Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A minha biblioteca ideal

Na sequência da visita guiada à Biblioteca da Escola, foi proposto a todos os alunos do 7ºano que produzissem um texto subordinado ao tema" a minha biblioteca ideal". Os alunos de cada turma escolheram os textos que divulgamos.



Imagino o meu ideal de biblioteca como um lugar colorido, alegre e divertido. Haveria sofás confortáveis para podermos folhear os livros com tranquilidade e aí o relógio pararia até ao final da história, sem interrupções desagradáveis que acontecem sempre na melhor parte da narração. Poderia haver também livros em estantes mágicas onde bastaria levantar a capa e as personagens da história falariam e contariam as suas aventuras. Movimentar-se-iam à minha volta como se eu também fizesse parte dela.
Num cantinho da minha biblioteca, gostaria que houvesse música calma para nos ajudar a relaxar para, de seguida, podermos rever as matérias das aulas com toda a concentração. Sempre que surgissem dúvidas no estudo, apareceria um Professor para nos esclarecer imediatamente. Tudo seria tão fácil, tão simples, que poderíamos pensar: “Estudar não custa!... É tão bom aprender!...”
Eu acho que as bibliotecas deveriam ser mais apelativas, vivas, alegres e coloridas e não serem apenas um amontoado de livros que esperam ser lidos.

Joana Varandas Borges, 7º C, Nº 23

A minha biblioteca teria as paredes cheias de estantes. Teria livros para crianças, para adultos, para rir, para pintar…enfim, para todos os gostos e todos os tipos de estados de espírito. Seria simplesmente perfeita!
As suas paredes seriam coloridas e não brancas pois, na minha opinião, a cor dá vida. Neste caso, vontade de ler e entrar na aventura, na fantasia, na magia que os livros originam e nos trazem.
Uma biblioteca, essencialmente, deveria ter um cantinho de leitura e um de estudo e pesquisa. Também deveria ser acompanhada por professores que conseguissem ajudar a esclarecer dúvidas que fossem colocadas pelos seus visitantes.
Não me posso esquecer de um cantinho de diversão com passatempos relacionados com o estudo, pois a brincar também se aprende, nem que seja só um bocadinho.
Para mim, a biblioteca seria o paraíso da magia, do poder de sonhar. Um livro, por mais fraco que seja, traz-nos mil maravilhas. Um livro pode mudar radicalmente uma pessoa e a sua vida. E a biblioteca perfeita seria constituída por milhares desses livros, pois um livro é um segredo que se torna um mistério e que ao ser desfolhado, de página em página, se vai revelando.

Cláudia Martins, 7º D, Nº 5

Na minha opinião, uma Biblioteca tem de ter livros variados, desde Histórias Infantis a livros para adultos. Tem de estar adaptada às novas tecnologias, tem de ter diversas mesas, tem de ser confortável, silenciosa, organizada, para se poder trabalhar.
Deve ter informações para se saber como procurar o que necessitamos.
A sala da Biblioteca tem de estar limpa e deve ter professores e funcionários que ajudem no seu bom funcionamento.
Para mim, a Biblioteca é um bom local para trabalhar e adquirir mais conhecimentos.
Tem de ser estimada por todos os que a utilizam, porque ela é de todos nós.



Miguel Ângelo Carvalho Alves, 7ºA, Nº18

Participação da Escola no Concurso Europeu "Juvenes Translatores"







A Escola Secundária Camilo Castelo Branco foi seleccionada, de entre 24 escolas dos vinte e três países da União Europeia, para integrar esta actividade de tradução.
Esta prova realizou-se no dia 27 de Novembro, às 9 horas, com a participação de quatro alunos nascidos em 1991. Os participantes tiveram a possibilidade de escolher a língua de origem e destino do texto a traduzir. Assim, enquanto Cátia Azevedo (11ºA) traduziu um texto de Alemão para Português, Gustavo Gonçalves e Rafael Pinto ( 12ºI) traduziram de Português para Inglês. Richard Peace traduziu um texto de Inglês para Português. Depois de concluídas, as provas foram enviadas para um júri de Bruxelas.
Os resultados serão publicados no sítio Web do Concurso Juvenes Translatores até final de Janeiro de 2009. Os vencedores (esperemos que sejam os nossos!) serão convidados para a cerimónia de entrega de prémios em Bruxelas, a 3 de Abril de 2009.
Esta iniciativa foi dinamizada pelas professoras Paula Seixas e Natália Almeida.

