quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Concurso de pinturas faciais
Os alunos de artes da ES/3CCB realizaram a actividade de pinturas faciais, reproduzindo quadros de pintores célebres, para o Concurso promovido pela Mediateca e pelo Departamento de Expressões. Às 11.35, iniciou-se o desfile. A actividade terminou com a entrega de prémios aos seguintes laureados:
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Um dom no 7ºC
Eu sempre quis voar, foi um sonho que eu sempre tive.
Um dia eu estava a passar de bicicleta numa ponte e um carro passou por mim em sentido contrário. Fiquei atrapalhada e caí da bicicleta. Quando me ia levantar, reparei que não estava no chão, estava no ar, a voar! Eu tinha um dom, e estava muito contente. Pensei logo em sobrevoar os Alpes suíços a caminho de Portugal, pensei logo em voar por cima de França e passar algum tempo em Paris. Pensei em muitos sítios onde podia ir.
Num domingo, decidi começar a minha viagem. Quando estava a preparar as minhas coisas, acordei. Tudo não passou de um sonho! Sonhei muitas vezes com voar, e acordava sempre antes da minha viagem começar. Um dia vi um cão a cacarejar. Pensei que estava a sonhar, por isso saltei antes de acordar. Enganei-me, estava bem acordada, e parti o meu braço direito.
Apesar de tudo, um dia vou voar, pode ser de pára-quedas, pode ser de balão de ar quente, mas vou concretizar o meu grande sonho.
Margarida Cosme, nº18
O meu dom é desenhar. Adoro!
Gosto muito de desenhar e desenhar não é colorir, porque eu odeio colorir!
Se pudesse passar o dia a desenhar era isso que eu faria.
Quase em todas as aulas faço um rabisco ou outro mas nunca uma coisa muito grande.
Para desenhar não se precisa de muito, só de um lápis, uma borracha e uma folha qualquer.
Muita gente depois de acabar de desenhar diz:
- Está feio… Não presta…Está uma porcaria!
Mas uma vez uma pessoa disse-me que nenhum desenho está feio. Todos estão originais e é isso que lhes dá aquele ar único.
Foi por isso que continuei a insistir nos meus desenhos e nunca os critiquei por mais estranhos que estivessem.
Por isso, se querem desenhar, insistam e não desistam.
Maria Gouveia, nº20
Olá, eu sou a Mafalda e gostaria de ter um dom. Este deveria ser completo, não fazer bem a umas coisas e mal a outras. Gostaria de poder salvar a humanidade.
Hoje em dia a maior parte das pessoas só pensa nelas e não nos outros.
Eu gostaria de poder ajudar os outros em ver o que é melhor para todos.
Poder salvar a humanidade acho que é o sonho de qualquer pessoa que pense no bem e não no mal que pode fazer aos outros.
Temos muitas pessoas no Mundo a precisar de ajuda, como por exemplo as crianças de África que passam dias e dias sem verem uma migalha de alimentos e muitas delas acabam mesmo por falecer.
Protegermos o nosso ambiente é bom para todos para isso só temos de reduzir, reutilizar e reciclar, são três coisas muito básicas que toda a gente deve fazer.
Ter o dom de salvar a humanidade era óptimo pois não tínhamos que nos preocupar em fazer o que esta certo, pois a nossa mente já nos encaminhava para isso.
Espero que este texto vos tenha encaminhado o bem, também para fazer com que todos sejamos felizes.
Mafalda Seixas, nº16, 7ºC
Um dia eu estava a passar de bicicleta numa ponte e um carro passou por mim em sentido contrário. Fiquei atrapalhada e caí da bicicleta. Quando me ia levantar, reparei que não estava no chão, estava no ar, a voar! Eu tinha um dom, e estava muito contente. Pensei logo em sobrevoar os Alpes suíços a caminho de Portugal, pensei logo em voar por cima de França e passar algum tempo em Paris. Pensei em muitos sítios onde podia ir.
Num domingo, decidi começar a minha viagem. Quando estava a preparar as minhas coisas, acordei. Tudo não passou de um sonho! Sonhei muitas vezes com voar, e acordava sempre antes da minha viagem começar. Um dia vi um cão a cacarejar. Pensei que estava a sonhar, por isso saltei antes de acordar. Enganei-me, estava bem acordada, e parti o meu braço direito.
Apesar de tudo, um dia vou voar, pode ser de pára-quedas, pode ser de balão de ar quente, mas vou concretizar o meu grande sonho.
Margarida Cosme, nº18
O meu dom é desenhar. Adoro!
Gosto muito de desenhar e desenhar não é colorir, porque eu odeio colorir!
Se pudesse passar o dia a desenhar era isso que eu faria.
Quase em todas as aulas faço um rabisco ou outro mas nunca uma coisa muito grande.
Para desenhar não se precisa de muito, só de um lápis, uma borracha e uma folha qualquer.
Muita gente depois de acabar de desenhar diz:
- Está feio… Não presta…Está uma porcaria!
Mas uma vez uma pessoa disse-me que nenhum desenho está feio. Todos estão originais e é isso que lhes dá aquele ar único.
Foi por isso que continuei a insistir nos meus desenhos e nunca os critiquei por mais estranhos que estivessem.
Por isso, se querem desenhar, insistam e não desistam.
Maria Gouveia, nº20
Olá, eu sou a Mafalda e gostaria de ter um dom. Este deveria ser completo, não fazer bem a umas coisas e mal a outras. Gostaria de poder salvar a humanidade.
Hoje em dia a maior parte das pessoas só pensa nelas e não nos outros.
Eu gostaria de poder ajudar os outros em ver o que é melhor para todos.
Poder salvar a humanidade acho que é o sonho de qualquer pessoa que pense no bem e não no mal que pode fazer aos outros.
Temos muitas pessoas no Mundo a precisar de ajuda, como por exemplo as crianças de África que passam dias e dias sem verem uma migalha de alimentos e muitas delas acabam mesmo por falecer.
Protegermos o nosso ambiente é bom para todos para isso só temos de reduzir, reutilizar e reciclar, são três coisas muito básicas que toda a gente deve fazer.
