Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Visita de estudo



No âmbito das disciplinas de Ciências Naturais, Geografia, Cidadania e Desenvolvimento e de Físico-química do 7.º ano foi realizada uma visita de estudo no dia 02 de abril de 2019, entre as 8:15h e as 18:15h, à Galeria da Biodiversidade instalada na casa Andresen, ao Jardim Botânico e Planetário do Porto.
Esta iniciativa teve como propósito os seguintes objetivos: desenvolver uma visão integradora da Ciência, Tecnologia, Ambiente e Sociedade, despertar a curiosidade científica, aprofundar o conhecimento e literacia científica em temas tão diversos como a biodiversidade, variabilidade intraespecífica e seleção natural, Compreender o significado da diversidade que encontramos no nosso planeta e a importância de a conservar, explorar a biodiversidade da flora que se encontra nos diversos ecossistemas, explorar a constituição do Universo e do Sistema Solar, Compreender as fases da Lua, a diferença entre massa e peso e as distâncias no Universo.
            A concentração realizou-se na paragem do autocarro (antiga Moviflor), pelas 8h15m. Entre as 10h e as 15h, realizou-se a visita à Galeria da Biodiversidade, Jardim Botânico e Planetário.



Dia Mundial da Consciencialização do Autismo


Juntos pelo Autismo



O Dia Mundial da Consciencialização do Autismo assinalou-se no dia 2 de abril, com iniciativas por todo o mundo, desde a iluminação de edifícios públicos a debates sobre a vida e inclusão dos cidadãos que sofrem desta síndrome.

A nossa escola não ficou indiferente e, nesse sentido, desenvolveu um conjunto de atividades para sensibilizar toda a comunidade educativa. Com esta visou-se reduzir a discriminação e o preconceito que cercam as pessoas afetadas por esta síndrome neuropsiquiátrica, que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo. A ONU estima que uma em cada 150 pessoas sofra desta condição.

Neste contexto, o grupo de docentes de Educação Especial, envolveu toda a comunidade educativa para a concretização das atividades, nomeadamente, através da divulgação de informação sobre a temática assinalada, com a leitura de um flyer pelos Diretores de Turma e da escrita de uma mensagem de sensibilização, sobre a problemática, em peça de puzzle (pré-elaborada).  Foram colocadas, igualmente, duas faixas azuis celeste, em cetim, nas laterais da frontaria da escola.

Aos alunos foram distribuídas fitas azuis, para usarem como pulseira, contendo a mensagem “Juntos pelo autismo” e à restante comunidade educativa foram distribuídos laços azuis que colocaram ao peito.




Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Internacional do Desporto ao serviço do Desenvolvimento e da Paz 6 de abril de 2019





No ano passado, quando as duas equipas nacionais olímpicas da península coreana desfilaram juntas, por ocasião da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pyeongchang, assistimos a um gesto simbólico de reconciliação através do desporto.

Alguns meses mais tarde, graças à mediação da UNESCO, a República da Coreia e a República Popular Democrática da Coreia decidiram, de comum acordo, propor a inscrição da luta tradicional coreana, Ssirum/Ssireum, na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade, da qual fazem parte vários jogos e desportos tradicionais do mundo. Estes dois poderosos exemplos são ilustrativos do potencial do desporto para unir as pessoas abrindo assim o caminho para a paz e para o diálogo.

Independentemente da idade, do género ou da pertença étnica, o desporto é apreciado por todos; o seu alcance não tem igual. Além disso, o desporto promove valores universais, como a inclusão, que transcendem a língua e a cultura. A história abunda de exemplos que nos inspiram e nos mostram como um acesso mais alargado ao desporto favoreceu a inclusão nas sociedades e permitiu ultrapassar os preconceitos contra as mulheres, as minorias étnicas e as pessoas portadoras de deficiência.

