quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Natal Multicultural
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
La chorale de Noël au lycée
Aos pequenos cantores e músicos que nos brindaram com uma magnífica interpretação dos seculares "Vive le vent" e "Mon beau sapin" o nosso BRAVO!
Ficamos à espera de mais.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Natal é… acarinhar quem nos acarinhou!
Os alunos da turma F do 9.º ano de escolaridade, acompanhados pelos seus professores, visitaram o Lar de Nossa Senhora das Dores no dia 14 de Dezembro, pelas 16 horas. Foram recebidos com muito carinho e atenção por parte dos utentes do lar. Estes declamaram poemas e dançaram alegremente, mostrando que a vida permanece dentro deles e para além do tempo.
Os jovens presentearam os seus “novos” amigos com uma coreografia e karaoke, e todos cantaram animadamente canções populares portuguesas.
E assim se fez Natal!
Enviado por Marília Martins e Elza Pinto
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
À Descoberta da Arte de Amadeo Souza-Cardoso e de Serralves
domingo, 12 de dezembro de 2010
O papel humanizador dos professores
Se há algo de que os alunos de Filosofia das nossas escolas secundárias não se podem queixar é do facto de terem, durante o período lectivo, uma carga enorme de argumentos e contra-argumentos relacionados com todo o tipo de questões durante as aulas. Será obra apenas dos alunos?
O papel humanizador, dedicado, mas exigente dos professores tem este traço solidário de serem eles a aprender na sua vez, mas depois dar a aprender, isto é, ensinar. Não será honrado ser-se professor, saber que se está a cultivar a cidadania nos alunos, esperando que ela germine, um contexto muito maior do que simplesmente dar a conhecer matérias?
No entanto, como se costuma dizer, nem tudo são rosas. Cultivar não é sempre sinónimo de conseguir, nem de vencer. O último passo, para colher os frutos, neste caso as flores, trata-se de as cortar gentilmente e calmamente, sempre tendo cuidado com os espinhos. A responsabilidade futura de um professor situa-se na condição que o trabalho por ele desenvolvido influenciará sempre o futuro dos alunos, e para uma rosa abrir é preciso ser-se delicado.
Assim, este trabalho requer cuidado, tempo e muita disponibilidade, pois o futuro e a responsabilidade que os professores têm sobre o futuro dos alunos, apesar de não serem os únicos, será determinante no futuro do país.
Pedro Baptista, 11ºB
Eu confio em vós, para que este futuro aconteça.
Eu, como mero estudante e aprendiz da vida, partilho a opinião de muitos sábios de que educar é das mais importantes formas de estruturar o carácter de uma pessoa e de definir os seus valores.
Como todos deverão saber, e bem melhor do que eu, a tarefa de educar é enorme e, ao contrário de muitos de vós, poucos terão a coragem e a preocupação de o fazer bem.
Para um mundo melhor não será de valor termos pessoas bem formadas, educadas e com vontade de fazer o acertado? Não será melhor alguém de carácter forte, com ganas de evoluir? Alguém capaz de habitar esta Terra e torná-la melhor? Pois, para isto é preciso começar do princípio, pela formação da pessoa, dar-lhe as bases necessárias para que ela possa suportar o peso da mudança, o peso do amanhã. O tipo de pessoa em que nos tornaremos depende dos valores dentro de nós e só uma educação apropriada nos dará os valores necessários para que o amanhã nasça radiante.
Eu confio em vós, para que este futuro aconteça.
«Permita-me, querida amiga, que comece este livro dirigindo-me a si para lhe prestar um tributo de admiração e para lhe dedicar estas páginas. Chamo-lhe “amiga” embora possa ser também um “amigo”, uma vez que me dirijo a todos e a cada um dos mestres. Optar pelo feminino, nesta ocasião é mais do que um piscar de olhos ao politicamente correcto. Em primeiro lugar, porque o ensino elementar neste país está maioritariamente a cargo do sexo feminino; em segundo, por uma razão íntima, que fica suficientemente esclarecida com a dedicatória da obra e que porventura está subjacente, como oferta de amor, à própria intenção de a escrever.
No que respeita à admiração, tão-pouco há a pretensão oportunista de adulação. Considero professores e professoras como a corporação mais necessária, mais esforçada e generosa, mais civilizadora de quantos trabalham para satisfazer as exigências de um Estado democrático.»
Dedicatória da obra: “ Para a minha mãe, a minha primeira professora”.
Os testes de avaliação fazem parte da rotina escolar de professores e alunos e não raras vezes estão na origem de sentimentos de desagrado, quer por parte de alunos que são obrigados a realizá-los, quer por parte de professores que também não podem escapar à obrigação de corrigi-los…
Ainda assim, os frequentemente “mal-amados” testes podem reservar-nos agradáveis surpresas!