Ter o dom de salvar a humanidade era óptimo pois não tínhamos que nos preocupar em fazer o que esta certo, pois a nossa mente já nos encaminhava para isso.
Espero que este texto vos tenha encaminhado o bem, também para fazer com que todos sejamos felizes.
Mafalda Seixas, nº16, 7ºC
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Um dom no 7ºC
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Um dom
Se eu tivesse um dom, seria o dom de tornar os desejos realidade. Tudo iria ser diferente, tudo seria mais fácil: era só desejar e, pronto, estava realizado.
Este talento que eu gostaria de ter seria muito importante para mim, podia tornar as acções complicadas em fáceis, tudo isso. Com este dom, talvez eu pudesse ter o emprego que quisesse, a vida que quisesse. Poderia ser, por exemplo, médico de especialidade, sem ter de estudar muito...
Quando chegasse ao nono ano, escolheria ciências, pois teria as melhores notas, de sempre, tirava o curso facilmente com as melhores notas, de sempre, teria a melhor vida, de sempre, com felicidade, saúde e dinheiro…
Mas, pensando melhor, talvez não quisesse isto tudo. Seria de mais? Muitos excessos, muitas facilidades, era só preguiça. Talvez fosse melhor lutar, estudar, isso tudo. Talvez este não fosse o melhor dom, talvez!
Será que quero ter algum dom?
Diogo Moutinho
8º B
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Um dom
domingo, 22 de janeiro de 2012
"Fermento de Liberdade", de António Sá Gué
Convite
O Presidente da Câmara Municipal de Vila Real e a Editora Lema d’Origem têm o gosto de convidar V. Ex.ª a assistir à sessão de apresentação do livro Fermento de Liberdade, de António Sá Gué. A sessão terá lugar no dia 28 de Janeiro de 2012 (sábado), pelas 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira.
O Presidente da Câmara Municipal de Vila Real e a Editora Lema d’Origem têm o gosto de convidar V. Ex.ª a assistir à sessão de apresentação do livro Fermento de Liberdade, de António Sá Gué. A sessão terá lugar no dia 28 de Janeiro de 2012 (sábado), pelas 16h00, no Auditório da Biblioteca Municipal Dr. Júlio Teixeira.
Parlamento dos Jovens 2012 – alunos da ESCCB superam expectativas
Decorreu na passada quinta feira, 19 de janeiro de 2012, a sessão escolar do "Parlamento dos Jovens", para os alunos do ensino secundário. A sessão teve lugar no auditório 1 da Escola Camilo Castelo Branco pelas 14h30.
O projeto "Parlamento dos Jovens" é uma iniciativa institucional da Assembleia da República, desenvolvida a nível nacional. A edição do ensino secundário deste ano é subordinada ao tema: "Redes sociais: Cidadania e Participação". Na nossa escola, o projeto é coordenado pela professora Fernanda Botelho.
A sessão escolar tem em vista a eleição de 5 deputados (4 efetivos e 1 suplente), a aprovação das medidas que irão constituir o projeto de recomendação da escola e por fim a eleição de um candidato a presidente da mesa na sessão distrital.
É importante referir que as espectativas foram superadas, Este ano a iniciativa teve uma maior adesão na nossa escola, em relação ao ano anterior, tendo sido atribuídos 31 mandatos (número máximo para a sessão escolar), nesta eleição que colocou à frente a lista D, com 37% dos votos.
É importante referir que as espectativas foram superadas, Este ano a iniciativa teve uma maior adesão na nossa escola, em relação ao ano anterior, tendo sido atribuídos 31 mandatos (número máximo para a sessão escolar), nesta eleição que colocou à frente a lista D, com 37% dos votos.
Após a tomada de posse de todos os deputados (28 dos 31 eleitos) e a constituição da mesa, presidida pela deputada Marta Pinho, foram apresentados os quatro projetos de recomendação.
Conhecidas as medidas, foi aberto o debate com a duração de 60 minutos. Nesta fase, os jovens deputados defenderam os seus projetos através de uma argumentação bem estudada, evidenciando todo o trabalho desenvolvido e um grande espírito crítico.
Após a votação de medidas, foram escolhidas as três mais votadas, todas elas resultado da fusão entre as listas. Por fim, realizou-se a eleição dos deputados e do candidato a presidente da mesa para a sessão distrital.
Na sessão distrital, a realizar dia 20 de março no IPJ, a escola estará representada pelos seguintes alunos:
Deputados efetivos: Fernando Teixeira (12ºI), Pedro Batista (12ºA), Alexandre Portela (10ºF) e Pedro Folgada (12ºA)
Deputado suplente: Nuno Gabriel (12ºH)
Candidato a presidente da mesa: Marta Pinho (12ºI)
Jornalista: Gabriela Sousa , nº13, 10ºC
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2012,
Parlamento dos Jovens
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
A melhor Entrevista de
todos os tempos
Leonor e Raquel andavam preocupadíssimas, pois não sabiam
como realizar o trabalho de português. Depois de lerem muitas revistas e de
consultarem imensas fontes, chegaram à conclusão de que não existia nenhum assunto,
nem nenhuma personagem que lhes provocasse algum interesse. No meio de tantos
papéis e de alguma desilusão, encontraram um anúncio publicado por volta de
1960, que enunciava a existência de uma cadeira mágica capaz de trazer do
passado qualquer pessoa. Este assunto agradou-lhes, uma vez que existiam
imensas personagens históricas, que continham uma vida muito interessante para
ser explorada, Sem mais demoras, saíram as duas juntas, em direção ao Museu
Nacional, onde procuraram a cadeira. Depois de tanto procurarem, foram
encontrá-la numa sala de arrumos completamente vazia. Rapidamente realizaram
todos os procedimentos para voltar a dar vida ao famoso Vasco da Gama
(personagem escolhida por elas devido feitos realizados por ele na
antiguidade). Após esperarem breves minutos, foram maravilhados com o mágico
fenómeno que ocorria mesmo ali, à frente dos seus olhos. Não tiveram tempo para
contemplar a imagem que estava diante dos seus olhos, pois ouviram-se passos no
corredor. Pegaram em Vasco da Gama e fugiram pela porta das traseiras apanhando
o primeiro táxi que apareceu. Foi no táxi que começou o trabalho destas duas
raparigas. Começaram por lhe explicar tudo o que aconteceu e depois partiram
para a entrevista. Começaram por lhe perguntar:
Entrevistadoras
(LR): O que o levou no passado a embarcar na viagem à
Índia, mesmo sabendo que poderia nunca mais ver a sua família e os seus amigos?
