Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Projeto Erasmus+

Chegou ao fim o Projeto Erasmus+ da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, “Let’s Take a CLIL L.E.A.P. (Limitless Employment Abroad Possibilities)”.
Ao longo de dois anos, divulgámos Vila Real e trocámos experiências pedagógicas na Espanha, na República Checa, na Hungria e na Grécia.
O nosso objetivo principal foi a prática do CLIL, uma metodologia inovadora, através da qual o ensino dos conteúdos é efetivado com recurso a uma língua estrangeira.
Uma das escolas participantes com uma concepção de ensino mais invulgar foi o Colégio Narval de Cartagena, Espanha. Ali não existem manuais escolares físicos, tendo sido substituídos por “tablets”, o que se repercute numa diminuição de encargos para os pais dos alunos, bem como no potenciar da ação educativa dos professores.
A Escola Secundária Camilo Castelo Branco visitou aquele Colégio já em 2017, entre 23 e 29 de abril, com uma delegação composta pelos professores Luís Fonseca e Álvaro Pinto, tendo este lecionado duas aulas CLIL sobre as origens medievais da mentalidade atual, bem como pelos alunos Fernando Campeã, José Silva e Rute Pinto.
No passado 26 de julho, a nossa escola celebrou o seu “Erasmus Day”. Na presença do representante da Câmara Municipal, Dr. Alexandre Favaios, responsáveis e colaboradores desta iniciativa congratularam-se pelo sucesso da mesma e projetaram experiências idênticas para o futuro.

Álvaro Pinto

Erasmus 2016/2017




Em Cartagena, Espanha

Domingo



Esta viagem começou com uma viagem de táxi até o Aeroporto Sá Carneiro, no Porto. Aí, apanhamos um avião para Madrid, Barajas, e depois voamos para Alicante, onde fomos recebidos pelas famílias que nos iam acolher durante uma semana.

Após uma viagem de carro com a duração de 1h30, chegamos a Santa Ana, uma cidade a 15 minutos de Cartagena.



Segunda-feira



No dia seguinte, fui acordado por Jesus, o meu colega espanhol, que me avisou que estava na hora de me levantar para irmos para o Colégio/Liceu Narval. Lá, tivemos uma manhã de aulas e depois do almoço, uma aula de primeiros socorros e um workshop de Flamenco.



Terça-feira



Já mais integrado na comunidade escolar, graças ao agradável acolhimento dos estudantes, o dia de aulas (não tendo havido nenhuma atividade, devido ao mau tempo) foi muito interessante pois os professores sabiam cativar os alunos e ao mesmo tempo manter a calma.



Quarta-feira



O dia começou com uma visita ás minas de La Unión, uma mina com valor histórico e transformada numa espécie de museu, com uns guias que explicavam muito bem os “antecedentes” desta mina. Á tarde, depois de um almoço composto por sandes de presunto (no meu caso), tipicamente espanholas, dirigimo-nos ao Mar Menor, separado do Mediterrâneo por La Manga, onde experimenta-mos  atividades desportivas marinhas tais como o kite-surfing, padel surfing e velejamos pelo mar.



Quinta-feira



Como o tempo estava bom nesse dia, fomos fazer uma visita guiada a Cartagena, onde visitamos a Camara Municipal, um banco construído por um mineiro de La Unión, e um tour de barco pelo porto da cidade. O fim do dia foi protagonizado por um jantar cuidadosamente organizado pelos alunos castelhanos.



Sexta-feira



O dia foi um dia de aulas normal, até que a organização da escola nos surpreendeu a todos com um quadro que seria preenchido com os nossos nomes e desenhos e que viria a ser pendurado num lugar destacado algures na escola, para que se recordassem de nós e nós deles.



Sábado



No dia antes da nossa partida, foi realizada, pelos alunos, uma festa surpresa de despedida, que certamente todos desfrutaram.