A importância do desporto é tal que a Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceu, no ano passado, que este constituía um motor de desenvolvimento sustentável, não só pelo seu papel na construção da paz e da autonomização, mas também para o bem-estar que nos proporciona todos os dias.

De forma a difundir este bem-estar, assim como os valores de espírito de equipa, de disciplina, de igualdade, de fair play e de respeito, a UNESCO colabora com a Federação Internacional de Futebol (FIFA) e com o Programa Alimentar Mundial da ONU (PAM) para reforçar o acesso das crianças ao desporto, distribuindo bolas de futebol e incentivando os professores a inscreverem o desporto nos programas escolares.



O Campeão da UNESCO para o desporto, o futebolista brasileiro Edson Arantes do Nascimento, mais conhecido como “Pelé”, declarou um dia: “O desporto é uma grande fonte de inspiração para os jovens”. Esta fonte de inspiração única é o motivo pelo qual a UNESCO permanece firmemente empenhada em trabalhar com os jovens no mundo inteiro, para que se impliquem na sua comunidade e contribuam para transformações positivas através do desporto.

O Dia Internacional do desporto ao serviço do desenvolvimento e da paz convida pessoas de todas as idades e de todos os horizontes a praticarem uma atividade desportiva, não só em prol de um maior bem-estar físico e mental, mas também para consolidar uma paz duradoura baseada no respeito e no diálogo.

Audrey Azoulay

Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO por ocasião do Dia Mundial da Água - 22 de março


O acesso à água potável constitui um direito fundamental que, associado ao acesso às instalações sanitárias, se torna uma alavanca do desenvolvimento.
No entanto, cerca de um terço da população mundial não beneficia de serviços fiáveis de abastecimento de água potável e apenas 40 % dispõe de serviços de saneamento fiáveis.
Por este motivo, este ano, o Dia Mundial da Água é subordinado ao tema “Não deixar ninguém para trás”, refletindo assim os compromissos audazes da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, das Nações Unidas.
A aspiração de chegar, inclusive aos mais vulneráveis, reveste-se de uma importância crescente, numa altura em que a degradação ambiental, as alterações climáticas, o crescimento demográfico e a rápida urbanização – entre outros fatores – se intensificam dificultando gravemente a segurança e o abastecimento de água.
Contudo, a água e o saneamento podem contribuir significativamente para a realização dos numerosos objetivos da Agenda 2030, quer se trate de segurança alimentar e energética, de desenvolvimento económico ou de sustentabilidade ambiental.
Dado que o acesso à água tem muitas repercussões, o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos deste ano, publicado pela UNESCO em colaboração com as entidades da ONU que se dedicam a esta matéria, foca-se no tema da eliminação dos obstáculos que dificultam o acesso à água, em particular para os mais desfavorecidos.
Este documento recomenda que a vontade política internacional seja impulsionada para se alcançar os marginalizados e lutar contra as desigualdades existentes, sejam elas socioeconómicas, de género, inerentes aos desafios específicos dos meios urbanos ou rurais, ou relativas a qualquer outro fator.
A necessidade de uma maior solidariedade internacional impõe-se, especialmente em certas regiões, como na África subsaariana e no sul da Ásia, onde o acesso aos serviços básicos como o abastecimento de água e o saneamento continuam em grande parte limitados.
Num mundo cada vez mais globalizado, as consequências das decisões relacionadas com a água atravessam fronteiras e afetam todos os povos, pugnando assim por uma governação global da água.
Neste Dia mundial da Água, a UNESCO reafirma o seu empenho em apoiar os governos nos esforços que envidam para permitir o acesso universal à água e ao saneamento, sem discriminação.
Ao dar prioridade aos mais necessitados, podemos construir comunidades mais resistentes, sociedades mais igualitárias e um mundo mais pacífico e sustentável.

Audrey Azoulay

A intolerância da sociedade atual


Com Anne Frank e por um Mundo Melhor

                                                

Nos dias de hoje, a intolerância da sociedade, para com os seus membros, é bastante elevada, o que faz com surjam situações consequentes.