Neste caso, tratou-se da feliz união entre um excerto da obra “O Valor de Educar” de F. Savater, uma tarefa designada pela professora e a disponibilidade intelectual manifestada pelos alunos. Por fim, uma palavra de agradecimento a todos os alunos que reconhecem o valor de educar!
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Dia Mundial dos Direitos Humanos
O Dia Mundial dos Direitos Humanos comemora-se no dia 10 de Dezembro, aprovado pela Assembleia das Nações Unidas em 1948. Resultou da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que procura alertar toda a Humanidade na luta pela Paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, raças, credos e ideologias. O vídeo, realizado pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano com o professor de História, procura lembrar na Comunidade os Direitos Fundamentais do Homem... para que nunca se esqueçam !
Projecto «Histórias com História»
O projecto «Histórias com História» é um projecto anual que procura promover trabalhos de investigação no campo da História. No vídeo, apresentam-se pequenos projectos realizados pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano sobre temáticas ligadas aos finais do século XIX e primeiras décadas do século XX, menos exploradas em aula e nos manuais escolares.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Visita à Biblioteca - 7ºD
Além deste documento, os alunos produziram um texto colectivo sobre a biblioteca.
A professoa Adelaide Jordão apresenta alguns manuscritos antigos produzidos na escola.
Texto e imagens
João Costa
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
I Concurso de Escrita “Carta a los Reyes Magos”
(Clique na imagem para aumentar)Artigo 1.º
Objectivos
São objectivos do I Concurso de Escrita “Carta a los Reyes Magos”:
a) Divulgar aspectos civilizacionais e culturais espanhóis;
b) Activar conhecimentos de língua e de cultura espanhola;
c) Fomentar e consolidar hábitos de escrita;
d) Promover a criatividade e a imaginação.
Artigo 3.º
Alunos de Espanhol dos Ensinos Básico (Regular) - 3º ciclo - e Secundário (Regular) das Escolas organizadoras.
Artigo 4.º
Modalidades
2. Só poderão ser submetidos a concurso textos inéditos;
3. Os textos deverão ser digitados em computador em letra Times New Roman, tamanho 12, espaçamento entre linhas de 1,5;
4. Os textos deverão ter obrigatoriamente um título;
5. Os textos deverão ter entre 50 e 120 palavras;
Apresentação de Candidaturas
1. Os textos deverão ser entregues nas Escolas envolvidas até ao dia 16 de Dezembro de 2010;
2. Os textos deverão ser assinados com pseudónimo e entregues em envelope fechado, em cujo rosto se deve escrever I Concurso de escrita “Carta a Los Reyes Magos” e as siglas EB – Ensino Básico - ou ES – Ensino Secundário;
3. O envelope referido no ponto dois deve conter outro envelope com o pseudónimo registado por fora e com uma folha onde conste a identificação completa (nome, número, turma e escola);
4. Apenas é permitida uma só candidatura por aluno;
5. Os resultados serão divulgados a 6 de Janeiro de 2011, dia de Reis, nas páginas WEB das escolas, site da Câmara Municipal e meios de comunicação locais.
Artigo 6.º
1. O júri será composto pelos professores de Espanhol das Escolas envolvidas, presidido por um elemento do Gabinete de Relações Internacionais e Cooperação da Câmara Municipal de Vila Real – Dr.ª Cláudia Araújo – e pelos docentes do Departamento de Letras, Artes e Comunicação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Dr.ª Cátia Teixeira e Dr. José Giménez;
2. Os critérios de apreciação são os seguintes: domínio da língua, organização, coerência e coesão do texto, enquadramento na tipologia textual, respeito pelo tema e criatividade e inovação.
Artigo 7.º
1. Os concorrentes premiados receberão a informação pelos professores de Espanhol da(s) escola(s) a que pertencem.
1. Apenas seis textos sairão vencedores, três para o Ensino Básico e três para o Ensino Secundário;
2. Poderá ser atribuída uma menção honrosa a outros textos, se tal se justificar;
3. Os vencedores dos primeiros lugares de cada nível de ensino terão a oportunidade de ver os seus textos publicados nos jornais escolares das Escolas participantes e jornais locais;
