos na assistência aos feridos e na distribuição de água, nem impedir que os vândalos assaltassem e roubassem o pouco que algumas organizações humanitárias iam distribuindo com enormes dificuldades.
A turma do 10ºB da Escola Secundária Camilo Castelo Branco sentiu a dor deste povo martirizado. Sensibilizada com a sua situação, e incentivada pelos professores, nomeadamente o professor Correia Gomes, a professora Fernanda Botelho e a professora Cristina Aires, entendeu ser seu dever fazer alguma coisa que pudesse, mais do que ajudar, ser um símbolo da sua solidariedade. Assim, decidiu promover uma campanha de recolha de fundos a favor das vítimas do sismo, junto dos alunos do Ensino Secundário (tendo contado com a colaboração dos Delegados de Turma).
Nos dias 8, 9 e 10 de Fevereiro, foram angariados 787.21€, tributo de várias turmas, vários professores e alguns funcionários do liceu. A todos, os nossos agradecimentos.
Este é, simbolicamente, também o número de pensamentos que durante vários dias foram directos para o Haiti, com o desejo muito profundo de que o seu povo recupere rapidamente desta tragédia e consiga fazer do seu lindo país uma nação próspera onde não mais haja fome nem desalojados.
Um ABRAÇO do 10ºB para o Haiti!


A PROPÓSITO DO SISMO NO HAITI…

O sismo do Haiti, que ocorreu a 12 de Janeiro do corrente ano, foi considerado catastrófico e devastador, pois atingiu uma magnitude de 7,0 na Escala de Richter. Port-au-Prince, a capital do país, foi a mais atingida, mas os danos alargaram-se também às regiões limítrofes.
Uma vez abandonado o pensamento mágico, cabe à Ciência explicar estes fenómenos. A superfície terrestre é formada por placas que se movem, devido ao facto de o interior da Terra ser muito quente (este movimento é comparável ao dos tapetes rolantes). Quando as placas colidem umas com as outras, há libertação de muita energia, que se traduz nos tremores de terra.
Segundo os geólogos, o sismo teve origem na falha do sistema entre as placas tectónicas da América do Norte e das Caraíbas. Como o Haiti se situa na placa das Caraíbas, que apresenta um tamanho reduzido comparativamente às outras placas (a sul-americana e a norte-americana), existe uma compressão da placa das Caraíbas que faz com que o Haiti se torne uma região geologicamente instável, propícia a terramotos.
O efeito mais trágico deste fenómeno geológico é, sem dúvida, a perda de vidas humanas. No entanto, a destruição de habitações, de hospitais, de edifícios públicos e de infra-estruturas essenciais constitui uma consequência não menos dramática. Por aqui se explica, aliás, que, após o sismo, o povo do Haiti tenha ficado (ainda mais) debilitado economicamente. O facto de ter havido uma estrutura de apoio pouco organizada apenas contribuiu para maximizar os danos e os efeitos indirectos, mas, ainda assim, nefastos, do sismo.
A campanha de angariação envolveu todos os alunos da turma e respectivo Delegado, obtendo-se a módica quantia total de 787,12 euros.

O Pedro, a Bárbara, o Rafael e a Professora Fernanda Botelho, frente a uma Agência do BES, aquando do depósito da contribuição da Escola Camilo Castelo Branco a favor das vítimas do sismo no Haiti.

domingo, 14 de março de 2010

PORQUE A ÁGUA NÃO É UM BEM INESGOTÁVEL ...

O FUTURO É JÁ HOJE!
PORQUE A ÁGUA NÃO É UM BEM INESGOTÁVEL,
URGE MUDAR DE ATITUDE!

