Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Natal Multicultural

No dia 16 de Dezembro, os formandos dos cursos de Educação e Formação de Adultos, os formandos estrangeiros que frequentam o curso de Português, na nossa escola, e os respectivos formadores assistiram ao concerto do formando Arménio que teve lugar na Mediateca. Os formandos da Europa de Leste encerraram o espectáculo entoando cânticos de Natal, na sua língua materna. Após o concerto formadores e formandos, numa manifesta confraternização multicultural, deliciaram-se com as iguarias típicas de Trás-os-Montes, da Europa de Leste e de Marrocos, e dançaram ao som dos ritmos eslavos e latinos.










Texto e imagem: Isabel Machado

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

La chorale de Noël au lycée

Ao terminar este 1ºperíodo escolar, o Grupo de Francês não podia deixar passar em branco esta quadra, à semelhança dos anos anteriores. Assim e paralelamente à "Foirefouille de Noël " que mais uma vez grangeou amigos e fãs das tradições natalícias francesas, a escola foi presenteada por um mini concerto de Natal, oferecido com toda a mestria, pelos alunos de Francês do 7º ano.
Aos pequenos cantores e músicos que nos brindaram com uma magnífica interpretação dos seculares "Vive le vent" e "Mon beau sapin" o nosso BRAVO!
Ficamos à espera de mais.



A árvore inteira feita de meias foi o cenário para os pequenos cantores.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Natal é… acarinhar quem nos acarinhou!


Os alunos da turma F do 9.º ano de escolaridade, acompanhados pelos seus professores, visitaram o Lar de Nossa Senhora das Dores no dia 14 de Dezembro, pelas 16 horas. Foram recebidos com muito carinho e atenção por parte dos utentes do lar. Estes declamaram poemas e dançaram alegremente, mostrando que a vida permanece dentro deles e para além do tempo.
Os jovens presentearam os seus “novos” amigos com uma coreografia e karaoke, e todos cantaram animadamente canções populares portuguesas.
E assim se fez Natal!


Enviado por Marília Martins e Elza Pinto

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

À Descoberta da Arte de Amadeo Souza-Cardoso e de Serralves




Alunos no Museu de Serralves, acompanhados pelo professor Hugo Bento




Entrada do Museu Amadeo de Souza-Cardoso (Amarante).

No dia 25 de Novembro, os alunos das turmas A e E do 9.º ano participaram numa visita de estudo cujo objectivo era descobrir a Arte Contemporânea, no âmbito das disciplinas de História e de Educação Visual. Para isso, de manhã, a visita decorreu no espaço do Museu Amadeo de Souza-Cardoso, em Amarante, e à tarde, no Museu de Serralves. As fotos publicadas mostram a boa disposição em que decorreu a visita, marcada ainda pela atenta observação dos alunos não só na obra de Amadeo de Souza-Cardoso mas também nas várias formas de arte contemporânea sugeridas na Exposição "Às Artes, Cidadãos !", patente no Museu de Serralves. A visita a Serralves terminou com um passeio pelos magníficos jardins e pelo exemplo de Art Déco da Casa de Serralves.

domingo, 12 de dezembro de 2010


O papel humanizador dos professores

Se há algo de que os alunos de Filosofia das nossas escolas secundárias não se podem queixar é do facto de terem, durante o período lectivo, uma carga enorme de argumentos e contra-argumentos relacionados com todo o tipo de questões durante as aulas. Será obra apenas dos alunos?
O papel humanizador, dedicado, mas exigente dos professores tem este traço solidário de serem eles a aprender na sua vez, mas depois dar a aprender, isto é, ensinar. Não será honrado ser-se professor, saber que se está a cultivar a cidadania nos alunos, esperando que ela germine, um contexto muito maior do que simplesmente dar a conhecer matérias?
No entanto, como se costuma dizer, nem tudo são rosas. Cultivar não é sempre sinónimo de conseguir, nem de vencer. O último passo, para colher os frutos, neste caso as flores, trata-se de as cortar gentilmente e calmamente, sempre tendo cuidado com os espinhos. A responsabilidade futura de um professor situa-se na condição que o trabalho por ele desenvolvido influenciará sempre o futuro dos alunos, e para uma rosa abrir é preciso ser-se delicado.
Assim, este trabalho requer cuidado, tempo e muita disponibilidade, pois o futuro e a responsabilidade que os professores têm sobre o futuro dos alunos, apesar de não serem os únicos, será determinante no futuro do país.

