Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

domingo, 12 de dezembro de 2010


O papel humanizador dos professores

Se há algo de que os alunos de Filosofia das nossas escolas secundárias não se podem queixar é do facto de terem, durante o período lectivo, uma carga enorme de argumentos e contra-argumentos relacionados com todo o tipo de questões durante as aulas. Será obra apenas dos alunos?
O papel humanizador, dedicado, mas exigente dos professores tem este traço solidário de serem eles a aprender na sua vez, mas depois dar a aprender, isto é, ensinar. Não será honrado ser-se professor, saber que se está a cultivar a cidadania nos alunos, esperando que ela germine, um contexto muito maior do que simplesmente dar a conhecer matérias?
No entanto, como se costuma dizer, nem tudo são rosas. Cultivar não é sempre sinónimo de conseguir, nem de vencer. O último passo, para colher os frutos, neste caso as flores, trata-se de as cortar gentilmente e calmamente, sempre tendo cuidado com os espinhos. A responsabilidade futura de um professor situa-se na condição que o trabalho por ele desenvolvido influenciará sempre o futuro dos alunos, e para uma rosa abrir é preciso ser-se delicado.
Assim, este trabalho requer cuidado, tempo e muita disponibilidade, pois o futuro e a responsabilidade que os professores têm sobre o futuro dos alunos, apesar de não serem os únicos, será determinante no futuro do país.

Pedro Baptista, 11ºB
O Valor de Educar na perspectiva dos aprendizes de filósofos

Eu confio em vós, para que este futuro aconteça.

Eu, como mero estudante e aprendiz da vida, partilho a opinião de muitos sábios de que educar é das mais importantes formas de estruturar o carácter de uma pessoa e de definir os seus valores.
Como todos deverão saber, e bem melhor do que eu, a tarefa de educar é enorme e, ao contrário de muitos de vós, poucos terão a coragem e a preocupação de o fazer bem.
Para um mundo melhor não será de valor termos pessoas bem formadas, educadas e com vontade de fazer o acertado? Não será melhor alguém de carácter forte, com ganas de evoluir? Alguém capaz de habitar esta Terra e torná-la melhor? Pois, para isto é preciso começar do princípio, pela formação da pessoa, dar-lhe as bases necessárias para que ela possa suportar o peso da mudança, o peso do amanhã. O tipo de pessoa em que nos tornaremos depende dos valores dentro de nós e só uma educação apropriada nos dará os valores necessários para que o amanhã nasça radiante.
Eu confio em vós, para que este futuro aconteça.
André Machado, 11ºB
Excerto da obra “O Valor de Educar” de Fernando Savater

«Permita-me, querida amiga, que comece este livro dirigindo-me a si para lhe prestar um tributo de admiração e para lhe dedicar estas páginas. Chamo-lhe “amiga” embora possa ser também um “amigo”, uma vez que me dirijo a todos e a cada um dos mestres. Optar pelo feminino, nesta ocasião é mais do que um piscar de olhos ao politicamente correcto. Em primeiro lugar, porque o ensino elementar neste país está maioritariamente a cargo do sexo feminino; em segundo, por uma razão íntima, que fica suficientemente esclarecida com a dedicatória da obra e que porventura está subjacente, como oferta de amor, à própria intenção de a escrever.
No que respeita à admiração, tão-pouco há a pretensão oportunista de adulação. Considero professores e professoras como a corporação mais necessária, mais esforçada e generosa, mais civilizadora de quantos trabalham para satisfazer as exigências de um Estado democrático.»

Dedicatória da obra: “ Para a minha mãe, a minha primeira professora”.
“A criança não é um recipiente que devemos encher, mas um fogo que é preciso atear” (Montaigne).

Os testes de avaliação fazem parte da rotina escolar de professores e alunos e não raras vezes estão na origem de sentimentos de desagrado, quer por parte de alunos que são obrigados a realizá-los, quer por parte de professores que também não podem escapar à obrigação de corrigi-los…

Ainda assim, os frequentemente “mal-amados” testes podem reservar-nos agradáveis surpresas!

Neste caso, tratou-se da feliz união entre um excerto da obra “O Valor de Educar” de F. Savater, uma tarefa designada pela professora e a disponibilidade intelectual manifestada pelos alunos. Por fim, uma palavra de agradecimento a todos os alunos que reconhecem o valor de educar!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dia Mundial dos Direitos Humanos

O Dia Mundial dos Direitos Humanos comemora-se no dia 10 de Dezembro, aprovado pela Assembleia das Nações Unidas em 1948. Resultou da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que procura alertar toda a Humanidade na luta pela Paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, raças, credos e ideologias. O vídeo, realizado pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano com o professor de História, procura lembrar na Comunidade os Direitos Fundamentais do Homem... para que nunca se esqueçam !

