Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Corta Mato Escolar CLDE Vila Real e Douro 2018



Decorreu no dia 5 de Fevereiro, no Natur Whaterpark, mais uma edição do Corta Mato Escolar, Fase Regional.
Os alunos que representaram a Escola tiveram uma excelente prestação e, por este facto, estão de parabéns. Assim, agradece-se a todos os alunos em geral e, em especial, às alunas que constituíram a equipa de iniciadas femininas, pelo segundo lugar por equipas, bem como à equipa de iniciados masculinos, pelo primeiro lugar por equipas, lugar este permite o acesso ao corta mato nacional, em representação do CAE de Vila Real e da Escola.
Salienta-se, ainda, as prestações individuais dos alunos João Costa, pela vitória nos iniciados masculinos, e Maria Marinho, pelo brilhante segundo lugar nas juvenis femininas, sendo que estes alunos vão ser os ilustres representantes da Camilo e do distrito de Vila Real, na Marinha Grande, nos dias 22 e 23 de fevereiro.
Agradece-se, também, aos professores acompanhantes pelo apoio e ajuda neste trabalho que é de todos.

O coordenador do Desporto Escolar 
André Ferreira






"Camilo" em Lamas de Olo.


No dia 13 de fevereiro, as aulas da disciplina de CIS (COMUNIDADE E INTERVENÇÃO SOCIAL) aconteceram num cenário bucólico, sob a luz de um pedaço de céu de azul limpo que combina na perfeição com o verde dos lameiros. No âmbito do tema “Espaço rural” (módulo 2- Bairro, Comunidade Urbana e Rural), os alunos do Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial foram à busca de sabedoria in loco. Obrigada à Câmara Municipal de Vila Real, que cedeu o transporte, permitindo assim sairmos da sala de aula convencional.















Professora:
Carla Pomar

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Mundial da Rádio 13 de fevereiro de 2019


Neste Dia Mundial da Rádio, celebramos o poder único e de longo alcance que a rádio tem para alargar os nossos horizontes e construir sociedades mais harmoniosas. Das grandes redes internacionais aos radiodifusores comunitários, as estações de rádio recordam hoje a importância deste meio para estimular o debate público, reforçar a participação cívica e favorecer a compreensão mútua, sob o tema "Diálogo, tolerância e paz".
Desde a sua invenção - há mais de um século - a rádio fomentou novas discussões e difundiu ideias inovadoras nas famílias, aldeias, universidades, hospitais e locais de trabalho. Ainda hoje, o diálogo através das ondas pode constituir-se como um antídoto para a negatividade que, por vezes, parece predominar na Internet. Por este motivo, a UNESCO envida esforços para estimular a pluralidade e a diversidade das estações de rádio em todo o mundo. A rádio continua a ser um dos meios de comunicação mais reativos e participativos, adaptando-se às mudanças do século XXI e oferecendo novas formas de interação e de participação em debates importantes, em particular para os mais desfavorecidos.
As mulheres que vivem em zonas rurais constituem, nomeadamente, um dos grupos subrepresentados nos media. São duas vezes mais suscetíveis de ser analfabetas que os homens, pelo que a rádio pode ser um recurso vital para se expressarem e acederem à informação. A UNESCO apoia as estações de rádio de África subsaariana que incentivam a participação das mulheres em debates públicos, particularmente aqueles que abordam questões frequentemente negligenciadas como os casamentos forçados, a educação das raparigas ou ainda a proteção da infância.
Em zonas que foram palco de conflitos, a rádio contribui para dissipar os medos e para revelar o rosto humano dos antigos inimigos, como é o caso no noroeste da Colômbia, onde as estações de rádio comunitárias, apoiadas pela UNESCO, estão a sarar feridas antigas, destacando as boas ações levadas a cabo pelos combatentes desmobilizados, como é o caso da limpeza de cursos de água contaminados.
A diversidade linguística “no ar” é também fundamental: o direito das pessoas se expressarem na sua própria língua, através das ondas adquire um significado especial, no ano em que a UNESCO celebra o Ano Internacional das Línguas Indígenas.
Em todo o mundo, das estações de rádio que se dirigem aos habitantes de bairros degradados no Quénia às minorias na Mongólia ou às comunidades indígenas do México, a inclusão de populações diversas torna as nossas sociedades mais resilientes, mais abertas e mais pacíficas. Os desafios que enfrentamos, estejam eles ligados às alterações climáticas, aos conflitos ou ao aumento dos discursos que provocam divisões, dependem, cada vez mais, da nossa capacidade de comunicarmos uns com os outros e de encontrarmos soluções comuns.
Feliz Dia Mundial da Rádio!
Audrey Azoulay

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Dress a girl around the world” - Palestra e workshop


“Juntos , ajudamos mais!”