Crise. Uma palavra com a qual, infelizmente, nos temos familiarizado nos últimos tempos. Fala-se de desemprego, de índices de crescimento inferiores a 1%, de congelamento de salários, de endividamento, mas só agora as pessoas começam a ser confrontadas com a verdadeira crise. O nosso planeta tem sido vítima de crimes inaceitáveis, que acontecem mesmo debaixo do nosso nariz. Mais do que o aquecimento global e a ameaça do desaparecimento das zonas costeiras, algo muito mais valioso está em causa: a água, o bem que gera a vida e a vida alimenta. Curiosamente, todos nós nos inquietamos quando ouvimos falar que o petróleo pode esgotar-se em 2050, mas já alguém pensou seriamente no que faremos sem água?
Os primeiros seres vivos surgiram no nosso planeta na água. Logo, é pertinente concluir que a água foi o grande factor responsável pela criação de vida e que o desaparecimento da mesma conduzirá, inexoravelmente, à extinção da nossa espécie. As tecnologias são vistas frequentemente como um instrumento milagroso. Mas serão elas capazes de assegurar o ritmo da conversão da água do mar em água potável e de dar resposta a milhões de bocas sedentas de uma gota de vida?
Como se pode constatar, o desaparecimento da água da face da Terra coloca no ar uma série de questões inquietantes às quais ninguém pode responder com exactidão, já que é um cenário impensado, pelo menos até agora, ao qual ninguém garante uma resposta eficaz. O mais grave no meio de toda esta previsão de um futuro que se antevê muito próximo é a despreocupação com que as encaram o problema. Senão vejamos: em média, cada 7 em 10 pessoas não fecha o chuveiro enquanto se ensaboa, 5 em cada 10 pessoas não desliga a água enquanto escova os dentes, 3 em cada 10 homens não desliga a água enquanto faz a barba, e 8 em cada 10 portugueses nem sequer se dá ao trabalho de colocar uma mera garrafa de areia no autoclismo, de forma a economizar cerca de 3,8 litros de água em cada descarga.
Agora pergunto: como poderemos dizer que estamos conscientes da crise que se avizinha, tomando estas atitudes? E se estamos conscientes, por que tapamos os olhos de forma tão inconsciente e irresponsável? Serão mesmo a preguiça, e esforço de esticar o braço para fechar a água enquanto lavamos os dentes, mais importante do que a sobrevivência da nossa espécie?
Infelizmente, este cenário de inconsciente e irresponsável despreocupação e de falta de solidariedade geracional agrava-se se pensarmos que os nossos gestos impensados não são a excepção, mas a regra. Se pensarmos que também o nosso pai e a nossa mãe fazem o mesmo, os números triplicam e, se alargarmos este cenário a cada família portuguesa, ao país e ao mundo, então os números aumentam exponencialmente, tornando difícil a quantificação. Será mesmo sensato mantermo-nos fiéis a uma filosofia de vida tão egoísta e irresponsável? O bem essencial à vida chega a todas as bocas dos subúrbios de Nova Deli? Ou às crianças famintas de África? Sejamos pragmáticos. A resposta é, obviamente, NÃO.
O futuro (ainda) está nas nossas mãos. É dever de cada um de nós minimizar as consequências, que se adivinham verdadeiramente apocalípticas, da escassez de água. Para isso tem de haver da parte de todos nós uma verdadeira vontade de mudar o que está errado, traduzida em pequenas grandes acções no dia-a-dia. A união faz a força. Se todos nós remarmos para o mesmo lado, (ainda) podemos chegar a um porto seguro.
O futuro é já hoje!

Manuel Pedro, nº15, 12ºD
(Elemento do Grupo de Trabalho do 12º ano, Turma D, que neste momento está a desenvolver o subtema: Água – CCB a caminho da auto-suficiência, no âmbito de Área de Projecto)

“A Mulher na literatura transmontana” no "À conversa com… Hercília Agarez”

