Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Desafio


O desafio de final de período, realizado na disciplina de Filosofia do10.ºH, no âmbito das atividades da componente de Cidadania e Desenvolvimento, chama-se "Palavras na lombada: literatura, direitos humanos e valores."

Adote uma forma diferente de ler o título dos livros, com a proposta  de uma viagem em três passos:

1. Dirija-se a uma estante (pode ser a estante da Biblioteca da nossa Escola ou, então, a que tem lá em casa).
2. Examine a lombada de vários livros. 
3. Empilhe os livros de modo a construir uma frase com significado ou até uma pequena história.
4. Faça o registo fotográfico.



Resultado 




“A rapariga que perdeu o coração à procura de mim descobre uma estrela no poisar do silêncio, 21 dias depois o céu cai-lhe em cima da cabeça.”


Matilde Ribeiro, n.°12, 10.° H
 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Feirinha solidária


Ida ao Cinema


No dia 4 de dezembro de 2019, entre as 14h às 17h, as turmas dos 7º C, E e G  deslocaram-se ao teatro de Vila Real para assistir ao filme didático – “DESCULPA !”
Esta atividade, dinamizada pela equipa EMIS, teve como objetivo consciencializar para a temática e as consequências do bullying, prevenir, sensibilizar e identificar fenómenos presentes na comunidade escolar, diagnosticar situações e abordar valores como o respeito, tolerância, entreajuda, equidade, igualdade e solidariedade.

Equipa EMIS e diretores de turma dos 7ºC, E e G.







terça-feira, 10 de dezembro de 2019

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

HeForShe

Criado pela ONU Mulheres, o movimento de solidariedade HeForShe pela igualdade de género pretende que homens e rapazes se envolvam e se tornem agentes de mudança, contribuindo assim para se alcançar o ODS 5.  Os professores da Camilo aderiram entusiasticamente ao movimento! As mulheres agradecem!

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Mensagem de Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO, por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência 3 de dezembro de 2019


Neste Dia Internacional, unimo-nos para promover o direito à igualdade e a participação efetiva das pessoas com deficiência na vida das nossas sociedades.
Hoje, mais de um bilião de pessoas, ou seja, aproximadamente 15% da população mundial, vive com alguma forma de deficiência[1]. Muitas são ainda vítimas de múltiplas formas de discriminação, marginalização, incluindo de violência e opressão.
Devido à persistência de certos preconceitos, as desigualdades perduram, nomeadamente no mercado de trabalho. Por este motivo, a taxa de emprego dos homens (53%) e das mulheres com deficiência (20%) é inferior à taxa de emprego dos homens (65%) e das mulheres sem deficiência (30%)[2]. Assim, as pessoas com deficiência têm mais probabilidade de enfrentar situações de pobreza, embora, por vezes, tenham de assumir despesas de saúde elevadas. As crianças com deficiência também são vítimas de desigualdade, fazendo com que não possam, muitas vezes, seguir um percurso escolar adequado.
Contudo, ano após ano, despertam as consciências e evoluem as mentalidades, fruto do trabalho admirável das associações, cujos esforços são incansáveis e devem ser apoiados e encorajados.
É também fruto da mobilização da comunidade internacional, nomeadamente através da adoção, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a 13 de dezembro de 2006 que, no seu preâmbulo reafirma “a universalidade, indivisibilidade, interdependência e correlação de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais e a necessidade de garantir às pessoas com deficiências o seu pleno gozo sem serem alvo de discriminação”. Esta ambição deve ser a nossa bússola.
O tema escolhido para este ano destaca o papel das pessoas com deficiência e reflete o compromisso que está no cerne da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável de “não deixar ninguém para trás”. Contudo, este objetivo só cumprirá o seu pleno significado se mobilizar iniciativas de um vasto número de parceiros. A UNESCO assume o papel que lhe cabe neste compromisso.
O Fórum Internacional sobre Inclusão e Equidade na Educação, realizado pela UNESCO na Colômbia, em setembro de 2019, destacou a necessidade da construção de sistemas de educação mais inclusivos, e o papel da educação no combate ao preconceito e à discriminação.
Neste sentido, a UNESCO põe a sua experiência ao serviço dos Estados-Membros e reforça as suas capacidades com vista à integração das problemáticas relativas às pessoas com deficiência nas suas políticas educativas nacionais, influenciando a formação de professores ou desenvolvendo linhas orientadoras e ferramentas específicas. A nossa Organização acelera ainda a partilha de dados e de boas práticas para uma educação inclusiva, com vista a facilitar a cooperação e a emulação entre os Estados Membros.
A UNESCO não só envida esforços no domínio da educação, como também no domínio da cultura. É este o sentido da nossa ação para garantirmos um melhor acesso, por pessoas com deficiências, à riqueza do património mundial, através, por exemplo, da digitalização de documentos.
É nosso dever construir e alargar a participação das pessoas com deficiência; Consegui-lo, só depende de nós.



