Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real
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terça-feira, 24 de abril de 2018

25 de abril





















Ser livre é ser alguém maior.
É ser ave e voar no infinito.
É ser capaz de dar um grito.
É ser sempre uma alma jovem.

Ser igual é ser feliz.
É ser aquilo que quis.
É ser capaz de perceber.
É saber o que posso dizer.

É assim a democracia
Que hoje vivo e sinto.
É assim o meu dia a dia.

É assim que agora te peço
Que os teus olhos se iluminem
Que a Revolução d’Abril dominem.

Alunos do 8.º F

quinta-feira, 5 de maio de 2016

25 de Abril, uma data de grande importância na nossa história.



No dia 25 de Abril de 1974, Portugal conseguiu o que mais ambicionava: a liberdade.
Hoje em dia, somos todos livres, podemos dizer e fazer o que queremos, expressar-nos de mil e uma maneiras. Podemos ser nós próprios.
Naquela altura, sermos nós próprios era considerado “crime”. Não podíamos expressar os nossos sentimentos, os nossos pensamentos, os parâmetros fundamentais que constituem o nosso ser tinham de ficar contidos.
Porém, no dia 25 de Abril de 1974, tudo isto mudou. Os militares, ao ouvirem o sinal de partida, conquistaram o maior tesouro da atualidade.
O sinal foi a canção “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho, que inclui a frase “ partir é morrer” que, na minha opinião, as pessoas interpretaram da seguinte maneira: quando se deu a revolução, a mágoa, o peso, a tristeza que sentiam por não se poderem expressar…partiram, morreram com a ditadura! Renasceram sorrisos, a alegria reinou em Portugal, nasceu a liberdade!
Na canção acima referida está, também, incluída a frase “morrer é renascer”, e, na minha opinião, tem muito a ver com o significado da liberdade, pois ao morrer a ditadura, a tristeza em que vivíamos também desapareceu e renasceu o poder nas mãos do povo.
É de lamentar que os homens de hoje não saibam o que a liberdade demorou a conquistar porque vivem no seu mundo de egoísmo. Pensam que a liberdade é um direito como os outros, não entendem o verdadeiro significado deste dia tão especial.
Penso que este foi um dos acontecimentos mais importantes e mais influentes da História de Portugal. Deu-nos o direito de escolhermos quem queremos ser.
É pena que muita gente não aproveite esta grande conquista e abuse!
Aliás, parece-me que nenhum de nós dá o devido valor à liberdade, pois desde pequenos somos habituados a tê-la e não pensamos nas pessoas espalhadas pelo mundo e para quem ser livre não passa, apenas, de um sonho!
Para concluir, alerto para a necessidade de abrirmos os olhos, aproveitar e disfrutar do que podemos e do que somos, porque a maior liberdade começa em nós, no que queremos e podemos ser.


Catarina Silva - 7º B


O Nosso Grande 25 de Abril

25 de Abril… 25 de Abril… Mas, o que será? O que sucedeu de tão importante neste dia? Calma, tudo a seu tempo.
Por vezes, oiço os adultos lá em casa a dizer que “precisávamos era de um novo Salazar”. Discordo completamente. Sim, talvez resolvesse a crise económica em que vivemos, mas e a felicidade? E a liberdade de expressão? E o convívio?
Nesses tempos de tristeza e angústia, não havia nada disto. Apenas raiva, frustração e sonho… Sonho de talvez um dia não ter medo de andar na rua, com a sensação de que alguém nos perseguia… Sonho de talvez um dia se poder dizer o que queria… Sonho daqueles maus tempos passarem… Nesses tempos, o pesadelo reinava.
Salazar, o iniciador desta horrível ditadura, já tinha morrido. Não adiantava nada porque o seu sucessor, Marcelo Caetano, impunha as mesmas regras.
Naqueles anos, o povo não era livre de dizer o que queria, sendo torturado e, muitas vezes, morto pela “PIDE” e, até mesmo, censurado pela “Comissão de Censura”. Este, cansado de uma era de frustração e medo, decidiu revoltar-se.
À noite, com muito cuidado, todos conspiravam contra Marcelo Caetano e seus apoiantes e, simultaneamente, planeavam a grande revolução, que teve início com as músicas “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho e “Grândola Vila Morena” de Zeca Afonso, no dia 25 de Abril de 1974.
Os militares do MFA chegaram na madrugada de 25 de Abril ao Quartel do Carmo e, seguidamente, com a ajuda do povo que saiu à rua revoltado, cercaram Marcelo Caetano, que acabou por fugir para o Brasil.
A liberdade e a alegria que temos hoje… devemo-las a eles. A malícia, a tortura, o medo, tudo desaparecera.