Vasco
da Gama (VG): Eu desde pequeno que sou muito
aventureiro, e quando surgiu a oportunidade de realizar aquela viagem, aceitei
logo, pois fascinava-me o facto de ser o primeiro a chegar à Índia por via
marítima e o facto de ir também conhecer um novo país. Só depois de entrar no
barco é que me apercebi do que ia deixar para trás, o que me deixou bastantes
remorsos, sabia que poderia não voltar o que me levou a despedir de todos os
meus amigos e de toda a minha família como se fosse a última vez que os visse.
Custou-me muito, admito, mas naquele momento a aventura e o mar sobrepunham-se
a tudo.
LR:
A viagem demorou muitos meses. O que é que o marcou de forma negativa esta
viagem?
VG:
O que me marcou negativamente durante a viagem foram as inúmeras tempestades
que ocorreram durante as noites de luar, enquanto navegávamos. A pior
tempestade ocorreu quando tentávamos ultrapassar o Cabo Bojador, é uma zona
muito complicada pois é onde ocorre a junção de dois oceanos. Nessa noite
receei por todas as vidas que se encontraram naquele navio. As ondas eram
gigantescas e, à medida que cada uma se aproximava, as nossas pernas tremiam e
o nosso coração gelava. Víamos as nossas vidas a passar à frente como uma
tentativa de relembrarmos todos os momentos bons que acontecem. Foi a pior
noite que eu passei em toda a minha vida.
LR:
Imagino que também tenham ocorrido muitos momentos bons. Qual foi o melhor?
VG:
O melhor momento da viagem foi quando paramos em Melinde, uma pequena
localidade que se localiza em África. Nessa terra tive a oportunidade de encher
todos os depósitos do navio e de contar todos os acontecimentos que se passaram
em Portugal. Pude relembrar todos os atos heróicos cometidos pelos portugueses
e de salientar todas as nossas conquistas aos Mouros. Quando pisei Melinde
fiquei um pouco aliviado, pois era a primeira vez que colocava o “pé em terra
firme”, depois daquela aterradora tempestade.
LR:
Durante o dia, quando não tinham nada para fazer, como ocupavam os seus
tempos-mortos?
VG:
Para ocuparmos os nossos tempos livres, por vezes fazíamos festas, onde
vestíamos os nossos melhores trajes e nos reuníamos todos à volta do convés,
para jogar, cantar, dançar e até contar anedotas e fazer adivinhas. No entanto,
eu aproveitava esses momentos para repousar no meu camarote onde uma vez por
semana escrevia uma carta à minha família onde contava tudo o que acontecia e
onde expressava claramente as saudades que tinha deles. Essas cartas nunca foram
entregues, pois por vergonha ou medo, não sei, nunca consegui mostrá-las a
ninguém. Larguei-as ao sabor do vento quando nos encontrávamos a “planar” sobre
as águas límpidas do Índico.
LR:
Como fez para suportar as saudades?
VG:
Todos os dias sentia saudades, mas isso é natural. Com o tempo fui-me
habituando, mas à medida que este ia passando, as saudades tornaram-se um
elemento constante no meu pensamento. Chegaram a magoar-me durante algumas
noites, pois a ausência da minha família já era tão grande e já se prolongava
há tantos meses que parecia que eu estava sozinho no mundo, sem ninguém para me
ajudar. A noite era o local mais propício para estes pensamentos, era quando o
medo se apoderava de nós, e sombras estranhas invadiram as nossas mentes. Depois
de algumas insónias, aprendi a lidar com as saudades, foi nessa altura que
comecei a escrever cartas sem remetente.
LR:
Depois de tantos meses a lutar contra o mar, para conseguir chegar à Índia,
como se sentiu quando colocou os pés nesta terra?
VG:
Foi um rodopio de emoções, depois de tantos meses ao relento, quando chegamos
sentimo-nos aliviados, pois a nossa missão acabara de ser cumprida.
LR:
A nossa missão também já está cumprida. Pedimos-lhe desculpa pelo transtorno da
viagem que foi abrigado a realizar, mas a sua presença era mesmo necessária.
Obrigada.
VG:
Posso pedir-vos um favor? Podem devolver-me ao meu tempo se faz favor.
LR:
Claro que sim. Vamos já tratar disso. Senhor taxista leve-nos por favor ao
Museu da Ciência.
Quando Vasco da Gama se
sentou na cadeira, Raquel e Leonor olharam uma para a outra, pois viram que
ainda existia tempo para mais uma pergunta.
LR:
Podemos fazer-lhe uma última pergunta? O que achou deste novo Portugal? É
melhor ou pior do que o antigo?
VG:
Não trocava o meu Portugal por este, acho que no outro Portugal as pessoas não
andavam com tanta pressa e tinha tempo para viver todas as emoções. Pelo que vi
pela janela do táxi, as pessoas estão tão atarefadas que nem se preocupam com
quem está ao lado, por isso preferia viver no meu tempo.
LR:
Mais uma vez obrigada.
Raquel e Leonor
foram-se embora do Museu e regressaram à escola onde finalmente puderam
entregar o trabalho de português.
Inês nº14
Joana nº1510ºA
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entrevistas
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
E depois de " O Cágado", de Almada Negreiros
O
homem senhor da sua vontade considerou que aquele episódio refletia a estupidez
da sua índole persistente. Frustrado, mandou o cágado pelos ares, com um
vigoroso pontapé, e ficou a observá-lo flutuar no lago onde foi cair. “Ainda
vou a tempo de mudar”, pensou, “Não é tarde demais”.
E,
com isto, correu para casa dela. A casa dela não era longe e, cedo se viu a
bater-lhe à porta. Quando ninguém respondeu, ele reparou que a porta estava
encostada e entrou.