[1]   Fonte : OMS
[2]   Fonte : OMS


Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Hoje, a APC de Vila Real, a convite dos professores do grupo de Educação Especial,  deslocou-se à escola para sensibilizar toda a comunidade escolar para a vivência de situações do quotidiano das pessoas com deficiência. Assim, no Ginásio, os alunos interagiram com os elementos desta associação, jogando Boccia, fazendo corridas de cadeiras e  orientação no espaço, com os olhos vendados. 









Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

Os professores da Educação Especial vêm deste modo relembrar e apresentar as atividades comemorativas (PAA) do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência – 3 de dezembro, prevista para esta semana e que constam do quadro abaixo.


Os professores da Educação Especial convidam toda a Comunidade Escolar a participar nas mesmas, como participantes ativos (turmas e professores aderentes) ou como público assistente.



Dia Mundial contra a Sida


Com o objetivo de sinalizar o Dia Mundial contra a Sida, realizou-se,  no dia 1 de dezembro, o Laço da SIDA, com a presença de várias turmas do ensino básico e do ensino profissional, no primeiro intervalo da manhã, no campo central da escola.

Equipa PES




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Mensagem de Audrey Azoulay, Diretora-Geral da UNESCO,
por ocasião do
Dia Mundial de Luta contra a Sida

1 de dezembro de 2019




Por ocasião do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA, a UNESCO, em estreita cooperação com os seus parceiros e com a ONUSIDA, gostaria de sublinhar o quanto a luta contra a SIDA permanece premente.
Nos últimos anos, foram realizados progressos consideráveis. Com efeito, os dados mais recentes da ONUSIDA, relativos a 2018, apresentaram um declínio de cerca de 16% na contração de novas infeções desde 2010 e de mais de 56% nas mortes ligadas à SIDA desde 2004, o ano mais dramático neste domínio.
Estes resultados são fruto de uma ampla mobilização da comunidade internacional e de milhões de cidadãos em todo o mundo.
São também fruto da mobilização das numerosas redes de entreajuda e das comunidades como associações juvenis, sindicatos de professores, grupos de pais, professores, círculos familiares e de amigos, líderes religiosos e comunidades locais. Todas estas comunidades e todas as pessoas que vivem com o VIH ou são afetadas pelo vírus desempenham um papel fulcral, cada uma à sua escala.
Graças aos esforços conjuntos, foi possível ajudar mais de 23 milhões de pessoas, em todo o mundo, a terem acesso ao tratamento do VIH em 2018.
É este papel muito pouco conhecido do grande público que o Dia Mundial de Luta Contra a SIDA destaca este ano; é um merecido reconhecimento das mulheres e dos homens que disponibilizam o seu tempo livre para lutar contra o VIH, levando a cabo ações pedagógicas ou de apoio terapêutico, quando necessário, ou para ver reconhecido  o direito de todas as pessoas que vivem com o VIH de irem à escola ou de trabalharem.
Uma luta eficaz contra a SIDA pressupõe uma estreita cooperação com estes atores de primeira linha. É por este motivo que a UNESCO trabalha tanto para apoiar e acompanhar a ação dessas comunidades no terreno, nomeadamente no domínio-chave da educação. Pois a luta contra a SIDA não se reduz a uma luta terapêutica e científica, é também uma questão crucial de educação.
O programa emblemático da UNESCO “Os nossos direitos, as nossas vidas, o nosso futuro” também conhecido pela sua sigla inglesa “O3” é uma iniciativa fundamental neste domínio. A nossa Organização desenvolve atualmente uma ação concreta em 31 países da África Subsariana para promover o acesso a uma educação completa em matéria de saúde reprodutiva para cerca de 20 milhões de jovens. Este programa ambiciona também alcançar cerca de 30 milhões de pessoas, seja através de atividades de envolvimento da comunidade ou através das redes sociais.
É com esse mesmo objetivo em mente que a UNESCO auxilia políticas educativas nacionais em todo o mundo, nomeadamente através da disponibilização aos Estados-Membros das Orientações técnicas internacionais sobre a educação sexual, que enfatizam os vários vínculos existentes entre a educação completa em matéria de saúde reprodutiva, a promoção da igualdade de género e saúde e a educação para a saúde e o bem-estar.
É no dia-a-dia, de mãos dadas com os principais interessados e com os seus cuidadores, que devemos agir. Este é o objetivo do programa de Aprendizagem Positiva que a UNESCO está prestes a entregar aos jovens que vivem com VIH, para que este corresponda o mais possível às suas necessidades e expetativas.
Fornecer às pessoas com VIH os meios para agirem é uma das formas de ajudá-las a viver uma vida plena nas melhores condições de saúde possíveis.