            Assim, o facto de nós, enquanto humanos, sermos desrespeitadores para com os outros só pelo simples facto de sermos diferentes, nomeadamente, pela cor da pele, pelo formato do corpo e olhos, pela nacionalidade, pela religião e cultura, pela situação económica, entre outros, faz com que existam guerras ou atentados.

            Com toda a sinceridade, a meu ver isto tudo tem que acabar de uma vez por todas! Se não for por mais nada, ao haver guerras ou atentados, estamos a discriminar ou matar pessoas e, não menos importante, a destruir o nosso planeta.

            Com isto, a minha proposta tem dois níveis: que quem pratica este ato ignóbil reflita bem, em consciência, no que está a fazer e que nas escolas se debata muito bem este assunto porque o futuro somos nós, OS JOVENS!



Berenice de Abreu, nº5, 8ºB





Ao longo da história da humanidade houve sempre conflitos, originados pelo desrespeito pelas diferenças entre grupos e sociedades, seja por diferenças na religião, raça, seja por um grupo social, pessoa ou país. Alguém irá sobrepor-se a outro e explorá-lo de certas formas e, como prova escrita, temos o “Diário de Anne Frank”.

            Uma das consequências desta “intolerância” são os grandes conflitos, ou seja, a guerra. Numa guerra, quer seja durante ou depois, haverá sempre destruição nos dois lados e, indiretamente, em certos “espectadores”.

            Exemplificando a destruição nos “dois lados”, temos a perda de vidas e a destruição de cidades. E, como exemplo de destruição nos “espectadores”, temos os “danos colaterais” e as “ondas” de refugiados.

            Outra consequência é o embate nas sociedades futuras. Com histórias e relatos antigos, vai haver sempre alguém a assumir tudo de forma diferente, inspirando-se nessas ações e tendo como pensamento “deve continuar-se a tradição”. Por vezes, a “Parte 2” pode ser bem pior do que a “Parte 1”.

          Concluindo, devemos lutar contra a intolerância, por estas e outras razões, para não sofrermos futuras consequências. 


Francisco Ferreira, nº 8, 8º B 




Ao longo da nossa História, houve, e têm vindo a haver, conflitos entre grupos sociais ou países, tal como aconteceu na época de Anne, em que os Alemães estavam em conflito com outros países e perseguiam judeus e outras raças, só porque tinham uma religião diferente e, por isso, Hitler, o chefe alemão, fomentou a II Guerra Mundial e os campos de concentração e de extermínio.
A meu ver, os conflitos entre grupos sociais ou entre países, veio a aumentar ao longo da História da humanidade, através das potências mundiais e do desrespeito pelos mais fracos. Portanto, deveríamos ser todos unidos a fim de termos um planeta melhor, sem guerras e intolerâncias!
No entanto, o que acontece é o contrário! Todos pensam no dinheiro e poder e não na felicidade e união. Se têm dúvidas, olhem para o que acontece com Trump e Vladimir, dois presidentes que não pensam no seu Mundo e poderão causar uma guerra por ganância e obsessão de poder.
Mas quem somos nós? O que podemos fazer? A resposta…não sei, mas quero que percebam que temos que ajudar! De contrário, poderão haver graves consequências, por isso, temos que continuar com as manifestações, temos que trabalhar para a paz alcançar!
Em suma, não podemos desistir, todos sabemos que os conflitos nunca vão acabar, mas também sabemos que os podemos remediar. Podemos ser menores, mas no futuro acreditem, vamos ser maiores!

