Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

quinta-feira, 25 de julho de 2013

O " Liceu" e ilustres da cultura portuguesa - 1



João de Araújo Correia,
por Gracinda Marques em " Rostos do Douro" (foto: João Costa)
Em 1912, na quinta classe, fez exames às disciplinas de Inglês e Francês no Liceu de Vila Real. 
.


Óscar Lopes e António Houaiss em S. Martinho de Anta, no I  Congresso Internacional sobre Miguel Torga,1993. 
( foto: João Costa)
Foi professor no liceu  de Vila Real no início da década de 40 do século XX.



Fotografia de José de Sant’Anna Dionísio
Sant'Anna Dionísio  obteve, em 1934, a transferência como professor efectivo para o Liceu de Vila Real. Viveu nesta cidade entre 1935 e 1940.


Em 15 de maio de 1937  a Tuna Académica da Universidade do Porto visita Vila Real e realiza um Sarau de gala no Teatro Avenida, em favor do Hospital da Misericórdia. São recebidos na Câmara e no Liceu. Santana Dionísio, professor do Liceu Camilo Castelo Branco, fez a apresentação da Tuna, num belo discurso, do qual retiramos este excerto:



         “-Na verdade a música é a mais perene e humana das artes. Se ela é ou não eterna, não é legítimo afirmá-lo. O que pode assegurar-se é que ela só desaparecerá com o último homem. Onde está a alma humana estão a esperança e a desesperança indefinidas, está a reminiscência de não se saber o quê, está o devaneio e o sonho. Qual a voz para exprimir as causas desses indeterminados estados de alma? Esses anseios sem objectivo? Esses inefáveis anelos do nosso espírito? Todas as Artes nasceram para o tentar dizer. Mas verdadeiramente só a Música levou ao extremo da veemência e ao mesmo tempo da discrição essa aspiração de entendimento essencial e comunicação essencial do mundo e de nós próprios. A música é uma espécie de brisa, ou antes, um misto de vento e claridade, que abre no nevoeiro do insondável abismo que é o Universo, fundas clareiras através dos quais, em certos instantes fugitivos e supremos, parece antever-se a sua mais recôndita essencialidade. Como é que o homem poderá prescindir algum dia dela?

domingo, 14 de julho de 2013

João Costa interpreta António Sá Gué

Tal como anunciado neste espaço, a livraria Traga-mundos promoveu a apresentação do romance "O Manco Entre Deus e o Diabo", de António Sá Gué. 
No final da apresentação e da conversa entre o autor e o público presente, João Costa surpreendeu Sá Gué com a interpretação do poema "Sonho", extraído da obra apresentada.

O público acorreu a esta iniciativa da Traga-Mundos.

Momento de intervenção de João Costa.  O escritor deu uma mãozinha ao segurar o "sonho" cantado pelo músico.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Apresentação de" O Manco Entre Deus e o Diabo", de António Sá Gué

                             
A mais recente obra de António Sá Gué, colaborador do Boletim Cultural, é apresentada já no próximo sábado, dia 13 de julho, pelas 21 horas, na livraria Traga-Mundos.
Comparece!

domingo, 30 de junho de 2013

João Costa interpreta Mário Cláudio

Pelo quarto ano ano consecutivo a ACARF e a Junta de Freguesia de Forjães deram corpo a uma iniciativa cultural louvável que, não sendo mediática, tem acolhido um vasto público, proporcionando um carinho especial aos escritores convidados. Desde o ano de 2010, estiveram presentes os escritores Pepetela, Inês Pedrosa, Manuel Alegre e Mário Cláudio. Para além de estabelecerem um diálogo interessante com o público, têm deixado a marca da sua mão, posteriormente eternizada em bronze.
No dia 29 de junho, no início da "conversa com", Mário Cláudio foi surpreendido com a interpretação de "Echinus esculentus", poema publicado no segundo número do Boletim Cultural da Escola Secundária Camilo Castelo Branco,  por João P. V. Costa.  Em conversa com o escritor, ficou a possibilidade de uma próxima colaboração. Entretanto, João Costa ofereceu-lhe os últimos números do Boletim Cultural.