Pedro Baptista, 11ºB
O Valor de Educar na perspectiva dos aprendizes de filósofos

Eu confio em vós, para que este futuro aconteça.

Eu, como mero estudante e aprendiz da vida, partilho a opinião de muitos sábios de que educar é das mais importantes formas de estruturar o carácter de uma pessoa e de definir os seus valores.
Como todos deverão saber, e bem melhor do que eu, a tarefa de educar é enorme e, ao contrário de muitos de vós, poucos terão a coragem e a preocupação de o fazer bem.
Para um mundo melhor não será de valor termos pessoas bem formadas, educadas e com vontade de fazer o acertado? Não será melhor alguém de carácter forte, com ganas de evoluir? Alguém capaz de habitar esta Terra e torná-la melhor? Pois, para isto é preciso começar do princípio, pela formação da pessoa, dar-lhe as bases necessárias para que ela possa suportar o peso da mudança, o peso do amanhã. O tipo de pessoa em que nos tornaremos depende dos valores dentro de nós e só uma educação apropriada nos dará os valores necessários para que o amanhã nasça radiante.
Eu confio em vós, para que este futuro aconteça.
André Machado, 11ºB
Excerto da obra “O Valor de Educar” de Fernando Savater

«Permita-me, querida amiga, que comece este livro dirigindo-me a si para lhe prestar um tributo de admiração e para lhe dedicar estas páginas. Chamo-lhe “amiga” embora possa ser também um “amigo”, uma vez que me dirijo a todos e a cada um dos mestres. Optar pelo feminino, nesta ocasião é mais do que um piscar de olhos ao politicamente correcto. Em primeiro lugar, porque o ensino elementar neste país está maioritariamente a cargo do sexo feminino; em segundo, por uma razão íntima, que fica suficientemente esclarecida com a dedicatória da obra e que porventura está subjacente, como oferta de amor, à própria intenção de a escrever.
No que respeita à admiração, tão-pouco há a pretensão oportunista de adulação. Considero professores e professoras como a corporação mais necessária, mais esforçada e generosa, mais civilizadora de quantos trabalham para satisfazer as exigências de um Estado democrático.»

Dedicatória da obra: “ Para a minha mãe, a minha primeira professora”.
“A criança não é um recipiente que devemos encher, mas um fogo que é preciso atear” (Montaigne).

Os testes de avaliação fazem parte da rotina escolar de professores e alunos e não raras vezes estão na origem de sentimentos de desagrado, quer por parte de alunos que são obrigados a realizá-los, quer por parte de professores que também não podem escapar à obrigação de corrigi-los…

Ainda assim, os frequentemente “mal-amados” testes podem reservar-nos agradáveis surpresas!

Neste caso, tratou-se da feliz união entre um excerto da obra “O Valor de Educar” de F. Savater, uma tarefa designada pela professora e a disponibilidade intelectual manifestada pelos alunos. Por fim, uma palavra de agradecimento a todos os alunos que reconhecem o valor de educar!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Dia Mundial dos Direitos Humanos

O Dia Mundial dos Direitos Humanos comemora-se no dia 10 de Dezembro, aprovado pela Assembleia das Nações Unidas em 1948. Resultou da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que procura alertar toda a Humanidade na luta pela Paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, raças, credos e ideologias. O vídeo, realizado pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano com o professor de História, procura lembrar na Comunidade os Direitos Fundamentais do Homem... para que nunca se esqueçam !

Projecto «Histórias com História»

O projecto «Histórias com História» é um projecto anual que procura promover trabalhos de investigação no campo da História. No vídeo, apresentam-se pequenos projectos realizados pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano sobre temáticas ligadas aos finais do século XIX e primeiras décadas do século XX, menos exploradas em aula e nos manuais escolares.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Visita à Biblioteca - 7ºD

A turma do 7ºD visitou ontem, durante a aula de Estudo Acompanhado, a Biblioteca da Escola e os arquivos anexos. Assim, numa primeira parte, a professora Adelaide Jordão procedeu à apresentação deste apoio centenário que os alunos têm à sua disposição, assim como a sua orgânica. Neste sentido, os alunos receberam um folheto com informação importante sobre a Biblioteca e foram ainda sensibilizados para a sua participação no Concurso Nacional de Leitura. De seguida, o senhor Roberto, funcionário da Biblioteca, fez uma visita guiada pelos Arquivos anexos à Biblioteca, destacando o importante espólio. Num arquivo, realçou o acervo bibliográfico relacionado com as ex-colónias, tal como algumas obras de arte provenientes do continente africano; no outro arquivo, chamou a atenção para a documentação e registos datados ainda do século XIX, relacionados com a história efectiva da escola.