No âmbito do plano das actividades da sala de estudo realizou-se no passado dia 8 de Março “À conversa com… Hercília Agarez” subordinada ao tema “A Mulher na literatura transmontana” . A sala encheu-se de alunos do secundário (10ºH,11ºE e 12ºG) e de professores da escola. Contagiados pela boa disposição e extraordinária exposição da escritora Hercília Agarez, antiga aluna e professora desta escola, ouviram-se poemas lidos com muita expressividade por alunos e professores que deram a conhecer ou fizeram relembrar belíssimos textos de poetas transmontanos :António Cabral, Miguel Torga, Barros Ferreira, Vaz de Carvalho e de professores da Camilo Hercília Agarez, António Fortuna e Henrique Morgado, ao som dos acordes da viola de Carlos Santelmo. Viveram-se momentos emocionantes e que ficarão decerto na memória dos presentes, principalmente pelo civismo e interesse demonstrados pelos alunos. Não foram esquecidas as pintoras transmontanas Graça Morais e Chi Pardelinha cujas mulheres, por elas pintadas, animaram os expositores da sala e os marcadores com os poemas dos poetas referidos e que foram oferecidos a todos.
Teve também um especial destaque o retrato a carvão de uma anciã transmontana pintado e cedido por Leonor Ribeiro e que fez não só as delícias de todos os presentes como inspirou o “nosso poeta da bicicleta” cognome dado carinhosamente por Hercília Agarez ao professor poeta desta escola António Fortuna que logo “rabiscou” um poema no livrinho que sempre o acompanha.
Agradece-se a todos os que se disponibilizaram para podermos concretizar esta actividade, nomeadamente a Direcção da Escola e à Senhora Directora Dra. Fátima Rodrigues que deu as boas vindas à nossa ilustre convidada; os professores António fortuna, Victor Lousada, Carlos Santelmo, Fátima Assunção, Ana Maria Ferreira e a excelente colaboração das alunas de Artes 12ºG) Assunção e Raquel que apesar do trabalho de final de período, ajudaram na elaboração dos marcadores, na montagem dos expositores da sala e fizeram a reportagem fotográfica.

Texto : Brízida Azevedo
Fotografias: Assunção Vaz e Raquel Laranjeiro ( 12ºG)


quinta-feira, 11 de março de 2010

Divulgação da "Camiliana"


Poesia no Dia Internacional da Mulher


Decorreu, no passado dia 8 de Março, a comemoração do Dia Internacional da Mulher, através de poesia dita pelos alunos de Língua Portuguesa do 9ºano de escolaridade.

Foram interpretados poemas de Carlos Drummond de Andrade, Miguel Torga, Florbela Espanca, Boris Vian, Cecília Meireles, Eugénio de Andrade e António Gedeão que apresentam a mulher como protagonista.

PARLAMENTO DOS JOVENS DO ENSINO BÁSICO


O Parlamento dos Jovens é uma esplêndida iniciativa da Assembleia da República (AR), que tem por objectivo permitir a participação de jovens, do 5.º ao 12.º ano, na actividade política do nosso país e dar-lhes a conhecer o funcionamento dos órgãos políticos, estimulando também a cidadania e a democracia.
O tema a debater no parlamento deste ano é Educação Sexual, sem aspas, sem nada, pois assim estaria a tornar o tema tabu.
Os jovens deputados da Camilo, vitoriosos da sessão Escolar em 22 de Janeiro e acompanhados pela professora Ana Rocha, representaram a escola na Sessão Distrital, realizada na passada terça-feira, no Instituto Português da Juventude dia 2 de Fevereiro, onde se encontraram as 19 escolas envolvidas no programa.
A sessão iniciou-se com a apresentação da “Mesa”, dirigida pelo Deputado José João Bianchi, que respondeu às perguntas dos jovens deputados. Seguiu-se a apresentação dos devidos Projectos de Recomendação de cada escola, a fim de, depois de um debate, eleger um Projecto Base para representar o distrito na Sessão Nacional. O projecto mais votado foi o da Escola Camilo Castelo Branco, pois as nossas deputadas defenderam da melhor maneira o nosso projecto. Entrementes, chegara a hora de almoço, momento em que todos os deputados recarregaram energias na cantina da Escola Diogo Cão. Foi a parte do dia em que os deputados tiveram a melhor oportunidade de conviver e travar amizades.
Às 14.30H, a sessão teve continuidade com a organização de grupos de trabalho, no âmbito da criação de duas propostas de eliminação, alteração ou aditamento de medidas ao Projecto Base. As nossas deputadas deram o seu melhor, revelando capacidades e qualidades de argumentação. Depois de mínimas alterações ao Projecto Base, e de concluídos todos os trabalhos, chegou a hora de votar nas três melhores escolas que representarão Vila Real, na sessão Distrital.
Apesar de a nossa deputada Inês Caldas não ter sido porta-voz de Vila Real, estaremos mais uma vez a representar o distrito na Sessão Nacional, na Assembleia de República, com a escola Secundária de S. Pedro e Escola Secundária Fernão de Magalhães - Chaves, em 24 e 25 de Maio.