Visita de Estudo ao Museu dos Transportes e das Comunicações

Visita de estudo ao Museu dos
Transportes e Comunicações, no Porto


Saímos de Vila Real por volta das 8h30 da manhã, o dia estava a amanhecer!
A viagem para o Porto foi uma autêntica diversão, mas eu estava com o pressentimento de que algo de mal poderia acontecer, ao longo desse dia, que era, por sinal, maravilhoso! Os raios de sol atravessavam as janelas do autocarro, dando-nos alegria e benefício para acordar e saborear o longo e belo dia que tínhamos pela frente.
Sentia-me desprotegida, não sabia o que fazer durante o percurso, então comecei a fazer tranças à Joana, enquanto ia adiando o precioso e indispensável momento de ler o livro, aquele livro que me despertava tanto a curiosidade, e fazia nascer em mim a magia que necessitava para soltar as lágrimas, o livro faz-me lembrar tudo. Não hesitei em abri-lo e começar, mas bastaram-me umas simples palavras para ficar com as lágrimas nos olhos, o medo de o ler e chorar, era mais forte que a vontade, então, fechei-o, adiando o momento de sentir as palavras em mim.
Quando chegámos, a minha soneira descomunal libertou-me. Estava tudo a correr bem, e a manhã foi muito agradável, mas quando estávamos a sair do museu, a professora Conceição caíu de cara no chão, e tentámos ajudá-la, ela começou a sangrar do nariz, e aquele sangue todo mexeu comigo, pois fez-me pensar como estaria a minha prima quando se suicidou, e o sangue derramado por ela através de um simples puxar do gatilho, que foi a causa do sofrimento de tantas pessoas. Não hesitei em ajudar a professora, uma vez que já não consegui ajudá-la a ela, e omitir, esconder, fazer desaparecer o sofrimento causado.
Uma lágrima escorregou-me, face abaixo.
Tentei não pensar mais, mas enquanto íamos para o shopping foi o único pensamento que me penetrou a mente e invadiu o meu ser… após seis meses, o sentimento permanece.
Chegámos ao shopping e algo me despertou a mente e me deixou sem pensamento algum.
Partimos de Vila Real, e quando chegámos, só se viam lágrimas na turma A, iam perder um elemento, a Luísa. Fui lá a correr a abracei-a, fiquei a chorar na Avenida.
Fui ao treino para aliviar um pouco, e quando cheguei a casa, só queria que tudo acabasse, e adormeci.

Vivian de Carvalho, 8.ºD n.º28
23 de Novembro, 2008
Viajando e comunicando

Que linda paisagem
Ao descer o Marão
Entre duas montanhas
Um mar de algodão.

Quando chegámos ao Porto
Ficámos muito animados,
A viagem foi divertida
E não estávamos cansados.

Entrámos no Museu
Começámos a visitar
Vimos logo um carro
Que era de pasmar!

Vimos carros antigos
Mesmo de espantar
Eram todos muito lindos
Neles não podíamos andar.

À volta da lareira
As famílias comunicavam
Comiam, riam e liam
Mas também dançavam.

Falaram-nos de mecânica
Que não deu para entender
Só os rapazes responderam
Saímos de lá a tremer.

Quando passámos a rádio
Ouvimos o jornalista falar
Os colegas Telma e o Daniel
Começaram a relatar.

