1-A época festiva que vivemos é, não raramente, dada a grandes tiradas moralistas sobre a – sobretudo em Portugal quando comparado com outros países da UE, suposta – crise da família. Sempre que ouço tão tonitruantes reparos, recordo-me de Marcos, o evangelista: “Nisto chegam sua mãe e seus irmãos que, ficando do lado de fora, o mandam chamar. A multidão estava sentada em volta dele, quando lhe disseram: ‘Estão lá fora tua mãe e teus irmãos que te procuram’. Ele respondeu: ‘Quem são minha mãe e meus irmãos?’. E, percorrendo com o olhar os que estavam sentados à volta dele, disse: ‘Aí estão minha mãe e meus irmãos. Aquele que fizer a vontade de Deus, esse é que é meu irmão, minha irmã e minha mãe’”.
Se Deus é amor, fazer a vontade Dele significa amar. E amar os (nossos) consanguíneos, pois claro, mas não nos ficarmos por aí. Como escrevia Frei Bento Domingues para o ano (novo) de 2008, o que Jesus diz é muito simples: aprendam a fazer família com quem não é da família. Será que muitos dos que vislumbram uma idade das trevas para a instituição familiar serão capazes de ver para lá do parentesco, ou, desde que os nossos estejam bem, tudo vai bem?
2-Por outro lado, olhar para a família, hoje, significa repensar papéis, contextos, mudanças que o tempo trouxe e indagar da melhor educação para cada menino (Jesus) que, mesmo que minguadamente, vai chegando a cada casa:
- é importante, em âmbito familiar, pensar e reflectir com a criança que cresce sobre o sentido que a Vida tem – ou como pode cada vida ser significativa -, significado esse que poderá ser rochedo de aconchego e superação madura das dificuldades inevitáveis, por que todos passamos?;
- é importante edificar uma educação onde a dimensão cívica esteja presente, a preocupação com a comunidade ou o bem comum – a preocupação que ultrapassa a rede dos nossos familiares e amigos -, ou devemos (apenas?) incutir a ideia de uma formidável especialização, com vista a uma boa carreira (profissional) e a uma felicidade (privadas)?;
- sobrelevarão, nas nossas preocupações quotidianas, as questões mais pragmáticas, ou a educação pela arte fará, também, sentido? E será mesmo possível uma visão eclética, polifónica da educação, ou, tendo mesmo de optar, o que faremos?;
- conseguirei formular um continuum entre instrução e educação, em que através da história, da Literatura ou das Artes consigo transmitir valores, ou tenho uma visão estanque destas duas dimensões (instrução e educação)?;
- e quando há muito a mulher se emancipou, a igualdade de género é uma urgência, o pai já não é figura distante, e é o seu papel que porventura mais em crise ficou no último
meio século, como actuar? A este propósito, em O Valor de Educar, Fernando Savater diz que ao pai se impõe, hoje, que (ainda) mantenha a referência de autoridade tão importante à estruturação da criança, mas que, simultaneamente, se maternalize. Conseguirá resgatar a autoridade entretanto esvanecida e maternalizar-se efectivamente?
Pedro Seixas Miranda
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sábado, 25 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
La chorale de Noël au lycée
Ao terminar este 1ºperíodo escolar, o Grupo de Francês não podia deixar passar em branco esta quadra, à semelhança dos anos anteriores. Assim e paralelamente à "Foirefouille de Noël " que mais uma vez grangeou amigos e fãs das tradições natalícias francesas, a escola foi presenteada por um mini concerto de Natal, oferecido com toda a mestria, pelos alunos de Francês do 7º ano.
Aos pequenos cantores e músicos que nos brindaram com uma magnífica interpretação dos seculares "Vive le vent" e "Mon beau sapin" o nosso BRAVO!
Ficamos à espera de mais.






Aos pequenos cantores e músicos que nos brindaram com uma magnífica interpretação dos seculares "Vive le vent" e "Mon beau sapin" o nosso BRAVO!
Ficamos à espera de mais.
A árvore inteira feita de meias foi o cenário para os pequenos cantores.
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Foirefouille de Noël
Texto e Imagens : Brízida Azevedo
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Na tal ...
