Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Ágora - Exposição de Artes











Fotografia: João Costa

segunda-feira, 14 de junho de 2010

AULA DE CAMPO - OS CAMINHOS DO ROMÂNTICO EM VILA REAL





Conheces o Jardim da Carreira? Este foi o desafio lançado aos alunos da turma A do 8º ano pela disciplina de História a 8 de Junho. Estes, imbuídos de um espírito romântico, devido ao trabalho realizado sobre o escritor Camilo Castelo Branco, patrono do Liceu e personalidade impar da literatura portuguesa de oitocentos, prepararam-se para assistir e participar numa aula (de campo), sem dúvida, diferente e inovadora. À entrada do Jardim da Carreira imperava a boa disposição e companheirismo entre todos.
Após uma breve apresentação da história do Jardim pela aluna Andrea Pazo, os alunos foram convidados a embrenharem-se nos cheiros da flora da Carreira – as camélias, os cedros, as magnólias, os amores-perfeitos – e a visitarem, pormenorizadamente, os vários elementos que constituíam os típicos jardins românticos do século XIX, como os canteiros, o coreto e a fonte de água.
E junto da estátua de Camilo Castelo Branco, mandada edificar por subscrição pública em 1926, os alunos foram incentivados a participar na aula sobre o Romantismo e o Realismo Português, contactando directamente com a vida e obra dos principais escritores europeus e portugueses, nomeadamente de Camilo Castelo Branco e de Eça de Queiroz. Aferiram, por isso, as diferenças entre “Amor de Perdição” e “Os Maias”, bem como o contexto histórico-social em que foram escritas estas magníficas obras literárias.
A acrescentar, salientam-se as brincadeiras e os comentários divertidos (mas pertinentes) no parque e na fonte por parte dos alunos, elevando assim a aula a um patamar de inovação pedagógica relevante, ou seja, a ligação entre o dever e o prazer. Mas o ponto que mais se destacou foi a preocupação dos alunos na preservação deste património histórico-natural, felizmente requalificado em 2001. Sem dúvida, um final de tarde enriquecedor e muito bem passado.

Texto e imagens: Hugo Bento

Alunos de 12ºano dinamizam sessões de trabalho dos cursos EFA



Nos dias 7 e 8 de Junho, pelas 19 horas e 30 minutos, tiveram lugar no auditório 1 da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco as sessões de trabalho dos cursos de Educação e Formação de Adultos, dinamizadas por alunos do 12º ano, das turmas B e D, subordinadas às temáticas das Energias Alternativas e Comportamentos Assertivos a Nível de Prevenção Rodoviária, nas quais foram apresentados os trabalhos desenvolvidos ao longo do ano lectivo na área curricular não disciplinar de Área de Projecto.
Texto:
Margarida Soares

Mural cerâmico - Art’ em Partes

No dia oito deste mês, foi inaugurado o mural cerâmico “Art’ em Partes”, situado no recreio dos arcos, no âmbito da Área de Projecto do 12ºF e do Clube X-Arte, com a presença da Direcção da Escola, dos Artistas, Encarregados de Educação e outros elementos da comunidade escolar.
Depois dos esboços relacionados com as diferentes temáticas dos variados grupos, estabeleceu-se um projecto final, com a construção da maqueta. A partir do mês de Janeiro, os grupos dedicaram-se à recolha de azulejos e de outros materiais, tendo contactado empresas para a disponibilização desses materiais. A empresa Geragni, situada na Mealhada e representada pelo senhor José Queirós, foi a única empresa que gentilmente ofereceu os materiais cerâmicos e os trouxe à escola.
A finalização deste projecto, no final do ano lectivo, só foi possível uma vez que os alunos artistas utilizaram muito do seu tempo extra-escolar.
O grupo de artistas e a professora orientadora agradecem à Direcção da Escola, à empresa Geragni e aos funcionários intervenientes todo o apoio nesta manifestação artística que valoriza mais um espaço da escola.

