quinta-feira, 22 de julho de 2010
A casamento e baptizado...
Protagonista de um jantar de confraternização da comunidade escolar realizado no dia 8 de Julho. Pela ousadia de ter invadido o espaço sem ser convidado e ter realizado alguns voos mais acrobáticos junto de pratos, talheres e afins, ficou retido (até novo voo de recuperação), num copo vazio (para sua desgraça). Como não recuperou, foi expulso do recinto. Espera-o agora uma Nova Oportunidade, num próximo encontro.Sargacinha
Flor da sargacinha (Alimium calycinum L.)EDUCAÇÃO COMPORTAMENTAL
Quando alguém resolve abusar do seu poder de autoridade e usa critérios particulares para fazer valer a sua vontade, muitas vezes é pessoal e não baseada em critérios justos. Alguns exemplos disso são o abuso da autoridade com base na mesma ou no preconceito; políticos que acham que podem tomar decisões de autoridade sem consultar democraticamente o povo que os elegeu, não percebendo que só têm essa autoridade, porque foi o povo quem os colocou lá e, por conseguinte, deve-lhes explicações. Tipicamente, o abuso de poder é uma forma de ditadura. O poder dos pais sobre os filhos na família, o professor sobre os alunos na escola, o poder de um empresário sobre os seus funcionários, o poder de um chefe militar sobre os seus soldados, entre outros, são também alguns desses exemplos.
Devido à educação e a outros factores, as crianças mimadas tornam-se caprichosas e pouco sociáveis. Isto há-de trazer-lhes problemas de aceitação entre os amigos na escola, e irá dificultar a sua maturidade psicológica. A criança que é bem aceite pelos companheiros, pelas suas qualidades pessoais, tem uma grande percentagem de probabilidade de um bom amadurecimento psicológico no futuro.
No então, o castigo é inevitável, pois é moralmente impossível que as crianças não cometam alguma falta. O castigo deve facilitar à criança o caminho da honradez, da obediência, da aplicação, etc., para fazer dele um homem moral. O castigo, mais do que para pagar pela falta cometida, deve servir para a correcção. Para que assim seja, não é necessário que a criança reconheça a falta e a justiça do castigo. O castigo tem muito mais valor quando a criança o aceita voluntariamente, ou quando é ele mesmo quem o impõe.
É preciso ter tacto para corrigir com eficácia. Pouco se consegue com apenas ferir e humilhar. É preciso despertar o sentido da própria estima. Uma correcção eficaz deve deixar sempre aberta uma porta à esperança de superação.
Se é importante para uma boa educação saber manejar o castigo, não o é menos, saber utilizar um elogio. A recompensa pedagógica pode revestir-se de muitas formas: um olhar de aprovação, um gesto carinhoso, uma palavra, a concessão de uma autorização desejada, uma prenda, etc. Mas também não se deve ser excessivo nos prémios e louvores, pois perderiam eficácia e correr-se-ia o perigo de tornar a criança egoísta, levando-a a fazer o bem apenas com intenção de ganhar o prémio e a recompensa.
O estímulo é mais eficaz que a repreensão. A criança não deve ser demasiado mimada, pois toda a arte da pedagogia consiste em saber sorrir e dizer não aos filhos no momento certo e da maneira exacta. Caso contrário, as crianças mimadas em vez de se tornarem pessoas adultas maduras e preparadas para as dificuldades da vida tornar-se-ão adultos bebés, pois nunca crescerão ao ponto de serem independentes e granjearem amizades e laços com outros. Nunca saberão lidar com os problemas de uma forma positiva e consequentemente ultrapassá-los. Assim, essas pessoas irão tornar-se egoístas e centrar-se-ão somente na sua vida e nos seus próprios objectivos.
A palavra egoísmo é derivada de um ego doentio que faz com que a pessoa passe a pensar apenas em si mesma, a desconsiderar os pontos de vista dos outros, valendo-se, unicamente, do que entende e acredita como sua, a verdade. Sendo assim, é incapaz de se colocar na posição e situação de outrem, de agir de forma desinteressada, já que os seus pensamentos, sentimentos e atitudes são sempre voltados para a satisfação dos seus próprios interesses.