Projecto «Histórias com História»

O projecto «Histórias com História» é um projecto anual que procura promover trabalhos de investigação no campo da História. No vídeo, apresentam-se pequenos projectos realizados pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano sobre temáticas ligadas aos finais do século XIX e primeiras décadas do século XX, menos exploradas em aula e nos manuais escolares.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Visita à Biblioteca - 7ºD

A turma do 7ºD visitou ontem, durante a aula de Estudo Acompanhado, a Biblioteca da Escola e os arquivos anexos. Assim, numa primeira parte, a professora Adelaide Jordão procedeu à apresentação deste apoio centenário que os alunos têm à sua disposição, assim como a sua orgânica. Neste sentido, os alunos receberam um folheto com informação importante sobre a Biblioteca e foram ainda sensibilizados para a sua participação no Concurso Nacional de Leitura. De seguida, o senhor Roberto, funcionário da Biblioteca, fez uma visita guiada pelos Arquivos anexos à Biblioteca, destacando o importante espólio. Num arquivo, realçou o acervo bibliográfico relacionado com as ex-colónias, tal como algumas obras de arte provenientes do continente africano; no outro arquivo, chamou a atenção para a documentação e registos datados ainda do século XIX, relacionados com a história efectiva da escola.


Registo pessoal.
Além deste documento, os alunos produziram um texto colectivo sobre a biblioteca.


Escutando a história e função da Biblioteca.



A professoa Adelaide Jordão apresenta alguns manuscritos antigos produzidos na escola.


O senhor Roberto na explicitação do espólio presente nos Arquivos.

Numa atitude teatral, houve quem não resistisse a mudar de máscara...


Texto e imagens
João Costa

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

I Concurso de Escrita “Carta a los Reyes Magos”

(Clique na imagem para aumentar)

Regulamento
CAPÍTULO I
Âmbito
Artigo 1.º

Instituição

Os professores de Espanhol das Escolas: Sec./3 do Morgado de Mateus - Vila Real, Sec./3 Camilo Castelo Branco – Vila Real, Sec./3 de São Pedro – Vila Real, Agrupamento vertical de Escolas de Monsenhor Jerónimo do Amaral – Vila Real, Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar - Sul – Vila Pouca de Aguiar - Agrupamento Vertical de Escolas Dr. João de Araújo Correia – Peso da Régua – e Agrupamento de Escolas de Alijó - Alijó, com a colaboração da Câmara Municipal de Vila Real (representado pelo Gabinete de Relações Internacionais e Cooperação), município geminado com as cidades espanholas de Benavente e Ourense, e os docentes da área de Espanhol do DLAC da UTAD promovem o I Concurso de Escrita denominado "Carta a los Reyes Magos", partindo da selecção de cartas enviadas, no âmbito da Comemoração do Dia de Reis.

Artigo 2.º
Objectivos

São objectivos do I Concurso de Escrita “Carta a los Reyes Magos”:
a) Divulgar aspectos civilizacionais e culturais espanhóis;
b) Activar conhecimentos de língua e de cultura espanhola;
c) Fomentar e consolidar hábitos de escrita;
d) Promover a criatividade e a imaginação.

Artigo 3.º
Destinatários

Alunos de Espanhol dos Ensinos Básico (Regular) - 3º ciclo - e Secundário (Regular) das Escolas organizadoras.

Artigo 4.º
Modalidades

1. Os textos serão escritos em prosa e em língua espanhola;
2. Só poderão ser submetidos a concurso textos inéditos;
3. Os textos deverão ser digitados em computador em letra Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5;
4. Os textos deverão ter obrigatoriamente um título;
5. Os textos deverão ter entre 50 e 120 palavras;


CAPÍTULO II
Organização
Artigo 5.º
Apresentação de Candidaturas
1. Os textos deverão ser entregues nas Escolas envolvidas até ao dia 16 de Dezembro de 2010;
2. Os textos deverão ser assinados com pseudónimo e entregues em envelope fechado, em cujo rosto se deve escrever I Concurso de escrita “Carta a Los Reyes Magos” e as siglas EB – Ensino Básico - ou ES – Ensino Secundário;
3. O envelope referido no ponto dois deve conter outro envelope com o pseudónimo registado por fora e com uma folha onde conste a identificação completa (nome, número, turma e escola);
4. Apenas é permitida uma só candidatura por aluno;
5. Os resultados serão divulgados a 6 de Janeiro de 2011, dia de Reis, nas páginas WEB das escolas, site da Câmara Municipal e meios de comunicação locais.

