Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Desfile de Carnaval 2018

Os restantes concorrentes











































Desfile de Carnaval 2018


Numa organização do grupo disciplinar de Artes Visuais, realizou- se no dia 9 de fevereiro o habitual desfile de Carnaval, desta vez, subordinado ao tema "O nosso património".
Depois da prestação de cada interveniente, foram atribuídos prémios individuais e de grupo, de acordo com os seguintes parâmetros: Criatividade na recriação de uma personagem e/ou grupo, rigor de execução e de utilização adequada de materiais e expressividade performativa na apresentação do trabalho.

Prémios Grupo
Criatividade na recriação de uma personagem e/ou grupo.

Mariana Oliveira e Mara Correia  (12ºE e F)
A Lenda Galo de Barcelos

Afonso e Beatriz Rocha  (12ºE e F)
Caretofolia

Rigor de execução e de utilização adequada de materiais 

Catarina e Rafaela (12.º E)
O Bom Galo a Viana retorna

Ana Carolina Cardoso Cunha
Couve
Cátia Vieira Alves 
Moira 
Gabriel Pomar Ferreira  
Frango
Inês Silva Rodrigues 
Cenoura
João Gil Rodrigues Costa
Chouriço
Joana Botelho dos Santos 
Orelheira 
Rute Duarte Pereira
Porco / chispe 
Tânia Barreiro dos Santos
Batata
Cozido à Portuguesa (12.º F )

Expressividade performativa na apresentação do trabalho
Índia Azevedo Marques

Mariana Moreira
Susana Fernandes
As 3 Marias (11.ºG)

MENÇÕES HONROSAS - Grupos
Alunos da turma do 2.º J (19 alunos)
Personagens do “ Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente.  
O Fogo do Inferno no Auto da Moralidade

Ana Júlia e Diogo ( 10.º G )
Oleiro de Bisalhães



































A Lenda Galo de Barcelos

















Caretofolia

















O Bom Galo a Viana retorna










Cozido à Portuguesa
O Fogo do Inferno no Auto da Moralidade

Oleiro de Bisalhães


PRÉMIOS INDIVIDUAIS:

Criatividade na recriação de uma personagem e/ou grupo


Lourenço Ribeiro (11.º G ) 
Caminhos do Douro

Rigor de execução e de utilização adequada de materiais
João Silva ((12.º E) 
Zézinho do Povo

José Pedro (10.ºJ)
Calçada Portuguesa

Cláudia Sofia Liberato Nunes (11.ºG)
A revolução começa com apenas um cravo 

Expressividade performativa na apresentação do trabalho
Afonso Santos Fraga Gomes (12.º E)
Calçada Vestida

Teresa Bastos (10.º J)
Borboleta Azul

MENÇÕES HONROSAS - Individuais
Diogo (12.º E)
Real Bizarro

Margarida Martins (10.ºJ)
Borboleta Azul
























Caminhos do Douro























Zezinho do Povo
























Calçada Portuguesa
























A revolução começa com apenas um cravo 

























Calçada Vestida
























Borboleta Azul

























Real Bizarro
























Borboleta Azul

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Os jovens e a Internet

Infelizmente, nos dias de hoje, os jovens abandonam a sua vida social, e trocam-na por uma vida na internet. Hoje, portanto, vou dar a minha opinião sobre o impacto dos aparelhos eletrónicos, nomeadamente o computador, sobre os jovens.
Além de ser prejudicial para a sua saúde física, o uso excessivo do computador afeta também a saúde mental dos jovens. Pode levar ao sedentarismo, devido à privação da atividade física, e, em alguns casos, a problemas na visão. Pessoalmente, os problemas psicológicos, que se originam, são os mais graves e os mais preocupantes. A depressão, a anorexia, e a dificuldade em expressar-se, todos esses problemas podem ter origem no uso excessivo dos aparelhos eletrónicos, causando modificações na vida social do jovem.
No meu ponto de vista, a culpa vem dos pais. Um pai tem poder e influência perante o filho, e as crianças veem-nos como exemplos. Um pai que passa muito tempo no computador/telemóvel, privando-se do filho, vai-se tornar indiretamente um mau-exemplo para o mesmo. Os pais devem controlar o uso das tecnologias dos próprios filhos. O que parece ser apenas uma fase da adolescência, pode tornar-se um perigo para a vida da criança.
Sim, é bom usar aparelhos eletrónicos mas de uma forma saudável. Afinal, estamos no século vinte e um, onde toda a gente recorre à internet para fazer tudo, mas lembrem-se: só temos uma vida, e é preferível vivê-la no mundo real, do que virtualmente.


