Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

… PORQUE TODOS OS DIAS SÃO DE SÃO VALENTIM


No dia de São Valentim falamos de AMOR. Há corações, bombons, flores, peluches, cartinhas e promessas lindas. E nos dias seguintes? E quando o amor se transforma em dor? E quando o namoro acaba em choro? E quando o casamento se torna um sofrimento? Os alunos do 10.º E responderam a estas perguntas assim:




O amor nem sempre é um conto de fadas.
O sofrimento que traz um amor cobarde, ou então um amor que deveria ter acabado, porque é controlador, é um sufoco sem explicação.
            O amor próprio, para mim, é bem mais importante que o amor de outra pessoa, pois acima de tudo nós temos de nos respeitar a nós mesmos.
            Se fosse amor, nunca teria surgido a primeira nódoa negra, a primeira bofetada e muito menos levaria à morte da pessoa "amada", pois quem ama cuida não magoa, só ama!

Ariana Lopes, nº 5




Mas afinal, o que é o amor?
O amor é o mais belo sentimento da vida. Amor é amar e ser amado, principalmente amarmo-nos, termos amor próprio.
O amor não é como nas telenovelas, não é sempre um conto de fadas. O amor é saber respeitar, dar atenção e acarinhar. Amor é companheirismo.
Mas…
Infelizmente, ainda hoje há relacionamentos abusivos, onde a pessoa que verdadeiramente ama sofre, por traição, e onde, muitas vezes, esse relacionamento cheio de mentiras não acaba por manipulação do traidor.
Será que vale a pena viver assim?
Um relacionamento não deve ser a porta para o inferno, mas sim uma janela para um lar e uma vida feliz.

Filipa Quadros, Nº,12 e Rute Martins, Nº 18




Violência doméstica? Porquê sujeitarmo-nos a tal inferno que nos levará à morte? Estará no destino tal fatalidade?

Amor eterno? Não te deixes envolver em hipócrita mentira, não te habitues a tal vida porque isso não é viver.
Saudade, prazer, romantismo, felicidade, companheirismo, respeito… se queres tudo isto: então, basta amar!
Eras o motivo do meu primeiro suspiro pela manhã e foste a razão do meu último fôlego.
Para o teu agressor, és bela como as flores do teu caixão.
A ti que és um agressor! O Diabo perde para ti: ultrapassas a maldade de quem criou o mal.

Ana Reis, nº 4 e Érica Valentina, nº 9


Quando amamos, sentimo-nos o centro
É como o centro do pódio 
Mas, quando acaba, morre-se por dentro 
Com tanta mágoa e ódio. 

Amor próprio?
Quando o ganho?
Pois eu não o tenho 
Sempre estou em sofrimento 
E isso é um grande tormento! 

Ana Matos, Nº 1 




Mas eu ainda acredito no amor, e tu?
Depois de sentir falta das nossas saídas, das nossas conversas das mensagens, das piadas e dos problemas um do outro, pensei que era só amizade.
Depois senti falta dos abraços, dos olhares, senti falta da conexão que tínhamos, uma conexão que eu não tinha com mais ninguém.
Quando achei que tinha acabado por aí, senti saudades da tua presença, da tua voz e do efeito que ela fazia em mim. Senti saudades de pegar na tua mão e de me sentir segura, sentir o teu perfume e sentir-me completa.
Sabia que se te visse, tudo ia ficar bem, aí percebi que era mesmo amor.
Assim perdi a oportunidade de te amar pelo medo de tentar e só percebi isso quando o amor se transformou em saudade. 

Ana Margarida, nº 3

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Visita de Estudo

No dia 11de fevereiro, as turmas do 1.º e 2.º A visitaram o museu e estádio do Futebol Clube do Porto, onde realizaram um workshop sobre inteligência emocional.  Esta visita de estudo integrou-se no âmbito das disciplinas de Educação Física e Higiene, Segurança e Cuidados Gerais e Inglês.


terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Apreciação da representação de FARSA DE INÊS PEREIRA, de G. Vicente - 23 janeiro 2020