O egoísta traz dentro de si a necessidade urgente de ser sempre o melhor em tudo que faz, de ser a pessoa mais interessante do grupo a que pertence, de obter o sucesso incondicional em todos os seus empreendimentos. É sempre movido por más intenções, sente inveja dos outros, cobiça as coisas alheias e, por isso, não hesita em buscar sempre uma forma de destruir aquele que escolheu como “rival”, utilizando inúmeras artimanhas, que não apresentam moral. Odeia ser contrariado. Para se afirmar como pessoa, necessita vencer, a qualquer preço e, para atingir seu objectivo, não apresenta o menor escrúpulo ou remorso em utilizar mentiras.
Trata-se de um ser humano que está sempre voltado para a conquista do poder, pouco se importando com a forma como ele poderá ser conseguido; pensa e age de forma racional e nunca permite ser levado pelas emoções; não se preocupa jamais com os danos e prejuízos que possa causar a quem quer que seja. Deduz que é um ser predestinado ao sofrimento, pois, pouco aprende com a dor e com o sofrimento, já que as suas escolhas são normalmente ditadas pelo seu ego centrado apenas em si mesmo, não sendo capaz de se envolver e de desenvolver sentimentos maiores e positivos, como a solidariedade, a fraternidade e a humildade.
Conviver com as diferenças é um desafio inerente a todo o ser humano. Para se criar, crescer e aprender, todo o indivíduo precisa que outra pessoa lhe ensine as práticas da vida como comer, andar, falar, etc. A educação comportamental tem um grande papel na criação da pessoa como ser humano. Nenhuma pessoa é uma "ilha" para viver isolado do resto mundo, portanto conviver com outros seres humanos é necessário, surgindo então o desafio de se conviver com as diferenças, pois não existe uma pessoa igual à outra, cada indivíduo é único no universo.
É certo que o desafio de conviver com as diferenças é uma tarefa árdua, mas precisa ser encarado como uma necessidade humana, pois ao respeitar o próximo, certamente abriremos espaços para que as nossas diferenças também sejam respeitadas. Ao entender e compreender o outro, abrimos uma porta para que a outra pessoa também tente entender e compreender-nos.
É preciso que entendamos que cada pessoa tem a sua forma de ser, as suas particularidades são o que a torna diferente das demais pessoas, portanto essa pessoa não é obrigada a ver a vida da mesma maneira que nós. O outro tem o direito de ver a vida, e avistar situações de uma maneira diferente da nossa.
Quando aprendemos a entender o outro como um ser que tem gostos, experiências e sentimentos peculiares, que são diferentes, mas não menos nobres e importantes do que os nossos. Quando aprendermos a enxergar o outro como um ser diferente, mas especial, teremos então um mundo mais justo, de igualdade e com menos violência, e consequentemente pessoas mais felizes.
Texto de
Marina Ribeiro, EFA C7;CLC
Enviado por A.Andrés
quinta-feira, 15 de julho de 2010
REFLEXÃO SOBRE A EDUCAÇÃO
Nos dias de hoje, é cada vez mais difícil impor disciplina a uma criança por parte dos pais. São estes que servem como base para a aprendizagem da criança sobre o que é aceitável ou não, e para tal têm de se mostrar compreensivos, mas ao mesmo tempo firmes, como mestres de si próprios. Decerto que essa imposição é dolorosa, pois são exercidas em momentos em que se sente a angústia da criança, mas o mais importante é verificar que após este momento se está num bom caminho. Deve-se recuperar o sentido da transmissão de gerações dos valores familiares. É necessário, para as crianças, terem referências seguras dos pais, para deste modo se poderem orientar na construção da sua personalidade. Por se dar neste momento demasiada liberdade às crianças de tenra idade, muitos jovens não respeitam os limites e valores da sociedade em que estão inseridos, fazendo asneiras e transgredindo as regras impostas. São estas crianças mimadas que podem levar a um futuro cheio de adultos com pouca maturidade. Assim, transformam-se em pessoas egocêntricas, considerando que tudo gira ao seu redor, preocupando-se apenas com o que lhes apetece. Diante disso, utilizam o ego para satisfazer as suas necessidades, que são meramente superficiais e não passam de simples desejos. Durante a fase em que frequentam o ensino escolar, não se sentem estimulados para o estudo devido à sua falta de interesse, e por esse motivo não adquirem competências ao nível linguístico e científico. Desse modo, não têm bons resultados escolares, e por vezes vêem como uma hipótese o abandono escolar. No meu ponto de vista, é necessário impor alguma ordem desde cedo, fornecendo os valores morais desde a fase da infância.