Artigo 6.º
Júri
1. O júri será composto pelos professores de Espanhol das Escolas envolvidas, presidido por um elemento do Gabinete de Relações Internacionais e Cooperação da Câmara Municipal de Vila Real – Dr.ª Cláudia Araújo – e pelos docentes do Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Dr.ª Cátia Teixeira e Dr. José Giménez;
2. Os critérios de apreciação são os seguintes: domínio da língua, organização, coerência e coesão do texto, enquadramento na tipologia textual, respeito pelo tema e criatividade e inovação.

Artigo 7.º

Divulgação dos resultados
1. Os concorrentes premiados receberão a informação pelos professores de Espanhol da(s) escola(s) a que pertencem.

CAPÍTULO III
Prémios

Artigo 8.º
Classificação e valores

1. Apenas seis textos sairão vencedores, três para o Ensino Básico e três para o Ensino Secundário;

2. Poderá ser atribuída uma menção honrosa a outros textos, se tal se justificar;

3. Os vencedores dos primeiros lugares de cada nível de ensino terão a oportunidade de ver os seus textos publicados nos jornais escolares das Escolas participantes e jornais locais;

4. Se o júri entender que os trabalhos em apreço não reúnem a qualidade necessária, não serão atribuídos prémios.

Disposições Finais
Artigo 9.º
Aceitação das condições
1. Os concorrentes ao participarem no concurso aderem às condições presentes neste regulamento;
2. Os textos dos candidatos ficam na posse da organização;
3. Da decisão do júri não haverá recurso;
4. Para mais informações os interessados poderão contactar os professores de Espanhol das escolas envolvidas;
5. Qualquer caso omisso será resolvido pelo conjunto dos professores organizadores.