Júlio Dinis, 9ºC

Ver escolas e deputados eleitos:

http://app.parlamento.pt/webjovem2010/documentos/Escolas_deputados_eleitos_Basico.pdf

À descoberta de Santa Maria da Feira

Os alunos do 9º G e do 10º L, acompanhados pelos professores Elza Pinto, Luísa Cardoso, Marília Martins, Pedro Oliveira e Roberto Pertalta, realizaram uma visita de estudo ao Visionarium e ao Castelo de Santa Maria da Feira.
Partiram às 8h30 e seguiram viagem rumo a Santa Maria da Feira.
Começaram por visitar o Visionarium. A visita foi guiada por uma funcionária que distribuiu um inquérito para melhor se compreender os objectivos da visita. Os alunos interagiram com os diversos equipamentos existentes, o que lhes permitiu desenvolver competências no âmbito das TIC, da Física e da Química e da Língua Portuguesa.
De seguida dirigiram-se ao “Feira Nova” local, onde, devido à chuva, fizeram um piquenique na área da restauração.
Pelas 14h30 dirigiram-se para o Castelo de Santa Maria da Feira, considerado peça única da arquitectura militar portuguesa. Assistiram à projecção de um filme relativo à História do referido monumento e visitaram o mesmo.
Regressaram a Vila Real pelas 17h30, sendo de salientar que a viagem decorreu com normalidade. Os alunos comportaram-se com correcção, tendo sido atingidos todos os objectivos da visita.

quarta-feira, 10 de março de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

Entrega de Prémios do Concurso de Máscaras

Dia 4 de Março, na Mediateca, decorreu a entrega dos prémios pela Sra. Directora da Escola, Dra. Fátima Rodrigues, relativos ao Concurso de Máscaras, promovido pela Mediateca e realizado no dia 12 de Fevereiro de 2010.
O primeiro prémio foi atribuído à aluna Carla Machado, o segundo à aluna Márcia Moura, ambas da turma H, do 11º ano, o terceiro à aluna Inês Pereira Pinto da turma G, do 12º ano.
O prémio relativo às participações de outros membros da comunidade foi atribuído à professora de Matemática, Dra. Elisabete Pardal.

A Coordenadora da Mediateca
Rosa Canelas

segunda-feira, 8 de março de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

Conferência - O Vampiro de Botticelli

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Entrevista a uma Educadora de Infância recém-formada

“Em que outro lugar receberias um sorriso do tamanho do mundo todas as manhãs?”

Uma Educadora de Infância marca uma criança indelevelmente, uma vez que o primeiro contacto com esta figura é essencial para um desenvolvimento escolar saudável e com sucesso.
Para podermos saber um pouco mais sobre esta profissão, convidámos Sílvia Matias, uma Educadora com pouca experiência mas com uma grande vontade de trabalhar e pôr em prática tudo o que aprendeu.
Sílvia tem 23 anos, e está a terminar o mestrado em Educação Pré-Escolar e Ensino do 1º Ciclo do Ensino Básico. Ainda não está a exercer a profissão, mas já teve contacto com crianças, em várias instituições, nas quais estagiou.