Alunos artistas: Álvaro Dias, Ana Barros, Ana Coutinho, Catarina Carvalho, Fábio Silva, Francisco Frutuoso, Isabel Pires, Ivo Catalão, João Pires, Liliana Ribeiro, Marcelo Guedes, Miguel Ferreira, Rita Santos e Rui Vidal.
A professora de Área de Projecto e Coordenadora do trabalho: Fernanda Martins









Texto e imagem: João Costa

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Camões dirige-se aos portugueses

Os bons vi sempre passar
No Mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.

Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado.

Luís de Camões

À descoberta do Românico-Gótico em Vila Real




Nos dias 17 e 25 de Maio, os alunos das turmas E e G do 7.º ano realizaram com o professor de História, Hugo Bento, uma visita de campo dedicada às artes Românica e Gótica de Vila Real. Antes de visitar os monumentos, foi preparada uma aula de sensibilização para que os alunos conhecessem estes dois estilos artísticos da Idade Média e a sua presença na cidade. Assim, os alunos foram desafiados a conhecer e a compreender a história de alguns monumentos românico-góticos vilarealenses e suas características. Aos alunos foi distribuído um pequeno dossier temático sobre esse património artístico em Vila Real, sendo-lhes exigido o seu preenchimento ao longo da visita de campo. A primeira paragem foi a Igreja de S. Dinis e, logo de seguida, a Capela de S. Brás, no interior do cemitério da Vila Velha, onde se observaram gárgulas, pórticos, símbolos religiosos e um fresco dedicado a S. Brás, da autoria da escola de Grão-Vasco. Depois, a visita passou pela Igreja da Misericórdia, monumento do século XVI, e terminou na Igreja de S. Domingos (actual Sé), monumento nacional desde 1926 e ex-líbris da cidade. Aí, os alunos foram desafiados a descobrir todos os traços artísticos do monumento, quer românicos quer góticos, e a contemplar o seu interior, pleno de luminosidade e espiritualidade. A rosácea e os vitrais foram os que suscitaram maior admiração. Convém destacar que os alunos, sempre atentos às explicações do professor, participaram com bastante empenho, não só porque foi uma aula diferente, demonstraram um companheirismo exemplar entre todos e, no final, manifestaram um enorme agrado por esta iniciativa ... tal como nos dão conta os comentários registados por alguns alunos:
«Assim percebemos melhor a matéria.»
Marta Vaz, 7.º E
«Ajudou os alunos a compreenderem melhor a matéria (…) e ficamos a aprender melhor a história da nossa cidade. Gostei muito da visita.»
Ana Mezias, 7.º E
«A turma comportou-se de forma responsável.»
Cristiana Fernandes, 7.º E
«Foi uma forma diferente de expor a matéria e [a aula] foi muito aproveitada. Já tínhamos dado em aula mas consolidamos os conhecimentos que possuíamos.»
Inês Mezias, 7.º E
«Aprendi coisas que não sabia.»
Adelino Fonseca, 7.º E
«Penso que nós (alunos) nos interessamos mais por aulas de campo, é mais interessante.»
Rute Pimenta, 7.º E
«Gostei muito, devia haver mais aulas assim»
Ana Rita , 7º E
«podemos ver, sentir, observar.»
Tiago Sousa, 7.º E
«a visita de campo foi excelente, aprendemos mais.»
Manuel Barreto, 7.º G
«Acho este tipo de aula muito bom porque é um tipo de aprendizagem diferente e porque atrai, de certa forma, melhor os alunos. (…) Acho que se deve repetir !»
Ana Martins, 7.º G
«Foi divertido.»
Frederico Martins, 7.º G
«Gostei da aula (…) porque ao ver aprendemos de uma maneira diferente e mais divertida.»
Daniela Dias, 7.º G

Professor Hugo Bento

"Gastronomie française au lycée"







Au Paradis des gourmandises" Cette année encore ,Les profs de français de notre lycée ont maintenu la tradition de fournir un petit "Paradis des gourmandises" à toute la communauté scolaire. Les images montrent le succès de cette petite "foire gourmet" qui a fait les délices des grands et des petits. Merci à tous et... rendez-vous :l'année prochaine!

