No dia 25 de Maio decorreu, no anfiteatro 1 da escola, a palestra anunciada sobre o trabalho do historiador/arqueólogo Padre João Parente, promovida pela prof.ª Brizida, responsável pela Sala de Estudo, e pelo prof.º Hugo, do grupo de História. O convidado, perante uma vasta plateia entusiasmada, constituída por professores e alunos dos 7.º e 10.º anos, revelou alguns dos segredos de um arqueólogo amador e como esse trabalho de investigação se refletiu na publicação das suas obras.sexta-feira, 17 de junho de 2011
À conversa com um historiador …
No dia 25 de Maio decorreu, no anfiteatro 1 da escola, a palestra anunciada sobre o trabalho do historiador/arqueólogo Padre João Parente, promovida pela prof.ª Brizida, responsável pela Sala de Estudo, e pelo prof.º Hugo, do grupo de História. O convidado, perante uma vasta plateia entusiasmada, constituída por professores e alunos dos 7.º e 10.º anos, revelou alguns dos segredos de um arqueólogo amador e como esse trabalho de investigação se refletiu na publicação das suas obras.À descoberta da Arte Medieval Vilarealense
Visita à Exposição … inventos técnicos do século XX
terça-feira, 24 de maio de 2011
À conversa com o Historiador Padre João Parente

terça-feira, 15 de março de 2011
O «15 de Março» e o início da Guerra Colonial
Foi precisamente há 50 anos que Portugal viu-se envolvido numa guerra colonial. O ano de 1961 marca o início de uma guerra sangrenta pela preservação das colónias portuguesas em África.
O acontecimento que determinou a tomada de decisão do regime pela via militar foi o 15 de Março desse ano quando membros das tribos Bacongo, na sua maioria munidos de armas de fogo artesanais e catanas, iniciaram uma rebelião que alastrou ao Norte de Angola, nomeadamente aos distritos de Luanda, Cuanza-norte, Malange, Uíge e Zaire, atacando fazendas e chacinando brancos e negros que se mantinham fiéis àqueles. No ataque morreram cerca de 800 colonos brancos, bem como perto de 6.000 negros que para eles trabalhavam. Desde cedo, as autoridades portuguesas atribuíram a responsabilidade dos ataques à UPA (União dos Povos de Angola), de Holden Roberto. Esta rebelião, que se revestiu de acções particularmente sangrentas, visava, através do pânico, pressionar os portugueses ao abandono dos locais onde se haviam instalado.
Mas nos dias e semanas seguintes assistiu-se em Angola a um apelo à resistência civil e deu-se a instauração de um «reino de terror». Tentando vingar a morte dos portugueses assassinados no Norte de Angola, colonos brancos, constituídos em milícias civis - a «Vanguarda Salazar», os «Viriatos» ou até os «voluntários de Moçambique» - cometem contra a população africana atrocidades tão violentas como haviam sido as cometidas pelos elementos da UPA. E para Salazar e para o regime a palavra de ordem é: para “Angola”, “andar rapidamente e em força é o objectivo que vai pôr à prova a nossa capacidade de decisão”. Era o início da acção armada portuguesa em África, que iria terminar apenas em 1974.
Para assinalar esta data, será exposta uma Exposição Fotobiográfica na escola, promovida pelo Grupo de História.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Visita de Estudo a Três Minas e à Anta da Fonte Coberta
Em dias repletos de Sol, os alunos puderam contemplar paisagens fantásticas, descobrir minérios como o quartzo, e um dos melhores monumentos megalíticos do País, considerado Monumento Nacional desde 1910. Mas a surpresa estava reservada à visita às galerias do complexo mineiro romano, que data dos séculos I e II d.C.. Tal qual mineiros, munidos de capacetes e iluminação, os alunos prospectaram o interior das minas e contactaram com morcegos em hibernação. E para melhor compreenderem toda a estrutura mineira, foi ainda visitado o Centro Interpretativo de Tresminas, na aldeia de Tresminas.
Anta da Fonte Coberta.