Registo pessoal.
Além deste documento, os alunos produziram um texto colectivo sobre a biblioteca.


Escutando a história e função da Biblioteca.



A professoa Adelaide Jordão apresenta alguns manuscritos antigos produzidos na escola.


O senhor Roberto na explicitação do espólio presente nos Arquivos.

Numa atitude teatral, houve quem não resistisse a mudar de máscara...


Texto e imagens
João Costa

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

I Concurso de Escrita “Carta a los Reyes Magos”

(Clique na imagem para aumentar)

Regulamento
CAPÍTULO I
Âmbito
Artigo 1.º

Instituição

Os professores de Espanhol das Escolas: Sec./3 do Morgado de Mateus - Vila Real, Sec./3 Camilo Castelo Branco – Vila Real, Sec./3 de São Pedro – Vila Real, Agrupamento vertical de Escolas de Monsenhor Jerónimo do Amaral – Vila Real, Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Pouca de Aguiar - Sul – Vila Pouca de Aguiar - Agrupamento Vertical de Escolas Dr. João de Araújo Correia – Peso da Régua – e Agrupamento de Escolas de Alijó - Alijó, com a colaboração da Câmara Municipal de Vila Real (representado pelo Gabinete de Relações Internacionais e Cooperação), município geminado com as cidades espanholas de Benavente e Ourense, e os docentes da área de Espanhol do DLAC da UTAD promovem o I Concurso de Escrita denominado "Carta a los Reyes Magos", partindo da selecção de cartas enviadas, no âmbito da Comemoração do Dia de Reis.

Artigo 2.º
Objectivos

São objectivos do I Concurso de Escrita “Carta a los Reyes Magos”:
a) Divulgar aspectos civilizacionais e culturais espanhóis;
b) Activar conhecimentos de língua e de cultura espanhola;
c) Fomentar e consolidar hábitos de escrita;
d) Promover a criatividade e a imaginação.

Artigo 3.º
Destinatários

Alunos de Espanhol dos Ensinos Básico (Regular) - 3º ciclo - e Secundário (Regular) das Escolas organizadoras.

Artigo 4.º
Modalidades

1. Os textos serão escritos em prosa e em língua espanhola;
2. Só poderão ser submetidos a concurso textos inéditos;
3. Os textos deverão ser digitados em computador em letra Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5;
4. Os textos deverão ter obrigatoriamente um título;
5. Os textos deverão ter entre 50 e 120 palavras;


CAPÍTULO II
Organização
Artigo 5.º
Apresentação de Candidaturas
1. Os textos deverão ser entregues nas Escolas envolvidas até ao dia 16 de Dezembro de 2010;
2. Os textos deverão ser assinados com pseudónimo e entregues em envelope fechado, em cujo rosto se deve escrever I Concurso de escrita “Carta a Los Reyes Magos” e as siglas EB – Ensino Básico - ou ES – Ensino Secundário;
3. O envelope referido no ponto dois deve conter outro envelope com o pseudónimo registado por fora e com uma folha onde conste a identificação completa (nome, número, turma e escola);
4. Apenas é permitida uma só candidatura por aluno;
5. Os resultados serão divulgados a 6 de Janeiro de 2011, dia de Reis, nas páginas WEB das escolas, site da Câmara Municipal e meios de comunicação locais.

Artigo 6.º
Júri
1. O júri será composto pelos professores de Espanhol das Escolas envolvidas, presidido por um elemento do Gabinete de Relações Internacionais e Cooperação da Câmara Municipal de Vila Real – Dr.ª Cláudia Araújo – e pelos docentes do Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Dr.ª Cátia Teixeira e Dr. José Giménez;
2. Os critérios de apreciação são os seguintes: domínio da língua, organização, coerência e coesão do texto, enquadramento na tipologia textual, respeito pelo tema e criatividade e inovação.

Artigo 7.º

Divulgação dos resultados
1. Os concorrentes premiados receberão a informação pelos professores de Espanhol da(s) escola(s) a que pertencem.