4. Se o júri entender que os trabalhos em apreço não reúnem a qualidade necessária, não serão atribuídos prémios.
Disposições Finais
Artigo 9.º
1. Os concorrentes ao participarem no concurso aderem às condições presentes neste regulamento;
2. Os textos dos candidatos ficam na posse da organização;
3. Da decisão do júri não haverá recurso;
4. Para mais informações os interessados poderão contactar os professores de Espanhol das escolas envolvidas;
5. Qualquer caso omisso será resolvido pelo conjunto dos professores organizadores.
domingo, 5 de dezembro de 2010
MATEMÁTICA
O primeiro aspecto para o qual os autores chamam a atenção é para a existência de uma tradição plurimilenar nos trajectos do ensino matemático, uma fonte inesgotável das estratégias adoptadas ao longo dos séculos que nos permitem evitar um experimentalismo estéril: sabemos o que tem dado resultados. Nem sempre assim relativamente a outras ciências. Assim, concluem, é uma evidência que a progressão no conhecimento matemático nunca dispensou a realização de exercícios repetitivos e a realização de problemas (word-problems, na literatura especializada) e, nestes, de problemas com diferentes elementos e finalidades: por um lado, problemas que, ainda que partindo de historias problematizadas, possam encarnar características idealizadas e, assim, corresponder a um primeiro nível de abstracção; por outro, a análise de questões directamente relacionadas com o que efectivamente encontramos no dia-a-dia. Se nenhum destes dois tipos de problemas podem ser dispensados, os autores enumeram, exaustivamente, nos programas de matemática dos diferentes níveis de ensino, a opção muito clara pelos problemas realistas, retirados do quotidiano, indo ao encontro dos interesses e da realidade – presumida e, muitas vezes, de facto efectivada – dos alunos, abdicando, largamente, da dimensão abstracta dos problemas, o que, somando-se a testes que os autores consideram fáceis – os exemplos são mesmo de Maio deste ano (2010), dos exames do 4º ano e, ainda, do segundo ciclo do ensino básico – faz com que não tenhamos capacidade para responder ao grau de complexidade de problemas postos a alunos do mesmo nível de ensino, de outros países (a comparação é feita com a Rússia). O facto de os problemas no 1º ciclo do ensino básico raramente conterem problemas com mais de dois passos, e de aí não formarem um tema independente, mas virem quase sempre acompanhados com outras tarefas – ao contrário de outros países, agora o exemplo é Singapura, com o tema do problema de dois passos a ser um item independente, logo no 3º ano de escolaridade – não contribui para melhorias. Em síntese, temos problemas verbais de poucos passos, muito orientados e acompanhados de figuras (e com enunciados quase sempre pouco criativos). A preocupação com o carácter realista deixa de lado óptimos problemas tradicionais. Também no tema das fracções este carácter realista se impõe ao treino operatório, e o problema com as fracções surge mesmo, posteriormente, nas universidades, por falhas de ensino eventualmente assim (e aqui) geradas. Também o recurso exagerado a calculadoras – denunciado por Andrei Toom – na comparação entre o ensino russo – melhor – com o norte-americano – menos bom - pode constituir um problema para nós.
Somos com Daniel Sampaio quando este aconselha famílias e escolas a debaterem as questões trazidas pelos livros e conferências que vêem sendo organizadas sob a égide de António Barreto, na Fundação Francisco Manuel dos Santos. Permite-nos compreender melhor o país e, assim, exercer uma cidadania mais consciente. O carácter excessivamente realista dos programas é um fio que liga as denúncias de Maria do Carmo Vieira quanto ao que vai mal no ensino do português e aquilo a que os denunciadores da perspectiva construtivista na educação apontam também ao ensino da Matemática. Estas e muitas outras questões emergem, quanto à Matemática, no mais recente “Fazer contas ajuda a pensar?”. Vale a pena debater em casa, na tertúlia de amigos, no trabalho e, claro, na escola.
Boa Semana
Pedro Miranda
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Sida - Pequeno Momento Musical
Foram declamados poemas de Bárbara Ribeiro, Beatriz Patarata, António Lima, Sara Gil, José Maria Reis, Carlos Barros, Anabela Lima e Mafalda Perdicóulis, seguidos de interpretações musicais pelos duetos Alex Ramos/ Beatriz Bento, José Magalhães/ Gonçalo Capela, João Gonçalves/ Ana Leandro e António Dias/ Nuno Montezinho.
J. Costa
sábado, 27 de novembro de 2010
1º de Dezembro de 2010
A primeira parte iniciou-se com os habituais discursos da Associação dos Antigos Alunos e da Direcção da Escola. Posteriormente foram agraciados os alunos com a melhor média de curso (Francisco Gonçalves) e a melhor média na disciplina de Português (Marta Silva).
De seguida, actuaram Vaz de Carvalho, Cantares da Camilo,Os Fabba, Grupo de Bailado e Balioso Choro Pyjamãinte.
Na segunda parte, estiveram em palco as Turmas MCMLXXXVIII, Sexteto 111.111, Balioso Choro Pyjamãinte e o Fado da Despedida Com Todos.
É de destacar que todas estas intervenções foram magistralmente apresentadas pela dupla imprescindível M & M (Merenciana e Marido), com o humor sempre na ponta da língua.
Os apresentadores na dura tarefa, mas sempre conseguida, de não deixar o público ir embora. Lá mais para o final, enquanto se repastam, o público saliva...












