Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

segunda-feira, 11 de março de 2019

Desfile de Máscaras de Carnaval



ESCOLA SECUNDÁRIA CAMILO CASTELO BRANCO
 “Surrealizar” o Carnaval
                A comunidade escolar da Escola Secundária Camilo Castelo Branco assistiu no dia 1 de março, durante o período da manhã, ao já tradicional, e sempre aguardado com grande expectativa, desfile de Carnaval, que decorreu no átrio da entrada principal e coloriu criativamente o Largo dos Freitas. 
Esta atividade foi dinamizada pelo grupo disciplinar de Artes Visuais, sendo intervenientes os alunos do 10º, 11º e 12º anos do Curso de Artes Visuais e do 3º ano do Curso Profissional de Técnico de Apoio Piscossocial.
Este ano letivo, o movimento Surrealista, nascido em França na década de 20, tornou-se pretexto para o desenvolvimento de trabalhos de extensão de aprendizagens em sala de aula. Desta forma, os alunos, individualmente ou em grupo, vestiram roupagens e adereços, concebidos e produzidos com intencionalidades decorrentes de explorações plásticas sobre o universo surrealista. A provocação de “Surrealizar” foi, também, o desejo de reinventar formas e de contribuir para o pulsar da vida da escola e da cidade.
Foram apresentados figurinos inspirados na obra de Salvador Dalí, Vladimir Kush, Frida Kahlo e René Magrite, em filmes de animação e na mitologia grega. Os alunos da turma E, do 10º ano de escolaridade, revisitaram temas como o amor de Dalí pela sua musa Gala, a dor de Frida, a robotização e a despersonalização do ser humano, a sociedade do “ou preto ou branco”, mas também a busca incessante pela liberdade, o poder catártico da imaginação, agrilhoada e libertada.
Já os alunos das turmas G e J, do 11º ano de escolaridade, surpreenderam com figurações que encontraram na Natureza e na mitologia grega o mote para a expressão do questionamento do eu na multiplicidade das suas máscaras, do ressurgimento das próprias cinzas, da metamorfose, das memórias.
Quanto ao 12º ano, os alunos da turma F, com as suas performances, mostraram a inexorável passagem do tempo, a chuva de pensamentos, as barreiras subjacentes à excessiva imaginação, o “guardador de segredos”, a busca incessante pela inexistente e desumana perfeição, o subconsciente preso pelo destino, o carácter absurdo do sonho, a constância do pesadelo, desvendando assim a importância do inconsciente na criatividade do ser humano.
Finalmente, a turma 3ª A repovoou o imaginário de todos os presentes com a apresentação de vestimentas exuberantemente criadas a partir das personagens de Marvel, de obras de literatura infantil como “ A Bela Adormecida” e a “ Cinderela”, de filmes de animação como “ Eduardo Mãos de Tesoura” e “ Alice no País das Maravilhas” e de obras de Dalí. 
O público assistiu, entusiasmado, às notáveis recriações que ultrapassaram o expectável e os limites à imaginação.
Um grande bem-haja aos alunos pelo empenho, aos pais, encarregados de educação e familiares pelo apoio, ao  projeto "Feito à mão" pela colaboração, aos professores do grupo e a todos os colaboradores que participaram como elementos do júri ou na reportagem fotográfica.  

A equipa de comunicação






Prémios Individuais


      Expressividade perfomativa na apresentação do trabalho

 Leonardo Martinez, 10.º E.



 
Lara Botelho, 10.º E


 Clara,11.º G

Criatividade na recriação




 Leonor Silva, 10.º E




Miguel Salzedas, 11.ºJ


 
Maria João, 11.ºJ



Rute,  11.ºJ

Rigor de execução e de utilização adequada de materiais


 Leandro, 10.ºE




12f -  prémio individual-  Lourenço




12F- prémio individual - Maria Índia




Carmo,  11.º j  - prémio rigor de execução

                                                         Carina, 11.º G- prémio rigor de execução




José Pedro, 11.º J - Expressividade perfomativa na apresentação do trabalho





Maria João, 11.ºj - criatividade 


Milagros, 11.º j
Expressividade perfomativa na apresentação do trabalho


Filipa, 11.ºG - criatividade na recriação  
 
   Inês, 11.º G- criatividade
 
 
 
 
 