CAPÍTULO III
Prémios

Artigo 8.º
Classificação e valores

1. Apenas seis textos sairão vencedores, três para o Ensino Básico e três para o Ensino Secundário;

2. Poderá ser atribuída uma menção honrosa a outros textos, se tal se justificar;

3. Os vencedores dos primeiros lugares de cada nível de ensino terão a oportunidade de ver os seus textos publicados nos jornais escolares das Escolas participantes e jornais locais;

4. Se o júri entender que os trabalhos em apreço não reúnem a qualidade necessária, não serão atribuídos prémios.

Disposições Finais
Artigo 9.º
Aceitação das condições
1. Os concorrentes ao participarem no concurso aderem às condições presentes neste regulamento;
2. Os textos dos candidatos ficam na posse da organização;
3. Da decisão do júri não haverá recurso;
4. Para mais informações os interessados poderão contactar os professores de Espanhol das escolas envolvidas;
5. Qualquer caso omisso será resolvido pelo conjunto dos professores organizadores.

domingo, 5 de dezembro de 2010

MATEMÁTICA

Foi recentemente publicado um estudo, “Teaching Math to the Talented”, de Eric A. Hanushek, Paul E. Peterson, e Ludger Woessmann, passível de ser consultado, por exemplo, em educationext.org, no qual, apesar da ênfase ser colocada no desempenho dos alunos norte-americanos em comparação com outros alunos de países desenvolvidos, poderemos verificar a posição que Portugal ocupa neste ranking. Uma importante conclusão é a de que em Portugal a percentagem de alunos com um desempenho muito elevado a matemática não chega a 5%. Com mais de 10% (o dobro) de alunos com alto desempenho a matemática estão a Suécia, França, Islândia, Dinamarca, Estónia, Eslovénia, Áustria, China, Alemanha, Austrália, e Canadá, e ainda 2 estados americanos. Com mais do 15% (o triplo) de alunos com alto desempenho a matemática está o Japão, República Checa, Holanda, Suíça, Nova Zelândia, Liechtenstein e Bélgica. A Finlândia, Coreia do Sul e Hong Kong têm mais de 20% (o quádruplo) de alunos com alto desempenho a matemática, e, no topo, com mais de 25% (o quíntuplo) de alunos com alto desempenho a matemática, está Taiwan. Pense-se nisto quando se ouvir alguém dizer que faz falta dar um sentido aos nossos actuais sacrifícios e que é preciso olhar para experiências educativas que transcendam o nosso mundo ocidental, para podermos melhorar. Em anteriores reparos, olhamos, já, para a questão da formação de professores, como possível constrangimento para as nossas dificuldades a matemática. Hoje, continuando a recensear o que de melhor o debate e discussão públicas em Portugal vai proporcionando a este propósito, debruçar-nos-emos sobre os programas de matemática, a partir do recente contributo de António Bívar, Carlos Santos e Luís Aires, professores e investigadores portugueses, em diferentes níveis de ensino (Superior e Secundário), na área da matemática.
O primeiro aspecto para o qual os autores chamam a atenção é para a existência de uma tradição plurimilenar nos trajectos do ensino matemático, uma fonte inesgotável das estratégias adoptadas ao longo dos séculos que nos permitem evitar um experimentalismo estéril: sabemos o que tem dado resultados. Nem sempre assim relativamente a outras ciências. Assim, concluem, é uma evidência que a progressão no conhecimento matemático nunca dispensou a realização de exercícios repetitivos e a realização de problemas (word-problems, na literatura especializada) e, nestes, de problemas com diferentes elementos e finalidades: por um lado, problemas que, ainda que partindo de historias problematizadas, possam encarnar características idealizadas e, assim, corresponder a um primeiro nível de abstracção; por outro, a análise de questões directamente relacionadas com o que efectivamente encontramos no dia-a-dia. Se nenhum destes dois tipos de problemas podem ser dispensados, os autores enumeram, exaustivamente, nos programas de matemática dos diferentes níveis de ensino, a opção muito clara pelos problemas realistas, retirados do quotidiano, indo ao encontro dos interesses e da realidade – presumida e, muitas vezes, de facto efectivada – dos alunos, abdicando, largamente, da dimensão abstracta dos problemas, o que, somando-se a testes que os autores consideram fáceis – os exemplos são mesmo de Maio deste ano (2010), dos exames do 4º ano e, ainda, do segundo ciclo do ensino básico – faz com que não tenhamos capacidade para responder ao grau de complexidade de problemas postos a alunos do mesmo nível de ensino, de outros países (a comparação é feita com a Rússia). O facto de os problemas no 1º ciclo do ensino básico raramente conterem problemas com mais de dois passos, e de aí não formarem um tema independente, mas virem quase sempre acompanhados com outras tarefas – ao contrário de outros países, agora o exemplo é Singapura, com o tema do problema de dois passos a ser um item independente, logo no 3º ano de escolaridade – não contribui para melhorias. Em síntese, temos problemas verbais de poucos passos, muito orientados e acompanhados de figuras (e com enunciados quase sempre pouco criativos). A preocupação com o carácter realista deixa de lado óptimos problemas tradicionais. Também no tema das fracções este carácter realista se impõe ao treino operatório, e o problema com as fracções surge mesmo, posteriormente, nas universidades, por falhas de ensino eventualmente assim (e aqui) geradas. Também o recurso exagerado a calculadoras – denunciado por Andrei Toom – na comparação entre o ensino russo – melhor – com o norte-americano – menos bom - pode constituir um problema para nós.
Somos com Daniel Sampaio quando este aconselha famílias e escolas a debaterem as questões trazidas pelos livros e conferências que vêem sendo organizadas sob a égide de António Barreto, na Fundação Francisco Manuel dos Santos. Permite-nos compreender melhor o país e, assim, exercer uma cidadania mais consciente. O carácter excessivamente realista dos programas é um fio que liga as denúncias de Maria do Carmo Vieira quanto ao que vai mal no ensino do português e aquilo a que os denunciadores da perspectiva construtivista na educação apontam também ao ensino da Matemática. Estas e muitas outras questões emergem, quanto à Matemática, no mais recente “Fazer contas ajuda a pensar?”. Vale a pena debater em casa, na tertúlia de amigos, no trabalho e, claro, na escola.

