Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real
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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Dia Internacional da Alfabetização

Mensagem Diretora geral da UNESCO
por ocasião da celebração do 50º aniversário do Dia Internacional da Alfabetização
8 de setembro de 2016

Durante 50 anos, o Dia Internacional da Alfabetização tem sido a ocasião para celebrar a alfabetização como uma força empoderadora de autonomia para as mulheres e para os homens, assim como para a sociedade como um todo. Desde que a UNESCO proclamou em 1966 o Dia Internacional da Alfabetização, temos observado grandes progressos. Embora a população mundial tenha aumentado consideravelmente, o número de adultos jovens não alfabetizados diminuiu para 25% entre 1990 e 2015. Foram aumentadas as oportunidades de alfabetização das mulheres, e 43 países alcançaram melhoria no que respeita à paridade do género. O movimento mundial a favor da Educação para Todos deu lugar a muitas mudanças positivas.
Mas tudo isto não é suficiente. Atualmente existem 758 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever uma frase simples, dois terços dos quais são mulheres. Situados à margem da aldeia global, não recebem nenhum dos benefícios da mundialização e sofrem todos os seus custos. Estes homens e mulheres são mais vulneráveis à doença, à exploração e ao abuso dos direitos humanos. Têm mais probabilidades de estar desempregados e são os que menos recebem quando têm um trabalho. Ao não saberem ler nem escrever, não podem desenvolver todo o seu potencial, e comunidades inteiras ficam presas no círculo vicioso da pobreza, terreno fértil da violência e dos conflitos.
O analfabetismo continua a ser sinónimo de exclusão e pobreza. Devemos mudar essa realidade. Este é o compromisso da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, em que uma nova visão mundial de prosperidade, sustentabilidade e paz é apresentada nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, incluindo um Objetivo especifico “garantir uma educação inclusiva e equitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.
A alfabetização é essencial para o êxito em todos os âmbitos. Fundação dos direitos humanos e da dignidade, a alfabetização é fundamental para a erradicação da pobreza, a igualdade de género e a construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis. Essa é a razão pela qual hoje lançamos a Aliança Global para a Alfabetização, a fim de mobilizar fundos e promover iniciativas inovadoras, prestando especial atenção às questões de género e às novas tecnologia de informação e da comunicação. Devemos aproveitar todas as oportunidades, e o nosso trabalho deve trespassar todas as fronteiras sectoriais.
O mundo mudou desde 1966, mas a nossa determinação em proporcionar a cada mulher e a cada homem as competências, capacidades e as oportunidades necessárias para tornar realidade as suas aspirações, na dignidade e respeito continuam a ser tão firmes como sempre.
A alfabetização é a base para a construção de um mundo mais sustentável para todos. Esta é a mensagem da UNESCO.

                        Irina Bokova
Diretora geral da UNESCO


terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Dia Mundial da Luta Contra a Sida

Laço Humano no dia mundial da luta contra a SIDA



                                                 

No dia 1 de dezembro, os alunos da Escola Secundária Camilo Castelo Branco elaboraram, à semelhança dos anos anteriores, um laço humano, na praça do município, com o intuito de sensibilizar para a luta contra a SIDA. O sucesso desta atividade deve-se à disponibilidade de professores e alunos apesar da baixa temperatura que se fazia sentir. A atividade foi filmada com o auxilio de um drone, por amabilidade da fotografia Goarte.
Os alunos do 10ºI, do curso profissional de Técnicos Auxiliares de Saúde, distribuíram laços vermelhos pela comunidade educativa e sensibilizaram para a necessidade de prevenção da doença.
A SIDA (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é causada pelo VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana). Designa-se de seropositivo o indivíduo cuja doença só é detetada através de análises específicas para o VIH. Na evolução da infeção pelo VIH verifica-se uma destruição progressiva do sistema imunológico (sistema de defesa do organismo) que permite o aparecimento de infeções oportunistas e determinados tipos de tumores. Quando uma pessoa infetada pelo VIH tem uma destas infeções oportunistas ou tumores passa a dizer-se que já tem SIDA.
Quer um seropositivo, quer um indivíduo com SIDA podem transmitir a infeção a outras pessoas através de comportamentos de risco, tais como: relações sexuais desprotegidas; de mãe para o filho durante a gravidez, parto e/ou amamentação (se a mãe estiver infetada); contato com sangue infetado (p. exº. pela partilha de seringas, agulhas, escova de dentes, lâminas de barbear e/ou material cortante com a pessoa infetada).
Em 2012, o número de casos de SIDA diagnosticados, na União Europeia traduz-se numa taxa de 5,8 novos casos por 100 mil pessoas. Portugal encontra-se acima da média europeia, com sete casos por 100 mil habitantes, mas desde 2006, a taxa de novos casos de HIV desceu 20%. No entanto, em 2013 foram diagnosticados 322 novos casos de SIDA.
Prevenção é, pois, palavra de ordem!


