sábado, 17 de maio de 2014
Viagem à Cantábria – Espanha
terça-feira, 11 de março de 2014
ROTEIRO QUEIROSIANO EM LISBOA
terça-feira, 9 de abril de 2013
Visita de estudo ao Lugar dos Afetos
quinta-feira, 14 de março de 2013
Visita de Estudo a Braga
Alunos e Professores de Latim e Grego da E. S. C. C. Branco.
Angelina Pires
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Visita de Estudo ao Porto
A primeira paragem foi por volta da 10h da manhã, em Águas Santas, com o objectivo de visitar o Pavilhão da Água. Esta actividade durou cerca de uma hora. Depois de concluída, seguimos em direcção ao Nortechopping para almoçar, onde permanecemos até às 13.45h.
De seguida prosseguimos a nossa viagem até Paranhos, onde tivemos que nos deslocar a pé até à Junta de Freguesia, para assistir à peça de teatro “Querida Matemática”. O teatro começou por volta da 15.30h e terminou por volta das 16.40h. Visto que os objectivos estavam terminados, regressámos a Vila Real.
Esta visita integrou-se no âmbito dos programas das disciplinas de Físico - Química e Matemática.
Pavilhão da Água - Exterior.
Texto: Ana Fragoso e Carina Campos
Fotografia: Catarina Vilela
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
À Descoberta da Arte de Amadeo Souza-Cardoso e de Serralves
quarta-feira, 30 de junho de 2010
EFA C7 à descoberta da museologia vilarealense
No final da visita, os formandos consideraram esta iniciativa muito positiva e válida em termos de conhecimento, de valor cultural e na vertente profissional. Sem dúvida, a repetir em futuras iniciativas !
Uma planta para o EFA
Esta iniciativa enquadrou-se numa perspectiva de empreendedorismo, trabalhada em formação, possibilitando o contacto dos formandos com uma realidade profissional. Da visita a este espaço, os formandos e formadores foram brindados com uma visita guiada às estufas e plantações, onde conheceram o processo de plantação, colheita e comercialização das plantas, e no final cada um levou para casa uma planta à escolha.
Destacou-se, ainda, o convívio salutar e a boa disposição entre formandos e formadores, bem como o fantástico dia com que o Sol nos brindou.


Enviado pelo professor Hugo Bento
A energia nuclear em Portugal ! Um problema ou uma solução !
O debate decorreu com entusiasmo, assumindo os formandos com profissionalismo a defesa das suas posições e opiniões, mas sempre comungando de um espaço de diálogo saudável e de um espírito de respeito e de tolerância pelas opiniões contrárias.
No final, todos concluíram que a matéria em discussão - “a energia nuclear em Portugal”- é ainda muito sensível e trás questões éticas e científicas dispares, não senso portanto unânime entre os portugueses. Além do mais, concluiu-se dos trabalhos que a aposta no nuclear é também muito dispendiosa, tendo em conta a conjuntura de crise económica que actualmente Portugal atravessa.
O programa foi gravado em DVD para memória futura.
domingo, 27 de junho de 2010
Visitas de Estudo - CURSO EFA
Tudo era ali, naquele sítio, naquele momento. Da grandeza da narrativa fílmica, sobressai a cumplicidade envolvente em que todos nos deixamos seduzir. Confortavelmente sentados, participámos, em absoluta comunhão, embevecidos de êxtase, da magia do fazer, do ritual, da partilha e de um saber comunitário, clarabóia de outros modos de ser. Tudo exala paz, serenidade; a luz, coada pela sensação do sublime, é tépida, cálida, de um amarelo suave e brilhante, a embeber-se na nostalgia do quotidiano do nosso imaginário infantil, qual manhã quente de verão, sem nuvens; a banda sonora é de um lirismo emocional intimista. Mudos de um silêncio abafado de memórias, ouvimos as palavras carregadas de ancestralidade de um oleiro, que nos transporta para um tempo de saber fazer: «Antigamente fazia-se assim…era assim» e, cruelmente, em tom de mágoa e de saudade: «Agora já não se faz assim». Pois não, agora é tempo de outro tempo. Nada do que foi antes, o é agora. Essa é a inexorável verdade. E o barro vai rodopiando na máquina do tempo. As mãos do oleiro vão criando novas formas: «Antigamente, esta era a que se vendia mais. Havia muitos oleiros». E uma mão cheia de sonhos, levanta uma panela de barro, que, naquele momento, ganha vida; é uma panela de barro. Antes foi terra, elementos ou partículas, amassados pelo sacrifício do amor ao trabalho, árduo, de braços cansados, mas fartos de vitalidade, num tempo distante, levado pela cadência dos seres e das coisas.