Ela
estava no sofá – tinha adormecido a ver televisão. O homem, já não mais senhor
de si próprio, foi desligar o aparelho e cobriu as pernas dela com uma manta
puída pelo tempo. Afastou-lhe o cabelo da testa um pouco suada e aí a beijou,
com amor.
E,
nesse momento, soube que já não lhe preocupava que ela não fosse perfeita. Era
mais do que ele, mais do que qualquer pessoa que tivesse conhecido, e ele
queria e desejava cada um dos seus pequenos defeitos. Gostava dela tanto quanto
se pode gostar e isso bastava.
Joana Castro
10ºB
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Das leituras
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
2ª eliminatória das Olimpíadas de Matemática.
Os alunos seleccionados para a 2ª eliminatória das Olimpíadas de Matemática são os seguintes:
Filipe Cardoso, 12º E, Categoria B
Luis Pimenta, 7º B, Categoria JUNIOR
Artur Pinto Almeida, 9º F, Categoria A
A prova da 2ª eliminatória das XXX Olimpíadas Portuguesas de Matemática está agendada para o dia 11 de Janeiro às 15, 30 horas.
A nossa escola foi selecionada como local de realização da 2ª eliminatória, e receberá alunos de outras escolas.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Opiniões do 7ºC
Catástrofes Naturais
Um dos mais correntes problemas da humanidade são as catástrofes naturais.
Desde sempre, a terra tem sofrido com estes acontecimentos dos quais Portugal já foi palco em 1755. Lisboa foi “atacada“ por um terramoto que destruiu parcialmente a cidade. O que ficou foi logo a seguir destruído por um tsunami. Falando de acontecimentos mais recentes, neste ano, a 11 de Março, um sismo potentíssimo, que em si quase não causou estragos, deu-se no Japão. O pior foi o tsunami que o atingiu de seguida. Mas mesmo assim os estragos foram menores do que provavelmente teriam sido se este terramoto acontecesse num país sem a capacidade de prevenção que se verifica no Japão. Por exemplo, o Haiti sofreu também um terramoto com menos intensidade, mas causou muito mais estragos do que o do Japão. Outro tipo de catástrofes surge com as erupções vulcânicas. No ano de 1883, um vulcão indonésio chamado Krakatoa entrou em erupção. Esta erupção foi tão poderosa que destruiu dois terços do próprio vulcão, provocando um estrondo ouvido a 5000 quilómetros de distância e um arrefecimento da temperatura média mundial em 1 grau centígrado durante 3 anos!
Estes acontecimentos têm efeitos muito negativos na sociedade e infelizmente não podem ser previstos com a antecedência necessária, podendo apenas ser prevenidos como aconteceu no caso do Japão. Se o Mundo estiver preparado, as consequências da ira da Mãe Natureza podem ser menores.
Sérgio Artur Sequeira Bastos, Nº 26, 7ºC
A poluição
A poluição é um problema a nível mundial que está a aumentar cada vez mais, pois o Homem preocupa-se menos com a natureza e com o bem que ela lhe faz.
Eu acho que isto é um total crime ao ambiente e ao nosso próprio bem estar.
A poluição provoca a extinção de algumas espécies de animais. Em África, já só existe dois mil rinocerontes pretos. O homem consegue causar e aumentar esta situação, através do fumo dos automóveis, da combustão das fábricas, do uso de peles de animais para a produção de bens materiais.
A poluição também prejudica muito a camada de ozono aumentando assim o efeito de estufa.
Concluo assim que a poluição é um problema que cada vez está a prejudicar mais o bem estar dos seres vivos. Podemos atenuar este problema, respeitando a natureza e o meio que a rodeia.
Mafalda Seixas nº16
Rita teixeira nº21
Um dos mais correntes problemas da humanidade são as catástrofes naturais.
Desde sempre, a terra tem sofrido com estes acontecimentos dos quais Portugal já foi palco em 1755. Lisboa foi “atacada“ por um terramoto que destruiu parcialmente a cidade. O que ficou foi logo a seguir destruído por um tsunami. Falando de acontecimentos mais recentes, neste ano, a 11 de Março, um sismo potentíssimo, que em si quase não causou estragos, deu-se no Japão. O pior foi o tsunami que o atingiu de seguida. Mas mesmo assim os estragos foram menores do que provavelmente teriam sido se este terramoto acontecesse num país sem a capacidade de prevenção que se verifica no Japão. Por exemplo, o Haiti sofreu também um terramoto com menos intensidade, mas causou muito mais estragos do que o do Japão. Outro tipo de catástrofes surge com as erupções vulcânicas. No ano de 1883, um vulcão indonésio chamado Krakatoa entrou em erupção. Esta erupção foi tão poderosa que destruiu dois terços do próprio vulcão, provocando um estrondo ouvido a 5000 quilómetros de distância e um arrefecimento da temperatura média mundial em 1 grau centígrado durante 3 anos!
Estes acontecimentos têm efeitos muito negativos na sociedade e infelizmente não podem ser previstos com a antecedência necessária, podendo apenas ser prevenidos como aconteceu no caso do Japão. Se o Mundo estiver preparado, as consequências da ira da Mãe Natureza podem ser menores.
Sérgio Artur Sequeira Bastos, Nº 26, 7ºC
A poluição
A poluição é um problema a nível mundial que está a aumentar cada vez mais, pois o Homem preocupa-se menos com a natureza e com o bem que ela lhe faz.
Eu acho que isto é um total crime ao ambiente e ao nosso próprio bem estar.
A poluição provoca a extinção de algumas espécies de animais. Em África, já só existe dois mil rinocerontes pretos. O homem consegue causar e aumentar esta situação, através do fumo dos automóveis, da combustão das fábricas, do uso de peles de animais para a produção de bens materiais.
A poluição também prejudica muito a camada de ozono aumentando assim o efeito de estufa.
Concluo assim que a poluição é um problema que cada vez está a prejudicar mais o bem estar dos seres vivos. Podemos atenuar este problema, respeitando a natureza e o meio que a rodeia.