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

sábado, 28 de novembro de 2015

2016 - Ano Internacional do Entendimento Global (IYGU)






“Construindo pontes entre os pensamentos globais e as acções locais”

O Conselho Internacional de Ciências (ICSU), o Conselho Internacional das Ciências Sociais (ISSC) e o Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas (CIPSH), anunciaram hoje, em conjunto, que 2016 será o Ano Internacional do Entendimento Global (IYGU). O objectivo do IYGU é a promoção de um melhor entendimento sobre o impacto global das acções locais, para estimular políticas inovadoras que respondam aos desafios globais, como as mudanças climáticas, a segurança alimentar ou as migrações.
“Queremos construir pontes entre os pensamentos globais e as acções locais”, afirmou o Prof. Benno Werlen da Universidade Friedrich Schiller, de Jena, na Alemanha. “Só quando compreendermos verdadeiramente as consequências das nossas escolhas pessoais no planeta – por exemplo quando comemos, bebemos e produzimos – é que poderemos fazer mudanças adequadas e efectivas”, disse Werlen, iniciador deste projecto da União Geográfica Internacional (IGU).
Como integrar os conhecimentos científicos nos estilos de vida, tornando-os mais sustentáveis, será o foco principal das actividades em 2016 – projectos de investigação, programas educativos e campanhas de informação. O projecto visa ir mais além do campo restrito da protecção ambiental e das políticas sobre o clima, abordando os temas da qualidade de vida e da sustentabilidade e uso dos recursos locais no longo prazo.
             “Vivemos no mundo mais interligado da História. No entanto, ao mesmo tempo esse mundo é dilacerado por conflitos, deslocações e incertezas – uma mistura, instável e perturbante, de enormes oportunidades e de riscos existenciais”, disse Lord Anthony Giddens, antigo Diretor da London School of Economics, no Reino Unido. “Encontrar um equilíbrio positivo vai exigir uma revisão intelectual dos fundamentos e novas formas de colaboração, como as que o IYGU propõe”, acrescentou.
“O desenvolvimento sustentável é um desafio global, mas atingi-lo requer uma transformação do local – a forma como cada um de nós vive, consome e trabalha. Ao mesmo tempo que as negociações globais sobre o clima enfrentam a questão da crise de sustentabilidade a partir de cima, o IYGU complementa-as de forma muito bela através da coordenação de soluções a partir de baixo – levando as pessoas a entender e a modificar os seus hábitos quotidianos. Esta dupla abordagem aumenta as nossas hipóteses de sucesso contra esta crise, a mais grave que a Humanidade já enfrentou”, disse o ex-Presidente do ICSU e Prémio Nobel Yuan-Tseh Lee.
Por exemplo, em cada dia em 2016, o IYGU irá destacar uma mudança numa acção quotidiana que a ciência tenha comprovado ser mais sustentável do que as práticas actuais. Exemplos da vida quotidiana que tomam em conta a diversidade cultural e as práticas locais serão compilados e disseminados. “Hoje, mais do que nunca, é vital que encontremos a força para entender e relacionar as posições, pensamentos e expectativas dos outros, e procuremos o diálogo em vez da confrontação.”, disse Klaus Toepfer, Director Executivo do Instituto para os Estudos Avançados sobre Sustentabilidade (IASS).
Espera-se que este foco em acções locais, concretas, gere ideias de programas de pesquisa e curricula escolares, bem como que destaque exemplos das melhores práticas. Sempre que possível, as actividades devem ser comunicadas em diversas línguas. Usando esta abordagem de baixo para cima, o IYGU espera apoiar e ampliar o trabalho de iniciativas como Future Earth, a Agenda das Nações Unidas para o Desenvolvimento Pós-2015 e a Década das Nações Unidas pela Educação para o Desenvolvimento Sustentável.
“No Ruanda, a poluição ambiental com lixo de plástico era um problema disseminado e insuperável. Finalmente, foi o entendimento de que o plástico é prejudicial para os animais ruminantes, em especial as vacas, que mudou a tendência a favor da legislação ambiental. Isto levou à proibição de objectos de plástico que gerem lixo. Hoje, é preciso esforço para encontrar plástico a poluir as áreas públicas do Ruanda”, disse Werlen.
O envolvimento do ISSC, do ICSU e do CIPSH no IYGU testemunha uma ampla colaboração entre as ciências naturais e sociais e as Humanidades, através de fronteiras disciplinares e entre todos em todo o mundo.
Em 2016, o programa do IYGU será coordenado por cerca de 50 Centros de Acção Regional. Esta rede está actualmente a ser estabelecida em cidades como Tóquio, Washington, São Paulo, Tunis, Moscovo e Roma, estando já confirmados os Centros, de alcance regional e continental, em Beijing, Cidade do México, Mação/Coimbra, Nijmegen, Hamilton, Bamako e Kigali. A secretaria geral do IYGU em Jena, Alemanha, coordenará estes Centros de Acção Regional.
Como referiu o Doutor Eliezer Batista, pioneiro da sustentabilidade e co-fundador do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD), “O conhecimento é o factor que nos leva a mudar a nossa forma de pensar. No entanto, é o entendimento que leva à mudança de atitudes. O IYGU coloca sua ênfase na diversidade dos caminhos culturais que levam à sustentabilidade global. E em como só a mudança de atitudes individuais pode levar à mudança da acção colectiva, cujo resultado será a melhoria do sistema na escala global.”