Gonçalo Figueiredo, nº9, 8ºB



Hoje em dia, as pessoas são postas à prova todos os dias, seja para obter bons resultados, seja o contrário.
            Na minha opinião, cada vez mais as pessoas, para se “integrarem” num grupo, têm que fazer certas coisas, para agradar os membros do mesmo, o que está completamente errado, pois cada um é como é e não deve ser julgado ou posto de parte por isso!
             Por outro lado, a sociedade faz a “distinção” das pessoas, ora pela situação económica, ora pelas suas escolhas. Assim, muitas vezes ouvem-se comentários desnecessários, o que leva a que as pessoas se vão rebaixando, cada vez mais, já que para os outros não “encaixam”no padrão da sociedade. Até mesmo nas escolas isso acontece!
            Acho que está na altura de acabar com isto! Cada um tem o direito a viver da maneira que escolhe e não para agradar os outros!
Nas escolas, muitas crianças são vítimas de “bullying” todos os dias e, muitas vezes, os adultos deixam passar porque dizem que são coisas de crianças! Mas NÃO, o “bullying” é um assunto sério e que deve acabar o mais depressa possível, na medida em que existem cada vez mais pessoas a suicidarem-se por não serem aceites na sociedade!
            Para isto acabar, penso que crianças/jovens devem ser sensibilizados desde cedo e não se esqueçam…as palavras valem mais do que ações!

                                                                                                             
Inês Machado, nº11, 8ºB


A intolerância excessiva é um dos aspetos mais desnecessários no mundo atual. Como vemos em “Diário de Anne Frank”, tudo começou pela “intolerância excessiva” de um senhor, com muito poder na Europa, que deu origem a um dos grandes conflitos da História. Podemos, também, referir situações que mais nos tocam e que estejam mais “próximas”, como o racismo.
             Do meu ponto de vista, digo que tudo isto é algo desnecessário na Humanidade. Porém, infelizmente, é algo que irá levar muito, mas mesmo muito tempo para que todos pensem assim. Nos casos referidos por mim, esta intolerância poderá ser mais assemelhado ao irracionalismo do que a outra palavra qualquer.
            Devemos combater essa irracionalidade!               
            Quem nunca viu dois seres humanos a terem conflitos devido apenas à sua cor de pele? Ou pela preferência sexual de um deles? Ou até mesmo pela desigualdade de géneros, quer para um lado quer para outro? Pois, eu já vi! Não me orgulho nada de o afirmar. Acho repugnante o facto de alguém, só por ser como é, física e psicologicamente, ter de sofrer com tanto preconceito! Se isto acabasse, o mundo não seria mais o mesmo! O mundo seria melhor, acreditem! Imaginem só, pessoas a não ligarem ao tom de pele umas das outras e mostrarem solidariedade umas para com as outras, de livre vontade…
            E, como uma coisa leva a outra, existem as guerras. As guerras frias, sangrentas, que afetam psicologicamente todos e ainda o património de cada país! Deveriam acabar estes atos de vandalismo e desrespeito, arrogantes e egoístas! No entanto, os poderosos da nossa sociedade não nos ajudam! Dizem que fazem, mas não fazem! Prometem, não cumprem! E esta é a realidade que tem de ser alterada.
            O mundo seria melhor caso todos pensassem da mesma forma, ou de forma idêntica, à minha maneira de pensar.

Ricardo Pavão, nº 23, 8º B 




           


quarta-feira, 3 de abril de 2019

VIOLÊNCIA E INTOLERÂNCIA





Sou contra a violência e questiono-me sobre a razão dela acontecer, porque, num mundo já tão desenvolvido, ainda não percebemos que o racismo é uma coisa absurda e que somos todos iguais, independente da cor da pele.

  Porque que tem de haver discussões parvas (inconsequentes) entre políticos, se todos nós queremos uma sociedade melhor? Porque não ouvir as sugestões das outras pessoas que querem o mesmo?

Além disso, é importante sermos honestos uns com os outros para a violência acabar; assim passaria, em muitos casos, despercebida, pois simplesmente não existiria. De facto a questão é tão séria e grave que, de uma maneira ou de outra, todos nós achamos que deve desaparecer: só prejudica as pessoas e torna-as infelizes.