Na tal rua
Cobertor de jornais
Na tal praça
Num corpo de cristais
Na tal calçada
Calcada por pinhais
Na tal berma
Taberna de tantos ais
Na tal sorte
De um afago
Gémeas as palavras
Vasconcelos do Al, in Pequeno Cancioneiro de Natal, CMVR, Vila Real , 2000
Cobertor de jornais
Na tal praça
Num corpo de cristais
Na tal calçada
Calcada por pinhais
Na tal berma
Taberna de tantos ais
Na tal sorte
De um afago
Gémeas as palavras
Vasconcelos do Al, in Pequeno Cancioneiro de Natal, CMVR, Vila Real , 2000
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Feliz Navidad
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Christmas Fair
Texto e Imagem: Helena Vaz
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Reflexions de Noël
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Marché de Noël au lycée
Cette Année on vous propose une petite “foirefouille” de Noël dans notre école. Venez jeter un coup d’oeil et peut-être y trouverez-vous un petit cadeau pour Noël. De bonnes surprises vous attendent! Rendez-vous le 18 décembre 2009 à l’entrée du lycée.
Images: Marchés de Noël en Alsace
Texto: Brízida Costa
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Depois do Natal - Cartas ao Gorducho de Barbas Brancas
Portugal, 20 de Janeiro de 2009
Pai Natal, seu traidor,
Lembraste de mim? Sim, sou o Zequinha, filho do Professor de Matemática e da Professora de Português da terra que tu conheces muito bem! Sabes, desiludiste-me pois sempre pensei que um pedido especial merecesse um atendimento especial!!!
Em Dezembro último, escrevi-te uma carta muito bonita a pedir paz de espírito para os meus pais poderem trabalhar e fazer-me feliz mas estamos já em Janeiro de 2009 e eles continuam muito nervosos, estourados e desiludidos com o estado que o ensino leva, logo, concluo que eu não fui presenteado por ti.
Que te custava fazeres ver a verdade à Ministra de Educação para que os meus educadores não tivessem que trabalhar dia e noite e pudessem ter alguns minutos para que me prestarem atenção? Que te custava exigir-lhes menos papelada para que se sentissem menos estéreis? Que te custava deixá-los concentrarem-se naquilo que eles verdadeiramente gostam, preparar e dar aulas em condições?! Ai, Pai Natal, Pai Natal! Não fizeste o trabalho de casa e, por isso, fizeste infelizes três pessoas ao mesmo tempo.
Mas, porque sou jovem, ainda tenho esperança pois os meus pais ensinaram-me que “o Natal é quando o homem quiser”, por isso...
O Zequinha
10º J
Pai Natal, seu traidor,
Lembraste de mim? Sim, sou o Zequinha, filho do Professor de Matemática e da Professora de Português da terra que tu conheces muito bem! Sabes, desiludiste-me pois sempre pensei que um pedido especial merecesse um atendimento especial!!!
Em Dezembro último, escrevi-te uma carta muito bonita a pedir paz de espírito para os meus pais poderem trabalhar e fazer-me feliz mas estamos já em Janeiro de 2009 e eles continuam muito nervosos, estourados e desiludidos com o estado que o ensino leva, logo, concluo que eu não fui presenteado por ti.
Que te custava fazeres ver a verdade à Ministra de Educação para que os meus educadores não tivessem que trabalhar dia e noite e pudessem ter alguns minutos para que me prestarem atenção? Que te custava exigir-lhes menos papelada para que se sentissem menos estéreis? Que te custava deixá-los concentrarem-se naquilo que eles verdadeiramente gostam, preparar e dar aulas em condições?! Ai, Pai Natal, Pai Natal! Não fizeste o trabalho de casa e, por isso, fizeste infelizes três pessoas ao mesmo tempo.
Mas, porque sou jovem, ainda tenho esperança pois os meus pais ensinaram-me que “o Natal é quando o homem quiser”, por isso...
O Zequinha
10º J
Planeta Terra, 12 de Janeiro de 1009
Pai Natal:
Como te prometi, no Natal de 2008 não te pedi presente algum. Com a casa a abarrotar de brinquedos fúteis com os quais me entretive apenas durante uma hora para depois os esquecer, de joelhos, rezei e implorei-te paz, saúde, amor e satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do Planeta Terra. E acreditei, sabes?... Talvez ingenuamente, quis acreditar que a tua imensurável bondade satisfaria o meu profundo pedido! Contudo, esperei, esperei, esperei, e quis acreditar que o trenó se tinha atrasado e que, até aos Reis, chegaria triunfante o teu presente. Enganei-me e estou profundamente triste e desiludida contigo!