domingo, 5 de dezembro de 2010

MATEMÁTICA

Foi recentemente publicado um estudo, “Teaching Math to the Talented”, de Eric A. Hanushek, Paul E. Peterson, e Ludger Woessmann, passível de ser consultado, por exemplo, em educationext.org, no qual, apesar da ênfase ser colocada no desempenho dos alunos norte-americanos em comparação com outros alunos de países desenvolvidos, poderemos verificar a posição que Portugal ocupa neste ranking. Uma importante conclusão é a de que em Portugal a percentagem de alunos com um desempenho muito elevado a matemática não chega a 5%. Com mais de 10% (o dobro) de alunos com alto desempenho a matemática estão a Suécia, França, Islândia, Dinamarca, Estónia, Eslovénia, Áustria, China, Alemanha, Austrália, e Canadá, e ainda 2 estados americanos. Com mais do 15% (o triplo) de alunos com alto desempenho a matemática está o Japão, República Checa, Holanda, Suíça, Nova Zelândia, Liechtenstein e Bélgica. A Finlândia, Coreia do Sul e Hong Kong têm mais de 20% (o quádruplo) de alunos com alto desempenho a matemática, e, no topo, com mais de 25% (o quíntuplo) de alunos com alto desempenho a matemática, está Taiwan. Pense-se nisto quando se ouvir alguém dizer que faz falta dar um sentido aos nossos actuais sacrifícios e que é preciso olhar para experiências educativas que transcendam o nosso mundo ocidental, para podermos melhorar. Em anteriores reparos, olhamos, já, para a questão da formação de professores, como possível constrangimento para as nossas dificuldades a matemática. Hoje, continuando a recensear o que de melhor o debate e discussão públicas em Portugal vai proporcionando a este propósito, debruçar-nos-emos sobre os programas de matemática, a partir do recente contributo de António Bívar, Carlos Santos e Luís Aires, professores e investigadores portugueses, em diferentes níveis de ensino (Superior e Secundário), na área da matemática.
O primeiro aspecto para o qual os autores chamam a atenção é para a existência de uma tradição plurimilenar nos trajectos do ensino matemático, uma fonte inesgotável das estratégias adoptadas ao longo dos séculos que nos permitem evitar um experimentalismo estéril: sabemos o que tem dado resultados. Nem sempre assim relativamente a outras ciências. Assim, concluem, é uma evidência que a progressão no conhecimento matemático nunca dispensou a realização de exercícios repetitivos e a realização de problemas (word-problems, na literatura especializada) e, nestes, de problemas com diferentes elementos e finalidades: por um lado, problemas que, ainda que partindo de historias problematizadas, possam encarnar características idealizadas e, assim, corresponder a um primeiro nível de abstracção; por outro, a análise de questões directamente relacionadas com o que efectivamente encontramos no dia-a-dia. Se nenhum destes dois tipos de problemas podem ser dispensados, os autores enumeram, exaustivamente, nos programas de matemática dos diferentes níveis de ensino, a opção muito clara pelos problemas realistas, retirados do quotidiano, indo ao encontro dos interesses e da realidade – presumida e, muitas vezes, de facto efectivada – dos alunos, abdicando, largamente, da dimensão abstracta dos problemas, o que, somando-se a testes que os autores consideram fáceis – os exemplos são mesmo de Maio deste ano (2010), dos exames do 4º ano e, ainda, do segundo ciclo do ensino básico – faz com que não tenhamos capacidade para responder ao grau de complexidade de problemas postos a alunos do mesmo nível de ensino, de outros países (a comparação é feita com a Rússia). O facto de os problemas no 1º ciclo do ensino básico raramente conterem problemas com mais de dois passos, e de aí não formarem um tema independente, mas virem quase sempre acompanhados com outras tarefas – ao contrário de outros países, agora o exemplo é Singapura, com o tema do problema de dois passos a ser um item independente, logo no 3º ano de escolaridade – não contribui para melhorias. Em síntese, temos problemas verbais de poucos passos, muito orientados e acompanhados de figuras (e com enunciados quase sempre pouco criativos). A preocupação com o carácter realista deixa de lado óptimos problemas tradicionais. Também no tema das fracções este carácter realista se impõe ao treino operatório, e o problema com as fracções surge mesmo, posteriormente, nas universidades, por falhas de ensino eventualmente assim (e aqui) geradas. Também o recurso exagerado a calculadoras – denunciado por Andrei Toom – na comparação entre o ensino russo – melhor – com o norte-americano – menos bom - pode constituir um problema para nós.
Somos com Daniel Sampaio quando este aconselha famílias e escolas a debaterem as questões trazidas pelos livros e conferências que vêem sendo organizadas sob a égide de António Barreto, na Fundação Francisco Manuel dos Santos. Permite-nos compreender melhor o país e, assim, exercer uma cidadania mais consciente. O carácter excessivamente realista dos programas é um fio que liga as denúncias de Maria do Carmo Vieira quanto ao que vai mal no ensino do português e aquilo a que os denunciadores da perspectiva construtivista na educação apontam também ao ensino da Matemática. Estas e muitas outras questões emergem, quanto à Matemática, no mais recente “Fazer contas ajuda a pensar?”. Vale a pena debater em casa, na tertúlia de amigos, no trabalho e, claro, na escola.

Boa Semana

Pedro Miranda

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sida - Pequeno Momento Musical

Realizou-se, hoje, pelas 9.45h, um Pequeno Momento Musical, integrado no âmbito da Área de Projecto do 7ºA que aborda o tema da Sida. Esta iniciativa foi levada a efeito pelos alunos desta turma e de outros integrados no Regime Articulado com o CRVMVR.
Foram declamados poemas de Bárbara Ribeiro, Beatriz Patarata, António Lima, Sara Gil, José Maria Reis, Carlos Barros, Anabela Lima e Mafalda Perdicóulis, seguidos de interpretações musicais pelos duetos Alex Ramos/ Beatriz Bento, José Magalhães/ Gonçalo Capela, João Gonçalves/ Ana Leandro e António Dias/ Nuno Montezinho.



Texto e imagem
J. Costa

sábado, 27 de novembro de 2010

1º de Dezembro de 2010

O Sarau do 1º de Dezembro, organizado pela A3LC2B, teve lugar no Grande Auditório do Teatro de Vila Real. Este ano, o produto da bilheteira reverte a favor da Pediatria do Hospital de Vila Real.
A primeira parte iniciou-se com os habituais discursos da Associação dos Antigos Alunos e da Direcção da Escola. Posteriormente foram agraciados os alunos com a melhor média de curso (Francisco Gonçalves) e a melhor média na disciplina de Português (Marta Silva).
De seguida, actuaram Vaz de Carvalho, Cantares da Camilo,Os Fabba, Grupo de Bailado e Balioso Choro Pyjamãinte.
Na segunda parte, estiveram em palco as Turmas MCMLXXXVIII, Sexteto 111.111, Balioso Choro Pyjamãinte e o Fado da Despedida Com Todos.
É de destacar que todas estas intervenções foram magistralmente apresentadas pela dupla imprescindível M & M (Merenciana e Marido), com o humor sempre na ponta da língua.