Maria Amaral, 8.º I

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza



Por ocasião do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

17 de outubro de 2017


A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável promete não deixar ninguém para trás e tem como objetivo a erradicação da pobreza até 2030. Por isso, precisamos que os governos tomem medidas rápidas que traduzam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em políticas efetivas que sejam apoiadas pelos recursos apropriados. A Agenda 2030 é ambiciosa e precisamos de medidas igualmente ambiciosas para a pôr em marcha.
A Agenda 2030 enfatiza a interdependência das dimensões social, económica e ambiental da erradicação da pobreza, por isso é necessária ação integrada em diferentes esferas políticas, tirando o maior partido das capacidades e recursos através de políticas objetivas que visem acelerar o progresso em todos os domínios. É aqui que reside a importância da liderança da UNESCO no avanço da cooperação através da educação, da ciência, da cultura, da comunicação e da informação. Em conjunto com as Prioridades Globais da organização - a Igualdade de Género e África - estas são as áreas com um impacto muito relevante na Agenda 2030 e funcionam como multiplicadores do desenvolvimento numa ampla gama de objetivos e metas.
As capacidades devem ser combinadas com responsabilidade. Os planos nacionais para erradicar a pobreza serão mais eficazes se forem inclusivos e se integrarem as diferentes vozes de todos os setores da sociedade. O acesso a serviços básicos é essencial, tal como as capacidades e o conhecimento necessários, mas a erradicação da pobreza também requer uma maior participação de todas as pessoas, começando pelos mais jovens, cujo fortalecimento é a chave para o sucesso.
A erradicação da pobreza é um imperativo dos Direitos Humanos – e também do desenvolvimento e da paz. É por isso que precisamos agir agora para que as promessas se tornem realidade. É esta a mensagem da UNESCO neste Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
Irina Bokova

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Dia Internacional da Paz

Mensagem da Diretora Geral da UNESCO
por ocasião do Dia Internacional da Paz
Juntos pela paz, segurança e dignidade para todos
21 de setembro de 2017



Neste Dia Internacional da Paz celebra-se o poder da solidariedade mundial para construir um mundo pacífico e sustentável.
Numa época de desafios sem precedentes, esta celebração nunca foi tão importante. Surgiram novas forças de divisão que propagam o ódio e a intolerância. O terrorismo alimenta a violência, enquanto o extremismo violento envenena a mente das pessoas vulneráveis e dos jovens. Nas regiões mais pobres e menos avançadas do mundo, produzem-se desastres naturais ligados a fatores climáticos que agravam a imperante fragilidade, aumentando a migração forçada e aumentando o risco de violência.
A paz enfrenta complexas e escarpadas barreiras que nenhum país pode resolver sozinho. Requerem-se novas formas de solidariedade e de ação conjunta, que se devem por em prática, o mais cedo possível.
Este é o espírito da chamada do Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para um novo impulso na prevenção da manutenção da paz, reunindo os governos e a sociedade civil, assim como os organismos internacionais e regionais.
A mudança acelera-se em todo o mundo - o nosso objetivo deve ser abraçá-la na base dos direitos humanos, para moldá-la em direções positivas para criar um mundo mais justo, inclusivo e sustentável.
A cultura da paz é a cultura do diálogo e da prevenção, e, neste contexto, o papel das Nações Unidas nunca foi tão crucial.
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável afirma que não pode haver desenvolvimento sustentável sem paz, nem paz sem desenvolvimento sustentável. O mesmo espírito sustenta as Resoluções do Conselho de Segurança e da Assembleia Geral, em 2016 sobre paz sustentável.
Necessitamos de uma nova abordagem integral, para resolver causas fundamentais, reforçar o Estado de Direito e fomentar o desenvolvimento sustentável baseado no diálogo e no respeito. Isto orienta a ação da UNESCO para construir a paz através da educação, da liberdade de expressão, do diálogo intercultural, do respeito pelos direitos humanos e a diversidade cultural, e a cooperação científica.
Neste Dia Internacional da Paz devemos renovar o nosso compromisso com a solidariedade mundial. Manter a paz significa cultivá-la todos os dias, em todas as sociedades, com cada mulher e cada homem, trabalhando em conjunto por um futuro melhor para todos.

Irina Bokova
Diretora geral da UNESCO