Mário Cláudio e a recordação da "Camilo", através de alguns números da revista anual da escola.
( foto de João Costa)
Momento da preparação da mão escrevente em gesso. ( foto de João Costa)

O músico e o romancista. (foto de José Henrique Brito)


( foto de Luís Pedro Ribeiro)


João Costa na interpretação de Echinus esculentus. ( foto de Luís Pedro Ribeiro)

N.B. Em tempo oportuno, será publicada a entrevista a Mário Cláudio, realizada pelo jornal " O Forjanense".

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Livros


quinta-feira, 6 de junho de 2013

Feira Franca

Banca da "Flora de Brincadeiras" na Feira Franca, em Vila Real, 2 de junho de 2013.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Artes e livros


terça-feira, 4 de junho de 2013

DIA DA NÃO VIOLÊNCIA NA ESCOLA SECUNDÁRIA CAMILO CASTELO BRA






No dia 31 de maio, decorreu, conforme tradição há alguns anos a esta parte, a comemoração do Dia da Não Violência na Escola, uma vez que no dia 1 de junho, sábado, não havia atividades letivas.
Esta atividade foi dinamizada pelos alunos das disciplinas de Português do sétimo ano de escolaridade e pelos alunos de Espanhol e de Francês.
Neste ano, optou-se por dar “Um abraço de graça e com graça” em todos os espaços escolares e envolvendo toda a comunidade educativa.
Houve sorrisos.
Houve abraços sentidos.
Houve abraços consentidos.
Houve apenas abraços…numa escola onde vivem os afetos. 

Elisabete Coelho e Elza Pinto

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Arco-íris


Arco-íris


Ó Arco-íris! Meu amado Arco-íris! Porque te foste embora? Porque me abandonaste neste profundo buraco da solidão? Deixaste-me com o mar, o mar cheio das minhas e das tuas lágrimas, onde os peixes devoram sofregamente a nossa pura tristeza e morrem perante nós, pois a angústia é muita… O sol queima-me a pele, a geada arranha-me as pernas, o vento leva-me o cabelo, o frio gela-me os dedos, que antes estavam preenchidos pela tua cor e alegria… O que posso dizer? A ganância apanha-nos a todos, ficaste com o pote de ouro, esquecendo a nossa amizade…
Oh Arco-Íris, porque te embalaste na ilusão? Porque não te contentaste apenas comigo nas montanhas, onde seríamos felizes… Éramos únicos… Arco-Íris, meu amado Arco-Íris, porque me abandonaste neste cume gelado recheado com a tua frieza e a minha solidão? As nuvens riem-se de mim, e eu sinto-me cada vez mais triste, mas meu querido Arco-Íris, a esperança continua a ser muita, eu espero…espero…porém tu nunca mais vens. A lua até é simpática, contudo é um pouco, digamos…indiferente, passa a noite a olhar as estrelas…Ah! As estrelas são bonitas e muito gentis, mas nem todas me ouvem, tão alto, lá no céu…Que pena, Arco-Íris!
Vou dizer-te, com toda a sinceridade, que pressinto a morte e tenho muito medo… será dolorosa? Oh!  Arco-Íris…perguntei à estrela mais próxima de mim e ela disse, com toda a gentileza, que não sabia… a lua limitou-se a ignorar-me. Quanto aos outros, não me atrevo a perguntar, eles são tão maus…
Oh! Arco-Íris, por onde andas? Estou no cume, e sinto frio. É agora, desculpa Arco-Íris…