Agora a luz, lenta e macia conduz-nos a outro cenário. É chegado o momento da cozedura; tempo de inefável beleza… Um grupo de pessoas, harmoniosamente, quase por magia, protagoniza o momento da criação, carregado de inequívocas referências e de sentimentos: a construção do forno, o transporte da lenha, a disposição das peças que vão ser cozidas, o alinhamento de volumes, de formas, encostadas, deitadas, agrupadas, opacas, os mais novos, para se protegerem, sob os mais velhos; depois a terra irá cobri-los e o fogo irá proceder à cozedura. Agora é o tempo do renascer. Abre-se a massa de terra, aquele monte construído pela mão sábia do homem; e do seu seio, a natureza recria-se nas mais diversas formas. Um a um, respeitosamente e com redobrados desvelos, os púcaros são arrancados daquela terra, ainda a respirar, ofegante, de poder e de mistério. Quase! Quase sentimos os cheiros, vimos e sentimos o esboroar-se da terra, do barro; a aspereza das formas a submeter-se, para se assumir em novas maneiras de ser. E o oleiro, embrenhado naquele mistério, pega no púcaro, que, inevitavelmente, faz parte dele, e limpa-lhe o pó, como a purificá-lo de excessos; e os grãos de poeira voltam à terra: «Agora, quem o comprar, que o lave…».
O tempo, quase parado, a dar-nos a ideia de permanecer, envolve-nos numa cumplicidade de singular comunhão e partilha de emoções, enfim, de inexplicável beleza, inefável. Quase estou tentada a dizer: “A insustentável leveza do ser”
Nota dos formadores e formandos da Escola Secundária Camilo C. Branco: um filme a não perder, recomenda-se.
A ESTÉTICA DA SEDUÇÃO
E mesmo ao lado, e porque as palavras, por vezes, são insuficientes, na sua carga significativa, há que reinventar outras formas de comunicação e Rui Aguiar pintor e escultor, nascido no Porto e com uma vasta e variada obra, deliciou-nos com uma exposição plástica, recriando os materiais para que a arte se assuma como tal, livremente. Lá estavam as gaivotas, os espaços abertos, despojados, à espera de todas as leituras, porque arte é um lugar de contradições, de encontros e desencontros
“ E o Douro ali, tão perto”
Sendo a palavra o suporte mais evidente da comunicação, desde o acto mais simples, até às mais nobres manifestações de arte, naturalmente, visitámos o Museu dos Transportes e das Comunicações, no Porto. Com hora marcada, não havia tempo a perder, mesmo assim, há que evidenciar o velho edifício da Alfândega, a receber-nos, como antigamente se fazia.
Simpaticamente, fomos guiados, e a explicação brotou: «Aqui era o lugar onde se faziam todas as trocas comerciais; e referiu-se o rio Douro, única via, através da qual as mercadorias passavam para os vários destinos, um meio de comunicação, com relevante importância, naquela altura. Decorrido algum tempo para a realização de um vídeo, o que despertou grande entusiasmo por parte dos formandos, ali estava à nossa frente, uma proliferação de provérbios. Ali, bem à vontade “de boca em boca”, a palavra era soberana; e o espaço vai-se reduzindo. Dificilmente, somos metidos num corredor estreito, apertado. Funcional e conceptualmente, ganha significado.
Aqui, uma salinha, onde se conversava, uma lareira, um gira-discos, um jornal, um telefone, são inúmeras as referências. Mais à frente, decorridos uns trinta a quarenta anos, o diálogo em família é inexistente. Sentados à mesa, durante a refeição, cada um está ligado ao seu meio de comunicação…
Cursos EFA, C7 - Visita ao museu da vila velha, o filme do oleiro
Vila real, 12 de Junho,2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
De Moral até Madrid
Texto: Ana Irene, 9ºD; Fotografias: Professores e alunos
quinta-feira, 29 de abril de 2010
EM ABRIL, FOMOS A BENIDORM
Éramos um grupo de 4 professoras (que, nos últimos dias, ascenderam ao estatuto de zombies) e 48 alunos, quase todos do 10º ano, desta nossa Escola Camilo Castelo Branco.
Mas valeu a pena, quanto mais não seja pela paragem em Cuenca: uma pequena cidade construída numa paisagem de cortar a respiração, tal é o vigor das formas de relevo cársico, onde as “Casas Colgadas”se debruçam, perigosamente, sobre profundos canyons.