Mais informações sobre o Ano Internacional para o Entendimento Global estão disponíveis em www.global-understanding.info. O Prof. Werlen estará disponível para entrevistas por pedido prévio.

Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

Mensagem da Diretora geral da UNESCO Irina Bokova
Por ocasião do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência
3 de dezembro de 2015
A inclusão é importante: acesso e emancipação para todas as pessoas

Em 2015, cada homem e cada mulher no mundo, inclusivamente em mais de 1 bilião de pessoas são afetados por algum tipo de deficiência, celebram o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.
Este Dia Internacional supõe recordar a urgente necessidade de redobrar os esforços para promover os direitos humanos e a dignidade de todos e de cada uma das pessoas com deficiência.
Uma sociedade inclusiva é aquela que defende os direitos e a dignidade de todos os cidadãos e permite a toda a pessoa participar plenamente em todos os aspetos da vida social, política, económica e cultural.
Embora tenhamos observado o progresso ao redor do mundo, as pessoas com deficiência permanecem hoje em dia, como um dos grupos mais marginalizados.
Um terço das crianças que não frequentam a escola apresentam algum tipo de deficiência, e nos países em desenvolvimento existem pelo menos dois por cento das crianças com deficiência a frequentar a escola. Em situações de conflito, pessoas com deficiência tendem a ser aquelas que sofrem mais, e em primeiro lugar. A sua voz não é ouvida nas sociedades que compõem o nosso mundo. Estima-se que apenas entre 5 a 15 por cento das pessoas que necessitam de dispositivos ou tecnologias de apoio têm acesso aos mesmos.
A deficiência é um problema que atravessa todos os capítulos da nova Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável e vincula entre si todos os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. A UNESCO, por seu turno, continuará a trabalhar em todas as frentes para dotar de autonomia cada uma das pessoas com deficiência, esforço este que começa pela promoção de políticas, estratégias e programas de educação inclusiva e que passa também por fornecer orientações para a formulação de políticas nacionais que promovem a inclusão e a equidade e de rever as orientações sobre as políticas de inclusão no ensino. A UNESCO também trabalha para tirar proveito das possibilidades que as novas tecnologias oferecem às pessoas com deficiência. A Declaração de Nova Deli sobre as tecnologias da informação e da comunicação ao serviço das pessoas com deficiência, formulada pela UNESCO, em 2014, abriu novos caminhos neste sentido. O trabalho da UNESCO no campo das aprendizagens abertas e à distância, oferece ainda mais oportunidades inovadoras para melhorar os níveis de inclusão, participação e acesso à informação e ao conhecimento. No que se supõe ser um passo à frente para novos progressos neste domínio, o Professor Stephen Hawkings será nomeado Embaixador de Boa Vontade da UNESCO. Com ele, aspiramos a dar incentivo às mulheres e homens de todo o mundo na batalha que travam pela igualdade e respeito, pelos seus direitos e dignidade.
Este é o espírito que anima o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência: celebrar o extraordinário potencial destas pessoas, reconhecer as suas lutas e vitórias e promover a sua plena emancipação como membros em pé de igualdade na nossa sociedade global.

E tudo isso nunca foi tão importante como é agora, quando celebramos o 70º aniversário da fundação da UNESCO.