E é por isso, que neste belo dia, celebramos, sobretudo, os soldados Jaime Neves e Salgueiro Maia, o povo e, por último, mas não menos importante, a coragem e a bravura que todos tiveram para que hoje todos pudéssemos ter o que eles não tiveram.
João Sousa – 7.º B


 Revolução dos cravos

Antes de 25 de Abril de 1974, Portugal era governado por uma ditadura dirigida por Salazar e Marcelo Cetano. Nesta ditadura não havia liberdade de expressão e era proibido juntarem-se mais de três pessoas nos espaços públicos.
A P.I.D.E., polícia do estado, prendia todos aqueles que protestassem contra o estado Português.
Na madrugada do dia 25 de Abril, do ano de 1974, depois de dado o sinal com a música “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho, grupos de soldados cercaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano.
A população saiu à rua, pois apercebeu-se de que a revolução ia ser pacífica. Marcelo Caetano rendeu-se, originando assim o fim da ditadura em Portugal.
No final da revolução, houve um herói: o capitão Salgueiro Maia, homem que ajudou muito no desenrolar da revolução. Esta é conhecida como a revolução dos cravos porque um soldado pediu a uma florista um cigarro, esta deu-lhe um cravo e colocou-o no cano da espingarda, fazendo o mesmo assim com todos os outros.
Entre os anos 1974-1975, houve vários conflitos políticos e descolonização foi mal feita, tendo Portugal recebido mais de 700 mil portugueses que se encontravam nas antigas colónias.
Resta-nos dizer que esta revolução não foi vivenciada por muitos cidadãos portugueses, mas todos temos que saber que foi um grande passo para Portugal.

Afonso Meneses – 7ºC
Catarina Afonso – 7º C


Revolução, músicas, cravos nas espingardas e, por fim,  liberdade.
Isto foi o 25 de Abril de 1974.
Saíram cedo para a revolução para lutarem pela liberdade. A senha de partida foi a música ''E Depois do Adeus'' de Paulo de Carvalho, seguida de uma segunda senha, "Grândola Vila Morena" de Zeca Afonso. Já o exército comandado por Salgueiro Maia estava pronto para ir para a revolução.
No meio das pessoas que se encontravam na rua, encontrava-se uma senhora com cravos vermelhos. A revolução estava pacífica e, por ato espontâneo, ela distribuiu cravos pelas espingardas dos soldados, ficando esta revolução a ser conhecida por Revolução dos Cravos e dando, assim, ao povo a liberdade desejada.

Concluímos que esta revolução trouxe muitas coisas boas como, por exemplo, a liberdade de expressão. No entanto, também teve aspetos negativos porque, devido à descolonização, muitas pessoas ficaram sem os seus bens.

Alice Reis – 7º C
Leonor Silva – 7º C

Tudo começou com a “revolta” dos portugueses contra a ditadura devido à falta de liberdade, igualdade e também por causa da guerra colonial.
No 25 de Abril de 1974, tocou na rádio a canção "E Depois do Adeus" de Paulo de Carvalho, para avisar que os soldados organizados, por Salgueiro Maia, poderiam sair de Santarém em direção a Lisboa.
À chegada tocou a música "Grândola, vila morena" de Zeca Afonso para "reunir" toda a gente.
E assim se deu início à revolução. Curiosamente, não houve feridos nem grandes distúrbios!
Durante a revolução, uma senhora tinha cravos vermelhos na mão e ofereceu-os aos soldados que os colocaram nas suas espingardas e daí vem o nome de "Revolução dos Cravos".

Concluímos que, com o 25 de Abril de 1974, Portugal deixou de viver em ditadura e passou a viver em liberdade. Hoje em dia , as pessoas já não se lembram da verdadeira importância desta data, mas deveriam lembrar-se uma vez que é por isso que agora  temos liberdade para fazer o que mais gostamos.

