Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real
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terça-feira, 17 de maio de 2011

Bulling– Sessão dinamizada pela prof. Maria Conceição

Sexta- Feira, 4 de Março de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco


Querido diário,
Hoje, 6ª Feira, ao último tempo da tarde, durante a aula de Inglês, recebemos outra visita importante.
A Dr.ª Maria Conceição Dias, mãe do Carlos , veio-nos speakar sobre buling.
Começou por nos mostrar um PowerPoint em inglês sobre acontecimentos e estados das pessoas, a quem isso acontece .
Aprendemos que o buling pode afectar a vida de um adolescente ou criança, que é solitária e gozada todos os dias pelos colegas.
Depois explicou-nos o que fazer quando nos encontramos ou alguém próximo se encontra numa situação dessas.
A seguir cantámos uma canção em Karaoke de uma rapariga que é alvo disso, e vimos um pequeno vídeo a acompanhar.
Foi uma tarde culta e ao mesmo tempo triste por sabermos que há coisas tão más na vida!
Esperamos por mais!!! Até para o ano!!!

Beijos e abraços!!!
Os teus amigos do 7ºA

Vamos conhecer Paris: Sessão dinamizada pela Dr.ª Cristina Magalhães



Quarta-Feira,2 de Março de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco

Querido Diário, oi!

Hoje, às 16:30, tivemos o prazer da presença da Prof.ª Cristina Magalhães que nos falou de Paris.
A Prof.ª começou por se apresentar. Depois, apresentou-nos uns Powerpoints sobre Paris. Falámos dos inúmeros Monumentos e Jardins que enriquecem e embelezam a capital Francesa.
A professora Cristina falou-nos também das muitas pontes que cruzam o rio La Seine, e dos bateaux-mouche, donde se avistam os fantásticos monumentos parisienses que brilham nas margens do rio.
Paris c’est la ville de l’amour…

No fim recebemos um marcador e saboreámos um saquinho de sucreries.
A palestra foi muito interessante e divertida.

À la prochaine!!!

7ºA

Respeito pela Diferença – Sessão dinamizada pela Dr.ª Antónia Gil

Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco

Querido diário,

Hoje tivemos mais uma visita especial, a Prof.ª Antónia Gil, mãe da Sara, que ensina meninos com necessidades educativas especiais.
Quando chegou, apresentou-se e, depois de referir o tema da presente Sessão, anunciou que iríamos ver um filme, uma das Grandes Reportagens da SIC.
O filme aludia ao quotidiano dos cegos e dos surdos, bem como das pessoas mais próximas deles. A partir da visualização deste filme, aprendemos, entre outras coisas, que a Língua Gestual (e não linguagem, como erradamente se diz) é a primeira língua dos surdos e a Língua materna é a segunda.
Vimos também que para os cegos e surdos, o dia-a-dia é mais difícil e tem que se descrever tudo para eles compreenderem o que os rodeia. É uma realidade um pouco triste, mas agora, felizmente, já há escolas para essas pessoas que vão ao encontro das suas necessidades, o que melhora significativamente a sua situação.
Mas o principal ensinamento que o filme nos transmite, reiterado pela Professora Antónia, é que os surdos e cegos são pessoas tão aptas quanto as outras para tudo, desde que lhes sejam proporcionadas condições ajustadas às suas necessidades e lhes sejam dadas iguais oportunidades.
Depois do filme, a Prof.ª passou um PowerPoint que continha o alfabeto da Língua Gestual Portuguesa e algumas expressões de cortesia nessa mesma Língua.
Mais tarde, depois de praticarmos um bocadinho, foram-nos distribuídos pedaços de cartolina onde se encontravam alguns desenhos das letras em Língua Gestual que nós tínhamos de “traduzir” para a escrita Portuguesa. No fim, depois de todos “decifrarem os códigos”, apareceram os nossos nomes, trocámos e cada um ficou com o seu nome em Língua Gestual.
Gostámos da palestra e aprendemos muito.