José Migue de Kercadio Sarmento Lencart e Silva

9ºA, nº9


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca



17 de Junho de 2018

“A terra é valiosa, vamos investir nela”
Todos os anos, 12 000km2 de terras em todo o mundo – o equivalente a metade da superfície do Reino Unido – tornam-se inférteis como consequência da desertificação. Este fenómeno da degradação dos solos ocorre nas zonas áridas do nosso planeta, que cobrem 40% da superfície terrestre e são o lar de 2 mil milhões de seres humanos.
A desertificação é uma catástrofe contínua e silenciosa, com efeitos dramáticos tanto para a natureza como para as mulheres e os homens que nela habitam: destruição de ecossistemas, aceleração das alterações climáticas, mas também obstáculos ao desenvolvimento e aumento da pobreza nos países onde o ambiente se encontra ameaçado. Segundo o Secretariado da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, é provável que 135 milhões de pessoas se vejam obrigadas a migrar até 2030 devido à deterioração das suas terras.
Através do Programa “O Homem e a Biosfera”, do Programa Internacional de Geociências ou ainda do Programa Hidrológico Internacional, a UNESCO envida esforços para promover sistemas agrícolas e alimentares sustentáveis, assim como modos de utilização viáveis das terras, em mais de 800 sítios em todo o mundo. Numerosos produtos provenientes destes sítios UNESCO, do chocolate aos pepinos, do azeite de argão à spirulina, são posteriormente distribuídos por todo o planeta.
Tendo em conta que a forma como consumimos tem um impacto direto no estado das nossas terras, temos nas nossas mãos uma das ideias-chave para responder à ameaça da desertificação. O mote desta edição 2018 do Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, “A terra é valiosa, vamos investir nela”, coloca em evidência a responsabilidade dos consumidores que, alterando os seus hábitos, têm o poder de reorientar as práticas de gestão e de exploração das terras, passando a considerar a terra não como um recurso que pode ser esgotado, mas como um recurso que deve ser preservado.

Audrey Azoulay

domingo, 3 de junho de 2018

Literacia 3Di



A terceira edição deste projeto implementado pela Porto Editora visa o desafio pelo conhecimento. Envolveu 900 estabelecimentos de ensino tendo os alunos testado competências de Inglês.

No presente ano contou com o apoio de diversas personalidades e instituições da área da Educação e Ciência, tendo inclusive sido agraciado com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.

Na 1ª fase, que ocorreu a 13 de novembro, participaram os alunos da turma E do 8º ano, a saber: Inês Cardoso, Margarida Barroso, Mariana Costa e Tomás Cardoso.

Foi apurada para a 2ª fase a aluna nº Inês Cardoso que obteve 95%.

A 2ª fase ocorreu a 2 de março, na escola Diogo Cão. A aluna recebeu um prémio pela sua participação.

Embora não tenha passado à fase seguinte está de parabéns pela sua participação no projeto.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Visita de estudo



No dia 24 de maio, os alunos dos cursos profissionais de Técnico de Apoio Psicossocial e Técnico Auxiliar de Saúde realizaram uma visita de estudo à Unidade de Cuidados Paliativos “We Care” e ao núcleo museológico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira.
No período da manhã, alunos e professoras visitaram a “we Care”, sediada na Póvoa do Varzim. Esta unidade de saúde faz parte da Rede de Cuidados Continuados Integrados e possui três valências (cuidados continuados, paliativos e de convalescença), que nos foram dadas a conhecer na visita guiada pelo Diretor Clínico da instituição.
No período da tarde, o Centro Hospitalar Conde de Ferreira, em tempos conhecido como o “Hospital dos Alienados”, foi o local das aprendizagens efetuadas neste dia. Aqui ficámos a conhecer um pouco da história desta instituição, bem como das terapias utilizadas no tratamento da doença mental. Em diálogo com profissionais deste Hospital percebemos, com agrado, o papel da arte, em particular do cinema, nas terapias utilizadas no Conde Ferreira.
Elegemos como um dos pontos altos desta visita o contacto com os doentes protagonistas do documentário “Pára-me de repente o pensamento” de Jorge Pelicano (2014), filme visualizado no contexto das disciplinas de Psicologia e de Saúde e que constituiu a motivação principal da realização desta saída de estudo.
O diálogo com o Sr. Abreu, um profundo conhecedor das patologias psiquiátricas, ele próprio doente internado na instituição e que um dia sonhou ser “médico da mente”, proporcionou um momento único de aprendizagem, com lugar garantido nas memórias dos alunos e das professoras Fátima Borges, Nélia e Miranda e Fernanda Botelho.


Texto:  2.ºJ / 3.ºI

 













Receção pela Dr.ª Maria da Luz Saraiva, responsável pelo núcleo museológico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira (CHCF), no salão nobre da instituição



Encontro com a Dr.ª Anabela Monteiro, psicóloga clínica do Centro de Dia para Doentes de Alzheimer e Outras Demências, no salão nobre do CHCF.




 


















1.       Um perspetiva dos corredores do Centro Hospitalar Conde de Ferreira.



 


















1        Panóptico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira.


















Panóptico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira.






















  Panóptico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira. 

















Panóptico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira. 





















Panóptico do Centro Hospitalar Conde de Ferreira.


















1                  Perspetiva da Biblioteca do CHCF.
 




















1           Primeiro palco de psicodrama do país.


















Receção pelo Diretor clínico da Unidade de Cuidados Paliativos “Wecare.”























Oferta de um quadro do Patrono da nossa Escola à instituição “Wecare”.

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