Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Projeto Ciência na Camilo


No âmbito do “Projeto Ciência na Camilo” os alunos do Jardim de Infância das Árvores realizaram duas sessões de actividades experimentais. A primeira decorreu no laboratório de ciências da nossa escola e a segunda nas instalações do seu centro escolar.
No Laboratório de Ciências participaram empenhadamente em atividades experimentais e observaram as suas próprias células, ao microscópio, que esquematizaram artisticamente no papel. O entusiasmo não parou por aqui! Os pequenos demonstraram o seu tenro saber de forma afincada na compreensão e interpretação de atividades relacionadas com os sentidos. Estes ficaram em alerta e não erraram quando identificaram cheiros, sabores, sons e imagens. O momento mágico aconteceu quando o tato entrou em ação e todos os meninos perceberam que a sensação térmica não é uma boa medida para quente e frio e por isso é necessário um instrumento que meça a temperatura.
O grande quadro do laboratório foi pequeno para a criatividade destes petizes. Foi com muito entusiasmo, empenho e dedicação que o ilustraram de forma magnífica, com meninos e corações.
O corredor vermelho do liceu desfiou-os a fazer uma “corridinha” entre expositores para admirar os animais embalsamados, os esqueletos e a coleção de rochas e minerais.
Regressaram ao Jardim de Infância felizes e contentes, deixando maravilhada a comunidade da Escola Secundária Camilo Castelo Branco.
Na segunda actividade, subordinada ao tema “Morfofisiologia do corpo humano” os professores responsáveis utilizaram um modelo anatómico 3D para explicar a localização e funcionamento dos órgãos. Os alunos participaram ativamente com os seus conhecimentos e sugestões para promover a saúde. De repente fez-se silêncio na sala pois o auge desta demostração coincidiu com o fascinante momento da simulação do “rebentamento da placenta e parto”.
Estas atividades pretendem motivar os alunos para a ciência, enriquecer os conteúdos programáticos e mostrar outros contextos de ensino.

O Jardim de Infância das Árvores visita a Camilo 




A Camilo visita o Jardim de Infância das Árvores

 


 




segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Visita ao lar "Nossa Senhora das Dores", de Vila Real


No dia 28 de Novembro de 2013, a nossa turma da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, da escola secundária Camilo Castelo Branco, decidiu visitar o lar de idosos, Nossa Senhora das Dores, de Vila Real, sobre o tema desenvolvido nas aulas - atos de solidariedade, atividade proposta pelo professor Paulo Santos.
À chegada do edifício do lar, fomos calorosamente recebidos pela própria diretora, que nos guiou até aos aposentos dos idosos a quem, após termo-nos apresentado, entrevistámos e trocamos impressões.
Oito dias depois, a nossa turma juntou-se a outros colegas de EMRC e preparámos um pequeno teatro natalício para apresentar aos nossos novos amigos mais velhos, que ficaram muito contentes. No fim, todos nós nos divertimos  e partilhámos este espírito de solidariedade que nos envolve nesta época de Natal.