Leio nos jornais que há guerra entre Israel e a Palestina; ouço na rádio que a fome em África é cada vez mais mortífera; vejo na Internet imagens aterrorizantes de crianças em sofrimento; vejo na televisão o ódio, a desumanidade, a dor, o sangue, a morte, o roubo, o assassinato, sempre que resolvo ouvir o telejornal. Nem o Natal trouxe as tréguas… o Natal na o passa, afinal, de um embuste, de uma fase vestida de luzes e música e presentes estéreis! Foi assim o teu Natal, Pai Natal, e não foi esse o Natal que te pedi!
Como vamos resolver esta contenda? O que devemos fazer para apaziguar o meu ânimo a ponto de poder fazer as pazes contigo? Tenho uma proposta! Ora ouve: promete-me que vais distribuir a riqueza por todos os homens; promete-me que vais dar leite aos meninos com fome; promete-me que vais tornar possível o diálogo entre os homens; promete-me que os interesses económicos, religiosos, territoriais e políticos não serão superiores aos interesses de paz e amor na humanidade; promete-me que os homens reconhecerão a sua fragilidade e humanidade e vão olhar para o seu semelhante como um igual, um ser a amar… Promete-me e cumpre e eu passarei a acreditar outra vez no Natal!!!
Com esperança me despeço
Os alunos do 10º H
Pai Natal:
Como te prometi, no Natal de 2008 não te pedi presente algum. Com a casa a abarrotar de brinquedos fúteis com os quais me entretive apenas durante uma hora para depois os esquecer, de joelhos, rezei e implorei-te paz, saúde, amor e satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do Planeta Terra. E acreditei, sabes?... Talvez ingenuamente, quis acreditar que a tua imensurável bondade satisfaria o meu profundo pedido! Contudo, esperei, esperei, esperei, e quis acreditar que o trenó se tinha atrasado e que, até aos Reis, chegaria triunfante o teu presente. Enganei-me e estou profundamente triste e desiludida contigo!
Leio nos jornais que há guerra entre Israel e a Palestina; ouço na rádio que a fome em África é cada vez mais mortífera; vejo na Internet imagens aterrorizantes de crianças em sofrimento; vejo na televisão o ódio, a desumanidade, a dor, o sangue, a morte, o roubo, o assassinato, sempre que resolvo ouvir o telejornal. Nem o Natal trouxe as tréguas… o Natal na o passa, afinal, de um embuste, de uma fase vestida de luzes e música e presentes estéreis! Foi assim o teu Natal, Pai Natal, e não foi esse o Natal que te pedi!
Como vamos resolver esta contenda? O que devemos fazer para apaziguar o meu ânimo a ponto de poder fazer as pazes contigo? Tenho uma proposta! Ora ouve: promete-me que vais distribuir a riqueza por todos os homens; promete-me que vais dar leite aos meninos com fome; promete-me que vais tornar possível o diálogo entre os homens; promete-me que os interesses económicos, religiosos, territoriais e políticos não serão superiores aos interesses de paz e amor na humanidade; promete-me que os homens reconhecerão a sua fragilidade e humanidade e vão olhar para o seu semelhante como um igual, um ser a amar… Promete-me e cumpre e eu passarei a acreditar outra vez no Natal!!!
Com esperança me despeço
Os alunos do 10º H
Planeta Terra, 12 de Janeiro de 2009
Longínquo Pai Natal:
Como te prometi há dois, neste Natal não te pedi presentes mas implorei paz, saúde, amor e satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do planeta Terra. E acreditei que a tua bondade satisfaria o meu profundo pedido! Contudo, esperei, esperei, esperei, e quis acreditar que o trenó se tinha atrasado e que, até aos Reis, chegaria triunfante o teu presente. Enganei-me e estou profundamente triste e desiludida contigo!