- Que razões a levaram a optar pelo Curso de Educação Pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico?
- Quando entrei para a universidade, frequentei o antigo curso de Educação de Infância. No decorrer do 3º ano, e com a entrada em vigor do Tratado de Bolonha, o curso mudou de nome, passando a designar-se de Curso de Educação Básica. Não ficando satisfeita com a licenciatura, e como tinha a oportunidade de tirar o Mestrado, optei pelos dois níveis de ensino – Pré-Escolar e 1º Ciclo. Sempre gostei muito de crianças, e considero este tipo de trabalho louvável e dos mais importantes. Em que outra profissão poderia pôr laços no cabelo, fazer penteados inovadores e ver um desfile de moda todas as manhãs? Em que outro local te diriam todos os dias “és linda!”? Em que outro trabalho te abraçariam para te dizerem o quanto te querem? Em que outro lado te esquecerias das tuas tristezas para atender ao joelho esfolado ou ao coração afligido? Onde receberias mais flores? Onde mais poderias iniciar na escrita uma mãozinha, que, quem sabe, um dia poderá escrever um livro? Onde poderias ensinar a ler? Em que outro lugar receberias um sorriso do tamanho do mundo todas as manhãs? Em que outro sitio te fariam um retrato grátis? Em que outro lugar as tuas palavras causariam tanta admiração? Em que outro trabalho te receberiam de braços abertos mesmo depois de teres faltado um dia? Onde poderias assistir no 1ª fila à execução de grandes obras de arte? Onde poderias aprofundar os teus conhecimentos sobre a Ciência? Em que outro lugar derramarias lágrimas por ter que terminar um ano de relações tão felizes? Enfim…. os que menos têm são os que mais nos dão!

- Que Universidade frequentou? Ficou satisfeita com as condições que aí lhe foram proporcionadas?
- Frequentei a UTAD (Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro). De um modo geral, sim, fiquei satisfeita. Contudo, o plano de estudos da antiga Licenciatura, no meu entender, estava melhor elaborado, no que diz respeito às unidades curriculares, ou seja, tinha disciplinas devidamente orientadas para a prática. Além disso, penso que temos pouca metodologia.

- Quais foram as maiores dificuldades que sentiu no decorrer do Curso? Conseguiu superá-las?
- Não lhes vou mentir, nunca tive dificuldades que me tirassem o sono. Embora tenha deixado uma cadeira para trás (Matemática 3), muito por culpa do professor, que foi posteriormente retirado da leccionação, consegui melhorar a nota no momento do exame.

- Visto que com o Tratado de Bolonha teve a oportunidade de contactar durante o estágio com crianças dos dois níveis de ensino (Pré-Escolar e 1º Ciclo), em que nível gostou mais de trabalhar?
- No Pré-Escolar, claro. De facto, no 1º Ciclo as coisas são mais fáceis devido aos documentos publicados pelo Ministério da Educação (competências essenciais e programas), que nos indicam todos os passos a tomar, e aos livros que vêm já com complementos de fichas de trabalho. Quanto ao Pré-Escolar, as únicas publicações do Ministério da Educação são as orientações curriculares, tudo o resto é elaborado por nós. No que concerne ao trabalho propriamente dito, as crianças dos 3 aos 6 anos são muito mais puras, mais verdadeiras no que fazem e no que dizem.

- Qual foi o pior momento a que esteve sujeita durante o estágio?
- Antes de mais, quero referir, que nunca tive medo de estar à frente de uma turma e de ser observada pelas professoras. Contudo, conseguir controlar o grupo/turma e impedir que o caos se instalasse, foi um aspecto que demorou algum tempo a dominar e que requereu da minha parte a utilização de múltiplas estratégias.

- Em que instituições estagiou?
- Graças a Deus, um dos motivos que me leva a ter alguma consideração pela UTAD foi o esforço desta em conseguir inserir-nos, logo no segundo ano, em instituições. Nesse ano e no seguinte, tive a oportunidade de passar em observação e cooperação pela Biblioteca infanto-juvenil do CIFOP, pelo Bairro São Vicente Paula (Jardim de Infância e 1º Ciclo), pela Santa Casa da Misericórdia, pelo Jardim de Infância de Mateus e pelo Jardim de Infância de Nogueira. No que diz respeito ao estágio, em 1º Ciclo, estive na Escola Carvalho Araújo, e, em Pré-escolar, no Jardim de Infância da Araucária.