 Na verdade parece que, à medida que o mundo vai evoluindo, os casos de violência doméstica ou de natureza racial, política, entre outras, vão aumentado, o que é muito preocupante. Parece que as pessoas dão mais importância ao desenvolvimento da tecnologia e da economia do que à cidadania; valorizam mais os objetos e os bens materiais do que as atitudes criminosas da sociedade que podem levar ao suicídio e ao homicídio.

      Em suma, a violência é um pesadelo, mas é necessário ser falada, discutida, para que as pessoas não a cometam.





Anita Boal Koehnen,

                                                                                    8ºD

terça-feira, 2 de abril de 2019

Exposição de «Abanicos»



Na semana de 1 a 5 de abril, os alunos do sétimo e oitavo anos de escolaridade expuseram «abanicos» e trabalhos de pesquisa realizados nas disciplinas de Espanhol, Educação Visual e Técnicas de Expressão Artística.
Este projeto interdisciplinar visa sensibilizar a comunidade escolar para a importância do reaproveitamento de materiais como forma de promover a proteção do meio ambiente.


sexta-feira, 22 de março de 2019

Dia Mundial da Poesia - 21 de março de 2019


Mensagem da Diretora-Geral da UNESCO





Agarra a lua
e agarra uma estrela
quando não sabes
quem és
pinta a imagem na tua mão
e regressa a casa
[…]
Alcança a lua
fá-la falar
liberta a sua alma
fá-la andar
pinta a imagem na tua mão
e regressa a casa

Excerto de “Howlin at the Moon” de Wayne Keon

A poesia, em todas as suas formas, é uma poderosa ferramenta de diálogo e de aproximação. Expressão íntima que abre portas aos outros, enriquece o diálogo – fonte de todos os progressos humanos - e tece laços entre as culturas.

Neste vigésimo aniversário do Dia Mundial da Poesia, a UNESCO traz à luz a poesia indígena para celebrar o papel único e poderoso da poesia na luta contra a marginalização e a injustiça, e na união das culturas num espírito de solidariedade.
“Howlin at the Moon”, de Wayne Keon (membro da Primeira Nação Nipissin, Canadá) evoca a usurpação indevida da cultura indígena por outras culturas dominantes. Este poema aborda o tema da perda da identidade nativa devido à sua reinterpretação por forasteiros, independentemente das suas boas intenções e, por conseguinte, a confusão do próprio autor no que respeita à sua identidade.
A poesia é importante para a salvaguarda de línguas frequentemente ameaçadas assim como para a preservação da diversidade linguística e cultural. Proclamado pela UNESCO como o Ano Internacional das Línguas Indígenas, o ano de 2019 reafirma o compromisso da comunidade internacional em ajudar os povos indígenas a protegerem as suas culturas, os seus conhecimentos e os seus direitos.
Esta designação surge num momento em que os povos indígenas, assim como as suas línguas e culturas, se encontram, cada vez mais ameaçados, em particular devido às alterações climáticas e ao desenvolvimento industrial.
De forma a salvaguardar as tradições vivas, a UNESCO tem envidado esforços para incluir diversas formas poéticas na Lista Representativa do Património Imaterial da Humanidade, exemplo disso são os Cantos Hudhud das Filipinas, a tradição oral do povo de Mapoyo da Venezuela, a Eshuva, preces cantadas na língua indígena Harákmbut do Perú e a tradição oral Koogere do Uganda.
Cada género de poesia é único, mas cada um reflete a universalidade da condição humana, o desejo de criatividade que atravessa todos os limites e fronteiras do tempo e do espaço, numa afirmação constante de que a humanidade é uma mesma e única família.
É este o poder da poesia!

Audrey Azoulay 

quinta-feira, 21 de março de 2019

“La Francophonie”


No dia 20 de março, celebrou-se “La Francophonie”, com atividades que proporcionaram aos alunos experiências de aprendizagem diversificadas.