Foi um momento divertido
E cheio de animação
Ficámos com a alma cheia
No final da exposição.
Andreia Gonçalves - 8º F - nº 2
13 de Novembro de 2008

Projecto Jovens Asas







Realizou-se no dia 21 de Novembro, no auditório desta escola, uma sessão teórica integrada no “ Projecto Jovens Asas”, organizado pela Federação Portuguesa de Aeronáutica.
Esta acção tem como objectivo a divulgação dos desportos aeronáuticos integrados nesta Federação, nomeadamente o Voo à Vela, Rally Aéreo, Voo Acrobático, Balonismo, Ultraleves e Paramotor.
Perante um público constituído por alunos do 9º ao 12ºanos, os oradores, Engenheiros Carlos Trigo e Carlos Gorjão, pilotos desportivos e peritos em Aeronáutica, cativaram os presentes nesta temática, em que se expôs de uma forma lúdica e científica todo o processo de voo de uma aeronave, bem como as saídas profissionais na área da Aviação, e alguns aspectos ligados às diversas modalidades de Desportos Aeronáuticos.
Este projecto apresentará outra sessão de carácter prático, a realizar no Aeródromo de Vila Real, na qual se demonstrarão as diversas modalidades de voo, prevendo a possibilidade de alguns alunos experimentar algumas destas modalidades.
A sugestão da ligação deste projecto à nossa escola deve-se à proposta do professor António Teles e do piloto do Aeroclube de Vila Real, Jorge Oliveira.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Campanha de Solidariedade

Campanha realizada no âmbito da disciplina de EMRC

video

Filme realizado por

Fabiana e Rafael, 12ºI

terça-feira, 25 de novembro de 2008

24 de Novembro - Dia Nacional da Cultura Científica

24 de Novembro é o Dia Nacional da Cultura Científica , uma data que assinala o nascimento de Rómulo de Carvalho, o professor-cientista-poeta que adoptou o pseudónimo literário de António Gedeão.



Poema para Galileo

Estou olhando o teu retrato, meu velho pisano,
aquele teu retrato que toda a gente conhece,
em que a tua bela cabeça desabrocha e floresce
sobre um modesto cabeção de pano.
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da tua velha Florença.
(Não, não, Galileo! Eu não disse Santo Ofício.
Disse Galeria dos Ofícios.)
Aquele retrato da Galeria dos Ofícios da requintada Florença.

Lembras-te? A Ponte Vecchio, a Loggia, a Piazza della Signoria…
Eu sei… eu sei…
As margens doces do Arno às horas pardas da melancolia.
Ai que saudade, Galileo Galilei!

Olha. Sabes? Lá em Florença
está guardado um dedo da tua mão direita num relicário.
Palavra de honra que está!
As voltas que o mundo dá!
Se calhar até há gente que pensa
que entraste no calendário.

Eu queria agradecer-te, Galileo,
a inteligência das coisas que me deste.
Eu,
e quantos milhões de homens como eu
a quem tu esclareceste,
ia jurar- que disparate, Galileo!
- e jurava a pés juntos e apostava a cabeça
sem a menor hesitação-
que os corpos caem tanto mais depressa
quanto mais pesados são.

Pois não é evidente, Galileo?
Quem acredita que um penedo caia
com a mesma rapidez que um botão de camisa ou que um seixo da praia?
Esta era a inteligência que Deus nos deu.

Estava agora a lembrar-me, Galileo,
daquela cena em que tu estavas sentado num escabelo
e tinhas à tua frente
um friso de homens doutos, hirtos, de toga e de capelo
a olharem-te severamente.
Estavam todos a ralhar contigo,
que parecia impossível que um homem da tua idade
e da tua condição,
se tivesse tornado num perigo
para a Humanidade
e para a Civilização.
Tu, embaraçado e comprometido, em silêncio mordiscavas os lábios,
e percorrias, cheio de piedade,
os rostos impenetráveis daquela fila de sábios.


Teus olhos habituados à observação dos satélites e das estrelas,
desceram lá das suas alturas
e poisaram, como aves aturdidas- parece-me que estou a vê-las -,
nas faces grávidas daquelas reverendíssimas criaturas.
E tu foste dizendo a tudo que sim, que sim senhor, que era tudo tal qual
conforme suas eminências desejavam,
e dirias que o Sol era quadrado e a Lua pentagonal
e que os astros bailavam e entoavam
à meia-noite louvores à harmonia universal.
E juraste que nunca mais repetirias
nem a ti mesmo, na própria intimidade do teu pensamento, livre e calma,
aquelas abomináveis heresias
que ensinavas e descrevias
para eterna perdição da tua alma.
Ai Galileo!
Mal sabem os teus doutos juízes, grandes senhores deste pequeno mundo
que assim mesmo, empertigados nos seus cadeirões de braços,
andavam a correr e a rolar pelos espaços
à razão de trinta quilómetros por segundo.
Tu é que sabias, Galileo Galilei.