Laura Franco, 12.ºf -  Prémio individual  



Afonso Fraga
prémio dos prémios 
 


Expressividade perfomativa
Raul, 11.ºj
 
Prémios Grupos



11.º G - grupo-  Andreia, Beatriz, Francisco, Beatriz Oliveira,  Inês

 
 


12.º F - prémio grupo-  Adriana, Claúdia





10.º E -Expressividade perfomativa - Bruna Pereira, Filipa e Francisca 
 


3.ºA -grupo criatividade - Inês Miranda, Ana Rita, Diana Anjos 



3.ºA  - Expressividade perfomativa-Luís,  Joana e Tânia



3.ºA -grupo prémio rigor de execução - Cristiana Igrejas, Inês Gonçalves


10.ºE - grupo prémio rigor de execução - Lia e Marta 



10.ºE - grupo prémio rigor de execução





Prémio dos prémios grupo
 Mariana Suzana André 



Prémio grupo Expressividade perfomativa
Anita, 10.ºE;  Beatriz Caldeira, 11.º G


Prémio grupo 12.º F 
Beatriz Costa



Rigor e execução - prémio grupo 
Ana Pedroso e Ana Sampaio -10.º E 





Manuel Gouveia e Rafael 
prémio grupo 10.ºE


  

Rigor e execução
Teresa, 11.º J


Prémio grupo 12. º F 
Francisca Rito

 





quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Trabalhos realizados no 1º semestre na disciplina de TÉCNICAS DE EXPRESSÃO ARTÍSTICA


“O que ouço esqueço, o que vejo lembro-me, o que faço aprendo”

O tempo distancia-nos dos acontecimentos e depura o essencial das tarefas que convidamos os alunos a realizar.

As experiências sobre o que fazemos, pela sua divulgação, prestam-se à crítica, são um testemunho do que permanece em nós perante o constante devir de material físico e humano que é colocado ao nosso cuidado.

O que antecipadamente consideramos mais correto é, repetidas vezes, posto à prova pelo contexto que, por vezes, legitima diferentes abordagens ou enquadramentos do previamente estabelecido.

Nos alunos, a sua vontade de olhar, ver e experimentar coisas diferentes é essencial para o seu desenvolvimento pessoal, pois leva-os a quererem ver para além dos muros que os rodeiam. Ao Professor cabe a tarefa de os ajudar a redesenhar a sua envolvente, construindo-lhes aberturas com propósito.



Presépios em Cartão (Oferta de Escola – Técnicas de Expressão Artística - 8º anos)

Materiais: cartão canelado de diferentes espessuras; x-ato; cola; régua; esquadro; compasso; lápis de grafite; papel vegetal.

Com os presépios em cartão, os alunos descobriram que trabalhar com materiais já usados e reciclá-los (dar-lhe uma nova utilidade / nova alma) exige que nos desprendamos de preconceitos e nos foquemos, essencialmente, nas suas qualidades expressivas.





MÁSCARAS DE CARNAVAL (Oferta de Escola – Técnicas de Expressão Artística - 8º anos)

Materiais: gaze gessada e outros.



As imagens da atividade das máscaras de carnaval evidenciam, essencialmente, a interação e entreajuda dos alunos da turma. A partir do rosto dos seus colegas os alunos experienciaram o processo construtivo das máscaras de carnaval e aprenderam a estabelecer os laços de grupo indispensáveis à concretização dos seus trabalhos.


Prof. David Dias














quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Corta Mato Escolar CLDE Vila Real e Douro 2018



Decorreu no dia 5 de Fevereiro, no Natur Whaterpark, mais uma edição do Corta Mato Escolar, Fase Regional.
Os alunos que representaram a Escola tiveram uma excelente prestação e, por este facto, estão de parabéns. Assim, agradece-se a todos os alunos em geral e, em especial, às alunas que constituíram a equipa de iniciadas femininas, pelo segundo lugar por equipas, bem como à equipa de iniciados masculinos, pelo primeiro lugar por equipas, lugar este permite o acesso ao corta mato nacional, em representação do CAE de Vila Real e da Escola.
Salienta-se, ainda, as prestações individuais dos alunos João Costa, pela vitória nos iniciados masculinos, e Maria Marinho, pelo brilhante segundo lugar nas juvenis femininas, sendo que estes alunos vão ser os ilustres representantes da Camilo e do distrito de Vila Real, na Marinha Grande, nos dias 22 e 23 de fevereiro.
Agradece-se, também, aos professores acompanhantes pelo apoio e ajuda neste trabalho que é de todos.