A realidade continua a ser a mesma: acordo todos os dias e deparo-me sempre com as mesmas misérias. Chego a duvidar da tua existência e, se pudesse voltar atrás, mudaria o meu pedido e desejaria algo mais simples, mais “localizado”, pois talvez a ambição do meu pedido te tenha confundido: repara no estado em que se encontra Portugal, em vez de “venderes” Magalhães às crianças! …
Na esperança de que esta carta te traga alguma sobriedade, espero que, desta vez, te dignes cumpri o novo pedido; por isso, lembro-te, mais uma vez, abre os olhos ao mundo, não te esquecendo deste “jardim à beira-mar plantado”!
Cumprimentos dos teus sempre crentes
Longínquo Pai Natal:
Como te prometi há dois, neste Natal não te pedi presentes mas implorei paz, saúde, amor e satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do planeta Terra. E acreditei que a tua bondade satisfaria o meu profundo pedido! Contudo, esperei, esperei, esperei, e quis acreditar que o trenó se tinha atrasado e que, até aos Reis, chegaria triunfante o teu presente. Enganei-me e estou profundamente triste e desiludida contigo!
A realidade continua a ser a mesma: acordo todos os dias e deparo-me sempre com as mesmas misérias. Chego a duvidar da tua existência e, se pudesse voltar atrás, mudaria o meu pedido e desejaria algo mais simples, mais “localizado”, pois talvez a ambição do meu pedido te tenha confundido: repara no estado em que se encontra Portugal, em vez de “venderes” Magalhães às crianças! …
Na esperança de que esta carta te traga alguma sobriedade, espero que, desta vez, te dignes cumpri o novo pedido; por isso, lembro-te, mais uma vez, abre os olhos ao mundo, não te esquecendo deste “jardim à beira-mar plantado”!
Cumprimentos dos teus sempre crentes
10º H :David Carvalho, José Augusto, Isabel Costa, Nádia Dolores
Planeta Terra, 12 de Janeiro de 2009
Pai Natal,
No Natal de 2008, rezei e implorei-te paz, saúde, amor e a satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do planeta Terra. E acreditei, sabes?... Talvez ingenuamente, quis acreditar que a tua inexorável bondade satisfaria o meu profundo pedido! Contudo, esperei, esperei, esperei e quis até acreditar que o teu trenó se tinha atrasado e que, até aos Reis, chegaria triunfante o teu presente. Enganei-me, e estou profundamente triste e desiludida contigo.
Guerra, pobreza, fome aumento da criminalidade… são realidades presentes no nosso dia-a-dia, ao contrário do que te pedi!... Não encontro mudanças positivas e toda esta crueldade se mantém. Já cansa ligar a televisão, abrir um jornal, ligar a rádio, ir à internet ou até mesmo ouvir as conversas alheias, pois tudo se associa à morte, desilusão, dor, ódio, desumanidade e infelicidade.
Compreendo que seja difícil atender todos os pedidos, mas este era especial! Não te pedia o banal, brinquedos e outras coisas inúteis; era apenas algo indispensável à felicidade de todos os terrestres. Pedi demasiado?
Das tuas amigas:
Ana Morgado
Mara Silva
Márcia Guedes
Sara Pipo
10ºH
Pai Natal,
No Natal de 2008, rezei e implorei-te paz, saúde, amor e a satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do planeta Terra. E acreditei, sabes?... Talvez ingenuamente, quis acreditar que a tua inexorável bondade satisfaria o meu profundo pedido! Contudo, esperei, esperei, esperei e quis até acreditar que o teu trenó se tinha atrasado e que, até aos Reis, chegaria triunfante o teu presente. Enganei-me, e estou profundamente triste e desiludida contigo.
Guerra, pobreza, fome aumento da criminalidade… são realidades presentes no nosso dia-a-dia, ao contrário do que te pedi!... Não encontro mudanças positivas e toda esta crueldade se mantém. Já cansa ligar a televisão, abrir um jornal, ligar a rádio, ir à internet ou até mesmo ouvir as conversas alheias, pois tudo se associa à morte, desilusão, dor, ódio, desumanidade e infelicidade.
Compreendo que seja difícil atender todos os pedidos, mas este era especial! Não te pedia o banal, brinquedos e outras coisas inúteis; era apenas algo indispensável à felicidade de todos os terrestres. Pedi demasiado?