Dia Mundial de Luta conta a SIDA

Mensagem da Diretora geral da UNESCO Irina Bokova
Por ocasião do Dia Mundial de Luta conta a SIDA
1 de dezembro de 2015
O ano de 2015 é a ocasião para rever os progressos alcançados para deter a propagação do  HIV / SIDA e das deficiências que ainda existem nesta área.
Em julho passado, foi anunciado que as metas relativas ao HIV do sexto Objetivo do Desenvolvimento do Milénio - deter e começar a inverter a propagação do HIV /SIDA e garantir  o acesso à terapia antirretroviral - 15 milhões de pessoas-, não só foram alcançadas, mas que os resultados têm sido melhores do que se esperava.
A pesquisa mostra que, se a comunidade global acelera a resposta nos próximos cinco anos, a SIDA pode deixar de ser um risco para a saúde pública em 2030, o mais tardar.
Esta aspiração é um dos objetivos do novo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, relativo à saúde e será o objetivo global da resposta mundial na luta contra a SIDA nos próximos 15 anos.
É um enorme sucesso para os direitos humanos e a dignidade, bem como para as sociedades de todo o mundo. No entanto, devemos reconhecer que os progressos têm sido desiguais, e que especialmente os adolescentes e os jovens não o acompanharam. Apenas 26% das raparigas e 33% das crianças com idade entre 15 e 19 anos entendem claramente como é transmitido o HIV e como se pode prevenir. Em África, doenças relacionadas com a SIDA continuam a ser a principal causa de mortalidade entre os adolescentes e as mulheres em idade reprodutiva.
Investir na educação dos jovens de ambos os sexos é absolutamente essencial para a prevenção e tratamento do HIV, bem como para continuar os esforços para por fim a todo o tipo de estigmatização e discriminação relacionadas com o HIV.
Por esta razão, a UNESCO tem trabalhado durante as últimas duas décadas para acabar com a discriminação e garantir que na educação sobre sexualidade e saúde reprodutiva, as questões de género sejam tidos em conta e que estejam adaptados às diferentes idades, em ambientes de aprendizagem seguros e saudáveis, e onde não exista qualquer forma de violência por questões de género.
Na sua qualidade de organismo copatrocinador da Agência UNAIDS, a UNESCO adere totalmente à nova Estratégia da ONUSIDA para 2016-2021, em que se concede maior importância à educação e apresenta uma visão ousada de um mundo em que "os jovens em qualquer lugar que vivam, e independentemente da sua orientação sexual ou identidade de género, disponham do conhecimento, das competências, serviços, direitos e a capacidade de se protegerem do HIV".
Neste Dia Mundial de luta contra a SIDA, exorto todos os associados - governos, sociedade civil, setor privado, o sistema das Nações Unidas - para unirem as suas forças.

A SIDA ainda é uma realidade, mas podemos acabar com ela se centrarmos o nosso trabalho nos adolescentes e jovens.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Seminário" Olhares e Reflexões sobre o Holocausto"

Nos dias 23 e 24 de outubro realizou-se em Lamego, no Teatro Ribeiro Conceição, o seminário" Olhares e Reflexões sobre o Holocausto", promovido pela Associação Memória e Ensino do Holocausto, Memoshoa, Escola Internacional Yad Vashem, Câmaras Municipais de Lamego e Tarouca , assim como os agrupamentos de escolas Latino Coelho e de Tarouca. 
Nesta iniciativa importante para a sensibilização dos valores  humanos, a escola esteve representada pelos professores João Costa, coordenador SEA UNESCO, e Álvaro Pinto, professor de História.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Exposição de Gravura




A mostra de gravura "25 anos a riscar" estará disponível aos visitantes no espaço de exposições da biblioteca  até 5 de junho.
Esta iniciativa, que resulta da parceria entre a Biblioteca ESCCB  e a Fundação Casa - Museu Maurício Penha, apresenta 45 títulos, parte da coleção de gravuras dessa Fundação, sob as técnicas de xilogravura, linóleo, água-forte, acrílico, exp. e mista, litografia e serigrafia. As obras, datadas de 1939 a 2015, distribuem-se pelos artistas Maurício Penha, Diogo Rodrigues, Cinthia E, Otto, Sylvia Steigaard, J.B., D. Hompesch, Fernanda Sampaio, Rut Martínez, Thomas Falk, José Alberto Salgado, Manuel Filipe, T. Falk & Sirma  Keçek, Luís Pedro Tavares e Cysco.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

PROJETO “LER CONSIGO”