Rute, EFA C7, CLC
Enviado por Arinda Andrés
domingo, 11 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
EFA C7 à descoberta da museologia vilarealense
No final da visita, os formandos consideraram esta iniciativa muito positiva e válida em termos de conhecimento, de valor cultural e na vertente profissional. Sem dúvida, a repetir em futuras iniciativas !
Uma planta para o EFA
Esta iniciativa enquadrou-se numa perspectiva de empreendedorismo, trabalhada em formação, possibilitando o contacto dos formandos com uma realidade profissional. Da visita a este espaço, os formandos e formadores foram brindados com uma visita guiada às estufas e plantações, onde conheceram o processo de plantação, colheita e comercialização das plantas, e no final cada um levou para casa uma planta à escolha.
Destacou-se, ainda, o convívio salutar e a boa disposição entre formandos e formadores, bem como o fantástico dia com que o Sol nos brindou.


Enviado pelo professor Hugo Bento
A energia nuclear em Portugal ! Um problema ou uma solução !
O debate decorreu com entusiasmo, assumindo os formandos com profissionalismo a defesa das suas posições e opiniões, mas sempre comungando de um espaço de diálogo saudável e de um espírito de respeito e de tolerância pelas opiniões contrárias.
No final, todos concluíram que a matéria em discussão - “a energia nuclear em Portugal”- é ainda muito sensível e trás questões éticas e científicas dispares, não senso portanto unânime entre os portugueses. Além do mais, concluiu-se dos trabalhos que a aposta no nuclear é também muito dispendiosa, tendo em conta a conjuntura de crise económica que actualmente Portugal atravessa.
O programa foi gravado em DVD para memória futura.
domingo, 27 de junho de 2010
Visitas de Estudo - CURSO EFA
Tudo era ali, naquele sítio, naquele momento. Da grandeza da narrativa fílmica, sobressai a cumplicidade envolvente em que todos nos deixamos seduzir. Confortavelmente sentados, participámos, em absoluta comunhão, embevecidos de êxtase, da magia do fazer, do ritual, da partilha e de um saber comunitário, clarabóia de outros modos de ser. Tudo exala paz, serenidade; a luz, coada pela sensação do sublime, é tépida, cálida, de um amarelo suave e brilhante, a embeber-se na nostalgia do quotidiano do nosso imaginário infantil, qual manhã quente de verão, sem nuvens; a banda sonora é de um lirismo emocional intimista. Mudos de um silêncio abafado de memórias, ouvimos as palavras carregadas de ancestralidade de um oleiro, que nos transporta para um tempo de saber fazer: «Antigamente fazia-se assim…era assim» e, cruelmente, em tom de mágoa e de saudade: «Agora já não se faz assim». Pois não, agora é tempo de outro tempo. Nada do que foi antes, o é agora. Essa é a inexorável verdade. E o barro vai rodopiando na máquina do tempo. As mãos do oleiro vão criando novas formas: «Antigamente, esta era a que se vendia mais. Havia muitos oleiros». E uma mão cheia de sonhos, levanta uma panela de barro, que, naquele momento, ganha vida; é uma panela de barro. Antes foi terra, elementos ou partículas, amassados pelo sacrifício do amor ao trabalho, árduo, de braços cansados, mas fartos de vitalidade, num tempo distante, levado pela cadência dos seres e das coisas.
Agora a luz, lenta e macia conduz-nos a outro cenário. É chegado o momento da cozedura; tempo de inefável beleza… Um grupo de pessoas, harmoniosamente, quase por magia, protagoniza o momento da criação, carregado de inequívocas referências e de sentimentos: a construção do forno, o transporte da lenha, a disposição das peças que vão ser cozidas, o alinhamento de volumes, de formas, encostadas, deitadas, agrupadas, opacas, os mais novos, para se protegerem, sob os mais velhos; depois a terra irá cobri-los e o fogo irá proceder à cozedura. Agora é o tempo do renascer. Abre-se a massa de terra, aquele monte construído pela mão sábia do homem; e do seu seio, a natureza recria-se nas mais diversas formas. Um a um, respeitosamente e com redobrados desvelos, os púcaros são arrancados daquela terra, ainda a respirar, ofegante, de poder e de mistério. Quase! Quase sentimos os cheiros, vimos e sentimos o esboroar-se da terra, do barro; a aspereza das formas a submeter-se, para se assumir em novas maneiras de ser. E o oleiro, embrenhado naquele mistério, pega no púcaro, que, inevitavelmente, faz parte dele, e limpa-lhe o pó, como a purificá-lo de excessos; e os grãos de poeira voltam à terra: «Agora, quem o comprar, que o lave…».