Das tuas amigas:
Ana Morgado
Mara Silva
Márcia Guedes
Sara Pipo
10ºH
Planeta Terra, 12 de Janeiro de 2009
Saudoso Pai Natal,
No Natal de 2008, de joelhos, rezei e implorei-te paz, saúde, amor e a satisfação das necessidades básicas para todos os meus irmãos do planeta Terra. E acreditei, sabes?... Talvez ingenuamente quis acreditar que a tua imensurável bondade satisfaria o meu profundo pedido! Enganei-me e estou profundamente zangado contigo!!!
A minha desilusão deve-se ao facto de, todos os dias, sair de casa e ver aquele senhor, já velhote, a pedir esmola na rua!... Entristece-me o coração saber que existem milhões de pessoas na mesma situação, a passar fome, frio, sede, não só sede de comida, cobertores ou água, mas fome e sede de companhia e alegria. A solidão é a ruína de muitos deles, a desgraça de quem sofre sozinho!
Vejo também crianças entregues ao trabalho para poderem dar algum sustento à família; sofrem e lutam pela sobrevivência que não lhes vai valer de nada pois acabam por morrer na desgraça!...
Não perco tempo com palavras de piedade caridosa que toda a gente conhece, mas enfatizo as características de vida que toda a gente parece desconhecer; por isso, se te encontras acima de nós, acorda para a realidade e vê por ti próprio!
Espero que reflictas no meu pedido e que me faças voltar a acreditar no que realmente é o Natal!
Carla nº3
Débora nº5
Tiago nº15
Vítor nº16
10º H
Terra do Se Faz Favor, 16 de Janeiro de 2009
Querido Pai Natal,
Daqui escreve-te a Magda, aquela rapariga que sempre te admirou e considerou um ídolo.
Para mim, o Natal é aquela data importante. Não, não quero saber da paz, nem da família; o que realmente me interessa são as prendas e a comida que me enche a barriga. Quero lá saber do amor que enche a alma!...
Escrevo-te para te agradecer todos os presentes que me deste, apesar de terem sido poucos ( para mim, 32 prendas não é nada)… Podias ter-me dado mais qualquer coisita, mas bom... Já não é mau de todo.
Sabes, sempre olhei para ti daquela forma que sei que nunca ninguém olhará. Tu, sim, és a minha alma gémea. Sempre percebi que para ti é importante haver prendas no Natal e, a julgar pela tua enorme barriga, também percebi que aprecias todos os doces da época, hum...
Escrevo-te para te agradecer todos os presentes que me deste, apesar de terem sido poucos ( para mim, 32 prendas não é nada)… Podias ter-me dado mais qualquer coisita, mas bom... Já não é mau de todo.
Sabes, sempre olhei para ti daquela forma que sei que nunca ninguém olhará. Tu, sim, és a minha alma gémea. Sempre percebi que para ti é importante haver prendas no Natal e, a julgar pela tua enorme barriga, também percebi que aprecias todos os doces da época, hum...
Como ninguém, eu lembro-me de ti doze meses por ano… melhor, 25 horas por dia. Sim, eu por ti faço horas - extra!
Adorei o Natal! A minha casa estava cheia e tive mais três presentes que o ano passado. Quero que seja sempre assim, cada ano mais três.
Beijinho muito grande,
Magda, a descarada!!!
Adorei o Natal! A minha casa estava cheia e tive mais três presentes que o ano passado. Quero que seja sempre assim, cada ano mais três.
Beijinho muito grande,
Magda, a descarada!!!
sábado, 10 de janeiro de 2009
Noël 2008
Na Camilo festejou-se “Noël 2008"
No âmbito do plano de actividades da disciplina de Francês, algumas docentes do grupo ficaram incumbidas de fazer uma pequena actividade para assinalar esta quadra natalícia.
Assim, e porque esta é uma quadra que mexe ainda com sentimentos, memórias e traz alguma “boa vontade” mesmo aos mais cépticos e desprovidos do outrora tão respeitado e apregoado espírito n
atalício, aproveitou-se a”efeméride” não só para cumprir um calendário previamente estipulado e com o intuito de promover e divulgar as tradições natalícias francesas, mas fundamentalmente para fazer reavivar e incutir quer nos nossos alunos quer na comunidade educativa em geral, o espírito de natal, de amizade e de convívio.