Os apresentadores na dura tarefa, mas sempre conseguida, de não deixar o público ir embora. Lá mais para o final, enquanto se repastam, o público saliva...

O coro das "Crisetes" gentilmente emprestado aos Cantares da Camilo.



Um concerto de guitarra e assobio por Vaz de Carvalho e J. M. Santos.



Os Fabba e o coro de fralda.

Grupo de Ballet.



Bailado "Piaf".


Pyjamântica surpresa com alma sevilhana.


Turmas MCMLXXXVIII com África no corpo.


O Sexteto 111.111 e a música Prapular. Houve quem não resistiu e foi ao palco dar uma "virada" .

O Balioso Choro Pyjamãinte na interpretação da infiel " Laurinda, Linda, Linda".

Texto e fotos: João Costa

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Instantes do Regadinho





Reportagem Fotográfica
Fátima Rodrigues

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Prémio de Poesia 2010 - Fernão Magalhães Gonçalves

Tal como anunciado no "À Procura", realizou-se ontem, nas instalações do Governo Civil de Vila Real, a cerimónia de atribuição do Prémio de Poesia - Fernão Magalhães Gonçalves - 2010 à publicação "Sonata ao Douro" do poeta António Fortuna.
As diversas intervenções pertenceram ao Senhor Governador Civil, à Drª Paula Fortuna, Drª Manuela Morais, Dr. Henrique Morgado e ao laureado, Dr. António Fortuna.
Entre vários textos ditos pela Drª Paula Fortuna e pelo Dr.Henrique Morgado, Vieira da Costa interpretou musicalmente o poema "Rio", dedicado pelo poeta a António Cabral.
A finalizar, o grupo de Bailado da Professora Virgínia Cardoso apresentou uma encenação enquadrada na temática da obra vencedora.





Texto e imagem: João Costa

Dia Mundial dos Direitos do Homem



Irá ser comemorada no dia 11 de Dezembro a actividade dedicada ao "Dia Mundial dos Direitos do Homem" que contará com trabalhos de pesquisa e investigação dos alunos das turmas A e E do 9.º ano numa exposição temática.

O professor de História Hugo Bento

"A Energia Nuclear".


Cartaz e e Texto da Actividade Integradora do EFA C8, realizada no dia 17 de Novembro e subordinada ao tema "A Energia Nuclear".

Música

"Quero decidir, quero intervir"


É necessário armazenar os resíduos
Nucleares em locais protegidos
É mais cara do que as demais
Há risco de acidente, nas centrais
Pode interferir com os ecossistemas
Não se aproveitam os resíduos produzidos
É mais cara do que as demais
Há risco de acidente nas centrais

Quero decidir
Quero intervir

Não contribui para o efeito estufa
A tecnologia do processo é bastante conhecida
É a fonte mais concentrada
De geração de energia

Quero decidir
Quero intervir

Estes motivos não são por si conclusivos
Não sabemos qual a decisão a tomar

Quero decidir
Quero intervir

Estes motivos não são por si conclusivos
Não sabemos qual a decisão a tomar.

Projecto «Histórias com História»


O Projecto «Histórias com História» procura desafiar os alunos na busca por novos conhecimentos, para além dos manuais escolares. Trata-se de um projecto da disciplina de História de 9.º ano e irá contar, ao longo do ano, com várias iniciativas.
A primeira actividade deste projecto irá ser apresentada no dia 11 de Dezembro e contará com trabalhos de pesquisa e investigação dos alunos das turmas A e E.
Enviado por Hugo Bento

Quadras de S. Martinho

Apresentação de Quadras de S. Martinho numa Organização da Mediateca

A quadra mais votada, entre as produzidas por alunos:

De mãos e roupas enfarruscadas
Toca toda a gente a descascar
As tão quentinhas castanhas
Que este S Martinho tem para nos dar!
(Inês Pinto, 11ºI)

Outras quadras que se salientaram, a cada 45 minutos, entre as 83 produzidas por alunos.