Por isso eram teus olhos misericordiosos,
por isso era teu coração cheio de piedade,
piedade pelos homens que não precisam de sofrer, homens ditosos
a quem Deus dispensou de buscar a verdade.
Por isso estoicamente, mansamente,
resististe a todas as torturas,
a todas as angústias, a todos os contratempos,


enquanto eles, do alto incessível das suas alturas,
foram caindo,
caindo,
caindo,
caindo,
caindo sempre,
e sempre,
ininterruptamente,
na razão directa do quadrado dos tempos.

António Gedeão (1906-1977)
http://www.youtube.com/watch?v=PJTu5KM3UG4


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Professor António Teixeira

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Filosofia hoje

Depois de ter concluído a aprendizagem de filosofia e de me ter cruzado com a pergunta “o que é a filosofia?”, eu pergunto agora, depois de ter estudado a sua possível definição e características: Será que filosofar é necessário? Mas porque é que não nos contentamos com o mundo e com o que já está diante de nós? O problema é que por muito que tentemos ignorar a filosofia, nunca lhe conseguiremos fugir. Tal como precisamos de comer e beber para sobreviver, o nosso intelecto necessita de filosofar.
Porém, e porque vivemos numa sociedade consumista e imbecil, a filosofia tem de ultrapassar inúmeros obstáculos para poder chegar ao homem, em vez de ser o homem a lutar para poder adquirir conhecimentos filosóficos.
Ao longo da sua história, a filosofia cruzou-se com muitos rivais desde a ciência até à tecnologia. Mas actualmente, atingiu-se o máximo de vergonha quando nos deparamos com respostas a uma situação como a seguinte:
Um homem, já com uma certa idade, tem muitas dificuldades económicas e necessita de roubar para sustentar a família, já que ninguém o aceita para trabalhar. Será isto bom ou mau?
Em vez de desenvolver o seu intelecto procurando uma resposta para esta questão ética, que alberga bastante subjectividade, o homem actual vai responder com a sua certeza de sábio: “É claro que é errado! Se ele quer sustentar a família e não pode trabalhar, então que vá a um programa de televisão!”.
O marketing, a publicidade e todas as disciplinas da comunicação tornaram-se nos maiores rivais da filosofia nos tempos de hoje e disseram “isto é connosco, somos nós os criativos, somos os construtores!”. Esta situação traz alguns benefícios à filosofia, visto que lhe vai dar entusiasmo em cumprir a sua tarefa de abrir os olhos às pessoas, que se escondem atrás de problemas inexistentes e criados pelo nosso mundo actual de forma a ocupar a mente e o tempo das pessoas, impedindo-as de filosofar. Isto acontece porque há um grande receio de a filosofia se apoderar do mundo. E depois, como tudo seria? Será que haveria tanta desigualdade económica?
Então volto a perguntar: será que filosofar é necessário?
Se nos quisermos libertar de conceitos impostos pelos meios de comunicação; se quisermos deixar de lado a imagem da pessoa cheia de problemas impossíveis de resolver (por muitos químicos que tomemos); se quisermos alcançar um pensamento autónomo e devidamente crítico, então filosofa até te fartares!


Fabiana Monteiro, 12ºI



Ser é o não ser. Conhecer é não conhecer.