Texto e imagens: Brízida Azevedo

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Encontro de Francês à mesa

( Clique na imagem para aumentar)

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Encontro com Chi Pardelinha




A Mediateca realizou um encontro e entrevista com a artista plástica Chi Pardelinha, contando com a colaboração do professor Fernando Gomes, como entrevistador. Nesta iniciativa estiveram presentes aproximadamente 50 alunos e 10 elementos da comunidade educativa. Foi apresentada a biografia da pintora, destacando a sua participação em exposições nacionais e internacionais. Foram divulgadas algumas das suas obras.
Ao longo do encontro, alguns dos presentes, nomeadamente alunos do curso de Artes Visuais, mantiveram uma comunicação viva com a pintora, analisando algumas das obras plásticas observadas.
Notícia enviada pela Coordenadora da Mediateca

terça-feira, 1 de junho de 2010

João Botelho

João Botelho apresentou ontem, no vizinho Museu da Vila Velha, a mais recente criação "Para que este mundo não acabe", um trabalho poético sobre a região do Barroso. Esta figura da cultura cinematográfica portuguesa foi aluno do antigo liceu.

Participação da escola no Festival da canção inter-escolas


Verónica Gonçalves e Sandra Marques, do 12ºE, representaram a escola no 1º Festival da Canção Inter-Escolas do Vale Encantado, em Tarouca, interpretando em duo a canção "Pintar a Vida" do autor Paulo Silva.

Dia Mundial da Criança - Não à violência nas escolas

Alunos e professores assinam manifesto "Ruban vert": Je m’engage à refuser les paroles et les gestes violents et à témoigner pour soutenir les victimes.


Mãos unidas pela paz nas escolas


Cursos Nível III e Nível II


segunda-feira, 31 de maio de 2010

NO “LICEU” VIVEM-SE NOVAS OPORTUNIDADES

As Novas Oportunidades, e os Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA), vieram para ficar. Os números aí estão para o comprovar: “quase 900.000 portugueses inscreveram-se no Programa Novas Oportunidades desde 2006, estando a registar-se uma média de 20.000 novas inscrições por mês, segundo dados hoje divulgados” (Público, 10.07.2009), o que não evita que a polémica em torno da validade destes cursos esteja instalada na sociedade portuguesa.

Um dos pilares da Iniciativa Novas Oportunidades visa possibilitar “a todos aqueles que entraram na vida activa com baixos níveis de escolaridade, uma Nova Oportunidade para poderem recuperar, completar e progredir nos seus estudos. Não seria possível, por razões de justiça e de coesão social, abdicar do esforço da sua qualificação. Mas a verdade é que este esforço é também condição essencial para o nosso processo de desenvolvimento.” (www.novasoportunidades.gov.pt/)
Mas, o antigo ministro das Finanças, Medina Carreira, entende que “o Programa Novas Oportunidades é uma «trafulhice» e uma «aldrabice» … os alunos que participam no programa Novas Oportunidades fazem um «papel», entregam ao professor e vão-se embora…E ao fim do ano, entregam-lhe um papel a dizer que têm o nono ano. Isto é tudo uma mentira.” (TSF, Notícias, 9.12.2009)