O tempo, quase parado, a dar-nos a ideia de permanecer, envolve-nos numa cumplicidade de singular comunhão e partilha de emoções, enfim, de inexplicável beleza, inefável. Quase estou tentada a dizer: “A insustentável leveza do ser”
Nota dos formadores e formandos da Escola Secundária Camilo C. Branco: um filme a não perder, recomenda-se.
A ESTÉTICA DA SEDUÇÃO
E mesmo ao lado, e porque as palavras, por vezes, são insuficientes, na sua carga significativa, há que reinventar outras formas de comunicação e Rui Aguiar pintor e escultor, nascido no Porto e com uma vasta e variada obra, deliciou-nos com uma exposição plástica, recriando os materiais para que a arte se assuma como tal, livremente. Lá estavam as gaivotas, os espaços abertos, despojados, à espera de todas as leituras, porque arte é um lugar de contradições, de encontros e desencontros
“ E o Douro ali, tão perto”
Sendo a palavra o suporte mais evidente da comunicação, desde o acto mais simples, até às mais nobres manifestações de arte, naturalmente, visitámos o Museu dos Transportes e das Comunicações, no Porto. Com hora marcada, não havia tempo a perder, mesmo assim, há que evidenciar o velho edifício da Alfândega, a receber-nos, como antigamente se fazia.
Simpaticamente, fomos guiados, e a explicação brotou: «Aqui era o lugar onde se faziam todas as trocas comerciais; e referiu-se o rio Douro, única via, através da qual as mercadorias passavam para os vários destinos, um meio de comunicação, com relevante importância, naquela altura. Decorrido algum tempo para a realização de um vídeo, o que despertou grande entusiasmo por parte dos formandos, ali estava à nossa frente, uma proliferação de provérbios. Ali, bem à vontade “de boca em boca”, a palavra era soberana; e o espaço vai-se reduzindo. Dificilmente, somos metidos num corredor estreito, apertado. Funcional e conceptualmente, ganha significado.
Aqui, uma salinha, onde se conversava, uma lareira, um gira-discos, um jornal, um telefone, são inúmeras as referências. Mais à frente, decorridos uns trinta a quarenta anos, o diálogo em família é inexistente. Sentados à mesa, durante a refeição, cada um está ligado ao seu meio de comunicação…
Cursos EFA, C7 - Visita ao museu da vila velha, o filme do oleiro
Vila real, 12 de Junho,2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
auto-retrato
Meço 1.60, o que não faz de mim uma pessoa muito alta. Sou sagitário e, segundo o meu signo, tendo a ser uma pessoa desajeitada.
São mais as coisas de que gosto do que aquelas de que não gosto.
Gosto, por exemplo, de dormir,
gosto de ir ao cinema,
de sair a qualquer hora do dia (excepto de manhã),
de estar com os meus amigos,
gosto de conhecer, de aprender,
gosto de falar (mas não para muitas pessoas) e de ouvir.
Gosto também de ler, de passear,
de praia, de ouvir música,
gosto do meu telemóvel, gosto do Sporting,
gosto do Verão e adoro chocolate e coca-cola.
Não gosto do frio nem de vento,
não gosto de discursar para muita gente, principalmente quando este discurso tem que ser feito de pé.
Não gosto de falar de mim.
Detesto aranhas, matemática
e tudo o que envolva contas,
pessoas falsas, discussões e o meu nome.
Vanessa Lopes
19-04-2010
EfA
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Exposição - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Para assinalar esta data, foi organizada uma exposição temática que contou com trabalhos de alunos do 8.º A sobre a vida e obra de Luís Vaz de Camões, sobre o Prémio Camões, um dos prémios literários mais reconhecidos no mundo lusófono, e sobre os Portugueses e a Língua Portuguesa no Mundo. A comunidade foi também sensibilizada para esta data, através da distribuição de folhetos, com informação sobre a história da implementação deste feriado nacional, e pela leitura de uma faixa com um verso retirado d´Os Lusíadas, de Luís de Camões, que procura caracterizar o povo português ao longo dos tempos.
O professor: Hugo Bento
quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
AULA DE CAMPO - OS CAMINHOS DO ROMÂNTICO EM VILA REAL
Após uma breve apresentação da história do Jardim pela aluna Andrea Pazo, os alunos foram convidados a embrenharem-se nos cheiros da flora da Carreira – as camélias, os cedros, as magnólias, os amores-perfeitos – e a visitarem, pormenorizadamente, os vários elementos que constituíam os típicos jardins românticos do século XIX, como os canteiros, o coreto e a fonte de água.