Quando as flores nascem, também morrem. A vida é uma ilusão. Tudo à tua volta é virtual embora sintas e vejas e cheires. Complicado? Ainda não. Vamos caminhar pelo simples e o simples é complicado. Talvez não saibas mas eu ensino-te.
Ensino-te a caminhar mas sem usares os pés. Ensino-te a ver sem usares os olhos. Levo-te à luz mas eu ainda não sei o caminho e ainda sou cega. Sou cega de luz. Estou cega de tanta sabedoria mas continuo uma ignorante. Talvez não saibas, mas eu conto-te.
Conto-te sem te falar. Falo-te sem te conhecer. Mas conheço-te. Conheço aquilo que me mostras e que não vês. Conheço o que mostras mas escondes.
Nas pegadas que deixamos apenas vês palavras a flutuar sem nexo e paradoxais. A vida é mesmo um paradoxo. Podes não saber mas um dia vais-te aperceber.
Nada do que pensas existir existe. Tu és a única no mundo e nada mais há. Apenas estás tu e aquilo que inventaste para ti. Sentes-te deslocada mas cá estás. Sabes que existe este texto mas assim que o deixares de ler esquecê-lo-ás e repara que as letras não existem pois são apenas códigos que transpões para pensamentos mas os pensamentos não existem. Onde estão eles? Não os vês, não os sentes, não os cheiras mas eles existem? Talvez não. Talvez sim.
Tu lá sabes e eu lá sei. Somos duas ou talvez uma. Tudo é o todo que é o nada. O universo não existe pois não o vês, não o sentes, não o tocas mas sabes bem que estás nele e que existes. Ou não existes?
Pensa bem e depois conta-me. Não por palavras. Mostra-me mas venda-me antes. Leva-me mas deixa-me ficar.
O início e o fim não existem. Só existe o meio. Só existe um círculo com pontas agudas que tu atravessas e no fim voltas ao início e recomeças e voltas a errar nos mesmos erros e sentes e vês e tocas e cheiras. Mas onde estás? Talvez aqui. Mas o aqui não existe.
Vive o presente que é passado e já foi futuro. Vive-o agora sem saber que estás viva ou estás morta. Simplesmente estás por isso vive.



Catarina Carvalho, 11º F

domingo, 23 de novembro de 2008

Na peugada dos dinossauros



" Impressões digitais" com 175 milhões de anos.

Reportagem fotográfica de Daniela Costa (10ºC), na visita de estudo ao Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, à Pedreira do Galinha, realizada no dia 21 de Novembro.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Concurso Nacional de Leitura - Regulamento




PONTO PRÉVIO



O Plano Nacional de Leitura – em articulação com a RTP, com a DGLB/Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas e com a rede das Bibliotecas escolares – promove, à semelhança dos anos anteriores, o Concurso Nacional de Leitura dirigido aos alunos de 3º Ciclo do Ensino Básico e do Ensino Secundário.
Este Concurso decorre em três fases, com a seguinte calendarização:
1ª Fase – Eliminatória a realizar a nível de escola, até 9 de Janeiro de 2009: selecção, a partir da prova de leitura de uma obra, de três alunos do 3º Ciclo e três alunos do Ensino Secundário, que estarão presentes na Final Distrital;
2ª Fase – Final Distrital, a realizar na Biblioteca Municipal de Vila Real, durante o 2º Período, entre Fevereiro e Março: selecção de dois vencedores em cada uma das categorias – 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário -, que estarão presentes na Final Nacional;
3ª Fase – FINAL NACIONAL, a realizar durante o mês de Maio de 2009, em colaboração com a RTP, que produzirá o evento e transmitirá a sessão.

1ª FASE DO CONCURSO NACIONAL DE LEITURA
REGULAMENTO



Artigo 1º - Condições Gerais de Participação
A participação nesta primeira fase do Concurso está aberta a todos os alunos do 3º Ciclo e do Ensino Secundário.
Para efeito de participação no Concurso Nacional de Leitura, os concorrentes comprometem-se a conhecer e respeitar os Regulamentos das três fases do Concurso, bem como as decisões dos respectivos Júris.
Os alunos menores de 16 anos só poderão concorrer mediante autorização expressa dos pais ou dos Encarregados de Educação. Para tal, terão que solicitar, na Biblioteca, a respectiva Ficha de autorização, a ser entregue no momento da inscrição.

Artigo 2º - Categorização dos concorrentes
Os concorrentes serão divididos em duas categorias: alunos do 3º Ciclo e alunos do Ensino Secundário.

Artigo 3º- Júri
O Júri é constituído por um representante do Conselho Executivo e pelas professoras Adelaide Jordão (coordenadora da Biblioteca), Adelaide Claro, Anabela Carvalho e Rosa Mendes.