Cuenca
DIA 2
O dia foi passado no Terra Mítica, um parque de diversões e temático, onde fomos transportados para o mundo mítico das civilizações do Mediterrâneo, com as suas antigas lendas e mistérios.
Descemos o Nilo, numa montanha russa de água; experimentámos a fúria de Tritón, num espectacular Water Slide; viajámos na montanha russa, durante 35 segundos, a mais de 100 km/h, com cambalhotas de 360º e uma queda livre de 31 metros de altura; descemos ao Inferno Romano e transformamo-nos numa bola girando 60Km/h; recriámos o voo de Fénix, numa aterradora queda livre de 54 metros; entrámos na escura Pirâmide do Terror, onde múmias e monstros em carne e osso nos fizeram gelar o sangue, já para não falar da nossa fuga final, em direcção à luz da saída, perseguidos pelo homem da moto-serra.
Felizes…mas molhados que nem patos.
Depois do banho…almoço no Império Romano.
DIA 3
Depois da longa noite anterior, que começou bem com um assalto geral à máquina de gelados do hotel durante o jantar, bem precisávamos de uma viagem mais demorada, que nos permitisse dormir pelo menos, uma horita. Mas não porque o Mundo Mar era já ali ao lado: um parque temático marinho.
Espantámo-nos com papagaios a conduzir carros; maravilhámo-nos com as caudas dos pavões; rimo-nos com as brincadeiras dos macacos; admirámo-nos com a elegância dos pinguins; assistimos, encantados, a shows de golfinhos e de leões-marinhos e vivemos a experiencia única de nadar com eles. O banho com os leões-marinhos
Depois de mais uma noite de muitas horas não dormidas mas antes vividas, desta vez tivemos mais sorte: hora e meia, que deu para dormir um pouco, para chegarmos ao Oceanário em Valência.
Viajámos pelos principais mares e oceanos do planeta; pudemos admirar mais de 500 espécies subaquáticas diferentes; abrimos os olhos de espanto perante a cor e os sons dos oceanos; tiritamos de frio com as águas gelados do fundo dos mares; mergulhámos num túnel de acrílico e quase tocamos nos tubarões que se passeavam, serenamente, por cima das nossas cabeças; batemos palmas, entusiasmados, aos saltos mortais dos golfinhos.
Como saltam os golfinhos
A"Conga": operação de contagem, à saída do oceanário…não fosse algum fugir.
Todos…junto ao Oceanário.
Dia 5
Mais uma viagem de 1 horita e mais um sonito reparador até à cidade de Elche, para conhecermos, durante a manhã, o Huerto del Cura, um jardim botânico.
Vimos a maior concentração de palmeiras em toda a Europa, um palmeiral com origem fenícia, com mais de 2000 anos; mais ou menos a mesma idade tem o busto da Dama de Elche, descoberto nesta cidade em 1897, cuja reprodução observámos porque o original, demasiado valioso, se encontra num museu de Madrid; Abrimos os olhos em direcção ao céu para apreciarmos a Palmeira Imperial, cujo nome se deve à Imperatriz Sissi da Áustria, um candelabro vegetal constituído por um conjunto de uma palmeira-mãe rodeada por palmeiras mais pequenas, os seus filhos, com 165 anos.
A tarde foi tempo de ficarmos na piscina do hotel, de irmos até á praia, de passearmos ou fazermos compras em Benidorm. Enfim, um tempito para as professoras verem, finalmente, “a loja desamparada”…
DIA 6
Longa viagem em direcção à nossa cidade.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O 7º B foi às compras
O desafio constava de uma ida às compras ao hipermercado Jumbo, na condição de um jovem que tinha deixado a casa dos pais por ter de ir estudar na Universidade. Era necessário adquirir os bens de consumo para uma semana, tendo apenas 50€ para gastar nessas compras.
Saímos da escola eram 9:45 Horas e, acompanhados pela nossa professora de Ciências e pela nossa Directora de Turma, fomos de CorgoBus até ao Shopping,. Quando lá chegámos, dirigimo-nos logo para a zona do Jumbo e já lá estava, para participar na mesma actividade, uma turma de sétimo ano da Escola Secundária/3 de Morgado de Mateus.
Depois de sabermos quais eram as regras e os objectivos, a turma foi dividida em dois grupos: o grupo dos números pares e o grupo dos números ímpares, os primeiros estiveram acompanhados pela professora de Ciências da Natureza e os segundos pela professora de Geografia e Directora de Turma.