         Joana Carvalho – 8ºE


Passarinho



Passarinho o que tens? Desculpa, não te entendo, pareces triste, e apetece-me chorar ao ver-te assim… o que tens? Sabes, passarinho, sinto-me sozinha…Porque será? Sinto-me tão sozinha! As lágrimas não me caem no rosto, o meu cabelo foge-me, ajudado pelo vento, eu toco nas tuas penas e elas ficam pretas, porque será passarinho? A paz já não ronda na tua gaiola… quem te prendeu? Quem te amarrou com as correntes do desgosto e do sofrimento? O teu sangue é o gelado Inverno, e os teus olhos são negros, sem luz nem reflexo. Porque me sinto sozinha, meu querido passarinho? Sabes, tenho medo…Tenho medo das sombras malignas que passam por este muro… Estou aqui há tanto tempo que as raízes daquela pobre árvore me prenderam a este canto, tenho medo passarinho! E se as sombras me quiserem comer? O teu canto é triste e agonizante… Será, passarinho, que te sentes como eu, na tua gaiola enferrujada? Tenho medo, muito medo das portas e das chaves: para onde me levarão? Para a morte?
 Passarinho, eu sei que estou a ser egoísta, mas se te soltar irei ficar sozinha, neste beco escuro, a ver a lua a rir-se de mim, e a luz a ir-se embora para nunca mais voltar. Será que te devo soltar, ou não? Que triste, que arrepiante… Se, ao menos, tivesse asas para voar contigo!… Adeus, meu amado passarinho, adeus…
(E assim ele foi embora e levou consigo a minha solitária alma…)


                                                                                                 Joana Carvalho – 8º E

domingo, 12 de maio de 2013

Dia da Europa "en français" na Camilo


Mais uma vez, o dia da Europa, a 9 de maio, não foi esquecido pelo grupo de francês da nossa Escola que o festejou, desta feita,  com um "Menu équilibré" na nossa cantina.
O almoço teve uma forte adesão da comunidade educativa e em especial dos alunos de francês e seus professores que tiveram o prazer de degustar o célebre "Coq au vin" versão "Júnior". Juntando o útil ( alimentação saudável) ao agradável (convívio e partilha de sabores franceses), se fez "jus" à abertura a outras culturas, que a nossa Escola nunca descura.

Por Brízida Azevedo

quinta-feira, 2 de maio de 2013

IV Encontro dos alunos de Educação Moral e Religiosa Católica


No dia 19 de abril, os alunos dos sétimos e oitavos anos de escolaridade, da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco de Vila Real, participaram no IV Encontro dos alunos de Educação Moral e Religiosa Católica da Diocese de Vila Real que decorreu na vila de Murça.

Partiram bem cedo de Vila Real e o Monte de São Domingos serviu de palco para a concentração de aproximadamente 1400 jovens e respetivos professores.

Pelas 10 horas, o Bispo da Diocese de Vila Real, D. Amândio Tomás, proferiu a oração da manhã, tendo os presentes reagido com entusiasmo, entoando cânticos de louvor ao Senhor.

Seguidamente, iniciou-se a caminhada em direção à vila. Os alunos das várias escolas seguiram em grupo, exibindo cartazes identificativos de cada escola participante.

Assim, um imenso mar de cabecinhas amarelas invadiu a vila de Murça e o coração dos seus habitantes. Os adolescentes saudaram os cidadãos, com alegria e respeito, dizendo bem alto “ Bom dia” e evidenciando um comportamento cívico digno de registo.  

Durante o trajeto, puderam deleitar-se com a beleza da Natureza e o trabalho do Homem efetuado na vinha e no olival. A nível patrimonial, admiraram o Pelourinho, os Paços do Concelho, a Igreja Matriz, a emblemática e famosa Porca de Murça, a capela da Misericórdia, o Hospital de Serviços Continuados e a Escola Profissional.

A caminhada terminou junto ao Estádio Municipal de Murça, local onde se procedeu ao almoço partilhado e às atividades dinamizadas pelos docentes de EMRC no Espaço Insuflável, Espaço Jogos Tradicionais e Espaço Desportivo.

O regresso a Vila Real efetuou-se ao fim da tarde e esta mensagem de Jesus Cristo ilustra, cabalmente, os sentimentos vivenciados neste encontro: "Aquele que crê em mim nunca estará sozinho".