Pretendeu-se também mostrar que a língua francesa continua a ser uma das mais faladas do mundo e continua, tal como a sua cultura, a assumir um papel preponderante nesta grande aldeia global em que vivemos.
Assim, a escola Camilo Castelo Branco esteve em festa durante os dia 17 e 18 de Dezembro com vários cartazes ilustrativos da forma como os franceses vivem esta quadra.
Foram projectados quer no átrio da escola quer na
biblioteca dvs de músicas e contos de natal, em língua francesa;
Foram colocados à disposição de todos, mini-dossiers com menus e respectivas receitas do “Réveillon de Noël”, contos etc;
Na biblioteca da escola funcionou durante todo o dia 17 de Dezembro um “atelier de Noël” que proporcionou aos alunos que por lá passaram toda uma panóplia de actividades tais como: consulta de sites, devidamente seleccionados com diversas actividades de lazer e enriquecimento do vocabulário alusivo à quadra;
Foram projectados vídeos de canções de Natal e o conto “L a petite fille aux allumettes” que tocou particularmente os alunos dos 7º E e D ; do 8º E,D eF do 9ºH.
Foi também com emoção que assistiram a um PowerPoint elaborado para esta ocasião e inspirado no “Noël des Enfants du Monde” que mostrou um outro lado “mais cruel “do Natal de muitas crianças do mundo, nomeadamente da Palestina e de Israel, onde frequentemente não há tréguas nesta quadra “mágica”. Os alunos referidos compreenderam a mensagem e de certeza que se sentiram mais reconfortados e privilegiados, por não vivermos esta nem outra quadra daquela forma. Foi este o “tal espírito de Natal” que atrás referimos e que conseguimos (desculpem a imodéstia) incutir, nem que fosse por breves instantes.
No final de cada sessão foi distribuído aos presentes “papillotes”, os tradicionais bombons de chocolate que nesta quadra fazem as delícias dos meninos franceses e não só!
A todos os que participaram, alunos, professores e funcionários o nosso obrigado.
Assim, e porque esta é uma quadra que mexe ainda com sentimentos, memórias e traz alguma “boa vontade” mesmo aos mais cépticos e desprovidos do outrora tão respeitado e apregoado espírito n
Pretendeu-se também mostrar que a língua francesa continua a ser uma das mais faladas do mundo e continua, tal como a sua cultura, a assumir um papel preponderante nesta grande aldeia global em que vivemos.
Assim, a escola Camilo Castelo Branco esteve em festa durante os dia 17 e 18 de Dezembro com vários cartazes ilustrativos da forma como os franceses vivem esta quadra.
Foram projectados quer no átrio da escola quer na
Foram colocados à disposição de todos, mini-dossiers com menus e respectivas receitas do “Réveillon de Noël”, contos etc;
Na biblioteca da escola funcionou durante todo o dia 17 de Dezembro um “atelier de Noël” que proporcionou aos alunos que por lá passaram toda uma panóplia de actividades tais como: consulta de sites, devidamente seleccionados com diversas actividades de lazer e enriquecimento do vocabulário alusivo à quadra;
Foram projectados vídeos de canções de Natal e o conto “L a petite fille aux allumettes” que tocou particularmente os alunos dos 7º E e D ; do 8º E,D eF do 9ºH.
Foi também com emoção que assistiram a um PowerPoint elaborado para esta ocasião e inspirado no “Noël des Enfants du Monde” que mostrou um outro lado “mais cruel “do Natal de muitas crianças do mundo, nomeadamente da Palestina e de Israel, onde frequentemente não há tréguas nesta quadra “mágica”. Os alunos referidos compreenderam a mensagem e de certeza que se sentiram mais reconfortados e privilegiados, por não vivermos esta nem outra quadra daquela forma. Foi este o “tal espírito de Natal” que atrás referimos e que conseguimos (desculpem a imodéstia) incutir, nem que fosse por breves instantes.
No final de cada sessão foi distribuído aos presentes “papillotes”, os tradicionais bombons de chocolate que nesta quadra fazem as delícias dos meninos franceses e não só!
A todos os que participaram, alunos, professores e funcionários o nosso obrigado.
Texto e imagens
Professora Brízida Azevedo
domingo, 21 de dezembro de 2008
Natal
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