O coordenador do Desporto Escolar 
André Ferreira






"Camilo" em Lamas de Olo.


No dia 13 de fevereiro, as aulas da disciplina de CIS (COMUNIDADE E INTERVENÇÃO SOCIAL) aconteceram num cenário bucólico, sob a luz de um pedaço de céu de azul limpo que combina na perfeição com o verde dos lameiros. No âmbito do tema “Espaço rural” (módulo 2- Bairro, Comunidade Urbana e Rural), os alunos do Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial foram à busca de sabedoria in loco. Obrigada à Câmara Municipal de Vila Real, que cedeu o transporte, permitindo assim sairmos da sala de aula convencional.















Professora:
Carla Pomar

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Mundial da Rádio 13 de fevereiro de 2019


Neste Dia Mundial da Rádio, celebramos o poder único e de longo alcance que a rádio tem para alargar os nossos horizontes e construir sociedades mais harmoniosas. Das grandes redes internacionais aos radiodifusores comunitários, as estações de rádio recordam hoje a importância deste meio para estimular o debate público, reforçar a participação cívica e favorecer a compreensão mútua, sob o tema "Diálogo, tolerância e paz".
Desde a sua invenção - há mais de um século - a rádio fomentou novas discussões e difundiu ideias inovadoras nas famílias, aldeias, universidades, hospitais e locais de trabalho. Ainda hoje, o diálogo através das ondas pode constituir-se como um antídoto para a negatividade que, por vezes, parece predominar na Internet. Por este motivo, a UNESCO envida esforços para estimular a pluralidade e a diversidade das estações de rádio em todo o mundo. A rádio continua a ser um dos meios de comunicação mais reativos e participativos, adaptando-se às mudanças do século XXI e oferecendo novas formas de interação e de participação em debates importantes, em particular para os mais desfavorecidos.
As mulheres que vivem em zonas rurais constituem, nomeadamente, um dos grupos subrepresentados nos media. São duas vezes mais suscetíveis de ser analfabetas que os homens, pelo que a rádio pode ser um recurso vital para se expressarem e acederem à informação. A UNESCO apoia as estações de rádio de África subsaariana que incentivam a participação das mulheres em debates públicos, particularmente aqueles que abordam questões frequentemente negligenciadas como os casamentos forçados, a educação das raparigas ou ainda a proteção da infância.
Em zonas que foram palco de conflitos, a rádio contribui para dissipar os medos e para revelar o rosto humano dos antigos inimigos, como é o caso no noroeste da Colômbia, onde as estações de rádio comunitárias, apoiadas pela UNESCO, estão a sarar feridas antigas, destacando as boas ações levadas a cabo pelos combatentes desmobilizados, como é o caso da limpeza de cursos de água contaminados.
A diversidade linguística “no ar” é também fundamental: o direito das pessoas se expressarem na sua própria língua, através das ondas adquire um significado especial, no ano em que a UNESCO celebra o Ano Internacional das Línguas Indígenas.
Em todo o mundo, das estações de rádio que se dirigem aos habitantes de bairros degradados no Quénia às minorias na Mongólia ou às comunidades indígenas do México, a inclusão de populações diversas torna as nossas sociedades mais resilientes, mais abertas e mais pacíficas. Os desafios que enfrentamos, estejam eles ligados às alterações climáticas, aos conflitos ou ao aumento dos discursos que provocam divisões, dependem, cada vez mais, da nossa capacidade de comunicarmos uns com os outros e de encontrarmos soluções comuns.
Feliz Dia Mundial da Rádio!
Audrey Azoulay

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Dress a girl around the world” - Palestra e workshop


“Juntos , ajudamos mais!”

Público alvo: 7.º e 8.º anos
Data: 7 de fevereiro
Local: Auditório 2
Horário: 16:45 – 18:15

Comunicação: 
Joana Rodrigues 
(Coordenadora) Ateliê solidário de Vila Real 

Dinamizadores: 
O projeto “ Feito à mão” e a
Coordenadora do Projeto Cidadania.