 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Torneio de Floorball






No passado dia 10 de abril, pelas 13:30 às 14:45, os alunos da turma A do 8ºano participaram no Torneio de Floorball, também conhecido por Unihoquei, dinamizado pelas alunas da UTAD Cátia Silva, Diana Miranda e Sílvia Santana e que teve lugar no ginásio desta escola.

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Atelier de brinquedos naturais






Local: Biblioteca da Escola Secundária Camilo Castelo Branco - Vila Real
Data: 10-04-2013
Iniciativa: Apresentação do livro" Flora de Brincadeiras" e um atelier de brinquedos naturais, integradas na Semana da Leitura.
Destinatários: Alunos do 7ºano, turma C
Dinamizador: João Costa



Local: Escola Secundária Camilo Castelo Branco - Vila Real
Data: 17-04- 2013
Iniciativa: Apresentação do livro" Flora de Brincadeiras" e um atelier de brinquedos naturais na aula de Língua Portuguesa (realização de um brinquedo na sequência do estudo do conto "O ouriço cacheiro", de Isabel Mateus, e de uma prenda para o Dia da Mãe.)
Destinatários: Alunos do 7ºano, turma B
Dinamizador: João Costa


Local: Escola Secundária Camilo Castelo Branco - Vila Real
Data: 18-04-2013
Iniciativa: Apresentação do livro" Flora de Brincadeiras" e um atelier de brinquedos naturais na aula de Língua Portuguesa (realização de um brinquedo na sequência do estudo do conto "O ouriço cacheiro", de Isabel Mateus, e de uma prenda para o Dia da Mãe.
Destinatários: Alunos do 7ºano, turma A
Dinamizador: João Costa

quarta-feira, 17 de abril de 2013

“Diário de Bordo: Em Be-não-se-dorme…”


“Diário de Bordo: Em Be-não-se-dorme…”

Mais um ano volvido, e a tradição volta a cumprir-se: milhares de jovens aproveitam a Páscoa e rumam ao sul de Espanha, para viverem aquela que, como muitos apelidam, “a melhor semana das suas vidas”.
Apesar de com umas significantes diferenças desta tendência (que se diga), não nos fizemos exceção e partimos, por uns belos 6 dias, para a simpática Benidorm.
A jornada começou bem cedo (ou tarde), já passava das 6 horas da matina do dia 21 de março. Embora com alguns percalços pelo caminho (nada que não ficasse resolvido), fizemos uma paragem em Cuenca que, apesar de breve, nos deslumbrou com sua paisagem e com as famosas “Casas Colgadas”. Após esta pausa, a viagem seguiu animada, dentro dos possíveis, mas a verdade é que a malta já começava a acusar cansaço, e o facto do “farnel da mamã” também já ter ido à vidinha,  não ajudava em nada…
Já passava das nove horas da noite (agora falando em “horas espanholas”) quando avistámos a placa “Benidorm”, para a alegria de todos. Chegados ao hotel, com a tralha descarregada na receção, acorremos para a sala de refeições, onde devoramos (literalmente) o que nos ofereceram para o já tardio jantar. O resto da noite foi calminha, aproveitando para descansar e nos instalarmos devidamente (e para fazer umas visitinhas aos quartos vizinhos, que também é preciso).
O segundo dia foi passado no Mundomar, um parque animal, com inúmeras espécies e espetáculos que nos deixaram a todos maravilhados. Alguns do grupo aventuraram-se e foram ao banho com leões marinhos, uma experiência decerto inesquecível. Tudo sem esquecer os suricatas, que nos deixaram a todos pelo beicinho.
O dia acabou em beleza com uma ida a um bar de karaoke, onde alguns de nós deram um verdadeiro show! (e assim se resumem as noites seguintes, que contaram sempre com uma animação de karaoke, apesar de nos termos “mudado” para um outro bar, que era mesmo em frente à praia).
No sábado foi tempo de mais uma viagem, desta vez a Valência, à “Ciudad de las Artes y las Ciencias”, onde contemplamos a arquitetura de Calatrava, vimos espécies animais vindas dos cinco oceanos, bem como um filme a “não-sei-quantos D”, que acima de tudo, proporcionou uma meia horinha de sono (e bem merecida). As cantorias repetiram-se pela noite dentro, e a festa prolongou-se, uma vez mais, pelo hotel “en las habitaciones”…
O talvez mais ansiado dia chegou no domingo, que foi passado no parque temático Terra Mitica, onde aproveitamos cada minuto para estar de cabeça para baixo. Até tempo sobrou para alguns dos mais arrojados, travarem amizades com umas múmias que por lá se passeavam...
E assim chegamos ao derradeiro dia em Benidorm! Após uma manhã aproveitada por muitos para reporem energias, e por outros tantos para conhecer mais da cidade e ir aos “recuerdos” para a gente de casa, decidimos que a tarde seria passada na praia. A paisagem de facto não podia ser melhor, mas esta visita não durou muito, pois o vento decidiu pregar-nos uma partida (mas também será preciso comer um bocadinho de areia de vez em quando!). A noite de despedida, sempre com toda a animação, dividiu-se entre dois bares, porém o karaoke não podia faltar no final!
E assim terminavam as nossas mini-férias por terras de “nuestros hermanos”, seguindo-se uma terça-feira de viagem bem longa, de volta à santa terrinha. Ainda tentámos visitar o Vale dos Caídos, tentativa que saiu falhada devido ao nosso atraso ao almoço.
E assim termino o meu testemunho de uma viagem que, acima de tudo, proporcionou um agradável e sempre animado convívio entre alunos e professores, e que fez nascer quem sabe novas amizades e até novos amores. Ficamos a aguardar assim planos de uma próxima viagem!
Peço desculpa pela extensão, mas garanto que ficou ainda muito mais para contar. Quanto ao título deste texto... bem, os meus colegas saberão decerto compreender.