- Pelo que acabou de nos dizer, já colaborou, então, com instituições de Solidariedade social (IPSS), e de rede pública. Que diferenças notou entre elas?
- Relativamente ao grau de profissionalismo das professoras/educadoras, nada tenho a dizer, todas elas agiram adequadamente, não olhando ao tipo de instituição em que estavam a leccionar. Quanto às infra-estruturas e materiais existentes, de facto as IPSS estavam melhor ornamentadas.

- O que espera encontrar nesta profissão?
- Espero encontrar muito trabalho, não só com as crianças, mas também com os adultos pertencentes à comunidade envolvente, que muitas vezes, ao não entenderem o nosso trabalho, nos colocam obstáculos. Paralelamente, haverá também o trabalho de secretária, de papelada. Espero ter momentos bons e maus, que irão marcar a minha vida, embora continue a considerar aliciante que o desenvolvimento e aprendizagem de muitos pequeninos me digam respeito a mim.

- Quais são as suas expectativas para o futuro?

- Neste momento, como devem saber, não são as melhores. Mas não vou perder a esperança nem desesperar por não leccionar. A formação que tenho neste momento e as expectativas de fazer uma formação contínua permitem-me ser competente noutros tipos de serviços, ligados à educação (que não apenas a leccionação), por exemplo, trabalhar em Câmaras Municipais, hospitais, cadeias, museus, centros de estudo, segurança social, etc.



Após termos entrevistado Sílvia Matias, sabemos um pouco mais sobre o Curso de Educação Pré-escolar e do 1º Ciclo do Ensino Básico e o mundo do trabalho a que dá acesso. Ficámos também a conhecer as ideias e os ideais desta jovem recém licenciada. Desejamos-lhe um futuro promissor.


Marta Pinho
Daniela Alves, 10º I

Entrevista a Ana P.C. Ribeiro

“Envelhecer não existe, só para quem tem medo.”


Ana Paula Carvalho Ribeiro, Encarregada de Educação, mãe e gerente de uma empresa, a Lubrinor, fala-nos em primeira mão de alguns dos pormenores da sua vida.

Como se sente com 36 anos?
Bem, a idade ainda não pesa.

A ideia de envelhecer não a preocupa?
Não, envelhecer não existe, só para quem tem medo.

Com o tempo, o que aprendeu sobre si própria?
Aprendi a conhecer-me e aperfeiçoar-me para enfrentar novos desafios.
Que balanço faz da sua vida?
Positivo.

É ambiciosa?
Sim.

Como vê a sua família as suas ambições profissionais?

Vê bem, pois se não fosse ambiciosa não teria o que tenho hoje.

Isso deu-lhe motivação para seguir em frente?
Sim.
Alguma vez se sentiu desencorajada e com vontade de desistir?
Não.

Gosta do que faz?
Sim, muito.

O que sente quando fazem elogios ou criticas ao seu trabalho?
Desde que as críticas ou elogios tenham fundamento e que sejam construtivas, aceito-as.

Houve algum momento em que sentiu que estava a realizar um sonho?
Sim, sempre gostei de ter uma empresa (e consegui) e de fazer profissionalmente aquilo de que gosto. Em relação à vida pessoal sinto-me realizada.

Quando chega ao fim do dia e vai para casa em que pensa?
Fazer o jantar e estar junto da minha família. Mais tarde, planeio o dia seguinte.

Além da família e do trabalho, quais são os seus outros prazeres na vida?
Viajar e passear, gosto muito de conhecer novas culturas e lugares.

E o que não dispensa, por mais sobrecarregada que tenha a sua agenda?
Um apelo das minhas filhas.

É perfeccionista?
Tento ser.

Um defeito e uma qualidade que a definam.
Um defeito é ter pouca paciência, qualidade é saber perdoar.

Andreia Matos
Inês Martins, 10ºE

quarta-feira, 3 de março de 2010

Visita ao Vaticano em 3D

Depois de acederem a

http://www.vatican.va/various/basiliche/san_paolo/vr_tour/index-it.html


escolham o que querem ver. Quando a imagem abrir, passem o rato pela imagem - para cima, para baixo, esquerda, direita...
Os ícones abaixo (+ e -) dão o zoom.

Boa Viagem!

À conversa com...