Artigo 4º - Competências do Júri
Cabe ao Júri a organização geral do Concurso e o controlo do seu desenvolvimento ao longo de toda esta primeira fase:
· escolha e divulgação da lista de obras;
· elaboração das provas;
· correcção das provas;
· divulgação dos resultados.
Cabe ainda ao Júri decidir sobre quaisquer matérias omissas no presente Regulamento.

Artigo 5º - Obras seleccionadas para as provas
Para o 3º Ciclo
7º ano
Cortei as tranças, de António Mota
8º e 9º anos
Lágrimas Coloridas, de Ana Macedo
Cão como nós, de Manuel Alegre

Para o Ensino Secundário
O Físico Prodigioso, de Jorge de Sena
Morreste-me, de José Luís Peixoto
“A Perfeição”, Contos, de Eça de Queirós
“Centauro”, Objecto Quase, de José Saramago
Estas obras estarão disponíveis para consulta na Biblioteca.

Artigo 6º - Inscrições
As inscrições são efectuadas na Biblioteca, através do preenchimento de uma Ficha.
Aquando do preenchimento da Ficha de Inscrição, os concorrentes deverão escolher apenas uma das obras seleccionadas para o seu nível de ensino.
As inscrições decorrem de 17 a 26 de Novembro de 2008.

Artigo 7º - Prova de selecção
A prova, na modalidade escrita, avaliará a prática de leitura das obras literárias seleccionadas.
A estrutura da prova é composta por um questionário de escolha múltipla e por comentários pessoais redigidos pelos candidatos.
A duração da prova é de 45 minutos.
A data de realização da prova: dia 16 de Dezembro de 2008.
Eventuais situações de ex aequo serão desempatadas mediante provas adicionais, orais.

Artigo 8º - Afixação de resultados
A afixação de resultados far-se-á no dia 8 de Janeiro.

Artigo 9º- Prémios
A cada um dos níveis de ensino – 3º Ciclo e Secundário – serão atribuídos os seguintes prémios:
1º prémio – MP3
2º prémio – pen-drive, com o logo da Escola
3º prémio – porta CD’s-Rom com o logo da Escola

Os três primeiros classificados em cada um dos níveis de ensino irão participar na 2ª fase do concurso – a Final Distrital.
A cerimónia de entrega dos prémios terá lugar na Biblioteca da Escola, em data e hora a determinar.
Nota Final:
O conhecimento do presente Regulamento não dispensa a leitura do Regulamento do Concurso Nacional de Leitura, que poderá ser consultado nos seguintes locais:
Ø Biblioteca da Escola;
Ø Sala de Estudo (no pavilhão anexo);
Ø site http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/
Caso se pretenda obter uma cópia do mesmo, estará disponível um exemplar, na reprografia.
Leituras



8º e 9º

Secundário

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dia Mundial do Não Fumador - 17 de Novembro







Para comemorar o Dia Mundial do Não Fumador, a turma B do 9º ano, no âmbito da Área de Projecto, produziu e distribuiu folhetos informativos que tinham como principal objectivo alertar para as consequências do tabagismo ao nível do fumador activo e passivo.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Halloween


No dia 31 de Outubro celebrou-se esta festividade, dedicada essencialmente aos alunos do 7º Ano de escolaridade.
O átrio da escola foi decorado pelos professores responsáveis, Ana Paula Martins, Francisco Coelho e Teresa Oliveira com ornamentos alusivos ao tema.
Os alunos produziram cartazes temáticos que foram igualmente expostos no átrio da escola.
De manhã realizou-se um desfile, em que um grupo de alunos se mascarou e do qual saíram vencedores os alunos Afonso Vogensen do 7ºD e Melissa Varela do 7ºC.
De tarde avaliaram-se as máscaras criadas pelos alunos. Neste concurso foram vencedores as alunas Cristiana, Mafalda, Maria João e Patrícia da turma A, a nível individual e a nível colectivo a turma E.
Foram ainda entregues os prémios aos vencedores dos concursos, bem como certificados de participação aos restantes.
Os professores responsáveis consideram que a actividade foi bastante positiva quer a nível de aderência, quer a nível da socialização.
Despedem-se com um até para o ano.

O Grupo sectorial de Inglês do 7ºAno

Outubro 2008