Beijos,
Dos teus amigos,
O 7ºA

domingo, 6 de março de 2011

Diário do 7ºA

O Sexo dos Deuses – Sessão dinamizada pelo Dr. Anastássios Perdicoúlis
Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco

Querido Diário, olá!
Hoje, o pai da Mafalda, Anastássios Perdicoúlis, professor na UTAD, veio falar-nos sobre o Sexo dos Deuses. Ele é de origem grega, por isso falámos sobre os deuses gregos.
No início, o professor achou importante fazer uma introdução e começou: “Os deuses permanecem nas memórias”, pronunciou isso enquanto fazia uma linha no quadro. A linha era uma recta temporal onde localizámos alguns personagens. Começámos por falar de Homero, que era autor de várias poesias cantadas, algures no século IX a. C. (“adi” é a palavra grega para designar poesia cantada. Depois dialogámos sobre Platão, Sócrates e Aristóteles que localizámos no século IV a. C. Aeneas foi fugitivo da guerra de Tróia, ele foi uma das pessoas que relembrou ou ensinou o culto aos deuses que existia na Grécia. O Tasso – diminutivo de Anastássios – disse-nos também que os deuses já existiam no século IX e nessa altura já eram respeitados. Depois da “barreira” que foi o nascimento de Jesus Cristo, o culto a estes deuses foi desaparecendo e hoje, no século XXI, só resta o que alguns de nós sabemos.
Depois falámos sobre os Deuses do Olimpo (deuses mais populares no mundo helénico), que eram 12, mas primeiro falámos de Díke. Díke (lê-se diqui) é cega, representa-se sempre com uma balança na mão e, como é a deusa da justiça, mede a justiça. O Tasso disse que, no Tribunal do Porto, estava representada esta deusa. ΔΙΚΗ é como se escreve em grego. De seguida, fizemos a família/árvore genealógica dos Deuses do Olimpo:

Zeus – deus dos deuses;
Hera – deusa da família;
Hades – deus do inferno;
Poseidon – Deus da água;
Demeter – deusa da agricultura, fertilidade e das épocas;
Hephestus (Vulcano – latim) – deus dos vulcões e do fogo dominado;
Aphrodite – deusa da beleza e do amor;
Apollo – deus da luz;
Atena – deusa da sabedoria, da ciência, da estratégia e do combate;
Artemis – deusa da caça e da natureza (deusa virgem);
Ares – deus da guerra, deus guerreiro;
Dionysio – deus do vinho;
Hermes – deus mensageiro, dos comerciantes e dos ladrões;

Após vermos tudo isto, falámos das relações que tinham uns com os outros e, mesmo entre irmãos, o amor existia.
No final falámos de personificação de conceitos: alguns deuses eram associados a conceitos que lhes eram atribuídos.
Gostámos muito da palestra, foi muito interessante.

Beijos e até à próxima,
7º A

“Visita de estudo a Tresminas e à Anta da Fonte Coberta”
Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco


Querido Diário, como estás?
Já aguardávamos este dia desde que nos foi anunciado que faríamos esta visita de estudo... Hoje, aconteceu!
Conjuntamente com outras turmas de 7º ano, hoje de manhã cedo aguardámos a chegada dos dois autocarros que nos levariam até Vila Pouca de Aguiar, a fim de visitar o Complexo Mineiro Romano de Tresminas.
Chegados a Tresminas, estivemos a ouvir o nosso guia, que nos disse as normas que teríamos que seguir durante a nossa visita. O senhor que nos guiava levou-nos a ver depois o Complexo Mineiro Romano de Tresminas e suas belezas que são... bem, estonteantes, para alguém que aprecia a Natureza. Voltámos ao sítio onde primeiramente nos tínhamos encontrado, o parque de estacionamento. Aí, formámos 2 grupos: o que seguiria da primeira vez a ver uma mina...que era de hibernação para morcegos, e o outro que seguiria a seguir.
A mina estava escura... mas nós tínhamos lanternas. Tinha o tecto baixo... mas nós tínhamos capacetes, para evitar as cabeçadas. Bem, acabámos por ver 2morceguitos e por ficar com os pés todos molhados por não levarmos calçado apropriado e termos que passar num mini-lago dentro da mina.
Depois do almoço, estivemos a divertir-nos ao ar livre. Alguns jogaram futebol num descampado, outros esconderam-se atrás das árvores, dançaram e jogaram cartas na sombra destas, e, ainda, outros ficaram a apreciar o bom aroma da Natureza.
Entrámos nos autocarros de novo e seguimos até Alijó, para ver a Anta da Fonte Coberta. Lá, contemplámos as pedras que constituíam aquele monumento... pré-histórico. Uau! É difícil acreditar que há milhares de anos atrás o homem primitivo já fosse capaz de construir, não é?
Ouvimos uma breve explicação dos professores de História, acerca daquela anta, e fomos para os autocarros, para regressar a Vila Real pouco tempo depois.
Resta-nos dizer que gostámos muito desta visita de estudo e agradecer aos professores que a organizaram.
Com muitos abraços, beijinhos e tudo mais, os amigos do 7ºA.