Afinal, quem tem razão?
E se ouvíssemos quem está no sistema? Incorporar nas nossas actuais percepções as experiências que por eles são vividas e sentidas, poderá ser um contributo importante para que cada um de nós construa uma opinião fundamentada.
Fomos então ouvir dez dos nossos alunos, alunos que frequentam os Cursos EFA em regime nocturno, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco. Com idades diferentes, com percursos de vida diferentes, com motivações diferentes, uns preparam-se para concluir o 9º ano, outros o 12º ano. Em tempos também eles diferentes: ano e meio, um ano, quatro a cinco meses, consoante o nível de escolaridade anterior.
A ideia de voltar à escola para completar o Ensino Básico ou o Ensino Secundário foi, para todos eles, a razão primeira para se inscreverem nos EFA:
“Era importante para mim acabar o 9º ano. Já tive dificuldades em arranjar emprego porque pediam o 9º ano.” – Trabalhador Agrícola 26 anos.
“Queria, principalmente, acabar o Secundário. É uma carta que temos que jogar para o nosso futuro, porque hoje já mesmo com a Universidade é o que se vê…” - Desempregada, 23 anos.
“Vim para acabar o secundário. Frequentei o ensino diurno na Régua, mas fiquei com disciplinas de 12º ano atrasadas, Matemática e Química…” - Operadora de Caixa, 19 anos,
O curso permite-lhes esperar mais do futuro, a nível profissional, seja para (re)entrarem no mercado de trabalho, seja para conseguirem um emprego que consideram melhor, seja, mesmo e tão só, para se tornarem profissionais mais eficientes no actual emprego.
“É mais fácil arranjar trabalho. Antigamente quem não tivesse a 4ª classe não conseguia um trabalho, o 12º ano agora funciona um bocado da mesma maneira. Para uma pessoa que não tenha o secundário completo é muito complicado.” - Desempregado 24 anos.
“Gostaria de arranjar outro tipo de emprego onde não me sujasse tanto, onde não apanhasse tanto sol.” - David, 26 anos, trabalhador agrícola.
“ Não me faz diferença para a minha progressão no emprego. Mas agora, com o que aprendi aqui, faço o meu trabalho com mais à vontade, com mais eficácia, melhor. Agora entendo as coisas de outra maneira.” - Funcionária Pública, 57 anos.
A frequência do curso, reconhecem, tem contribuído para o seu enriquecimento pessoal, sabem hoje mais do que sabiam:
“Muito do que tratamos aqui já eu sabia, aprofundo esses conhecimentos, outras coisas relembro, mas também aprendo algumas coisas novas. O saber não ocupa espaço e os EFA enriquecem o nosso saber.” - Empresária 35 anos.
“Aprendo muita coisa com os trabalhos de pesquisa e é importante aprender coisas novas, depois já pensamos de forma diferente. Quando era novo chumbei no 8ºano e depois comecei a trabalhar, ainda não tinha 18 anos. Comecei a ganhar dinheiro e depois, naquela idade, já não pensei mais em estudar. Não se pensa quando se é mais novo e depois, mais tarde, torcem-se as orelhas.” - Funcionário Público, 44 anos.

Por serem alunos dos EFA melhoraram os seus conhecimentos informáticos, o que é, admitem, imprescindível nos dias de hoje:
“Apesar de ter já feito cursos de computadores, estou a aprender mais, hoje funciono melhor com os computadores, com a internet. Para mim é importante porque na minha empresa tenho que trabalhar na área da gestão comercial, tudo através de computadores e programas informáticos.” - Empresária 35 anos.
“Gosto sobretudo dos computadores, eu não sabia nada, nadinha... E hoje todos temos que saber alguma coisa de computadores, toda a gente sabe mexer com os computadores, até os miúdos. Agora já sei ir à Internet.” – Desempregada, 37 anos.

Se são hoje cidadãos mais informados devem-no ao curso, afirmam, o que se reflecte na adopção de novas práticas, em prol não só do seu desenvolvimento pessoal, mas também do da sociedade, sobretudo as que se relacionam com a sua consciência ambiental:
“Foi o curso que me abriu os olhos para coisas que antes nunca tinha feito: ir ao teatro, às sessões da Assembleia Municipal… Hoje gasto menos água a tomar banho, na rua deito os papéis nos caixotes do lixo, separo o lixo: pôr o vidro no vidrão e o papel no papelão.” - Trabalhador Agrícola, 26 anos.
“O que aprendi aqui fez com que começasse a ter mais preocupações. Faço mais exercício físico, tenho mais cuidado com a alimentação, e isto tem a ver com os trabalhos., com o que aprendi aqui...”- Desempregado, 19 anos.
“Por causa disso, dos trabalhos, modifiquei algumas coisas na minha vida. Na poupança energética: desligar a televisão, não a deixar em stand-by, tirar o carregador do telemóvel da ficha, que antes deixava sempre ligado, nem fazia ideia que isso gastava energia.” - Trabalhador Sazonal em Restauração 26 anos.