Francisca Chaves – 7º C
Leonor Brás – 7º C

O dia 25 de abril de 1974 foi talvez um dos dias mais importantes para o povo português.
Neste dia, a maior parte dos soldados portugueses reuniram-se em Lisboa, com as armas nas mãos, e a gente da cidade saiu de suas casas para ver e apoiar este grande evento.
Este evento foi comandado por um capitão do exército, um homem anónimo e simples, cujo nome não se esquece: Salgueiro Maia.
Esta revolução ficou conhecida por ter sido pacífica, mas para muitos foi trágica. A muitas pessoas, que viviam nas então colónias portuguesas, foram-lhes tiradas as casas e os seus bens pessoais.
Finalmente, podemos dizer que ficou conhecida como a “Revolução dos cravos”, já que cada soldado tinha um cravo vermelho no cano da sua arma, oferecido por uma senhora, demonstrando assim que estavam ali não para matar, mas sim para se atuar pacificamente.



Lara Alves – 7ºC
Margarida Pedro – 7ºC



terça-feira, 1 de maio de 2012

Os 38 anos do 25 de Abril

A nossa escola comemorou os 38 anos do 25 de Abril com um debate entre representantes de juventudes político-partidárias. Foram convidadas todas as organizações políticas que têm assento na Assembleia Municipal de Vila Real.Estiveram presentes Nuno Oliveira, em representação da Juventude Social-Democrata, Jorge Pinto, pela Juventude Comunista Portuguesa e Carlos Santos, em nome do Bloco de Esquerda.
Diante de uma plateia composta pelos alunos das turmas 12º H, 12º I, 9º C e 9º H, os jovens políticos debateram temas como o desemprego, o acesso à universidade, o empreendedorismo e outros que afetam, particularmente, os cidadãos mais novos.
Os alunos colocaram questões pertinentes, contribuindo para que este debate fosse vivo e esclarecedor.
Esta iniciativaconseguiu, também, fomentar, em vários dos nossos alunos, o interesse por uma maior participação cívica, ativa, tendente à melhoria da sociedade.
Um muito obrigado às professoras Amália Magalhães, Aurora Carvalho, Manuela Graça, Teresa Teixeira e Marília Martins pelo acompanhamento dos seus alunos.

Álvaro Pinto

domingo, 25 de abril de 2010

25 de Abril

Ainda nos dias que correm, o 25 de Abril é uma data imortal para qualquer português.
É incrível como, um dia que aparentemente para a maioria seria “ mais um”, se acabou por tornar um marco de extrema importância na História de Portugal.
Em 1974, vivia-se uma ditadura governada por Marcelo Caetano. Desta forma, o povo português enfrentava um clima de grande tensão e instabilidade, numa luta incansável pela liberdade.
Os pensamentos da sociedade eram, constantemente, oprimidos e censurados pelos apoiantes do regime, as paredes tinham ouvidos, ninguém podia falar sem ser escutado. Até com os pensamentos era preciso ter cuidado não viesse a PIDE levantar cabelo!
Os jornais e as notícias, como os conhecemos hoje, são uma realidade bastante jovem, ao contrário do que a maioria pensa. Crónicas políticas, humor acerca de pessoas importantes, entre muitos outros exemplos, eram estritamente proibidas. Já para não falar que qualquer artigo, antes da sua publicação, tinha que passar a prova do “ lápis azul” e poucos eram aqueles que saíam ilesos.
Farto de tanta opressão, o exército organizou uma revolta. Após horas e horas de preparação exaustiva e minuciosa, “ E depois do adeus” de Paulo de Carvalho, “ Grândola Vila morena” de Zeca Afonso e colaborações anónimas deram o mote, aconteceu o tão ilustre “ 25 de Abril”.
O exército estava armado, porém não houve qualquer tipo de violência, uma das características que mais se destacam desta revolução política. À medida que os soldados iam passando pelas ruas com as suas espingardas, mulheres foram colocando cravos nos canos das suas espingardas, como símbolo de paz.
O 25 de Abril de 1974 foi uma data memorável, prova-nos que a perseverança e a coragem nos podem conduzir aos destinos mais improváveis. Portugal, aos poucos, recuperou a sua liberdade.
Inês e Marco
O 25 de Abril pelos alunos do 9ºano.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

25 de Abril

Durante a parte da manhã, do dia de hoje, decorreu, no Auditório, uma palestra centrada no tema do 25 de Abril, com a participação de representantes da Juventude de várias tendências partidárias.


Escultura alusiva ao 25 de Abril, no átrio da entrada principal, realizada pelos alunos de Artes.

Os jovens políticos intervenientes.

Até "Camilo", ao fundo, assiste à conversa dos jovens políticos...

Texto e fotos: João Costa

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Abril