P.S.: Hehehe!! Toda a gente achou muito engraçado o facto de... a Mafalda ter levado sopa!!!


Diário do 7ºA
Gabinete PES – Sessão dinamizada pela enfermeira Vanessa

Quarta-feira, 19 de Janeiro de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco

Querido Diário, olá!
Hoje tivemos a visita da enfermeira Vanessa, na aula de Formação Cívica, das 16:45 às 17:30. Alguns colegas chegaram atrasados porque estiveram no Auditório a participar nas Olimpíadas de Matemática.
Quando a enfermeira chegou, apresentou-se e explicou-nos o que era o Gabinete PES, para que servia e onde se localizava – disse-nos que se fôssemos do átrio da escola na direcção da papelaria/reprografia, quando passássemos a porta do corredor havia um pequeno compartimento à direita das escadas, em cuja porta se lê “Canto dos Afectos”.
Depois, convidou-nos a fazer um jogo a pares, que consistia em escrever tudo o que sabíamos sobre o nosso colega do lado e, em seguida, tínhamos de ler para todos.
Por último, informou-nos acerca dos horários do Gabinete.
Entretanto tocou a campainha e saímos.

Beijos e até à próxima,
7ºA

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Diário do 7º A - O Amor na Literatura

“O Amor na Literatura”: Sessão dinamizada pelo Prof. Dr. José Reis da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011, na Escola Secundária Camilo Castelo Branco.

Querido Diário:
Hoje, a nossa turma teve uma visita, o Prof. Dr. José Reis, professor de Literatura Comparada, na UTAD. O Professor José Reis é pai do nosso colega José Maria dos Reis, e falou-nos sobre os seguintes pontos:
· Amor passional:
poesia e amor:
Poetas populares (leitura de algumas quadras populares);
Lírica de Luís de Camões;
Manifestação dos sentimentos;
Amor platónico;
- texto dramático :
Romeu e Julieta, de William Shakespeare;
- texto narrativo:
Tristão e Isolda;

· O Andrógino:

O tema do amor é muito abordado por poetas e escritores. Mas, apesar de tudo, quase ninguém o compreende. Neste sentido, falámos sobre o texto “O Banquete de Platão” (século V a. C., há 25 mil anos). A esse Banquete iam os filósofos e míticos que discutiam o amor, o amor platónico, isto é, espiritual. Aristófanes deu uma explicação mítico-filosófica sobre a origem do amor. Ele defendia que, no princípio, existiam três géneros: o masculino, o feminino e o andrógino. O género masculino era descendente do Sol, o feminino, da Terra (porque, tal como a mulher, a Terra é fértil), o andrógino, que era um género distinto e comum ao masculino e ao feminino, era, por isso, descendente do Sol (masculino), da Terra (feminino) e o que tinha de ambos era da Lua. Barriga e flancos em forma de bola, quatro braços, quatro pernas, uma cabeça e dois rostos, em suma tudo dobrado – esta era a sua constituição (nesta altura, o professor pediu-nos para o desenharmos, com base na descrição).
Certo dia, eles desafiaram os deuses… e perderam. Como castigo, Zeus (o pai dos deuses na mitologia grega) decidiu separá-los em dois seres diversos (o andrógino extinguiu-se). Mas ao separá-los ficavam seres muito estranhos, por isso teve de os aparar.
Conclusão: cada vez que um homem se aproxima da mulher e/ou vice-versa procura reconstituir esse ser original, o andrógino. Para nos ajudar a compreender melhor, vimos o vídeo “El mito del Andrógino” (Discurso de Aristófanes).