O curso EFA é uma oportunidade única para muitos, porque lhes permite conciliar a escola com a vida profissional e familiar:
“Se não houvesse este sistema, não pensaria em voltar a estudar. Há uns anos ainda fui estudar à noite, mas desisti. Não era possível conciliar com a vida profissional, no meu trabalho estou sempre muito ocupado, se não for isto é aquilo. Não dava tempo para estudar “ - Funcionário Público, 44 anos.
“Era muito difícil noutro sistema conseguir tudo: casa, empresa… É um sistema diferente, não há testes, mas temos que ter responsabilidade, fazer os trabalhos nas aulas, para não acumular com o trabalho na empresa e em casa.” - Empresária 35 anos.

A forma como as aulas se estruturam e as boas relações com os professores e com os colegas são factores determinantes para continuarem o curso, com gosto e entusiasmo:
“Pensei que fosse uma coisa completamente diferente. É muito mais enriquecedor, temos palestras, vemos filmes e apreendemos coisas mais objectivas. Como somos avaliados pelos trabalhos, não temos testes, aprendemos não só para fazer as “fichas”, mas também tiramos ilações para a nossa vida do dia-a-dia.” – Desempregado, 24 anos.
“Gosto dos trabalhos e dos assuntos que estudo e gosto dos professores, o que é importante. Se calhar, se tivesse tido professores assim interessados de dia… também agora a minha idade é diferente. Gosto das aulas, dos colegas, dos professores, estão sempre disponíveis para qualquer coisa.” - Trabalhador Sazonal em Restauração, 26 anos.

Frequentar este curso fez nascer ou crescer nos alunos a ideia de continuar a estudar, de ir para o Secundário ou para a Universidade.
“Vou continuar a redescobrir coisas. Vou para o Secundário, enriquecer os conhecimentos. E aconselho a toda a gente.” - Funcionária Pública, 57 anos.
“Não quero ficar por aqui. Gostava de seguir Engenharia Informática, era já uma ideia anterior, mas este curso ajudou-me a consolidar esta ideia. Quanto mais trabalho com os computadores, mais me entusiasmo e mais quero saber.” - Desempregado, 19 anos.
“Tenho intenção de ir para a Universidade. Inscrevi-me nos “maiores de 23” vou fazer as provas ainda este ano. Mesmo que entre vou acabar o Secundário, porque se não conseguir acabar a Universidade e se também não acabar este curso, quando pedir um certificado só fico com o 9º ano.” - Trabalhador Sazonal em Restauração, 26 anos.

Se, em alguma medida, se revê no que foi dito pelos nossos alunos, a Escola Secundária Camilo Castelo Branco oferece-lhe a oportunidade de frequentar os cursos EFA (regime nocturno) e de poder completar o 9º ano ou o 12º ano de escolaridade.