Público alvo: 7.º e 8.º anos
Data: 7 de fevereiro
Local: Auditório 2
Horário: 16:45 – 18:15

Comunicação: 
Joana Rodrigues 
(Coordenadora) Ateliê solidário de Vila Real 

Dinamizadores: 
O projeto “ Feito à mão” e a
Coordenadora do Projeto Cidadania.

  Dress a girl around the world
É um projeto 100% voluntário, que tem como objetivo 
fazer vestidos / calções para crianças em países carenciados.
Ajuda a costurar sorrisos!

"Dress a girl around the world” – Vila Real.










sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

La Chandeleur


No âmbito do Plano Anual de Atividades do Grupo Disciplinar de Francês da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, comemorou-se, no dia 1 de fevereiro, "La Chandeleur" (do latim candelaria- candeia).

Esta tradição francesa acontece 40 dias depois do Natal e a sua origem remonta à Antiguidade Romana, época em que se fazia uma festa em honra do deus Pan, deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores. Durante os festejos, os fiéis manifestavam a sua crença, andando na rua à noite, com tochas. A partir do século XIV, esta festa fica associada à Purificação e a Nossa Senhora das Candeias.

Atualmente, nesta data, confecionar e comer crepes é a tradição. Esta tão apreciada iguaria faz lembrar o sol pela sua forma redonda e pela sua cor dourada. Assim, os crepes são como que um apelo ao regresso da Primavera, após um longo e duro Inverno, para que haja prosperidade e abundância durante todo o ano.

Uma vez mais, os alunos de Francês cumpriram a tradição, com entusiasmo, e degustaram saborosos crepes acompanhados com chocolate, compota ou açúcar. Graças à generosa colaboração do Intermarché de Vila Real, a comunidade educativa teve, ainda, a oportunidade de provar alguns queijos franceses e comer outras guloseimas.

Esta atividade envolveu toda a comunidade escolar e deu a conhecer a França, as suas crenças, tradições, cultura e história.

"A la Chandeleur il faut manger la soupe dorée pour avoir de l'argent toute l'année."





segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Dia Mundial Contra a Sida


Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO,
por ocasião do
Dia Mundial contra a Sida
1 de dezembro de 2018

Neste Dia Mundial contra a Sida, a UNESCO junta-se à ONUSIDA e aos seus parceiros para relembrar que o conhecimento tem um efeito protetor. “Conhece o teu estatuto!”, é o tema desta 30ª edição.
Hoje em dia, apenas três em cada quatro pessoas que vivem com VIH conhecem o seu estatuto serológico. Assim, temos de nos mobilizar mais para alcançar os restantes 25%. É de extrema importância garantir que os jovens que vivem com o VIH conheçam o seu estatuto serológico uma vez que o VIH continua a ser uma das maiores causas de mortalidade nos jovens com idades compreendidas entre os 10 e os 19 anos.
Em alguns países, leis e políticas restritivas continuam a impedir os jovens de aceder a testes de despiste, assim como a serviços de tratamento do VIH. Devido a uma educação sexual insuficiente, muitos jovens ignoram os meios que existem para se protegerem dos riscos decorrentes do VIH. É nomeadamente o caso na África Subsariana, onde existem grandes disparidades de um país para outro. A percentagem dos jovens (entre os 15 e os 24 anos) com conhecimentos sobre o VIH é, por exemplo, de 63% no caso das jovens no Ruanda e de 23% no caso dos jovens na África do Sul.
O conhecimento protege. Além de ensinar os jovens sobre a forma de prevenir o VIH e de aceder a testes de despiste, a educação sexual também lhes permite desenvolver as competências necessárias para uma vida quotidiana mais saudável e mais segura.
Para os jovens infetados pelo VIH, um contexto escolar sensível às questões de saúde pode salvar vidas: permite-lhes ter acesso e seguir mais facilmente os tratamentos. O conhecimento também é a melhor defesa contra a discriminação e a estigmatização ligadas ao VIH.
Por todas estas razões, a UNESCO está a envidar esforços para promover uma educação sexual completa e de boa qualidade. A versão atualizada das Orientações Técnicas Internacionais sobre Educação Sexual, constitui uma preciosa ferramenta que permite à UNESCO: ajudar os países a reforçar os seus programas escolares e a adaptar estas Orientações Técnicas aos seus contextos. A UNESCO coordena também o programa “Os nossos direitos, as nossas vidas, o nosso futuro” que visa, entre outros objetivos, reduzir em 68% o número de novas infeções pelo VIH entre os adolescentes e os jovens (15-24 anos) na África Subsariana até 2022.