Depois, ouvimos a declamação da Cantiga de Camões “Descalça vai para a fonte, Leanor pela verdura”. Enquanto o professor lia, mais uma vez, tivemos de a desenhar. A seguir apresentou-nos uma adaptação do poema, mas mais moderno: “Poema da Auto-estrada”, de António Gedeão (1906-1997).
Por fim, falámos sobre “Romeu e Julieta”, mas era tarde de mais, pois estava quase a tocar e só tivemos tempo de ouvir a música dos Dire Straits – “Romeo and Juliet”.
Gostámos muito da sessão e ficámos muito agradecidos pela presença do pai do Zé.

P. S. – Foi-nos sugerido que víssemos o filme “Romeu e Julieta” e, em princípio, a sugestão foi aceite!

Com amor e carinho,
Até à próxima,
7ºA!

domingo, 23 de janeiro de 2011

Testemunho de Sylva Frey

Diário do 7ºA
Testemunho de Sylva Frey
Sexta-feira, 7 de Janeiro de 2011
Liceu Camilo Castelo Branco


Querido Diário, Shalom!
Hoje, a nossa turma teve uma visita muito especial, uma senhora que testemunhou momentos do shoah - palavra hebraica única para designar o holocausto da 2ª Guerra Mundial - que ela própria viveu, enquanto filha de um pai judeu de origem polaca e de mãe alemã.
Bem, Sylva Frey chegou com a sua flha, Caroline Dominguez, que ía traduzir suas palavras, visto que a senhora falava em francês. “Shalom!” - começou por dizer. Esta palavra hebraica tem o significado de “olá”. Enquanto isto, o Alex, neto de Sylva Frey, distribuía pequenas folhas de cartolina onde nós deveríamos completar o desenho da Estrela Judaica. No seu centro escreveríamos “Jude”, “judeu” em alemão. Assim:

Com um alfinete, juntámos a estrela à nossa camisola. O Nuno, o Zé Pedro e o Zé Maria não puseram, são da “raça ariana”: são loiros e têm os olhos azuis.
Sabes uma coisa?... Que é horrível... e não faz nem um bocadinho de sentido? Mesmo que um alemão e um judeu gostassem muito um do outro... não podiam falar nem dar as mãos! Judeu e alemães não se podiam amar, não podiam namorar. Bolas!
Os alemães faziam Ghettos, pequenos aglomerados de muitos judeus. Aqueles que tinham boas casas eram obrigados a deixá-las, a passar a viver apertados, nos Ghettos, rodeados por muros.
Mas... pior que isto... são... os campos de concentração... Ainda há muita crueldade, maldade e racismo, mas daí a fazerem coisas como lá se faziam... Os judeus chegavam ao campo de concentração e o responsável fazia um gesto: mostrava ou a direita ou a esquerda com a mão.

Um dos lados significava que essa pessoa ia trabalhar. O outro queria praticamente dizer que essa pessoa ia morrer muito em breve.
Mas, no meio de toda esta maldade, havia ainda pessoas com bom coração. Os Justos arriscavam a sua própria vida, ao esconderem judeus.
Em Jerusalém há uma floresta em honra dos Justos e um museu em honra dos judeus que foram levados para os campos de concentração. Há fotografias de muitos deles, lá. Claro que não de todos, porque foram mortos cerca de 6 milhões de judeus!!!
Apesar do tema abordado, Sylva Frey fez uma palestra calma e serena. Depois disto, ficámos todos com plena consciência do mal que foi feito, do racismo, xenofobia e intolerância que foi praticada em desmedido exagero naquela época. Todos nós já tínhamos visto filmes, ouvido histórias, mas nunca da boca de uma senhora que viveu a guerra. Para nós, foi uma oportunidade bastante especial.


Com amor e carinho,
até à próxima,

7ºA