Boa Semana

Pedro Miranda

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Sida - Pequeno Momento Musical

Realizou-se, hoje, pelas 9.45h, um Pequeno Momento Musical, integrado no âmbito da Área de Projecto do 7ºA que aborda o tema da Sida. Esta iniciativa foi levada a efeito pelos alunos desta turma e de outros integrados no Regime Articulado com o CRVMVR.
Foram declamados poemas de Bárbara Ribeiro, Beatriz Patarata, António Lima, Sara Gil, José Maria Reis, Carlos Barros, Anabela Lima e Mafalda Perdicóulis, seguidos de interpretações musicais pelos duetos Alex Ramos/ Beatriz Bento, José Magalhães/ Gonçalo Capela, João Gonçalves/ Ana Leandro e António Dias/ Nuno Montezinho.



Texto e imagem
J. Costa

sábado, 27 de novembro de 2010

1º de Dezembro de 2010

O Sarau do 1º de Dezembro, organizado pela A3LC2B, teve lugar no Grande Auditório do Teatro de Vila Real. Este ano, o produto da bilheteira reverte a favor da Pediatria do Hospital de Vila Real.
A primeira parte iniciou-se com os habituais discursos da Associação dos Antigos Alunos e da Direcção da Escola. Posteriormente foram agraciados os alunos com a melhor média de curso (Francisco Gonçalves) e a melhor média na disciplina de Português (Marta Silva).
De seguida, actuaram Vaz de Carvalho, Cantares da Camilo,Os Fabba, Grupo de Bailado e Balioso Choro Pyjamãinte.
Na segunda parte, estiveram em palco as Turmas MCMLXXXVIII, Sexteto 111.111, Balioso Choro Pyjamãinte e o Fado da Despedida Com Todos.
É de destacar que todas estas intervenções foram magistralmente apresentadas pela dupla imprescindível M & M (Merenciana e Marido), com o humor sempre na ponta da língua.

Os apresentadores na dura tarefa, mas sempre conseguida, de não deixar o público ir embora. Lá mais para o final, enquanto se repastam, o público saliva...

O coro das "Crisetes" gentilmente emprestado aos Cantares da Camilo.



Um concerto de guitarra e assobio por Vaz de Carvalho e J. M. Santos.



Os Fabba e o coro de fralda.

Grupo de Ballet.



Bailado "Piaf".


Pyjamântica surpresa com alma sevilhana.


Turmas MCMLXXXVIII com África no corpo.


O Sexteto 111.111 e a música Prapular. Houve quem não resistiu e foi ao palco dar uma "virada" .

O Balioso Choro Pyjamãinte na interpretação da infiel " Laurinda, Linda, Linda".

Texto e fotos: João Costa