PROJETO “LER CONSIGO” – Em abril leituras mil


No âmbito do projeto LER CONSIGO- Em abril leituras mil, recebemos, na nossa aula de Português, a sra. dra. Elisabete Matos, secretária da Assembleia Municipal de Vila Real, pessoa que em toda a sua apresentação demonstrou um grande gosto pela leitura e, acima de tudo, pela vida… Revelou algumas vivências suas, alguns segredos, e transmitiu-nos o verdadeiro valor da palavra mãe.
Leu-nos um livro magnífico, A mãe que chovia, de José Luís Peixoto. A história ensina a dar mais apreço à nossa mãe. Deu vida ao conto que leu e os alunos mantiveram-se sempre muito atentos e interessados.
A convidada era muito comunicativa e interagiu bastante com todos, o que despertou uma curiosidade imensa sobre ela; associou a simplicidade das suas palavras a questões profundas da vida. Senhora muito simpática, ensinou-nos grandes lições de vida: nunca devemos desistir dos nossos sonhos; independentemente da idade, devemos sempre lutar pelo que queremos. Pessoa inspiradora, espetacular, cheia de “garra” e de emoção, é uma “guerreira”; adorámos o relato de histórias da sua vida.

Gostaríamos que este projeto continuasse para podermos conhecer mais pessoas magníficas como esta grande senhora que adora ler.



Opinião dos alunos do 10.ºB, 
21 de abril 2015
dra. Elisabete Matos, secretária da Assembleia Municipal de Vila Real.




No âmbito do projeto “LER CONSIGO –Em abril leituras mil”, no dia 23 de abril recebemos, na nossa aula de Português, o dr. António Alves, proprietário da livraria Traga-Mundos, que quer ser tratado só por António e é um amante da literatura. Falou-nos da relação que sempre teve com a leitura ao longo da sua vida; desde sempre nutriu um grande carinho pelos livros: a sua espetacular história de vida mostrou que, se gostarmos muito de ler, nada nos vai impedir de o fazer, nem mesmo o dinheiro. Tem uma verdadeira paixão pelos livros e leu, de Miguel Torga, um excerto do Diário II, sobre Vila Real e o Marão, de 1942: gostámos muito. Cativou-nos e incentivou-nos a ler um pouco mais.
O nosso convidado tinha um belo discurso, fluente e lindo. Transmitiu a ideia de dar mais valor ao que temos e de que ler pode ser muito importante para a vida: mostrou-se um grande homem da cultura transmontana.
Apreciámos a qualidade da sessão realizada e foi muito bom o facto de o convidado ter partilhado connosco as suas incríveis experiências de leitura e de vida. Esta iniciativa é ótima e esperamos poder ter mais experiências semelhantes.
Não iremos esquecer esta visita!


10.ºA 
23 abril 
dr. António Alves (Traga-Mundos)




Nas lições números 101 e 102, do dia 27 de abril, recebemos a sra. Dra.Eugénia Almeida, vereadora dos pelouros da Coesão Social e Igualdade e da Cultura, da Câmara Municipal de Vila Real. Quando a nossa convidada chegou à sala, explicou a importância do seu cargo como vereadora. Destacou o grande papel da mulher na sociedade, tendo demonstrado a sua preocupação com a violência doméstica exercida sobre as mulheres e indicado o número de mortes causadas por este ato bárbaro, ocorridas ao longo de 2015,até ao momento. Este assunto e a questão da igualdade e da discriminação da mulher na sociedade provocaram a preocupação geral da turma.
Leu-nos um poema muito bonito acerca da mulher, de Manuel Cardona, poeta vilarrealense. Foi uma leitura emocionada e adorámos a forma como a nossa convidada comunicou com a turma; sugeriu-nos uma interessantíssima atividade de desenvolvimento de ideias a partir da mensagem do poema, na qual participámos com todo o gosto, e ofereceu a cada aluno um caderno em branco, apenas com o poema lido na primeira página, no qual poderemos escrever os nossos próprios textos, que temos hipótese de enviar à sra. Vereadora, para uma possível publicação.
Este projeto é um privilégio com benefícios para os alunos, visto que tem como objetivo reforçar a ideia de que ter hábitos de leitura é muito importante. Esperamos que, no próximo ano, possamos realizar novamente esta experiência.


10.ºG 
27 abril 
Sra. Vereadora da Coesão Social e Igualdade, da Cultura e da Saúde, da Câmara Municipal de Vila Real – dra. Eugénia Almeida.

domingo, 19 de abril de 2015

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Ágora 2015 - abertura ao público no Museu da Vila Velha

Cerimónia de inauguração do Ágora 2015





Discursos de abertura.



 A arte das palavras.







Arte na música.

Na dança.