A representação desta peça correspondeu às minhas expectativas pois transmitiu-me sensações diversas, principalmente o cómico que, em palco, parece muito real e me fez rir de forma espontânea.
No geral, achei a representação muito divertida pois o grupo representou a peça adaptando-a à atualidade, sem mudar nem um pouco a texto vicentino.
A representação ultrapassou o que eu estava a imaginar, pois pensava que ia ser aborrecida. O encenador adaptou a peça aos tempos modernos, principalmente ao incluir música atual. Os atores foram bastante expressivos, via-se que estavam a atuar com gosto.
Os atores, realmente, deram vida às personagens. Contudo, a adaptação feita não me satisfez por completo, uma vez que, em minha opinião, a peça perdeu a identidade pretendida por Gil Vicente.
O cómico característico das peças vicentinas foi bem conseguido. Contudo, houve situações em que não se conseguia perceber as falas pois os atores falavam em voz baixa.
A representação da peça superou as minhas expectativas.
Não sou muito apreciadora de teatro, mas estava entusiasmada com esta atividade. Contudo, na minha opinião, o que ficou mais aquém das expectativas foi Inês Pereira; imaginei uma Inês com mais “garra”: pode não ser um papel muito fácil, por isso não quero tirar o mérito à atriz que, apesar de não ser o que eu esperava, esteve bem.
Gostei da maneira como os atores deram vida às personagens, como se o tempo original da ação fosse o tempo de agora. No entanto, gostava de ter visto o vestuário e os adereços próprios da época vicentina.
Por vezes, senti que o diálogo originalmente escrito se tornou um pouco forçado ao encaixar-se na situação imposta pela adaptação, o que, na minha opinião, deixou a peça com um tom pesado.
O que me agradou mais foi o facto de os três tipos de cómico (de linguagem, de caráter e de situação) terem sido representados na perfeição.
Gostei da peça, no geral. Os atores estiveram bem e adorei as partes mais cómicas, como as de Lianor Vaz e de Pero Marques.
A leitura da peça, por si só, já é cativante, mas vendo a representação em palco é completamente diferente porque o cenário, os adereços e a movimentação das personagens transmitem-nos sensações novas, principalmente o riso provocado pelos diferentes tipos de cómico, bem conseguido pelos atores.

10.º A


segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Participação da escola no Corta Mato CLDE Douro e Sul

A prova de Corta Mato CLDE Douro e Sul  decorreu no dia 20 de Janeiro, durante a parte da manhã. 
Nesta iniciativa,  destacou-se um honroso 3.º lugar, por equipas, nos juvenis masculinos! 




O Coordenador do Desporto Escolar,
André Ferreira

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Dia da Memória do Holocausto, 27 de janeiro

Para que nunca mais aconteçam perseguições e mortes por causa da cor da pele, da religião ou da forma de pensar, queremos educar para o respeito pelas diferenças e promover a reflexão sobre temas fundamentais de cidadania.
Assinalar o dia da Memória do Holocausto, 27 de janeiro, é uma oportunidade para tomar conhecimento de acontecimentos únicos da história da humanidade e educar para a inclusão, aceitando a diversidade como característica da humanidade.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Feirinha solidária








Parlamento dos jovens 2019


Há 25 anos a dar voz aos jovens... 










Parlamento dos jovens 2019, na Camilo, com o senhor deputado Francisco Rocha. 
Tema em debate: Violência doméstica e no namoro : da sensibilização à ação (3 ciclo) e Violência doméstica e no namoro :como garantir o respeito e a igualdade? (Ensino secundário)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Desafio


O desafio de final de período, realizado na disciplina de Filosofia do10.ºH, no âmbito das atividades da componente de Cidadania e Desenvolvimento, chama-se "Palavras na lombada: literatura, direitos humanos e valores."

Adote uma forma diferente de ler o título dos livros, com a proposta  de uma viagem em três passos:

1. Dirija-se a uma estante (pode ser a estante da Biblioteca da nossa Escola ou, então, a que tem lá em casa).
2. Examine a lombada de vários livros. 
3. Empilhe os livros de modo a construir uma frase com significado ou até uma pequena história.
4. Faça o registo fotográfico.



Resultado 




“A rapariga que perdeu o coração à procura de mim descobre uma estrela no poisar do silêncio, 21 dias depois o céu cai-lhe em cima da cabeça.”