Mafalda Seixas nº16
Rita teixeira nº21
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
sábado, 26 de novembro de 2011
Crónica
A Glória da Onda
Estava um dia radiante de sol, na praia da Nazaré, quando senti os meus pés molhados.
Olhei para o mar e vi que o tamanho das ondas aumentava cada vez mais.
Ouvi gritos de admiração por detrás das rochas, olhei repentinamente para a direita, e vi que o café Mindelo estava cheio de pessoas que olhavam para o largo oceano. De repente, o som de uma mota de água ecoou na minha cabeça. Fui pedir um danacol, porque o meu colesterol estava em crescimento (tinha comido uma sandes de presunto ao pequeno almoço).
Olhei com atenção para o mar e vi que um corajoso surfista iria enfrentar uma gigantesca onda.
Saquei das minhas chipmix, vai uma? E disse ao Ambrósio que me apetecia algo, útil como sempre, trouxe-me um ferrero rocher.
Inesperadamente, uma onda de aproximadamente 30 metros assaltou a multidão. Nela, de peito erguido, vinha um super Mário corajoso vestido à surfista. Atravessou aquele mini tsunami de uma forma original, como o Sumol (mantém-te original).
Quando saiu da água, foi aplaudido por todas as pessoas ali presentes. Nem passavam 5 minutos, quando os Guiness men chegaram de bué bué longe para felicitar o surfista.
Entrou para o Guiness Book, como o homem que surfou numa onda de quase 30 metros, a pura da loucura.
É assim que quero que seja a minha última crónica, grandiosa como esta onda!
Trabalho realizado por:
Alex Ramos / nº1 / 8ºA
Carlos Barros / nº7 / 8ºA
João Gonçalves / nº9 / 8ºA
José Reis / nº10 /8ºA /
Redes Sociais
Reparo que, hoje em dia, a vida é só à volta das redes sociais. As pessoas gastam mais tempo a “atualizar o seu estado” no facebook do que a praticar atividades que sejam gratificantes para o cérebro. Inconscientemente, estão a fazer regredir a sua maturidade. Mas, porquê? Será que é como uma droga que invade as muralhas da consciência fazendo-as desmoronarem-se?
Apesar de o facebook ter algumas utilidades, não serve para mais nada para além de desperdiçar tempo. As pessoas têm umas certas regras para usar no facebook, como não dizer o que lhes “vai na gana”, mas sim o que realmente interessa aos outros. Se essas regras não forem cumpridas, a pessoa é afastada e fica com a imagem social destruída.
Também existe um esquema muito rígido em relação à vida social. Se se gasta tempo a dormir e a estudar, a vida social deixa de existir, se se gasta tempo a estudar e a fazer crescer a imagem social, fica-se com sono; e se se gasta tempo a fazer crescer a imagem social e a dormir, tem-se más notas na escola.
Portanto, as pessoas vivem presas num mundo com medo do que os outros pensam, sem puderem viver num mundo livre.
Antónia Lima, n.º 3
António Morais, n.º 4
Beatriz Bento, n.º 5
José Magalhães, n.º 11
A Palavra
Na língua portuguesa, uma palavra (do latim parabola, que por sua vez provém do grego parabolé) pode ser caracterizada como sendo um grupo de letras ou sons de uma língua, juntamente com a ideia ligada a este conjunto. A função da palavra é representar partes do pensamento humano.
É a língua que nos une, mas é a palavra que nos ata: em Lisboa e em Paris, em Maputo e em Amesterdão, em Madrid e em Londres. A nossa Língua é sempre a mesma sendo sempre diferente.
Palavras bem ditas, palavras benditas, palavras malditas. Palavras proibidas, com medo. Palavras imaginadas, com liberdade. Palavras inventadas, como nos sonhos. Palavras duras, fortes, como a mágoa, o exílio, a morte, o adeus.
Palavra puxa palavra. Palavrório. Palavrada. Palavreio. Palavroso. Palavrão. Em poucas palavras. Palavra de honra. Palavras mágicas. Abracadabra. Em suma, palavras.
Nem todos compreendem, mas há uma diferença muito pequena na forma como usamos as nossas palavras, que poderá fazer toda a diferença na nossa atitude e, por consequência, no nosso futuro.
“Utiliza palavras suaves e argumentos fortes.”, Jardiel Poncela.
Tenho a palavra, mas não tenho palavras…
Bibiana Ribeiro, nº 6
Mª. Beatriz Patarata, nº13
Sara Gil, nº15, 8ºA
Crónica de um mendigo feliz
Na orla de um bosque, estou eu, com sessenta anos, de avental vestido, a cortar cenouras à janela. Parei, já com as mãos cansadas de tanto trabalhar e escrevo, refletindo. Olho um mendigo por baixo de uma árvore, tremendo de frio, tentando inutilmente proteger-se da chuva grossa que cai sem cessar. O céu está muito escuro, mas é hora de almoço. Dizem que este bosque, desde há duas décadas, está assombrado. O que é facto é que morreram meus conhecidos nas redondezas. Temo. Não poderei fazer nada para o auxiliar… A chuva escorre na sua face, a água pinga do seu nariz entortado pela idade. Surgem trovões. Vejo o mendigo sobressaltado, agarrado ao tronco da árvore mais próxima. Na sua expressão vejo a justificação para não vir pedir ajuda a minha casa.
Um corajoso soldado vem parar a esta orla. Veste uma vistosa capa vermelha que o protege da grande tempestade. Tem uma simpática expressão. Ao ver o mendigo, pára. O mendigo ergue a cabeça e levanta-se subitamente. Sente-se tonto, e o soldado estende-lhe a mão e agarra-o pelo antebraço. O mendigo olha para baixo como com vergonha. Parece-me dizer algo ao homem que desmonta o cavalo. Este tira a sua capa e responde-lhe com uma expressão bondosa e compreensiva. Pousa a capa vermelha sobre os ombros do mendigo. Um sorriso largo desenha- -se no rosto deste. O mendigo abraça impulsivamente o soldado… O sol surge por entre as nuvens escuras… Não poderá haver explicação para isto. O soldado monta o cavalo e acena ao realizado mendigo. Desaparece, ao longe, por entre as árvores do bosque.