  Dress a girl around the world
É um projeto 100% voluntário, que tem como objetivo 
fazer vestidos / calções para crianças em países carenciados.
Ajuda a costurar sorrisos!

"Dress a girl around the world” – Vila Real.










sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

La Chandeleur


No âmbito do Plano Anual de Atividades do Grupo Disciplinar de Francês da Escola Secundária Camilo Castelo Branco, comemorou-se, no dia 1 de fevereiro, "La Chandeleur" (do latim candelaria- candeia).

Esta tradição francesa acontece 40 dias depois do Natal e a sua origem remonta à Antiguidade Romana, época em que se fazia uma festa em honra do deus Pan, deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores. Durante os festejos, os fiéis manifestavam a sua crença, andando na rua à noite, com tochas. A partir do século XIV, esta festa fica associada à Purificação e a Nossa Senhora das Candeias.

Atualmente, nesta data, confecionar e comer crepes é a tradição. Esta tão apreciada iguaria faz lembrar o sol pela sua forma redonda e pela sua cor dourada. Assim, os crepes são como que um apelo ao regresso da Primavera, após um longo e duro Inverno, para que haja prosperidade e abundância durante todo o ano.

Uma vez mais, os alunos de Francês cumpriram a tradição, com entusiasmo, e degustaram saborosos crepes acompanhados com chocolate, compota ou açúcar. Graças à generosa colaboração do Intermarché de Vila Real, a comunidade educativa teve, ainda, a oportunidade de provar alguns queijos franceses e comer outras guloseimas.

Esta atividade envolveu toda a comunidade escolar e deu a conhecer a França, as suas crenças, tradições, cultura e história.

"A la Chandeleur il faut manger la soupe dorée pour avoir de l'argent toute l'année."





segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Dia Mundial Contra a Sida


Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO,
por ocasião do
Dia Mundial contra a Sida
1 de dezembro de 2018

Neste Dia Mundial contra a Sida, a UNESCO junta-se à ONUSIDA e aos seus parceiros para relembrar que o conhecimento tem um efeito protetor. “Conhece o teu estatuto!”, é o tema desta 30ª edição.
Hoje em dia, apenas três em cada quatro pessoas que vivem com VIH conhecem o seu estatuto serológico. Assim, temos de nos mobilizar mais para alcançar os restantes 25%. É de extrema importância garantir que os jovens que vivem com o VIH conheçam o seu estatuto serológico uma vez que o VIH continua a ser uma das maiores causas de mortalidade nos jovens com idades compreendidas entre os 10 e os 19 anos.
Em alguns países, leis e políticas restritivas continuam a impedir os jovens de aceder a testes de despiste, assim como a serviços de tratamento do VIH. Devido a uma educação sexual insuficiente, muitos jovens ignoram os meios que existem para se protegerem dos riscos decorrentes do VIH. É nomeadamente o caso na África Subsariana, onde existem grandes disparidades de um país para outro. A percentagem dos jovens (entre os 15 e os 24 anos) com conhecimentos sobre o VIH é, por exemplo, de 63% no caso das jovens no Ruanda e de 23% no caso dos jovens na África do Sul.
O conhecimento protege. Além de ensinar os jovens sobre a forma de prevenir o VIH e de aceder a testes de despiste, a educação sexual também lhes permite desenvolver as competências necessárias para uma vida quotidiana mais saudável e mais segura.
Para os jovens infetados pelo VIH, um contexto escolar sensível às questões de saúde pode salvar vidas: permite-lhes ter acesso e seguir mais facilmente os tratamentos. O conhecimento também é a melhor defesa contra a discriminação e a estigmatização ligadas ao VIH.
Por todas estas razões, a UNESCO está a envidar esforços para promover uma educação sexual completa e de boa qualidade. A versão atualizada das Orientações Técnicas Internacionais sobre Educação Sexual, constitui uma preciosa ferramenta que permite à UNESCO: ajudar os países a reforçar os seus programas escolares e a adaptar estas Orientações Técnicas aos seus contextos. A UNESCO coordena também o programa “Os nossos direitos, as nossas vidas, o nosso futuro” que visa, entre outros objetivos, reduzir em 68% o número de novas infeções pelo VIH entre os adolescentes e os jovens (15-24 anos) na África Subsariana até 2022.

Audrey Azoulay


Onda Laranja