Iniciámos então a tarefa. Cada grupo tinha um carrinho de compras e foi colocando lá dentro os produtos que achou mais necessários. Às vezes, houve alguma discussão, porque nem todos concordavam em comprar os mesmos produtos, principalmente no grupo dos “pares”…
Depois das compras feitas, os grupos dirigiram-se para a caixa número cinco, para simular o pagamento. Os resultados foram bastantes diferentes: o grupo dos “pares” conseguiu “comprar” todos os produtos de primeira necessidade e gastou apenas 47€; o grupo dos “ímpares” foi muito mais gastador, tendo ultrapassado o orçamento disponível em mais do dobro. No carrinho deste segundo grupo havia produtos de primeira necessidade, mas também muitas guloseimas, petiscos e bebidas.
Foi um mero acaso, mas deu-se a coincidência de o primeiro grupo ser governado por raparigas, por elas estarem em maioria, e o segundo por rapazes, porque quase não existiam raparigas.
Depois de feito o registo das compras e de emitido o respectivo talão, os produtos seleccionados foram levados por uma empregada novamente para o interior da loja, para serem colocados de novo nas respectivas prateleiras. Essa foi a parte pior…
O grupo dos “pares” estava de parabéns! Os “ímpares” perderam o desafio, e foi justo, porque foram um bocado desgovernados, só podiam gastar 50€, mas gastaram 120€.
Seguidamente, os alunos e os professores deslocaram-se para o auditório do NERVIR, onde o gerente do Jumbo falou com as duas turmas e teceu alguns comentários sobre o nosso comportamento como consumidores, tendo-nos recomendado algumas formas para poupar e para encontrar os produtos com a melhor relação preço/qualidade.
Depois de ouvirmos o director do Jumbo, a nossa delegada de turma, em nome de nós todos, agradeceu e pediu desculpas por eventuais prejuízos.
Esta actividade cativou-nos, porque ir às compras com os colegas é sinal de diversão, mas também nos fez pensar no muito que temos de aprender se algum dia tivermos de governar uma casa.
Alunos da turma B, do 7º ano.
Podes ir as compras,
mas com precaução,
não metas tudo no carro,
enorme pode ser o talão!!
Compra apenas o necessário,
Para sobreviveres,
Compra fruta, carne e peixe,
E qualquer coisa para beberes…
Escolhe do bom e do barato,
Olha para as promoções,
Se não no fim ficas
a contar os tostões
Já sabes o que fazer,
Cuida bem da tua alimentação,
Se não, é a barriga a crescer,
E o teu dinheiro não!!!
Patrícia Peixoto, 7ºB
20/4/10
terça-feira, 30 de março de 2010
Visita de Estudo a Chaves
No dia 23 de Fevereiro, os alunos de todas as turmas do 7.º ano e das turmas I e J do 10.º ano participaram na visita de estudo a Chaves, dinamizada pelos professores de História, Hugo Bento, Celestino Silva, Aurora Magalhães e Álvaro Pinto. Esta actividade enquadrou-se nos temas «A Romanização da Península Ibérica» e «A importância estratégica e militar de Chaves no Portugal Medieval».
Apesar das condições atmosféricas não terem sido muito favoráveis, os alunos foram desafiados a descobrir a Chaves romana e a Chaves medieval. Para tal, tiveram de visitar o Museu Monográfico da Região Flaviense, a Torre de Menagem e o Museu Militar aí sediado, a muralha do antigo castelo, a Ponte Romana de Trajano ( do século I d. C.), os Paços do Concelho e as ruas tipicamente medievais do centro da cidade, a Igreja Matriz (também conhecida por Igreja de Sta Maria Maior) e as Caldas/Termas flavienses. Enfim, tanta coisa que Chaves nos pode proporcionar em termos de riqueza patrimonial.
Aos alunos foi lançado o desafio de experimentarem as águas quentes das caldas e conhecerem as suas propriedades e benefícios para a saúde, assim como, em realizarem algumas tarefas didácticas, aplicando assim os conhecimentos adquiridos nas aulas.
É de destacar o clima de companheirismo e boa disposição que se verificou entre alunos, professores organizadores e professores acompanhantes (aos quais se deve um agradecimento particular pela sua ajuda preciosa e dedicação no acompanhamento a um grupo tão numeroso).
Jogo cromático na arquitectura tradicional.
Forte presença romana em Chaves.
Texto: Hugo Bento
Fotografia e legendas: João Costa
quinta-feira, 25 de março de 2010
Visitas de Estudo ao Museu do Caramulo e Centro de Ciência Viva
Reportagem: Isabel Machado