Para tal, os professores do grupo de Francês e os alunos elaboraram múltiplos cartazes representativos da cultura e gastronomia francesas, desenvolvendo assim o interesse pela aprendizagem da língua e da cultura francesas.

Visando estimular a criatividade, e em articulação com a disciplina de Educação Visual, foram elaboradas pelos alunos bandas desenhadas alusivas a personagens históricas da BD francesa, nomeadamente, Astérix, Obélix e Tintin, assim como o mapa da Francofonia com as bandeiras dos países cuja língua oficial é o Francês.   

E porque é importante dar a conhecer a gastronomia francesa, na cantina da escola, decorreu o já tradicional, e sempre aguardado, Almoço de Francês, tendo sido degustados um saboroso Crème de carottes au croutons e um Riz sauté au canard, cuidadosamente confecionados pelas nossas assistentes operacionais.

Durante a tarde, a comunidade educativa foi presenteada com um momento musical muito emotivo e proporcionado pelos alunos do 7º A, com a magnífica interpretação do tema “ On écrit sur les mûrs”, de Kids United. Dado que a letra desta música apela à esperança, à paz, ao amor enquanto motores do mundo, e à intervenção dos jovens na criação de um mundo melhor, todos os que assistiram ficaram sensibilizados com a excelente prestação. 




quarta-feira, 20 de março de 2019

Projeto: “Feito à mão” - Dia do Pai

Para esta data comemorativa (19 de março) que homenageia anualmente a figura familiar paterna, algumas alunas das turmas 7ºA, 8ºC e 9ºA fizeram um despeja bolsos para oferecer ao pai, no Projeto “Feito à mão” - atelier de costura.

Vamos lá pensar em fazer algo para a mãe querida no primeiro domingo de maio! Cá vos esperamos na mediateca!!





segunda-feira, 11 de março de 2019

Projeto: “Feito à mão”


No âmbito da parceria com o Atelier Solidário de Vila Real, o projeto “ Feito à mão” concluiu mais dez vestidos para ajudar o projeto “dress a girl around the world - Vila Real”. Os vestidos foram entregues à coordenadora do atelier Joana Rodrigues. Agradecemos a colaboração de toda a comunidade escolar que entregou tecidos, elásticos, rendas variadas e peitilhos em crochet. Sem dúvida, juntos ajudamos mais a costurar sorrisos e a fazer feliz quem veste os vestidos!


Maria do Carmo Silva




XXXVII Olimpíadas Portuguesas de Matemática

Mariana Vilela Marta Rio Costa, do 9º E, foi apurada para a Final Nacional das Olimpíadas de Matemática. 
A Final Nacional realizar-se-á de 4 a 7 de abril de 2019.

ZONA NORTE (CATEGORIA – A)
Ana Francisca Armada - Colégio D. Diogo de Sousa (Braga) - 8.º
Francisco Marinho da Cunha Martins Gomes - Externato das Escravas do Sagrado Coração de Jesus (Porto) - 8.º
João Carlos Azevedo Maia Silva -Colégio Novo da Maia (Maia) -9.º
João Miguel Fernandes da Costa - Externato Ribadouro (Porto) -9.º
Luís Alberto Miranda Carneiro - Escola Secundária Fernão de Magalhães (Chaves) - 9.º
Luiz Henrique de Souza Correia - Escola Secundária Carlos Amarante (Braga) - 9.º
Mariana Vilela Marta Rio Costa - Escola Secundária com 3.º ciclo Camilo Castelo Branco (Vila Real) - 9.ºE
Miguel Cepas Correia de Paiva Valente - Colégio Luso-Francês (Porto) - 8.º
Pedro Miguel Ramos da Fonseca - Agrupamento de Escolas da Madalena (Madalena) - 9.º
Tiago Oliveira Marques - Colégio Internato dos Carvalhos (Pedroso) - 9.º

                                                Mariana Vilela Marta Rio Costa