Desapareceu o nobre soldado, apareceu uma luz dentro da minha alma.
Ana Leandro
Gonçalo Capela
Mafalda Perdicoulis
Nuno Montezinho
8ºA
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crónica
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Dia Nacional da Cultura Científica
Comemora-se hoje, 24 de Novembro,
o Dia Nacional da Cultura Científica. Este dia foi instituído em 1997 para
comemorar o nascimento de Rómulo de Carvalho
e divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da
ciência.
Para assinalar este dia deixamos
dois poemas de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho):
Lágrima de Preta:
http://www.youtube.com/watch?v=WC6UecdUPSw
http://www.youtube.com/watch?v=WC6UecdUPSw
Poema para Galileo:
http://www.youtube.com/watch?v=HJP4o9E8GBA
http://www.youtube.com/watch?v=HJP4o9E8GBA
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Dia Nacional da Cultura Científica
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Encontro/ Debate sobre ““Redes Sociais: participação e cidadania”
" Quando nada é certo, tudo é possível" (Margareth Drabble).
Foi o que aconteceu na nossa escola, no dia 18 de novembro, no Encontro/Debate sobre “Redes Sociais: participação e cidadania”, no âmbito do Programa “Parlamento dos Jovens” do ensino secundário. Num ambiente descontraído, foi fácil perceber que é urgente sairmos do nosso pequeno mundo e participarmos na construção de uma sociedade menos egocêntrica, onde possamos partilhar um pouco do nosso tempo a "criar laços".
Este evento contou com a participação da Dr.ª Marta Vaz, responsável do departamento de comunicação e relações institucionais da EAPN Portugal (associação de solidariedade social que há cerca de 20 anos luta contra a pobreza e exclusão social no nosso país). Participaram, ainda, na qualidade de oradoras, duas ex-alunas da nossa escola, a saber, Marta Leite, estudante de Direito da Universidade de Coimbra e Marta Silva, estudante de Comunicação Social da Universidade do Minho.
Cabe, ainda, referir o valor da parceria iniciada em 2009 entre a ESCCB e o núcleo distrital de Vila Real da EAPN Portugal, e que no decorrer dos dois últimos anos letivos permitiu desenvolver atividades direcionadas para a formação cívica e cultural dos nossos alunos e para o desenvolvimento de atitudes de tolerância, solidariedade e respeito mútuo.
O sucesso desta iniciativa sobre o tema da edição deste ano do Parlamento dos Jovens só foi possível graças à amizade, dedicação e empenho de todos os intervenientes que, não obstante as dificuldades do presente, acreditam que o mundo pode e deve ser melhor. Um muito obrigado a todos!
Professoras
Fernanda Botelho
Imagens e legenda: João Costa
Imagens e legenda: João Costa
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Palestra
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Hallowe’en
À semelhança do ano lectivo anterior e inserida no Plano Anual de Actividades do Grupo Disciplinar de Inglês, as professoras dos grupos sectoriais do sétimo e oitavo anos, Ana Paula Martins, Helena Vaz e Maria Teresa Lebre, juntamente com alunos dos 7º e 8ºanos, realizaram no dia trinta e um de Outubro, no átrio da escola, o Concurso de Abóboras e o Desfile de Máscaras. Os objetivos principais foram a motivação para o estudo da Língua Inglesa e sensibilização para costumes de outras culturas permitindo uma maior socialização por parte dos alunos. Esta atividade teve uma grande adesão por parte das turmas envolvidas e sensibilizou alguns elementos da comunidade educativa. Agradece-se à Direção da escola a oferta dos prémios atribuídos. Os premiados foram os seguintes:
Concurso de Abóboras:
1º lugar- José Maria Reis, nº 10, e José Magalhães, nº11, do 8º A;
2º lugar- Carina Matos, nº2, Helena Carvalho, nº13 e Miguel Cabral, nº21, do 7ºD,
3º lugar- Luís Miguel Fraga, nº15, e Sérgio Sequeira, nº26, do 7ºC.
Desfile de Máscaras:
1º lugar – Daniel Cabugueira, nº 10, do 7º B;
2º lugar – Júlia Matias;
3º lugar – Bárbara e Cláudia Lourinho, 7ºA; Maria Beatriz Patarata, 8º A e Mário, do 7ºB.
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Hallowe’en
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Boletim Cultural - Colaboração para o nº 18
Neste âmbito, vimos solicitar a colaboração de todos aqueles que queiram dar a conhecer as suas produções literárias ou de qualquer outro domínio artístico.
Os trabalhos, com o máximo de seis páginas, devem ser entregues na Direção da Escola, até ao dia 31 de Dezembro de 2011, ou enviados para o endereço: boletimculturalccb@gmail.com
A Direção do Boletim
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Boletim Cultural 18
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Actividades de S. Martinho
A Mediateca da ES/3 CCB realizou as atividades constantes do PAA relativas à comemoração do dia de S. Martinho. Conforme fora planeado, contou com a colaboração prevista e indispensável dos Departamentos de Línguas (grupo disciplinar de Português) e de Expressões (grupo
disciplinar de Educação Física), respetivamente na produção de textos (manhã) e na realização dos jogos populares (tarde). Oportunamente, no Blogue “À Procura” divulgar-se-ão alguns textos, os mais escolhidos. Também se fornecerá informação sobre o número de participantes.
De momento, agradece-se a toda a comunidade escolar pela sua contribuição para a preparação e a realização das atividades.
Passa a informar-se que se registaram cerca de 90 inscrições para os jogos populares, correspondentes a participações efetivas. Como é esperado, felicitam-se os vencedores individuais e as equipas e, a seguir, divulgam-se os resultados dos jogos populares em que
participaram alunos dos anos/turmas: 8ºA, 8º D, 8º F; 9º G; 10º F.
De momento, agradece-se a toda a comunidade escolar pela sua contribuição para a preparação e a realização das atividades.