Pelo S.Martinho
Há castanhas, lume e vinho
Mas eu sou um malandro
E prefiro estar quentinho.
(José Pinto 10ºI)

Neste dia especial
Castanhas vamos assar
Para este dia
Juntos festejar
(Milene Fraga 7ºF )

S.Martinho
Está a chegar
A s castanhas
Vamos assar.
(Carlos Seixas 7ºC)

O frio vai chegar
Roupas quentes vamos ter
Animais a hibernar
E o Natal a aparecer.
(Filipe Correia 10ºM)

No dia de S.Martinho
Vamos festejar
Acender uma fogueira
E castanhas assar.
(Nádia, Rita e Vanessa 7ºB)

No dia de S.Martinho
Não te esqueças de cantar
É bom comer as castanhas
Com bom vinho a acompanhar.
(Ana Filipa Paulo 7ºG)

Castanhas, castanhas
Que boas que elas são
Quentinhas, assadinhas
Fazem bem ao coração.
(Samuel Ferreira 8ºE)

São Martinho, dia da castanha,
Pão e vinho são entrada
Todos são convidados
Para esta festa abençoada.
(Luís Marinheiro, nº 10, 10ºE)


Das 16 quadras entregues, seguem as mais votadas, produzidas, respectivamente, por professor e funcionária.

De números pouco sabe o São Martinho,
Nada de estranhar nestes tempos
O que importa é o tintinho,
Por isso é que sou seu amiguinho.
(António Teixeira)

Ó meu rico São Martinho
Arranjai-me um namorado
Para comermos as castanhas
No quentinho bem agarrado.
(Maria João)

S.Martinho

No dias 10 e 11 de Novembro, os alunos do 7.º ano, após a realização de uma pesquisa bibliográfica e na internet acerca da vida e obra de S. Martinho bem como de lendas, provérbios, quadras e curiosidades associadas a esta figura histórica, expuseram os seus trabalhos numa Exposição Temática comemorativa a este Santo Popular. À comunidade escolar foi distribuído um folheto (com a Lenda e História de S. Martinho) e um desdobrável, chamado "Os Sabores de S. Martinho" em forma de Livro de Receitas (doces, sopas, pratos, ...). Para apimentar o Outono, foi apresentado um documentário com a História de S. Martinho, a música "O Homem das Castanhas" de Carlos do Carmo e imagens de Outono do Parque Florestal. Espero que lhe tenha agradado.

Os alunos do 7.º ano

Enviado por Hugo Bento

A HISTÓRIA E O MUSEU DE ARQUEOLOGIA E NUMISMÁTICA

Nos dias 9 e 10 de Novembro, as turmas D, E e F do 7.º ano visitaram o Museu de Arqueologia e Numismática de Vila Real, sob a orientação do professor de História, Hugo Bento. Durante a visita, os alunos foram desafiados a conhecer e a compreender a história de alguns vestígios neolíticos da região transmontana, a maioria reunida pelo Sr. João Parente. Tendo atenção à explicação da guia do museu, observaram-se maquetes de construções megalíticas (como antas ou dólmens, cuja construção demorava cerca de 20 a 30 anos), diversos machados de pedra, objectos em ferro e estátuas-estelas (que serviam para rituais de fertilidade e fecundidade). Conheceram ainda objectos de população castreja, como mós, triscele e um colar em ouro usado pelo chefe do aldeamento em ocasiões especiais, conhecido por torque, e com um peso aproximado de 300 gramas. Convém destacar que os alunos, sempre atentos às explicações da guia e do professor, participaram com bastante empenho, não só porque foi uma aula diferente, como demonstraram um companheirismo exemplar entre todos e, no final, manifestaram um enorme agrado por esta iniciativa, dizendo que: “Assim percebemos melhor a matéria”; “ forma divertidíssima de saber mais da história”; “aula de campo muito positiva”; “com esta aula, conseguimos ver na realidade, o que já tínhamos falado nas aulas”; “muito interessante observar os objectos utilizados antigamente e saber os costumes das pessoas”; “aprendemos melhor sobre a história da nossa região”; “percebermos melhor o que aconteceu com os nossos antepassados” ou “adorei esta visita”. No final da visita, todos foram unânimes em dizer que “havíamos de fazer mais vezes”.

Texto elaborado pelos alunos em conjunto com o professor.


7ºF

7ºE

7ºD
Enviado por Hugo Bento