Texto e imagem: Hugo Bento
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
À Descoberta da Arte de Amadeo Souza-Cardoso e de Serralves
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Dia Mundial dos Direitos Humanos
O Dia Mundial dos Direitos Humanos comemora-se no dia 10 de Dezembro, aprovado pela Assembleia das Nações Unidas em 1948. Resultou da aprovação da Declaração Universal dos Direitos Humanos que procura alertar toda a Humanidade na luta pela Paz e pela boa convivência entre as diferentes nações, raças, credos e ideologias. O vídeo, realizado pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano com o professor de História, procura lembrar na Comunidade os Direitos Fundamentais do Homem... para que nunca se esqueçam !
Projecto «Histórias com História»
O projecto «Histórias com História» é um projecto anual que procura promover trabalhos de investigação no campo da História. No vídeo, apresentam-se pequenos projectos realizados pelos alunos das turmas A e E do 9.º ano sobre temáticas ligadas aos finais do século XIX e primeiras décadas do século XX, menos exploradas em aula e nos manuais escolares.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Projecto «Histórias com História»

A primeira actividade deste projecto irá ser apresentada no dia 11 de Dezembro e contará com trabalhos de pesquisa e investigação dos alunos das turmas A e E.
A HISTÓRIA E O MUSEU DE ARQUEOLOGIA E NUMISMÁTICA
Texto elaborado pelos alunos em conjunto com o professor.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Exposição - Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas
Para assinalar esta data, foi organizada uma exposição temática que contou com trabalhos de alunos do 8.º A sobre a vida e obra de Luís Vaz de Camões, sobre o Prémio Camões, um dos prémios literários mais reconhecidos no mundo lusófono, e sobre os Portugueses e a Língua Portuguesa no Mundo. A comunidade foi também sensibilizada para esta data, através da distribuição de folhetos, com informação sobre a história da implementação deste feriado nacional, e pela leitura de uma faixa com um verso retirado d´Os Lusíadas, de Luís de Camões, que procura caracterizar o povo português ao longo dos tempos.
O professor: Hugo Bento
segunda-feira, 14 de junho de 2010
AULA DE CAMPO - OS CAMINHOS DO ROMÂNTICO EM VILA REAL
Após uma breve apresentação da história do Jardim pela aluna Andrea Pazo, os alunos foram convidados a embrenharem-se nos cheiros da flora da Carreira – as camélias, os cedros, as magnólias, os amores-perfeitos – e a visitarem, pormenorizadamente, os vários elementos que constituíam os típicos jardins românticos do século XIX, como os canteiros, o coreto e a fonte de água.
E junto da estátua de Camilo Castelo Branco, mandada edificar por subscrição pública em 1926, os alunos foram incentivados a participar na aula sobre o Romantismo e o Realismo Português, contactando directamente com a vida e obra dos principais escritores europeus e portugueses, nomeadamente de Camilo Castelo Branco e de Eça de Queiroz. Aferiram, por isso, as diferenças entre “Amor de Perdição” e “Os Maias”, bem como o contexto histórico-social em que foram escritas estas magníficas obras literárias.
A acrescentar, salientam-se as brincadeiras e os comentários divertidos (mas pertinentes) no parque e na fonte por parte dos alunos, elevando assim a aula a um patamar de inovação pedagógica relevante, ou seja, a ligação entre o dever e o prazer. Mas o ponto que mais se destacou foi a preocupação dos alunos na preservação deste património histórico-natural, felizmente requalificado em 2001. Sem dúvida, um final de tarde enriquecedor e muito bem passado.
Texto e imagens: Hugo Bento
quinta-feira, 10 de junho de 2010
À descoberta do Românico-Gótico em Vila Real
«Assim percebemos melhor a matéria.»
Marta Vaz, 7.º E
«Ajudou os alunos a compreenderem melhor a matéria (…) e ficamos a aprender melhor a história da nossa cidade. Gostei muito da visita.»
Ana Mezias, 7.º E
«A turma comportou-se de forma responsável.»
Cristiana Fernandes, 7.º E
«Foi uma forma diferente de expor a matéria e [a aula] foi muito aproveitada. Já tínhamos dado em aula mas consolidamos os conhecimentos que possuíamos.»
Inês Mezias, 7.º E
«Aprendi coisas que não sabia.»
Adelino Fonseca, 7.º E
«Penso que nós (alunos) nos interessamos mais por aulas de campo, é mais interessante.»
Rute Pimenta, 7.º E
«Gostei muito, devia haver mais aulas assim»
Ana Rita , 7º E
«podemos ver, sentir, observar.»
Tiago Sousa, 7.º E
«a visita de campo foi excelente, aprendemos mais.»
Manuel Barreto, 7.º G
«Acho este tipo de aula muito bom porque é um tipo de aprendizagem diferente e porque atrai, de certa forma, melhor os alunos. (…) Acho que se deve repetir !»
Ana Martins, 7.º G
«Foi divertido.»
Frederico Martins, 7.º G
«Gostei da aula (…) porque ao ver aprendemos de uma maneira diferente e mais divertida.»
Daniela Dias, 7.º G