Audrey Azoulay


Onda Laranja


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Filosofia - 15 de novembro de 2018


A filosofia alimenta-se da necessidade que o ser humano tem de compreender o mundo que o rodeia e de identificar princípios para orientar a sua ação. Esta necessidade ancestral continua a ser premente: cerca de 3000 anos após o aparecimento desta disciplina na China, no Médio-Oriente e na Grécia Antiga, os questionamentos levantados pela filosofia não perderam em nada a sua pertinência e a sua universalidade – muito pelo contrário.
Num mundo cada vez mais complexo, onde reina a incerteza, onde as evoluções sociais e as revoluções tecnológicas confundem as referências estabelecidas, onde os desafios sociais e políticos são imensos, a filosofia continua a ser um recurso extremamente valioso. É simultaneamente um espaço de retiro e desaceleração e uma luz suscetível de nos orientar.
A filosofia ajuda-nos a superar a tirania do instante e a analisar os desafios que se nos colocam com o necessário distanciamento histórico e rigor intelectual. Dá-nos as chaves da interpretação e sintetiza, numa linguagem acessível, saberes fragmentados numa infinidade de áreas: a biologia, a genética, a informática, as ciências cognitivas, o direito, a economia, as ciências políticas… Além destes conhecimentos especializados, permite entender os desafios claramente humanos, os desafios de sentido, de norma.
A filosofia também nos ajuda a refletir, precisamente, sobre as normas que sustentam a nossa vida coletiva: ao levantar questões de justiça, de paz, de ética, de moral. Estas questões são particularmente relevantes na sociedade atual, onde os progressos alcançados no domínio da inteligência artificial parecem redefinir as fronteiras do humano.
Por fim, a filosofia implica uma abordagem e uma atitude específicas: a abertura ao diálogo e ao intercâmbio de argumentos, a predisposição para acolher o que parece estranho e diferente, a coragem intelectual de questionar os estereótipos e de desconstruir os dogmatismos.

Por todas estas razões, a filosofia é um recurso indispensável para aprendermos a viver juntos e para todas as sociedades livres e pluralistas – ou que aspiram a sê-lo.
A UNESCO, cujo mandato está em consonância com a vocação universalista da filosofia, sempre atribuiu uma atenção particular a esta disciplina. Por este motivo, a nossa Organização tem a honra de celebrar, uma vez mais, na sua Sede, em Paris, nos dias 15 e 16 de novembro, o Dia Mundial da Filosofia. Worshops, mesas redondas e conferências irão animar uma noite e dois dias excecionais durante os quais os amantes de filosofia, de todas as idades e contextos culturais, poderão explorar todo o tipo de assuntos e desfrutar do debate de ideias e da reflexão.
Neste Dia Mundial da Filosofia, que a célebre frase de Sócrates – “Só sei que nada sei” – nos incite a avançar alguns passos juntos na vertiginosa imensidão do conhecimento. 

Audrey Azoulay
 


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Halloween


O Halloween é uma data comemorativa multicultural que oferece uma janela interessantíssima para se trabalhar na escola!
Ao longo do dia 31 de outubro, viveram-se na escola Camilo Castelo Branco “verdadeiros momentos de terror e horror”, devido ao facto de os alunos do curso profissional Técnico de Apoio Psicossocial do 3º ano, com a colaboração do 1º ano,  celebrarem o Halloween ou o dia das bruxas.
O átrio do bar, assombrosamente decorado, foi o palco para a exposição de trabalhos efetuados pelos alunos, e foi um espaço para receber crianças do Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia. As crianças foram acompanhadas por um grupo de alunos que lhes deu a conhecer os diferentes espaços da escola e os orientou para a decoração de chapéus de bruxa.
Os alunos da referida turma transformaram a sala de estudo e a sala anexa, numa casa assombrada.
            Ao longo do mês de outubro os alunos trabalharam intensamente na disciplina de Área de Expressões, construindo cenários, adereços, figurinos, cartazes, convites e jogos didáticos. No interior da casa, habitaram seres de outro mundo, tais como, a boneca Anabelle, a freira maldita, cadáveres, mortos-vivos, bruxas e outros seres aterrorizadores.
            As visitas foram sendo feitas por pequenos grupos de quatro alunos, que atravessavam o recinto da casa, num verdadeiro estado de suspense e ao som de uma música arrepiante e barulhos assustadores.
A experiência foi muito enriquecedora, pois os alunos tomaram consciência de como é trabalhar num sistema transversal e como pode ser realmente produtivo, oferecendo ao aluno possibilidades de socialização, integração, e memorização, despertando a criatividade e, principalmente, a socialização e o trabalho em equipa.
Na concretização deste projeto não foi descurado o costume de distribuir doces durante o Halloween, conhecido como “doçuras ou travessuras”, assim os alunos também preparam um pequeno catering alusivo ao tema.
 No final do dia, os alunos sentiram-se orgulhosos com os resultados obtidos junto das outras turmas, estando, por isso, todos de parabéns.