Passa a informar-se que se registaram cerca de 90 inscrições para os jogos populares, correspondentes a participações efetivas. Como é esperado, felicitam-se os vencedores individuais e as equipas e, a seguir, divulgam-se os resultados dos jogos populares em que
participaram alunos dos anos/turmas: 8ºA, 8º D, 8º F; 9º G; 10º F.
Corrida de sacos:
1º prémio – José Pedro Magalhães, 8ºA; 2º prémio - Guilherme Simões, 8º D; 3º prémio – Rui Capela, 8º D.
Jogo da corda:
1º prémio – 8º D, equipa masculina; 1º prémio – 8º D, equipa feminina.
Jogo das pernas atadas (pares):
1º prémio – Daniel Vilela e Fábio Vilela, 8º F; 2º prémio – Marta e Tatiana, 8º D; 3º prémio – Sofia e Fátima, 8º D.
Jogo da colher:
1º prémio – Guilherme Simões, 8º D; 2º prémio – Fábio, 8º F; 3º
prémio – Ângelo, 8º D.
Quadras e acrósticos de S. Martinho
as castanhas salgadinhas
e as febras bem quentinhas.
quem saboreasse mais depressa
era bem classificado.
que um velho cavaleiro
deu a capa com bondade.
mas as de Trás -os –Montes
são as mais votadas.
Martinho era amigo,
cavaleiro compatriota,
quando há pobreza e frio
dá a capa e a compota.
foi uma coisa muito bonita
que Deus concedeu.
para os rapazes um abraço
e para as meninas um beijinho
Alex Ramos, nº1, 8ºA
Tempo de castanhas, tempo de vinho,
Mas o que as pessoas não sabem
é que durante o S. Martinho
alguém esteve sozinho.
Procurava ajuda por entre os caminhos
Sem ninguém para o acudir.
E rasgando a sua capa em duas
Tapou o corpo do homem
Sem se preocupar com o seu.
E o dia chuvoso deu lugar
A um sol radioso.
Amizade
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou acender
Na rua está um vendedo
Que lindo é o outono!
Vou assar muitas castanhas
Comem-se castanhas
Para celebrar este grande ato
Bebe-se vinho
Neste grande dia de S.Martinho
Aproveita-o bem
Pois é só um dia por ano
Despeço-me assim
E fecha o pano
José Reis nº10, 8ºA
Nem todas as castanhas
são saboreadas,
E rasgando a sua capa em duas
E o dia chuvoso deu lugar
A um sol radioso.
prémio – Ângelo, 8º D.
Quadras e acrósticos de S. Martinho
O outono é São Martinho,
caem folhas, cai o vinho,as castanhas salgadinhas
e as febras bem quentinhas.
Se o outono fosse um concurso
a castanha era o jurado,quem saboreasse mais depressa
era bem classificado.
O outono não é só vinho
é também a amizade,que um velho cavaleiro
deu a capa com bondade.
Nem todas as castanhas
são saboreadas, mas as de Trás -os –Montes
são as mais votadas.
cavaleiro compatriota,
quando há pobreza e frio
dá a capa e a compota.
Quando a capa foi repartida,
um raio apareceufoi uma coisa muito bonita
que Deus concedeu.
As castanhas são quentinhas
como a capa do Martinho,para os rapazes um abraço
e para as meninas um beijinho
Alex Ramos, nº1, 8ºA
Tempo de castanhas, tempo de vinho,
Mas o que as pessoas não sabem
é que durante o S. Martinho
alguém esteve sozinho.
Foi num dia nublado
Que um pobre com frio e fome Procurava ajuda por entre os caminhos
Sem ninguém para o acudir.
E naquele dia de céu encoberto
Um cavaleiro apareceu E rasgando a sua capa em duas
Tapou o corpo do homem
Sem se preocupar com o seu.
E nesse instante
As nuvens dissiparam-se E o dia chuvoso deu lugar
A um sol radioso.
Beatriz Bento, nº5, 8ºA
Solidariedade
Sente a dor dos outros
Ouve a voz do fraco
Liberta o oprimido
Impede a discriminação
Dá sem pedir em troca
Ajuda quem precisa
Renega o ódio
Investe na amizade
E neste S. Martinho ajuda os pobrezinho
Dá àqueles que mais precisa
Amor sem preconceitos
Dedicação sem reserva
E a esperança embrulhada numas castanhinhas.
Alexandra Fernandes N.º1 10ºC
Ouve a voz do fraco
Liberta o oprimido
Impede a discriminação
Dá sem pedir em troca
Ajuda quem precisa
Renega o ódio
Investe na amizade
E neste S. Martinho ajuda os pobrezinho
Dá àqueles que mais precisa
Amor sem preconceitos
Dedicação sem reserva
E a esperança embrulhada numas castanhinhas.
Alexandra Fernandes N.º1 10ºC
Amizade
Ao acordar lembrei-me
Manhã de S. Martinho
Ia comer castanhas e
Zau! Um rico vinho
Agora que está a passar
Despeço-me com um beijinho
Estarei cá para o ano para outro S. Martinho.
Patrícia Costa N.º16 10ºF
Manhã de S. Martinho
Ia comer castanhas e
Zau! Um rico vinho
Agora que está a passar
Despeço-me com um beijinho
Estarei cá para o ano para outro S. Martinho.
Patrícia Costa N.º16 10ºF
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou acender
Para as castanhas assar
E contigo mas comer
E contigo mas comer
Na rua está um vendedo
De castanhas assadas
É com esforço e amor
Que faz feliz a rapaziada
É com esforço e amor
Que faz feliz a rapaziada
Que lindo é o outono!
Que lindo que é!
Uvas e castanhas
Dá-me o avô Zé
Uvas e castanhas
Dá-me o avô Zé
Vou assar muitas castanhas
É dia de S.Martinho
Para a festa começar
Vou à adega buscar vinho.
Para a festa começar
Vou à adega buscar vinho.
Cláudia Alexandra nº 5, 7ºA
Hoje há festa no céu
Tudo está cheio de brilhos
Deus nunca pode esquecer
A festa de um dos seus filhos
Todos usam belas roupas
Até José e Maria
Não há fogueiras nem pão
Mas há uma enorme alegria.