Maria Inês Vale | 11.º G



quinta-feira, 11 de abril de 2013

“A Poluição Ultrapassa Fronteiras”


Hoje em dia a poluição é tanta que corremos o risco de um dia já não termos lugar para viver.
É preciso estabelecer limites, uma vez que a poluição não para de aumentar de dia-para-dia. Isso será possível se optarmos por pequenas medidas protetoras do ambiente que marcam a diferença, como reciclar, escolher andar de bicicleta em vez de carro, usar energias reutilizáveis…
É com estas medidas que estabelecemos fronteiras e não atingimos o limite que o nosso Planeta pode suportar, vivendo num mundo melhor.
Cuide da nossa casa, não pense só em si!

Alunas do 9ºE: Ana Catarina Pires e Joana Soares, 

3º Encontro Nacional dos alunos de EMRC do Ensino Secundário


No âmbito do Ano da Fé, os jovens foram convidados a “descobrir de novo a alegria de crer e reencontrar o entusiasmo de comunicar a fé” (Bento XVI).
Assim, nos dias 5 e 6 de abril, os alunos da Escola Secundária Camilo Castelo Branco de Vila Real, conjuntamente com os alunos da Escola Secundária de Vila Pouca de Aguiar, representaram o distrito-diocese de Vila Real e, com alegria e convicção, participaram no 3º Encontro Nacional dos alunos de EMRC do Ensino Secundário, subordinado ao tema: “Encontro muitas razões para conviver”. Esta frase-chave sintetiza as vivências tidas durante estes dois dias: oportunidades de convívio, partilha, conhecimento, reflexão, oração e diversão por jovens de vários quadrantes do país, com algo em comum…
 
 
O Encontro revelou-se um momento especial de comunhão dos jovens com Deus, como se pode ler em alguns dos testemunhos registados: “…Apesar de alguns momentos serem bons, houve outros que foram mesmo especiais… Foi uma experiência única, divertida e surpreendente…Foi incrível conhecer tanta gente e fazer tantas atividades em conjunto…Fez e continua a fazer com que o nosso horizonte se alargue…A ideia de união e o espírito humano que estiveram presentes nestes dois dias foram sem dúvida marcantes e permitiu-nos um encontro diferente com Deus…A união, a solidariedade e a amizade foram mais fortes…Agradecemos ao J.C. por nos ter unidos neste encontro…Queremos voltar a unir-nos desta forma tão descontraída…Queremos repetir!!!”.
 