Matilde Ribeiro, n.°12, 10.° H
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Feirinha solidária


Ida ao Cinema


No dia 4 de dezembro de 2019, entre as 14h às 17h, as turmas dos 7º C, E e G  deslocaram-se ao teatro de Vila Real para assistir ao filme didático – “DESCULPA !”
Esta atividade, dinamizada pela equipa EMIS, teve como objetivo consciencializar para a temática e as consequências do bullying, prevenir, sensibilizar e identificar fenómenos presentes na comunidade escolar, diagnosticar situações e abordar valores como o respeito, tolerância, entreajuda, equidade, igualdade e solidariedade.

Equipa EMIS e diretores de turma dos 7ºC, E e G.







terça-feira, 10 de dezembro de 2019

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

HeForShe

Criado pela ONU Mulheres, o movimento de solidariedade HeForShe pela igualdade de género pretende que homens e rapazes se envolvam e se tornem agentes de mudança, contribuindo assim para se alcançar o ODS 5.  Os professores da Camilo aderiram entusiasticamente ao movimento! As mulheres agradecem!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Mensagem de Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência 3 de dezembro de 2019


Neste Dia Internacional, unimo-nos para promover o direito à igualdade e a participação efetiva das pessoas com deficiência na vida das nossas sociedades.
Hoje, mais de um bilião de pessoas, ou seja, aproximadamente 15% da população mundial, vive com alguma forma de deficiência[1]. Muitas são ainda vítimas de múltiplas formas de discriminação, marginalização, incluindo de violência e opressão.
Devido à persistência de certos preconceitos, as desigualdades perduram, nomeadamente no mercado de trabalho. Por este motivo, a taxa de emprego dos homens (53%) e das mulheres com deficiência (20%) é inferior à taxa de emprego dos homens (65%) e das mulheres sem deficiência (30%)[2]. Assim, as pessoas com deficiência têm mais probabilidade de enfrentar situações de pobreza, embora, por vezes, tenham de assumir despesas de saúde elevadas. As crianças com deficiência também são vítimas de desigualdade, fazendo com que não possam, muitas vezes, seguir um percurso escolar adequado.
Contudo, ano após ano, despertam as consciências e evoluem as mentalidades, fruto do trabalho admirável das associações, cujos esforços são incansáveis e devem ser apoiados e encorajados.
É também fruto da mobilização da comunidade internacional, nomeadamente através da adoção, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a 13 de dezembro de 2006 que, no seu preâmbulo reafirma “a universalidade, indivisibilidade, interdependência e correlação de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais e a necessidade de garantir às pessoas com deficiências o seu pleno gozo sem serem alvo de discriminação”. Esta ambição deve ser a nossa bússola.
O tema escolhido para este ano destaca o papel das pessoas com deficiência e reflete o compromisso que está no cerne da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável de “não deixar ninguém para trás”. Contudo, este objetivo só cumprirá o seu pleno significado se mobilizar iniciativas de um vasto número de parceiros. A UNESCO assume o papel que lhe cabe neste compromisso.
O Fórum Internacional sobre Inclusão e Equidade na Educação, realizado pela UNESCO na Colômbia, em setembro de 2019, destacou a necessidade da construção de sistemas de educação mais inclusivos, e o papel da educação no combate ao preconceito e à discriminação.
Neste sentido, a UNESCO põe a sua experiência ao serviço dos Estados-Membros e reforça as suas capacidades com vista à integração das problemáticas relativas às pessoas com deficiência nas suas políticas educativas nacionais, influenciando a formação de professores ou desenvolvendo linhas orientadoras e ferramentas específicas. A nossa Organização acelera ainda a partilha de dados e de boas práticas para uma educação inclusiva, com vista a facilitar a cooperação e a emulação entre os Estados Membros.
A UNESCO não só envida esforços no domínio da educação, como também no domínio da cultura. É este o sentido da nossa ação para garantirmos um melhor acesso, por pessoas com deficiências, à riqueza do património mundial, através, por exemplo, da digitalização de documentos.
É nosso dever construir e alargar a participação das pessoas com deficiência; Consegui-lo, só depende de nós.



[1]   Fonte : OMS
[2]   Fonte : OMS