Ana Barros , 10ºB




ENTREVISTA
No dia 28 de Novembro de 2013, no âmbito da disciplina de EMRC, as turmas B,E,F do 10ºano, foram ao Lar de Nossa Senhora das Dores entrevistar a Diretora da instituição
Boa tarde, quantos anos tem esta instituição e porque é que lhe deram o nome de “Nossa Senhora das Dores”?
«A instituição tem 130 anos de idade e o seu nome inicial era “O Asilo”, o amparo de Nossa Senhora das Dores, devido a uma grande senhora que deixou, quando morreu, um legado para criar uma instituição de proteção a pessoas em Vila Real: a idosos e principalmente a mulheres que tenham vivido bem e que no fim das suas vidas tenham caído na miséria. O seu testamento dá a sensação de que era muito específico no que se refere a quem era para dar apoio.
Qual é a orgânica da instituição?
É uma fundação gerida por uma constituição administrativa, que administra o dia a dia, e por uma constituição fiscal, que uma vez por ano ou sempre que entende fiscaliza, mas vai haver alterações de lei.”
“As irmãs começaram a fazer parte também do lar, devido ao Monsenhor Jerónimo Amaral que fazia parte da administração e propôs à Irmã Mãe Clara que viessem irmãs para ajudar na manutenção da casa. Cá estão, portanto, desde 1989. Não é uma casa das irmãs mas é onde elas dão uma colaboração muito forte.”
Quais são os serviços oferecidos aos utentes? O Estado garante algum tipo de ajuda?  
“Alojamento – aqui é dado todo o apoio, a todas as pessoas que precisam de alojamento: as pessoas vivem aqui, dormem aqui, têm as refeições a horas, roupa lavada, enfermeiras e médicos, animação cultural… Têm uma família, que por várias razões têm muitas dificuldades ou porque não têm ou porque não é possível, e aqui tentamos que seja uma família, uma família grande mas uma família. Sim, é uma instituição ajudada não na totalidade, mas uma grande parte, subsidiada pelo Estado.”
A instituição consegue dar resposta a todas as necessidades dos utentes?
Dos que temos cá sim, tentamos fornecer-lhes tudo o que precisam. Agora, temos uma lista de espera muito grande, só podemos ter 80 pessoas.”
Acha que os utentes gostam do lar?
Sim, pois além da parte concreta (as necessidades deles, conforto, alimentação, etc), o ter com quem falar, terem carinho, pessoas a fazer-lhes companhia faz com que eles gostem muito do lar. Muitas pessoas autónomas que se inscrevem no lar dizem que tem medo de estar sozinhas, principalmente, à noite. Terem pessoas a vigiá-las de noite é muito importante para eles.”
O objetivo do lar é fazer felizes estas pessoas na reta final das suas vidas?
“É um dos objetivos.”
O esforço aplicado neste lar é gratificante?
“Eu acho que sim, pelo menos da minha parte, é complicado mas acho que qualquer pessoa que trabalha aqui gosta daquilo que faz. Uma coisa que se nota é que quando alguém falece, qualquer pessoa do lar fica sensível.”
A família costuma visitar os utentes?
Depende, há famílias que vem cá todos os dias, outras estão no estrangeiro e só vem quando estão de férias. Agora há pessoas que não têm família.”
Como é que festejam o natal?
Normalmente, faz-se o almoço como se fosse o jantar de Natal, há entrega de prendas e todo este tempo é tempo de festa.”

 Liliana Teixeira, 10º E

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Feira do Livro com Pedro Seromenho

Está a decorrer uma feira do livro no átrio principal da escola, desde o dia 10 de dezembro, e terminará no dia 12. Entretanto, hoje, dia 1, o escritor e ilustrador Pedro Seromenho esteve em duas sessões com os alunos da escola. Durante a manhã a sessão foi iniciada pela professora Maria João Cunha que apresentou o escritor.Depois, o autor falou e teatralizou excertos da sua obra e teve ainda tempo para desenhar, responder a questões e dar autógrafos personalizados.  

Apresentação do autor pela professora Maria João Cunha

O autor e a obra.

O espaço foi pequeno para tantos ouvintes.


Um pouco de dramatização.

Auditório lotado.

Desenho na história do 1.º Rei de Portugal.

A história da ervilha (momento dramatizado). 


Momento de desenho ao vivo.

Os autógrafos especiais.
A apreciar os desenhos dos mais novos.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

História insólita


A tragédia da floresta tropical!

No meio das férias de verão, o João Pedro decidiu fazer uma viagem à floresta tropical na Colômbia. Quando andava por lá a passear e a apreciar a bela paisagem, ele encontrou uma bela jovem de dezoito anos que se chamava Daniela. Era linda. Os seus olhos eram verde-esmeralda e os longos cabelos eram de um vermelho alaranjado muito sedutor. No entanto, esta beldade não era uma mulher comum, pois ela media três metros de altura e o seu pezinho calçava apenas o número vinte e cinco.

O João e a Daniela interessaram-se um pelo outro após uma longa conversa e, ao longo do tempo, tornaram-se grandes amigos. Até que, certo dia, o João decidiu convidá-la para uma festa no dia de São Valentim. Nesse dia mágico, declararam o seu amor um pelo outro e, a partir dessa data, foram namorados durante cem anos.

Casaram e construíram uma família especial… começaram por ter um filho que tinha características da mãe ao qual deram o nome de Miguel. Ele era alto, tinha cabelos vermelhos alaranjados e olhos verde-esmeralda tal como a mãe. Era meigo, risonho e brincalhão. Passados quatro anos, quando o Miguel já tinha aprendido a falar, nasceu uma menina com características do pai à qual lhe deram o nome de Diana. Ela era alta, tinha cabelos castanho-claros e olhos castanho-escuros tal como o pai. Ao contrário do Miguel, a Diana era reles, tristonha e quieta.

Passados vários anos, ainda a viver na floresta tropical, a família sofreu uma grande volta… Veio do passado uma mulher muito maldosa, vinda da terra natal do João Pedro, que tinha a capacidade de se transformar em anaconda. Ela queria recuperar um amor que só existia na imaginação dela, então como começou a estranhar a ausência do João Pedro, tentou de tudo para descobrir onde ele estava… e conseguiu.