S.Martinho é especial
É um santo popular
Além de vinho e castanhas
Da bondade nos vem falar
Na vida nem tudo é fácil
Nem sempre ando a sorrir
Mas quando alguém se aproxima
Posso sempre repartir
António Albuquerque Lopes nº2, 7º A
É dia de S.Martinho
Chuvoso e ventoso
S.Martinho vai dar a capa
Para tornar este dia maravilhoso
Um ato nobre
Deste grande cavaleiro
Cheio de destreza e bondade
Para tornar esta lenda realidade
Comem-se castanhas
Para celebrar este grande ato
Bebe-se vinho
Neste grande dia de S.Martinho
Pois é só um dia por ano
Despeço-me assim
E fecha o pano
José Reis nº10, 8ºA
Ao tempo de crise de afetos
Juntou-se a crise material
Valha-nos o S. Martinho
Com o seu gesto maternal
Juntou-se a crise material
Valha-nos o S. Martinho
Com o seu gesto maternal
Dividir para multiplicar
Seja capa, palavra ou amor
É uma operação exemplar
Na construção de um mundo melhor.
Profª. Aida Pereira
Partilha
Partilhar neste dia
A alegria de uma comemoração
Rir é para todos importante
Tristezas e crise… digamos não!
Ingénuos não somos
Loucos queremos ser
Hoje a todos vamos ofertar
A alma, a paz e o saber…
Profª Elza Pinto
Oh Senhor! Oh S.Martinho!
Que tens tanta bondade,
Precisávamos hoje em dia
De um pouco dessa generosidade.
Tu que a um mero pobre
Estendeste a tua mão,
Que haja sempre quem tenha
Tão nobre e solidário coração.
Ensinaste-nos a partilhar
Um pouco do que a gente tem,
Pois o sofrimento de não ter
Não merece ninguém.
Oh Senhor! Oh S.Martinho!
Que a nós deste uma grande lição,
Com essa tua atitude
Nos mostraste o que é ser irmão!
Ana Martins, nº 1, 9ºG
Estava um dia de chuva.
Quando S. Martinho chegou
Deu metade da sua capa
E um dia lindo de sol se tornou.
Martinho deu a capa
E o céu se transformou
E agora comemora-se o santo
Que o sem abrigo ajudou.
Ana Sofia, nº 3, 9ºG
O outono é São Martinho,
caem folhas, cai o vinho,
as castanhas salgadinhas
e as febras bem quentinhas.
Se o outono fosse um concurso
a castanha era o jurado,
quem saboreasse mais depressa
era bem classificado.
O outono não é só vinho
é também a amizade,
que um velho cavaleiro
deu a capa com bondade.
Nem todas as castanhas
são saboreadas,
mas as de Trás . os . Montes
são as mais votadas.
Martinho era amigo,
cavaleiro compatriota,
quando há pobreza e frio
dá a capa e a compota.
Quando a capa foi repartida,
um raio apareceu
foi uma coisa muito bonita
que Deus concedeu.
As castanhas são
como a capa do Martinho,
para os rapazes um abraço
e para as meninas um beijinho
Alex Ramos, nº1, 8ºA
Tempo de castanhas, tempo de vinho,
Mas o que as pessoas não sabem
é que durante o S. Martinho
alguém esteve sozinho.
Foi num dia nublado
Que um pobre com frio e fome
Procurava ajuda por entre os caminhos
Sem ninguém para o acudir.
E naquele dia de céu encoberto
Um cavaleiro apareceu E rasgando a sua capa em duas
Tapou o corpo do homem
Sem se preocupar com o seu.
E nesse instante
As nuvens dissiparam-se E o dia chuvoso deu lugar
A um sol radioso.
Beatriz Bento, nº5, 8ºA
Mediateca, 11 de novembro 2011
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Diário do 8ºA
Liceu CCB, 24 de setembro de 2011
Querido diário,
Hoje a nossa turma, em conjunto com o 8ºD, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, foi
visitar a redação do jornal “A Voz de Trás – os – Montes”.
Saímos da escola por volta das 17:20 horas e dirigimo-nos a pé para aquele local.
Quando lá chegamos, fomos recebidos pela chefe de redação, que nos explicou, num breve discurso, como é elaborado o jornal, esclarecendo que existem três tipos de fontes de informação: a fornecida pelos particulares, a que provém de organismos públicos e a editorial; explicou-nos que a impressão e a distribuição dos jornais são feitas por uma empresa de Braga. De seguida, uma jornalista da redação falou- nos um pouco sobre o seu trabalho, mostrando-nos ainda o seu cartão de jornalista, que serve para manter os direitos de autor, e falando-nos um pouco acerca da lei de imprensa. Depois, dirigimo-nos à gráfica Minerva onde, na parte inferior, um funcionário nos mostrou como se realiza uma impressão em grande quantidade.
Regressamos à escola por volta das 18:15 horas, acompanhados pelas professoras Julieta Pereira e Rosa Mendes.
Querido diário,
Hoje a nossa turma, em conjunto com o 8ºD, no âmbito da disciplina de Língua Portuguesa, foi
visitar a redação do jornal “A Voz de Trás – os – Montes”.
Saímos da escola por volta das 17:20 horas e dirigimo-nos a pé para aquele local.
Quando lá chegamos, fomos recebidos pela chefe de redação, que nos explicou, num breve discurso, como é elaborado o jornal, esclarecendo que existem três tipos de fontes de informação: a fornecida pelos particulares, a que provém de organismos públicos e a editorial; explicou-nos que a impressão e a distribuição dos jornais são feitas por uma empresa de Braga. De seguida, uma jornalista da redação falou- nos um pouco sobre o seu trabalho, mostrando-nos ainda o seu cartão de jornalista, que serve para manter os direitos de autor, e falando-nos um pouco acerca da lei de imprensa. Depois, dirigimo-nos à gráfica Minerva onde, na parte inferior, um funcionário nos mostrou como se realiza uma impressão em grande quantidade.
Regressamos à escola por volta das 18:15 horas, acompanhados pelas professoras Julieta Pereira e Rosa Mendes.
Gostamos muito desta visita.
Até à próxima!
8ºA
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