 

Atelier de Brinquedos Naturais

Tal como anunciado, realizou-se ontem, pelas 10 horas, o atelier de brinquedos, precedido por uma apresentação do livro "Flora de Brincadeiras", de João Pinto Vieira da Costa, numa iniciativa da Biblioteca da Camilo. Esta atividade, integrada na semana da leitura, foi dirigida aos alunos do 7.ºC.
Num primeiro momento, a biblioteca foi apresentada pela professora Adelaide Jordão. Na sequência dessa informação, o autor de "Flora de Brincadeiras" falou um pouco do seu trabalho e construiu alguns brinquedos com materiais naturais. O passo seguinte, o mais ansiado, foi o momento em que os alunos puseram mãos à obra para executar as suas criações- uma delícia para quem observava e quem brincava.
Podemos afirmar que, ao observar estes jovens ávidos destas iniciativas relacionadas com a natureza e as manualidades, o mundo virtual das teclas, ficou, desta vez, em último lugar, dando lugar a uma convivência sadia em companhia do homem e da natureza.
Por último, deixo aqui um sincero agradecimento aos alunos do 7º. C pela seu interesse e empenho nesta iniciativa.
Em breve esta iniciativa estender-se-á a outras turmas.

Alunos do 7.ºC e as suas obras.

Momento de perícia, atenção, concentração e alegria no trabalho.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Semana da leitura - Flora de brincadeiras e atelier de brinquedos

No âmbito da semana da leitura, iniciativa da biblioteca da ESCCB, realizar-se-á, amanhã, pelas 10 horas, uma visita guiada à biblioteca, à turma do 7.º C. De seguida, João P.V.Costa, autor de "Flora de Brincadeiras", apresentará a obra  e facultará aos alunos um pequeno atelier de brinquedos naturais. 


Visita de estudo ao Lugar dos Afetos


No dia 4 de abril, os alunos do 9º ano de escolaridade, acompanhados pelos diretores de turma, pela enfermeira Vanessa Monteiro e alguns professores, efetuaram uma visita de estudo ao Lugar dos Afetos (Parque Temático de Aveiro - Fundação Graça Gonçalves), no âmbito do Projeto de Educação Sexual e do Programa PRESSE.
Num dia de intensa chuva, partimos bem cedo de Vila Real. À medida que nos aproximávamos de Aveiro, o cinzento da chuva desapareceu e deu lugar a um belíssimo e saudoso dia de Sol.
Tudo se conjugava para que a visita fosse um sucesso!
E assim aconteceu!
Chegados ao Lugar dos Afetos, sentimo-nos num ambiente mágico! Deparamo-nos com um espaço constituído por várias casas temáticas (Casa Romance, Casa Estações da Ternura, Casa Guarida da Esperança entre outras), incluindo ainda caminhos, jardins e recantos muito especiais.
Fomos recebidos e guiados por dois excelentes contadores de histórias que nos levaram à descoberta do caminho para chegar ao coração de nós próprios e dos outros.
Os alunos tiveram a oportunidade de interagir com jogos de afetos que visavam, nomeadamente, melhorar a autoestima, a autocomunicação e a autodecisão; aprender a gostar dos outros; fazer florescer os afetos; caminhar para o coração e transformar as mágoas num gesto de amor.
Após a visita a este encantador parque, dirigimo-nos para o Fórum Aveiro, local onde almoçámos. Aproveitámos, também, para passear junto à ria e apreciar o vaivém colorido dos moliceiros.
Regressámos a Vila Real a meio da tarde, satisfeitos e convictos de que tínhamos atingido os objetivos propostos, visto que visitámos um lugar que celebra o amor nas várias fases da vida e transmite a ideia de que pode existir um mundo melhor, feito com o nosso contributo.




Os diretores de turma de 9.º ano