Chegada à floresta, como a casa dele era única no meio daquele arvoredo todo, aproximando-se sorrateiramente, devora a Diana que nem tinha dado conta daquilo que se estava a passar. Embora ela fosse uma peste, era filha deles e a dor era enorme tanto para os pais como para o irmão mais velho.

Passados uns tempos de tal tragédia ter acontecido, eles foram cultivar os seus alimentos e repararam que existia um alimento muito estranho, mesmo fora do normal e tiveram curiosidade em experimentar, pois tinha uma cor muito linda, verde água, e um aspeto delicioso. Ora esse fruto deu-lhes a imortalidade, para que com todo esse tempo de vida pudessem lutar para encontrar a sua filha perdida, pois tinham a esperança de que a anaconda não a tivesse comido.
 
João, Marta e Sara- 8ºC
 

Colaboração - Boletim Cultural


Apresentação do " Sétimo sentido", de Antóno Fortuna


António Fortuna e a Editora Tartaruga convidam-no para a apresentação do livro O SÉTIMO SENTIDO a realizar no dia 5 de Dezembro, pelas 21,30 h, no Auditório da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, em Vila Real.
          A Apresentação estará a cargo de Ana Paula Fortuna e Henrique Morgado.

 
 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Escola assinala Dia Mundial da Luta Contra a Sida

Hoje, dia 29 de novembro, durante a manhã, assinalou-se, de uma forma especial, o Dia Mundial da Luta contra a Sida, através da formação de um laço humano, na praça do município.
Aqui ficam as imagens.

Fotos: João Costa


Cristina Carvalho na Camilo

Tertúlia na Biblioteca
Dia 27/11/2013



Encontro com os alunos
28/11/ 2013




Reportagem:
João Costa

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Cristina Carvalho na Escola

A escritora Cristina Carvalho, filha de Rómulo de Carvalho/ António Gedeão, estará amanhã  na Biblioteca da Camilo, pelas 21 horas, numa tertúlia.
No dia seguinte, pela manhã, estará presente numa sessão com os alunos, no Auditório.

Refletindo...

Amigo verdadeiro só tenho um, o resto considero como colegas, ou talvez nem isso.
Chega, estou farta de ouvir gente murmurar!... Se eu cair, levantar-me-ei e caminharei de novo.
Por vezes, tenho medo de viver do jeito das outras pessoas, mas não tenho medo de viver do meu.
(Os pessimistas queixam-se dos amigos, mas os optimistas esperam que eles mudem e os realistas ajudam-nos…
Quando os olhos já estão cegos, os ciúmes imaginam três vezes mais.)
Com palavras me julgam, com atitudes revelo o contrário.
A única pessoa que me pode julgar é Deus, mas esta entidade divina simplesmente perdoa!...
Antes de me julgarem, ou julgarem o meu carácter, peguem nos sapatos e percorram o que eu percorri, vivam as minhas tristezas, angústias, dúvidas e alegrias.
É certo: cada um pode ter o seu sofrimento, mas… ninguém julgue ninguém! – é o caminho para a felicidade…
Não sou a pessoa mais perfeita do mundo, mas sou capaz de fazer coisas em que muita gente não acredita.
A minha melhor vingança aos que me querem mal é sorrir-lhes.
(Para se poder julgar tem que se percorrer os anos que percorri, tropeçar onde tropecei e levantar-se assim como eu fiz.)
Por vezes, não acredito no potencial que dizem que tenho. Talvez meu corpo ainda não tenha entendido, mas a dor que ele sente, a cada luta, é o espírito que se vai tornando invencível.
(Para os erros existe perdão, para fracassos há “chance”, para amores impossíveis, tempo.
Tudo o que o dinheiro pode comprar é barato, mas as melhores coisas da vida não têm preço.
A força de uma mulher não está na coragem de atacar mas na capacidade de resistir ao ataque.)
Lutar, para mim, não é bom, mas se tiver que o fazer, venço. Por vezes a dificuldade deve ser nossa motivação para ultrapassar os obstáculos, contudo nem sempre assim acontece.
Uma mulher livre é lutadora e a liberdade é algo que se conquista.
Antes de alguém me ferir, faça melhor do que eu, ou derrube-me!
Nenhum obstáculo é intransponível se a vontade de vencer for maior.
Vamos pegar em nossos sonhos e torná-los reais!

 
Andreia Teixeira, 10ºA

Projeto Comenius - Galeria de fotos