E junto da estátua de Camilo Castelo Branco, mandada edificar por subscrição pública em 1926, os alunos foram incentivados a participar na aula sobre o Romantismo e o Realismo Português, contactando directamente com a vida e obra dos principais escritores europeus e portugueses, nomeadamente de Camilo Castelo Branco e de Eça de Queiroz. Aferiram, por isso, as diferenças entre “Amor de Perdição” e “Os Maias”, bem como o contexto histórico-social em que foram escritas estas magníficas obras literárias.
A acrescentar, salientam-se as brincadeiras e os comentários divertidos (mas pertinentes) no parque e na fonte por parte dos alunos, elevando assim a aula a um patamar de inovação pedagógica relevante, ou seja, a ligação entre o dever e o prazer. Mas o ponto que mais se destacou foi a preocupação dos alunos na preservação deste património histórico-natural, felizmente requalificado em 2001. Sem dúvida, um final de tarde enriquecedor e muito bem passado.
Texto e imagens: Hugo Bento
Alunos de 12ºano dinamizam sessões de trabalho dos cursos EFA

Texto: Margarida Soares
Mural cerâmico - Art’ em Partes
Depois dos esboços relacionados com as diferentes temáticas dos variados grupos, estabeleceu-se um projecto final, com a construção da maqueta. A partir do mês de Janeiro, os grupos dedicaram-se à recolha de azulejos e de outros materiais, tendo contactado empresas para a disponibilização desses materiais. A empresa Geragni, situada na Mealhada e representada pelo senhor José Queirós, foi a única empresa que gentilmente ofereceu os materiais cerâmicos e os trouxe à escola.
A finalização deste projecto, no final do ano lectivo, só foi possível uma vez que os alunos artistas utilizaram muito do seu tempo extra-escolar.
O grupo de artistas e a professora orientadora agradecem à Direcção da Escola, à empresa Geragni e aos funcionários intervenientes todo o apoio nesta manifestação artística que valoriza mais um espaço da escola.
Alunos artistas: Álvaro Dias, Ana Barros, Ana Coutinho, Catarina Carvalho, Fábio Silva, Francisco Frutuoso, Isabel Pires, Ivo Catalão, João Pires, Liliana Ribeiro, Marcelo Guedes, Miguel Ferreira, Rita Santos e Rui Vidal.
A professora de Área de Projecto e Coordenadora do trabalho: Fernanda Martins








quinta-feira, 10 de junho de 2010
Camões dirige-se aos portugueses
No Mundo graves tormentos;
E para mais me espantar,
Os maus vi sempre nadar
Em mar de contentamentos.
Cuidando alcançar assim
O bem tão mal ordenado,
Fui mau, mas fui castigado.
Assim que, só pera mim,
Anda o Mundo concertado.
Luís de Camões
À descoberta do Românico-Gótico em Vila Real
«Assim percebemos melhor a matéria.»
Marta Vaz, 7.º E
«Ajudou os alunos a compreenderem melhor a matéria (…) e ficamos a aprender melhor a história da nossa cidade. Gostei muito da visita.»
Ana Mezias, 7.º E
«A turma comportou-se de forma responsável.»
Cristiana Fernandes, 7.º E
«Foi uma forma diferente de expor a matéria e [a aula] foi muito aproveitada. Já tínhamos dado em aula mas consolidamos os conhecimentos que possuíamos.»
Inês Mezias, 7.º E
«Aprendi coisas que não sabia.»
Adelino Fonseca, 7.º E
«Penso que nós (alunos) nos interessamos mais por aulas de campo, é mais interessante.»
Rute Pimenta, 7.º E
«Gostei muito, devia haver mais aulas assim»
Ana Rita , 7º E
«podemos ver, sentir, observar.»
Tiago Sousa, 7.º E
«a visita de campo foi excelente, aprendemos mais.»
Manuel Barreto, 7.º G
«Acho este tipo de aula muito bom porque é um tipo de aprendizagem diferente e porque atrai, de certa forma, melhor os alunos. (…) Acho que se deve repetir !»
Ana Martins, 7.º G
«Foi divertido.»
Frederico Martins, 7.º G
«Gostei da aula (…) porque ao ver aprendemos de uma maneira diferente e mais divertida.»
Daniela Dias, 7.º G




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