Venha ter connosco, ajudá-lo-emos a esclarecer as suas dúvidas, quer pessoalmente, quer por correio electrónico. Neste último caso, não hesite em escrever-nos para liceunovasoportunidades@gmail.com.
Pesquisa feita pelos Professores de Geografia - ESCCB

Dia Mundial Sem Tabaco

Composição de Moreno Michini publicada no texto "O cavaleiro da espada redonda", inserido na obra Gatafunhos, de Vasconcelos do Al. Esta espada só tem gumes!

domingo, 30 de maio de 2010

B.B. King

O Decano dos Blues brilhou em Sabrosa, perante um público numeroso que não consentia a presença em palco de outros VIPS regionais. Mesmo assim, B.B. King recebeu das mãos destes a chave da cidade, uma garrafa de Porto datada de 1925, ano de seu nascimento, e a certidão de baptismo do local onde deu o espectáculo.
Texto e foto ( obtida a muito custo)
João Costa

sábado, 29 de maio de 2010

Dia Mundial da Biodiversidade no Viveiro dos Poetas - EFA C7




DEZ HORAS DA MANHÃ DE UM SÁBADO CHEIO DE PLANOS

Já o sol cinzelava a copa de frondosas e rumorejantes árvores, e o verde se esbatia em todas as cores, memórias de outro tempo; já a luz, em poalha de oiro, se espelhava na água ainda adormecida do rio, que regurgitava alegremente nos regatos e cantarolava no ribeiro da Quinta dos Poetas, onde uma enorme variedade e variabilidade de árvores, arbustos e flores do mais requintado e fino calibre, em magistral jogo de tamanho, cor, textura e crescimento evocavam um quadro bucólico, através da recriação nostálgica de um tempo de simplicidade e pureza, da vida no campo, ideal de “aurea mediocritas,” desta vez bem encarnado na pessoa de Maria José, uma formanda de bem com a sua profissão, viveirista e, naturalmente com a vida, pelo entusiasmo que empresta ao seu discurso, manifesto de verdadeiro sucesso e prova de que os percursos individuais são afectados pelas condições culturais, sociais e económicas. Dez horas da manhã, sábado, dia mundial da biodiversidade; foi neste agradável contexto que se inscreveu a visita ao viveiro da Quinta dos Poetas, actividade do curso NOVAS OPORTUNIDADES, EFA C7, DA ESCOLA SECUNDÁRIA CAMILO CASTELO BRANCO. Formadores e formandos, numa extensa área de 5 a 6 hectares de terreno, em que as árvores vestiram o papel de protagonistas, assistiram a uma natural e bem contextualizada explicação sobre a poda, a fecundação, a rega, o envasamento, e a sementeira; reutilizar, equilíbrio sustentável, realização profissional, liberdade, natureza, foram temas que ali ganharam visibilidade, realçados pelo emocionante tributo dos formandos, dando sugestões para uma melhor e mais justa distribuição de riquezas, respeito pelo meio ambiente, preservação de espécies, perante a impassibilidade e imperturbabilidade de imponente vegetação.

Se a expressão ensino/aprendizagem parece não ser a medula central desta actividade, não deixou, contudo, de marcar presença e até com grande impacto na motivação,na abordagem eminentemente séria e promovendo uma interessante intertextualidade no domínio da Literatura,da Física, da Botânica e de tantos outros saberes, num ambiente de à vontade e especialmente de encantamento, manifestado desta forma, tão sentida:

«É uma maravilha, acordar e ouvir os passarinhos!»

E todo este sonho se deve à iniciativa de uma jovem;ao seu apego à terra; à vontade de ser autónoma, profissionalmente, apesar de toda as vicissitudes que possam surgir.

Há que ser persistente e investir na concretização dos objectivos.

Vila Real, 22 de Maio de 2010

Texto: Arinda Andrés


sexta-feira, 28 de maio de 2010

Encontro Diocesano de EMRC

No dia 20 de Maio, todos os 8º anos de Moral dirigiram-se para a Senhora da Pena, para um encontro entre várias escolas! Lá, professores e alunos puderam sentir a Liberdade que tanto se fala nas aulas de Educação Moral e Religiosa Católica e praticar diversas actividades como a escalada, rapel, entre outras... A meio da manhã tivemos uma missa Pascal muitíssimo divertida e recheada de cânticos. Divertimo-nos imenso e, embora seja a 1ª vez, devia repetir-se mais vezes!

Bárbara, nº4, 8ºA